Always and Forever
1 Prólogo
Notas iniciais

As vezes tudo o que precisamos é ficar deitados, e saborear o pequeno prazer do conforto. Esquecer a vida, as pessoas, os problemas.
Tudo o que precisamos é esperar a dor, a angustia passar.
Eu estou deitada a anos, amaldiçoada no meu proprio sono, em um sonho escuro e silencioso, só esperando uma luz no fim desse túnel de escuridão.
Até agora.
Meu nome é Catherine Wessbell, estive trancafiada em uma cama por 200 anos, meus pais me prenderam por me acharem perigosa. Mas agora, por algum misterio consegui acordar e escapar.
Sinto-me perdida, sozinha, nao conheço nada e ninguém. O único contato que tive foi com um homem desconhecido que me falou que ja estávamos em 2015. Não tenho mais amigos, familia, todos com certeza já estão mortos.
Não sei para onde ir e muito menos onde estou, avisto um lugar desconhecido e em sua placa diz Lanchonete da Estrada, entrei e vi varias pessoas comendo algo que eu nao sabia o nome, mas cheirava muito bem. Sentei em uma especie de sofa de frente para uma mesa, e uma garota com poucas roupas, até demais perguntou se eu queria algo, pedi para me informar onde era o toalete.
La olhei no espelho, e vi uma garota desarrumada, perdida e assustada. Lavei meu rosto e prendi meu cabelo em um coque desarrumado. Minha Ama* havia me ensinado a fazer. (Ama: baba, governanta, no periodo antigo na europa).
Sentei de novo na cadeira e a moça me deu um pouco de agua. Olhei para a janela e olhei os, acho que eram carros estranhos, e o vi.
Meu guarda, meu amor, ele para ao meu lado e sorri, como eu senti falta daquele sorriso. Seus olhos brilhavam, ele sentou na minha frente e segurou minha mao em cima da mesa. A moça parou ao lado dele.
– Pode me dar um sanduiche, panquecas e Café por favor? — Era a primeira vez em muito tempo que ouvia sua voz. A moça assentiu e saiu.
– Olá — digo em um sussurro
– Olá princesa — ele fala apertando minha mão
– Voce esta vivo — eu disse — sabe se mais alguém esta?
– No momento só você — ele disse meio triste
– O que aconteceu?
– Depois que seu pai te prendeu, eu fugi, e descobri que ouvi algum tipo de tempestade que acabou com a cidade, matando todos os moradores. — disse olhando para a janela
– Will? — o chamei
– hum — ele me olhou
– Onde estamos? Como sabia que eu estava aqui?
– Nós estamos em Nova York, em 2015 — a nossa comida chegou — melhor voce comer. — assisti em mordi o tal de sanduiche
– Voce nao respondeu minha pergunta. Como sabia que eu estava aqui? — Ele me olhou e afirmou, tirou um pequeno colar do pescoço
– Lembra desse colar? Ele foi enfeitiçado para quando eu era o seu guarda eu sempre te encontrar. E foi o que ele fez. Eu sempre te encontrar. — terminei de comer, e ele levantou da mesa e foi ate o balcão. Voltou e me estendeu a mão.
– Vamos Senhorita Wessbell?
– Sim Senhor Valgarhis. — ele abriu a porta do carro
– Bem vinda a sua nova vida
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