Always by your side

21 There was no music


Notas iniciais
Olá!

Ainda sem saber de quem eram os braços que lhe prendiam na cintura, Regina começou a se debater para tentar se soltar do agarre, todavia parou com os movimentos assim que uma luz forte foi apontada para o seu rosto, cegando-a momentaneamente.

— Graham? — E então se vira para trás, vendo Emma com um olhar raivoso e vermelho, segurando-lhe com força. — Emma? — Franze o cenho. — O que estão fazendo aqui? — Tentou se soltar da loira, mas essa se manteve firme com os braços ao redor de sua cintura. — Será que você poderia me soltar? — Pediu irritada.

— Para você continuar o que fazia? — Perguntou irônica, com raiva, apertando-a mais um pouco.

— Emma, leve-a daqui e cuide desses machucados... — Graham apontou com a lanterna para a saída do cômodo. — Eu vou resolver esse “pequeno” problema. — Informou, pegando a arma, uma 9mn com silenciador, sua preferida, que Mills ainda segurava, aproximando-se do homem pendurado e inconsciente, analisando-o dos pés à cabeça. — Eric, venha aqui me ajudar a tirar ele daqui e o colocar na cama.

•§•

Em silêncio, as amigas entraram no carro da loira. Antes de colocar o veículo para andar, Emma retirou um celular do porta-luvas e jogou em cima da morena, que olhava de forma irritada pela janela.

— Como vocês me encontraram? — Perguntou, lembrando-se que havia escondido seu celular exatamente para que não conseguissem encontrá-la. Já nem lembrava mais que tinha feito isso. A Sargento olhava com raiva pela janela, enquanto passava a mão ao redor do seu machucado no braço. Estava latejando.

— O carro. — Emma respondeu, bem curta e grossa. Em cada veículo possuía um dispositivo rastreador, para o caso de roubo, sequestro, ou qualquer outra eventualidade. E foi graças a esse dispositivo minúsculo que fica embaixo do carro, que Swan e Humbert conseguiram localizar Regina, logo depois de serem guiados para a ponte DuSable e encontrarem apenas seu celular escondido.

— Droga! Eu havia me esquecido desses dispositivos. — Murmurou baixinho, mas Emma escutou e lhe encarou com fúria, mas nada falou. Deixaria para dizer qualquer coisa quando chegassem ao Departamento.

•§•

— Você tem noção do que fez há pouco? — Sua voz saiu baixa. Estava em pé e de braços cruzados, do lado esquerdo de uma mesa, na sala do interrogatório, observando Regina, que estava sentada a sua frente com os braços apoiados na madeira e a cabeça apoiada nas mãos.

A morena não respondeu, fazendo-a ficar ainda mais irritada.

— Não fique calada! — Gritou, batendo suas mãos com força na mesa.

— E você não grite comigo! — Devolveu, levantando-se rapidamente e se aproximando da outra, por cima do objeto que as separava.

— Vai bater em mim? — Ergueu a sobrancelha, peitando a morena, que em silêncio, voltou a se sentar.

Ambas ficaram em silêncio por alguns minutos. Emma encarando Regina e a morena olhando para o chão. Parecia perdida em outro mundo.

— Ok! — Respirou fundo. — Vamos começar de novo. — Puxou uma cadeira e se sentou, cruzando os braços em cima da mesa. — Nós não sairemos dessa sala até falarmos sobre isso.

— Eu não quero falar sobre esse assunto. — Murmurou. Seu tom parecia cansado. — E você não é uma psicóloga... — Acrescentou no mesmo tom.

— Mas você querendo ou não, precisamos e vamos... — Disse firme, ignorando a última frase. — O que pretendia fazer com aquele homem... — Interrompeu-se, balançando a cabeça negativamente. Imagens do homem pendurado, com uma arma apontada para sua cabeça, vindo à sua mente. — Não foi para isso que você se tornou policial, Regina!

— Ele merecia, tá bom? — Rebateu raivosa, ainda sem encarar a loira. — O que aconteceria ali, não seria nada mais nem nada menos do que a justiça. — Completou.

— Mas-NÃO-se-faz-justiça-com-as-próprias-mãos. — Rebateu pausadamente, destacando a negativa. — Justiça seria, e será, ele ir preso, pagar pelos crimes que cometeu. — Diz em tom cansado, como se já tivesse reproduzido aquele discurso várias vezes. E tinha, na verdade, mas para outras pessoas, não para sua amiga. — Estamos sempre reproduzindo esse tipo de discurso para vítimas e familiares dos vários tipos de crimes que acontecem no dia a dia. Principalmente de morte... — Suspira pesadamente. — Nós somos a lei. Nós devemos dar o exemplo.

— Você fala isso porque nunca esteve no meu lugar e no lugar de várias pessoas que já passaram por isso. — Disse baixinho, tentando se defender.

— Não! Realmente, eu nunca estive desse lado. Não faço ideia da dor que seja. Do estrago que causa na vida de uma pessoa. Sei que é grande, mas não sei exatamente... — Levantou-se da cadeira e voltou para a posição anterior, encarando a morena que ainda estava olhando para um ponto qualquer no chão. — É comum que familiares, amigos ou a própria vítima, queiram fazer justiça com as mãos, mas não é o certo. Não é assim que se resolvem as coisas. — Falou firme. — Você não percebe que isso a faria se rebaixar à índole dele?

— Eu tenho noção do que fiz hoje. — Começou baixinho. — Sei que foi errado, mas... — Balançou a cabeça, fechando os olhos com força. — Sinto muito, não consigo sentir remorso. — Emma abaixou a cabeça, balançando-a negativamente, ao ouvir o que a morena dissera. — Aquele homem merecia o que eu estava preparando para ele. Merecia sofrer pelas dores que causou aos outros. — Disse com raiva. — E, de qualquer forma, isso não irá mais acontecer. — Garantiu.

— Como podemos confiar em você agora? — Seus olhos e nariz estavam vermelhos. Emma tentava segurar o choro. Aquele não era o momento para chorar. — Como a sociedade pode confiar em você? Alguém que deveria protegê-los, cometendo essas atrocidades!

— Mas eu não cheguei a fazer... — Defendeu-se.

— Mas pretendia... E só não foi bem sucedida porque chegamos a tempo.

Regina suspirou pesadamente.

— Ninguém vai saber disso. — Murmurou baixinho, encarando a maleta de primeiros socorros em cima da mesa que Emma havia colocado para cuidar de seus machucados depois. Parecia envergonhada.

— Mas nós do Departamento já sabemos! — Rebateu alterada, a respiração forte, denunciando o nervosismo com a conversa. — Como poderemos ficar tranquilos quando prendermos outro estuprador? Teremos que tomar o devido cuidado quando formos transferi-lo, para você não o sequestrar novamente, para tentar fazer barbaridades? — Indagou irônica.

— Emma, não é porque eu pretendia fazer com ele, que farei com todos! Eu só queria machuca-lo porque ELE havia me ferido no passado! — Levantou seu olhar encontrando os de Emma. Seu corpo estremeceu ao ver a decepção estampada nos verdes claros da amiga, acompanhada de algumas lágrimas. — Eu não pretendo fazer isso com outros. — Explicou na defensiva. — Ficarei extremamente irritada quando ver um, como sempre fiquei, mas não pretendo fazer nada do que faria hoje! — Encerrou abaixando novamente a cabeça. Não queria ter que lidar com o olhar cheio de significados da outra.

— Você tinha que ter sido superior a ele e o colocado em uma cadeia onde ele apodreceria até o fim de seus dias. O que você pretendia fazer, e ainda fez... — Diz, referindo-se ao sequestro. — Apenas a tornou da mesma laia. — Regina encarou-a de olhos arregalados. Emma estava lhe comparando a um estuprador? Era isso mesmo?

— Eu não sou igual a ele! — Rebateu de testa franzida, ainda incrédula com o que ouvira. — Está insana?

— Eu estou tão decepcionada com você, Regina... — Murmurou, ignorando a pergunta da morena, encarando-a profundamente.

— Emma... — Murmurou de volta. Regina sentia seu peito doer com a decepção que via nos olhos claros da amiga.

— Você não é melhor do que ele. — Acusou friamente. As lágrimas já desciam por seu rosto. Ela não estava preocupada em conte-las. Não mais. — Você agiu como um estuprador e um assassino ao sequestra-lo para torturar, em vez de, talvez, falar com os superiores para sentenciá-lo a uma prisão perpétua... — Respirou fundo, enxugando as lágrimas que ainda insistiam em sair. — Algumas pessoas passam por nossas vidas para nos ensinar a não ser como elas... — Murmurou cabisbaixa. — Eu te pedi tanto para não fazer nada. Você deveria ter me escutado...

Antes que Regina pudesse rebater as acusações da amiga, mesmo que, na verdade, ela nem soubesse o que dizer, diante daquelas palavras que a atingiram tanto e que no fundo ela sabia, a loira estava correta, Emma saiu da sala do interrogatório, deixando-a sozinha com seus pensamentos.

•§•

Regina saiu da sala do interrogatório com intenção de procurar por Emma, mas antes mesmo de começar a andar pelos corredores do Departamento, para tentar encontrá-la, foi interceptada por Mike.

— Mills... — Começou hesitante, sem se aproximar muito. Ela franziu o cenho com a hesitação do amigo.

— Você está com medo de mim? — Ele sorriu sem graça, balançando a cabeça negativamente. — Por que raios você está com medo de mim? — Indagou, aproximando-se rapidamente do homem, fazendo-o ficar encurralado na parede.

— Eu... — Sorriu sem graça, escapulindo do tranco da outra. — Eu não... Não estou com medo de você... Quem disse isso? — Indagou nervoso. Regina arqueou a sobrancelha, encarando-o de forma intimidadora. — O Capitão está te chamando na sala dele. — Disse de uma vez, apontando para a direção onde a sala ficava, e saiu a passos largos para longe de Regina.

O caminho até a sala de Graham foi repleto de olhares curiosos dos policiais presentes, que sabiam sobre o ocorrido. Apenas os que acompanharam Graham e Emma e os que viram eles e Regina chegando sabiam da história real e completa.

Ao adentrar a sala do chefe, Regina o encontrou sentando em sua mesa, de costas para a porta.

— Graham... — Mills murmurou como um aviso de que havia chegado. O homem se levantou, virou-se lentamente, de braços cruzados e lhe encarou, mas nada falou. — Aconteceu algum problema? — Indagou, diante o silêncio do homem.

— Bem... — Começou hesitante. — É...

— Não vai me dizer que você também está com medo de mim... — Interrompeu-o rapidamente.

— O que? — Franziu o cenho. — Não... — Negou rapidamente. — Eu não estou com medo de você... É só que... — Coçou a cabeça, sem jeito. — Bem... — Pigarreou. — Eu assumi a responsabilidade pelo que você fez hoje e...

— O que?

— Quer dizer... Eu não disse que fui eu... Inventei uma desculpa e me enfiei no meio, dizendo que ele estava sob minha responsabilidade, quando a minha falsa história aconteceu... — Explicou-lhe. — Mas não se preocupe... — Apressou-se em dizer. — O Gian... — Regina franziu o cenho, perguntando-se quem era Gian. — O homem que você pretendia... — Disse como se tivesse lido os pensamentos da morena. — Esse é o nome dele... — Regina assentiu em entendimento. — Ele não vai abrir a boca. Não vai contar nada sobre quem o levou até ali e o amarrou no teto e tudo mais que você já sabe... — Deixou claro. — Fizemos um bom acordo com ele. — Acrescentou.

Os dois ficaram em silêncio por algum tempo, até que a porta se abriu, revelando uma Emma ainda com rosto vermelho e expressão irritada.

— Então, eu te chamei aqui para dizer que... — Respirou fundo. — Infelizmente, você passará uns dias em casa... Peço, por favor, que deixe o seu Distintivo e a arma em cima da mesa.

Regina abriu a boca para protestar, mas se calou quando viu Swan se aproximando.

— Você precisa ir para casa, passar uns dias longe disso tudo, descansar um pouco. Vai ser melhor para você, esse tempo em casa. — Explicou pelo homem. — E já que o Graham “tomou a culpa” no seu lugar, é o mínimo que você poderia fazer. — Acrescentou em tom obvio. — E também, recomendados que você procure um profissional da área de saúde. Vai ser bom passar um tempo com ele, conversando.

— Isso é uma suspensão? — Graham assentiu com pesar. Apesar do que a morena fizera horas mais cedo, era uma boa profissional e uma ótima companhia de trabalho. Com raiva, Regina faz o que lhe foi pedido. Arranca o Distintivo do cós da calça e o coloca em cima da mesa, junto com a arma.

— Sim... — Emma respondeu. — Você precisa passar uns dias em casa, para pensar em tudo que fez no dia de hoje.

— Mas isso não é a por... — Calou-se, respirando fundo para manter a calma. — Isso não é uma escola, onde você comete algum erro e vai para casa, passar uns dias ‘’pensando no que fez’’.

— Vai ser melhor, tirar essas “pequenas férias” — Humbert interviu, antes que as duas começassem a brigar ali.

— É! Talvez seja mesmo melhor para mim... — Murmurou com raiva, saindo rapidamente da sala e batendo a porta.

Graham tentou ir atrás, mas Emma o segurou.

— Deixe-a ir... — Humbert a encarou esperando uma explicação do pedido. — Ela está irritada, de cabeça quente, precisa pensar um pouco, ficar sozinha... Não vai adiantar ir atrás. — Explicou e ele assentiu, concordando.

— Aproveitando o momento... Será que agora você poderia me dizer o que aconteceu no final de semana entre vocês? — Emma o encarou como se perguntasse “como você sabe?” — A Regina meio que me “contou”. — Explicou, fazendo uma careta, junto com os dedos simulando aspas. — Mas para falar a verdade, ela nem precisaria me dizer algo... — Emma arqueou a sobrancelha. — Deu para perceber...

— Bem, realmente aconteceu algo, mas em outro momento eu te conto... — Deu duas tapinhas em suas costas e saiu da sala, deixando-o sozinho e curioso.

•§•

— Para onde a Regina foi? — Emma perguntou assim que saiu da sala de Graham e viu Mills desaparecendo porta fora.

— Ela não disse nada... — Eric respondeu.

— E vocês perguntaram? — Mike e Eric negaram.

— Droga! Será que ela levou o celular? — Voltou correndo até a sala da morena para ver se encontrava o aparelho e o viu jogado em cima do sofá.

— O que aconteceu, Emma? — Indagou Graham, entrando na sala e vendo-a sentada no estofado.

— Regina acabou de sair e não disse para onde foi... — Disse aflita. — Tenho medo que ela vá fazer alguma besteira.

— Calma... — Sentou-se do lado da loira. — Ela não é nenhuma adolescentezinha inconsequente que adora fazer merda quando contrariada... Só deve ter ido dar uma volta para esfriar a cabeça. — Tentou acalma-la.

— Não sei Graham... Estou preocupada...

— Já sei... Vamos segui-la pelo o rastreador... — Sugeriu, levantando-se e dando a mão como apoio para a outra se levantar também.

— OK! — Aceitou sem hesitar.

•§•

Regina estava de cabeça quente. Dirigia a 100 km/h numa via de 80 km, cortando os carros, sem se importar com o perigo e as reclamações dos motoristas. Seu braço latejava de dor e suas mãos continuavam sujas do sangue do homem e do seu próprio.

Sua mente repassava cada palavra dita por Emma, na conversa que tiveram.

Cada palavra, uma lágrima.

— Você tinha que ter sido superior a ele e o colocado em uma cadeia onde ele apodreceria até o fim de seus dias. O que você pretendia fazer, e ainda fez, apenas a tornou da mesma laia. —

— Você não é melhor do que ele. —

— Você agiu como um estuprador e um assassino ao tortura-lo, em vez de, talvez, falar com os superiores para sentenciá-lo a uma prisão perpétua. —

— Algumas pessoas passam por nossas vidas para nos ensinar a não ser como elas... —

— Eu estou tão decepcionada com você, Regina... —

A última frase era a mais dolorida de se lembrar.

Agora que estava um pouco mais calma, com relação ao que fizera com o tal do Gian, Regina sabia: Ela não deveria ter feito o que fez. Não deveria ter sequestrado aquele homem para tortura-lo. Reconhecia finalmente que estava errada.

Emma Swan estava certa. Agir como pretendia agir, não a fazia melhor, mas sim igual ao homem.

De que adiantaria fazer o que pretendia?

O passado não mudaria. Tortura-lo não apagaria o acontecido. Ele não se arrependeria e muito menos aprenderia o que deveria. Apenas o faria ficar com ainda mais raiva e sede de vingança, como ficou, só em ter sido levado para aquele lugar e ter ficado pendurado pelos braços, a sua mercê.

Nada acrescentaria ou mudaria em sua vida. Nada.

Deixou-se levar pela raiva, teve um surto e sem pensar nas consequências, agiu erroneamente. Mas isso não apagou o que ele fizera aos amigos e a si, anos atrás.

Se Daniel estivesse vivo, jamais teria deixado que cometesse isso. Segui-la-ia e segurá-la-ia até não poder mais.

Emma havia lhe pedido para não fazer nada. Havia dito também, que seria errado fazer. Mas não lhe deu ouvidos...

— Burra! — Bateu no volante com força. As lágrimas descendo cada vez mais forte.

Pela primeira vez em anos, que ela não fazia ideia de quantos, entrava em seu carro e não ligava o som. Era sempre a primeira coisa a fazer. Dessa vez, não havia música. Não havia nada além de raiva de si mesma, pela escolha que errada que tinha feito, por ter se deixado cegar.

Estava tão distraída com os seus pensamentos que não percebeu que, propositalmente, um carro vinha em alta velocidade em sua direção.

Sentiu apenas o forte impacto contra o seu carro e viu tudo ficar escuro diante de seus olhos.

•§•

Fazia alguns minutos que Emma, Graham, Eric e Mike, observavam atentamente a tela do computador, onde mostrava um pontinho preto, seguindo rapidamente por entre as ruas de Chicago.

— Ela vai levar uma multa... — Comentou Eric.

— Mas ela está com o carro daqui, então vai se livrar... — Rebateu Mike.

— É verdade, mas se...

— Por que ela parou de repente? — Indagou-se Graham, interrompendo a conversa dos dois policiais.

De repente suas atenções foram tomadas pelo toque do telefone em cima da mesa de Humbert.

— Departamento Policial de Chicago, boa noite... — Atendeu Emma.

Na medida em que Emma foi escutando o que a outra pessoa falava do outro lado da linha, sua expressão foi mudando para preocupação, deixando os outros na mesma situação, além de curiosos.

— O que aconteceu? — Mike foi o primeiro a perguntar, assim que a policial encerrou a chamada.

— Foi da central. Um acidente envolvendo um carro da polícia acabou de acontecer. O suspeito fugiu do local com outro carro. Acreditam que o acidente foi proposital.

— E onde foi esse acidente? — Graham já se preparava para sair de sua sala.

— No mesmo lugar onde Regina parou de repente e ficou...

Notas finais
Obrigada pelos novos favoritos, e para quem comentou, principalmente dando a opinião sobre o que havia acontecido. Sim, nesse capítulo não houve música, por isso o título... Se tiver algum erro escroto, digam-me. E por favor, se puderem, comentem suas opiniões, é muito importante. Espero que tenham passado um bom natal e tenham comido bastante. Boa virada de ano e até ano que vem.