Notas iniciais
Obrigada à quem comentou no capítulo passado, e aos novos favoritos! :)

— Bom dia. — Cumprimentou Emma, direcionando-se a todos, assim que entrou no Departamento junto com Regina.

— Bom dia, Swan. — Respondeu Michael com um sorriso largo no rosto, levantando-se de sua cadeira. — Bom dia, senhorita Mills. — Direcionou-se a morena que respondeu um “dia” a contragosto. — O Brian quer falar com vocês. — Apontou para o corredor que dava na sala do Capitão.

— Quem? — Perguntou Mills de cenho franzido.

— O Capitão. — Respondeu Jonny que estava por ali e Regina assentiu.

— Alguma novidade sobre o caso? — Emma quis saber.

— É uma operação que vocês irão fazer, em relação a isso. — A loira assentiu.

— Obrigada por avisar. — Sorriu para o homem e junto a Regina foi em direção ao corredor que dava para a sala de Brian.

•§•

— Preciso de mais café. — Disse Regina, jogando seu terceiro copo da bebida referida, no lixo de sua sala.

— Você vai ter uma overdose, se continuar assim. — Observou sem desviar seus olhos do computador.

— Eu não vou aguentar passar o dia todo com a minha bunda colada nessa cadeira, assistindo praticamente o vento nesse computador, sem tomar nada. — Rebateu irritada. Regina era tão viciada no café que quando queria mais e não podia, começava a se estressar. Às vezes, Emma tinha que contê-la, quando batia um acesso de raiva. Ele era um tipo de calmante. O café para ela era como o crack para um fumante.

— Regina, mantenha a calma. — Pediu Emma, alarmada. — Estamos no local de trabalho. Nada de dá a louca aqui. — Disse série, mas, sorrindo por dentro por causa da forma como falou. — Está achando que estamos em Chicago com o Graham? — Regina revirou os olhos e voltou a olhar para o computador. — Você tem que aprender a se controlar e parar de tomar tanto café. — Disse por fim, ouvindo um suspiro irritado da morena. — E pare de agira feito criança quando é contrariada. — Repreendeu-a.

— Desculpe-me mamãe. — Murmurou debochada. Emma revirou os olhos e voltou a olhar para o seu computador.

Logo as duas voltaram aos seus afazeres. Assistir pacientemente as câmeras de segurança de uma loja que era suspeita por funcionar um ponto de tráfico pelo grupo que eles procuravam.

No local só era possível ouvir o barulho do ar condicionado e uma música baixinha que era ouvida por todo o Departamento. “Carrie — Europe”

De repente a porta da sala que as duas estavam é aberta por Jonny, um agente.

— Dois cadillacs ct6 de cor cinza, suspeitos perto da Madison Ave... — Anunciou pegando as duas mulheres de surpresa. — Vocês têm que ir até lá agora... Atrás, mais dois agentes ficarão atentos... — As duas assentiram e o rapaz saiu da sala.

— Finalmente um pouco de adrenalina. — Resmungou Regina procurando seu celular e sua arma dentro de uma gaveta. — Não aguentava mais ficar parada.

— Concordo com você. — Emma abriu a porta da sala e foi até a sua, pegou a chave do carro, o colete, a arma, duas algemas, e foi ao encontro de Regina que já a esperava na sala principal do Departamento. — Você ou eu? — Levantou as chaves indicando o que estava falando.

— Eu, por favor. — Puxou a chave da mão da amiga e saiu logo em seguida.

•§•

Fazia alguns minutos que tinham saído do Departamento. A velocidade que Regina estava com o carro, demonstrava a urgência de chegar ao local. Porém, dentro do carro, o clima era tão calmo, que pareciam que estavam fazendo apenas uma ronda rotineira pelo local.

— O que acha de irmos até a casa das nossas mães hoje à noite? — No veículo, tocava “Party all the time — Eddie Murphy” — Já que amanhã só vamos para o Departamento na parte da tarde e vamos largar cedo hoje... — Os ponteiros do velocímetro marcavam entre 130-140km/h, numa via que o máximo permitido era 90km/h.

— Tudo bem... — Respondeu sem muito interesse voltando a olhar a rua pela janela. Regina achou estranho o jeito que a amiga respondeu, e antes que pudesse perguntar por que ela estava desanimada, lembrou-se do motivo.

— Está perto, não é? — Indagou chamando a atenção da loira. — Do aniversário da morte...? — Emma assentiu e voltou a olhar rapidamente pela janela. — Nós podemos visitá-los, se você quiser. — Esticou-se um pouco e passou a mão na coxa da loira de forma carinhosa. — Eu estarei lá com você. — Acrescentou. Mesmo que a amiga não aceitasse sua campainha nesse momento, ela não deixaria de acompanhá-la ao local, apenas não chegaria até os túmulos com ela, mas ficaria de longe a observando. Como fez no ano passado. — Eu também preciso visitar um amigo. — Seus olhos se encheram de lágrimas ao se lembrar de Daniel.

Um sinal fechou e Regina não conseguiu passar, então foi obrigada a parar, e nesse momento Emma se virou para ela e sem falar nada a abraçou. Lágrimas vieram aos seus olhos e ela começou a soluçar baixinho. Para tentar acalmar a amiga, Regina a abraçou mais forte e começou a fazer carinho ora no cabelo loiro, ora nas costas.

Quando o sinal abriu, as duas se soltaram, e sem dizer nada, Emma voltou a olhar para a rua, e Regina arrancou com o carro. Fizeram então todo o caminho em silêncio, com apenas o som do veículo evitando que ficasse tudo em silêncio.

Quando chegaram na Madison,Regina procurou um beco longe dos olhos alheios e estacionou o carro.

— Ei. — Chamou Emma, ainda de dentro do carro. Regina, que já estava fora do veículo, voltou-se para ela. — Não quero ter que visitar você também. — Murmura, mostrando um colete e o jogando no banco do motorista. Regina abre um sorrisinho, volta para perto do carro, pega o colete balístico e veste rapidamente. Swan arruma o seu no corpo, coloca sua inseparável jaqueta vermelha por cima e desce do carro também.

— Então... — Aproximou-se da morena que estava observando o movimento de uma loja de conveniências, onde os carros suspeitos estavam parados em frente. — Alguma coisa?

— Nada... — Suspirou frustrada. — O que você acha de nos passarmos por clientes e olhar de perto o que está acontecendo?

— Certo, mas, apenas uma irá. — Voltou-se para o carro, mas Regina a segurou. — E não será você a ir. — Disse séria. Regina pensou em contestar, mas preferiu aceitar.

— Eu vou ficar aqui, exatamente nesse ponto, e com a arma já preparada... Qualquer coisa...

— Tudo bem, não se preocupe... — Deu um sorriso e foi para o carro.

Jogou-se no banco traseiro do carro e retirou seu colete, depois a blusa, e pegou um colete menor, colocou em volta do seu corpo e recolocou a blusa. Pegou uma LCP 380, enfiou no cano longo de sua bota e saiu do carro.

— Não acredito que perdi você trocando de colete. — Murmurou Regina em falso tom de decepção. — Qual era a cor do sutiã? — Emma gargalhou com a pergunta.

— Vermelho. — Respondeu enquanto olhava o movimento da avenida.

— Hum... Vermelho... Minha cor preferida. — Sussurrou com malícia. — Próxima vez você me chama que eu quero ver. — Emma arqueou a sobrancelha e sorriu mais uma vez.

— Pode deixar. — Comentou ainda sorrindo. — Bem, agora eu vou indo. — Regina assentiu. — Olha, não é porque eu estou lá e você tem que ficar atenta, que tem que esquecer a própria vida. — Alertou séria.

— Pode deixar que vou ficar atenta a mim também. — Emma arqueou a sobrancelha com desconfiança. — É sério. — Garantiu.

As duas se despediram com um aceno de cabeça e logo Emma atravessou a rua e entrou na loja.

De onde Regina estava não dava para ver exatamente o que se passava dentro do local, só algumas sombras se movendo.

Ela olhou para trás, certificando-se de que não tinha nada e voltou a olhar para frente. Sua arma estava no coldre, e em cima sua mão repousava já preparada.

Um casal de jovens entrou na loja, em seguida, um homem sai de dentro de um dos carros que estavam parados e entra também. De longe Regina notou a arma presa na cintura do homem. Seu coração acelerou com a possibilidade de algo ruim acontecer a Emma.

Durante vinte minutos nada aconteceu. Ninguém sai, ninguém entra, e Regina já estava preocupada, pois nem sombras ela via mais. Olhando mais uma vez para pontos estratégicos ao redor do estabelecimento e no beco que estava, ela decidiu atravessar. Prendeu bem sua jaqueta no corpo para esconder o colete, e com o braço direito procurou estrategicamente esconder a arma de quem quer que esteja dentro do carro. Se tiver alguém.

Entrou no beco ao lado da loja, e encostou-se a parede da mesma. Em segundo em segundo olhava para o carro e depois para a entrada do estabelecimento. Nada. Já estava preocupada e nervosa com aquela calmaria.

Numa das vezes que olhou para o carro e para a porta do local, percebeu alguém a encarando dentro do veículo e por pouco não gritou com o susto que tomou. A pessoa a encarava desafiadoramente, e ela passou então a fazer o mesmo.

Escutou então um barulho vindo do lado do beco em que estava e se virou bem a tempo de ver um homem armado sair pela porta dos fundos da loja e apontar a arma para ela.

A pessoa dentro do carro deve ter avisado a quem estava lá dentro.Pensou enquanto encarava-o. Ele atirou. Mas, para a sorte de Mills, a arma falhou.Sem mais delongas, desencostou-se da parede, puxou sua arma e foi para frente do estabelecimento, ficando visível para quem estivesse ali dentro, e escondido do homem que estava no beco.

Quando olhou para os lados, viu tanto Emma, como o atendente, o casal de jovens, e alguns homens, incluindo o que saíra do carro minutos antes, encarando-a.

O rapaz que saíra da loja, lhe persegue com a arma em punho e fica frente a frente com ela que já estava com a sua também levantada. Olhou para o carro e viu a pessoa que a encarava com uma arma não mão e um sorriso malicioso na boca, já pronta para sair de dentro do veículo, caso Mills disparasse a arma no homem que estava em sua frente.

Por trás do homem que apontava a arma para Regina, os agentes que a seguiram vinham se aproximando em silêncio. Regina sorriu brevemente e olhou para Emma e em seguida olhou para os fundos da loja. Emma entendendo o recado de Regina põe a mão em cima da arma e no minuto seguinte a correria começou.

Os policiais que vinham sorrateiramente na direção de Regina dividiram-se e um atirou no que encurralava Regina, e o outro abordou a pessoa que estava no carro.

Emma correu para os fundos e saiu no beco onde Regina estava, saindo então pela rua movimentada de carros, e indo para o beco onde o carro das duas se estava minutos antes.

Dentro da loja, só se ouvia tiros, pois os capangas do dono da loja, apareceram, sabe-se lá de onde e atacaram com tudo os homens que estavam ali.

Regina saiu correndo pelo meio da rua sem se importar com os carros que passavam por ali e logo chegou onde Emma estava.

— Você está bem? — Indagou preocupada, inspecionando todo o corpo da amiga.

— Eu estou, e você? — Indagou fazendo o mesmo que a morena. Mais tiros foram ouvidos.

— Puta que pariu! — Gritou Regina ao ver tiros contra a parede de frente para elas. — Vamos sair daqui agora... — As duas correram para dentro do carro, e Regina enfiou o pé na marcha ré, não se importando com um portão de ferro que tinha no beco.

— Não podemos deixar eles aí... — Murmurou enquanto procurava sua arma no banco de trás. — Vamos dar a volta e fazer eles comerem bala. — Regina sorriu concordando e logo deu a volta no carro e voltando para a avenida onde tudo acontecia.

•§•

— Alguém já deu alguma informação? — Levou seu copo de café a boca e tomou um generoso gole.

— Nada... Parece que o Michael e o Capitão, vão passar a noite interrogando eles. — Respondeu enquanto procurava nos relatórios passados, algo que pudesse ter passado despercebido e pudesse ajudar no momento.

— Vamos logo, então, eu estou morrendo de fome e a minha mãe já está esperando a gente lá. — Comentou Regina olhando a hora em seu celular.

— A janta já está pronta? — Regina assentiu. — Se você tivesse dito logo, já estávamos a caminho. — Mills gargalhou. — Até parece que você não come muito também.

— Não sou como você, nem vem. — Emma negou com a cabeça.

— Ah, você é sim, se não for pior. — As duas gargalharam. — Vou só avisar ao Michael que estamos indo... — Regina fechou a cara no mesmo instante.

— Eu vou tirar o carro. — Murmurou com aparente irritação. — Não demore. — Levantou-se do sofá que estava e saiu da sala.

•§•

— O Graham ligou. — As duas já estavam no carro a caminho do Brooklyn. Passariam a noite na casa de Cora Mills, e na manhã seguinte seguiriam para Manhattan, para a casa da mãe de Emma, e depois iriam para o cemitério fazer algumas visitas. — Perguntou como estávamos, como andava a operação, e disse que o Capitão pediu a ele para que fossemos transferidas para cá. — Falou a última parte como se fosse algo simples.

— O que? — Deu um grito. — Ele negou, certo?

— Claro que sim... — Regina ficou aliviada com a resposta. — O Graham nos ama demais para nos deixar viver longe dele. — As duas riram. — Ele disse também, que o Capitão pediu permissão para que passássemos mais de uma semana, se não conseguissem pegar o pessoal todo. — Completou a informação.

— E ele negou também? — Regina já imaginava a resposta, só perguntou para ter total certeza.

— Dessa vez a resposta foi sim. — Regina bateu com a mão no volante, demonstrando irritação. — Mas, eu disse a ele que somos muito boas e não precisaremos de mais de uma semana.

— O que ele disse? — Quis saber.

— Que somos muito convencidas. — Rebateu balançando os ombros e fazendo cara de convencida.

— Eu não! — Defendeu-se. — Só você.

— Ah claro. Porque sou eu que fico o tempo todo dando em cima da amiga e dizendo que sou gostosa e boa de cama. — Pegou no pé da morena.

— Mas é a verdade, ora... — Encarou a amiga por alguns segundos. — É só provar que você saberá. — Piscou para Emma e deu um apertão em sua coxa. — Aliás, quando você vai me dar a famosa chance, hein? — Quis saber, subindo a mão lentamente pela coxa da loira.

— Primeiro, preste atenção no trânsito, pois eu quero ir para casa de Cora Mills, comer, e não para um hospital, com alguma parte do corpo ferrada, e segundo... — Tirou a mão de Regina de sua perna e respirou fundo. Seu interior gritava para que ela dissesse: Agora! Agora! Quando você quiser.Mas, não foi essa resposta que ela deu. — Quem sabe quando você melhorar esses seus flertes horríveis. — Regina suspirou derrotada e voltou a olhar para frente. — Agora, aumenta esse som, por favor.

— Com o maior prazer. — Levou a mão até o som do carro e aumentou o som.

•§•

Por volta das sete horas da noite, Regina e Emma chegaram finalmente na casa de Cora Mills e Henry Mills, mamãe e papai de Regina Mills.

Depois de milhões de abraços e beijos por parte de todos, as duas mulheres que estavam famintas, correram literalmente para a mesa e saborearam o delicioso e famoso macarrão de forno da senhora Mills.

Durante a janta, o senhor Mills, como sempre, fez a famosa disputa com as meninas, de quem conseguiria comer mais. Esse momento da janta era sempre o preferido, não só de Emma e Regina, mas do senhor Henry e de Cora. Eles adoravam ver a loucura das meninas para ver quem acabava primeiro o prato, além da disputa de quem come mais. Fora a bagunça que sempre fazia em seus pratos, na mesa e em suas bocas.

E claro, Emma Swan ganhou, com dois pratos cheios de macarrão e um generoso pedaço de torta de limão.

Quando terminaram a janta, todos ajudaram a senhora Mills a arrumar a cozinha. Cada uma com uma tarefa. Um lavava, outro enxugava, outro guardava, e outro arrumava a pia, a mesa, o fogão, e o chão.

Tudo limpo, todos foram para a varanda da casa e passaram o resto da noite, conversando, matando a saudade, contando as novidades, enquanto jogavam dominó e bebiam cerveja.

•§•

Já tarde da noite, Regina e Emma estavam morrendo de sono, então decidiram encerrar a noite.

— Mãe, a senhora pode arrumar o meu quarto para mim e Emma? — Indagou Regina enquanto guardava junto com o seu pai, o dominó na caixinha azul.

— Já está pronto meu amor. — Regina assentiu e piscou para Emma.

— Vocês vão embora que hora amanhã? — Perguntou o senhor Henry, levantando-se da cadeira e puxando Regina pelo braço.

— Vamos logo cedo, pois ainda vamos à casa da mãe da Emma. — O homem assentiu. — Boa noite papai. — Deu um abraço apertado no homem e um beijo em sua testa.

— Boa noite minha filha, e sonhe com os anjos. — Respondeu carinhoso beijando-lhe também a testa.

— Pode deixar que eu vou sonhar. — Olhou para Emma e piscou maliciosamente. — Vamos. — Puxou Swan pela mão.

— Boa noite Henry. — Gritou a loira já de dentro da casa.

Logo as duas entraram no quarto. Regina logo trancou a porta, e começou a tirar a roupa enquanto Emma tirava sua bota.

— Faz uma massagem em mim? — Pediu dengosa, jogando-se de barriga para baixo na cama.

— Eu estou cansada, Regina. — Reclamou. Retirou sua jaqueta e se deitou ao lado da morena.

— Por favor? — Virou o rosto para a amiga e fez um biquinho.

— Tudo bem. — Suspirou vencida.

Regina então tirou a blusa, ficando apenas com a calça jeans, e Emma logo subiu em cima dela, sentando-se em seu bumbum.

— Onde dói mais?

— Tudo. — Sussurrou fechando os olhos.

Lentamente Emma começou a apertar os ombros, os braços, a lombar, e toda extensão das costas da morena. Apertos suaves, porém, precisos.

Cada toque que Regina recebia, soltava um suspiro seguido de um gemido manhoso.

A mente de Emma começou a trabalhar arduamente ao ouvir os gemidos da amiga, vê-la de sutiã preto, mesmo que de costas, e sentir sua pele macia e quente em suas mãos. Pensamentos pervertidos começaram a ser imaginados e ela já estava ficando excitada.

Cada aperto, um gemido, e um pensamento pervertido. Sua calcinha já começava a ficar molhada.

Passou uns cinco minutos apertando as costas da amiga, e então decidiu finalizar as massagens, saindo de cima dela e saindo do quarto para ir ao banheiro.

Molhou seu rosto para se acalmar um pouco e voltou para o quarto.

— Não vai fazer mais? Estava tão bom... — Resmungou a morena.

— Minhas mãos estão cansadas, e meus olhos também. — Ouviu um suspiro frustrado da amiga e se juntou a ela na cama. — Prometo fazer mais outro dia.

— Vou cobrar, hein?

— Tudo bem... — Pegou o lençol e cobriu as duas. — Agora, boa noite.

— Vou sonhar com você. — Sussurrou no ouvido da loira e a agarrou pela cintura, enfiando sua cabeça na curva do pescoço dela, inspirou por ali, beijou delicadamente a região e passou sua perna por cima de seu corpo.

Emma arrepiou-se dos pés à cabeça com aquele ato e sorriu a ouvir o sussurro da amiga. Em seguida, fechou os olhos para dormir também.

Notas finais
Até o próximo, mores ;) Carrie - Europe