Alvorada do Apocalipse
4 Capitulo 4 - Será uma emboscada?
Notas iniciais
Pensar naquele beijo enquanto eu caminhava, era totalmente como levar meus pensamentos a outro estado, eu ficava maluco, meus sentimentos por Julie brigavam com meus pensamentos pela Teena, e ao mesmo tempo eu tentava voltar a atenção no apocalipse que estávamos vivendo, até que a Teena estalou os dedos para mim, logo ela, Jhon falou:
– Ei, vocês ai atrás! Tem uma fazenda logo ali deve ter uns cinco infectados damos conta e procuramos algo de útil! — Todos concordavam e olhavam para mim, eu ainda estava sobrevoando nos meus pensamentos.
– Tá, ok, vamos lá! — respondi meio desligado.
Quando entramos dentro casa que continha na fazenda, dois infectados avançaram e foram nos atacar, Teena rapidamente posicionou duas flechas entre o arco e atirou em um angulo totalmente proporcional de acerto, eu fiquei impressionado, na verdade todos, recolheu as flechas e nos seguimos em frente, procuramos algumas coisas, mas a maioria passando da validade a muito tempo. quando meus esperávamos veio um helicóptero sobrevoando a fazenda.
– Não adianta se esconderem, seu gene não nega que está ai, não iremos machuca-lo apenas queremos uma amostra dos seus nano robôs. — Gritou um soldado do governo lá do helicóptero, eles eram chamados de Solados Infectados (SI).
– Com quem diabos, e de que droga eles estão falando?! — Phil falou surtando.
– Velho se alguém não falar logo eu vou aparecer lá e atirar neles — Todos ficaram nervosos quando Jhon falou isso.
– P-Pessoal, o problema ao qual eles estão falando é relacionado a mim, bem eu sou um infectado. — E no helicóptero me interromperam.
– Se não sair logo eu vou atirar em tudo, na casa inteira.
– Hipo! Explica logo isso! — Phil gritou.
– Então eu estou infectada?! Você deixou eu te beijar sendo que você está infectado ?! — Teena falou nervosa e ao mesmo tempo triste.
– Vocês se Beijaram ?! — Julie falou espantada e Jhon também, mas confuso.
– Não é transmissível Teena, eu fui um dos primeiros infectados, pelo próprio vírus, meu pai era aliado do governo teve que me usar como cobaia, ele não tinha amor a mim, eu fiquei lá e na minha vez deu errado, aos 13 anos com aquela força, eu quebrei tudo, e fugi, mas naquela época eles ainda não tinham ativado o sinal, para saber meus nano robôs, logo depois descobriram a formula como eles queriam do vírus, mas não deu tão certo assim e destruíram totalmente a humanidade, eu apenas peguei a parte boa do vírus, mas se eu usar três vezes o poder do vírus na quarta eu posso morrer.
– E você já uso duas, por isso ficou nervoso lá na cidade! — Phil comentou.
– Sim, estou findado a ajudar o governo a criar os robôs iguais os meus e deixar seus lideres governamentais mais fortes ou morrer aqui. — Falei calmamente.
– A decisão está com você Hipo, morremos com você, se não fosse tu, estaríamos mortos três vezes.
Naquele Momento Tive uma ideia, peguei um pedaço de papel e entreguei a Teena com umas coisas escritas, Julie me entregou o diário dela. Logo depois abracei a Teena e ela cheia de lágrimas nos olhos me olhava tão triste, e eu dizia:
–Vai ficar tudo bem Teena apenas leia o recado quando eu mandar.
Após isso a Julie me abraçou e eu coloquei me para cheirar o seu pescoço e alisava suas costas de olhos fechados, era um momento a qual eu não teria a toda hora, o Phil me deu boa sorte e nos fizemos um toque a qual fazíamos a muito tempo, Jhon me abraçou e falou:
– Você vai sair dessa, se não nós vamos te tirar dessa pode contar comigo!
– Eu vou sair, o mais rápido possível, eu prometo! — Respondi ao Jhon com toda certeza e convicção do mundo.
Logo depois sai da casa e antes mesmos dos soldados falarem qualquer coisa gritei :
– Sou eu, vamos me tirem daqui.
Eles Jogaram uma escada, a qual eu subi e quando cheguei lá em cima:
– Podemos ir. — De cabeça baixa, e logo depois botei a cabeça para fora e gritei — Teena leia o recado!
O avião começou a processar e ir pra frente até que Teena abriu o recado em que dizia: "Pegue o arco e atire no morto exposto atrás do helicóptero, tenho um lençol que peguei no celeiro, vou amarrar em mim e irei me jogar e grito!" Ela não pensou duas vezes e eu também não comecei a amarrar o lençol em mim, só que minha ideia era retardado uma flecha não ia afetar tão bem o motor ela pegou a arma do Jhon e gritou, eu com o machado cortei a barriga de um dos SI que estava me segurando e quando ia pular gritei para ela falando o teu nome, e assim pulei, no meio do caminho ao chão ela atirou e o lençol começou a queimar, me soltei dele e cai.
– Hipo! Você está bem cara? — Jhon falou me ajudando a levantar.
– Melhor que nunca!
Depois de tudo adiantamos nossos passos para uma casa abandonada onde fomos dormir a noite para que não facilitasse novamente que nos achassem, fiquei pensando no que tinha acontecido, e abri minha mochila e peguei o diário da Julie, procurei uma parte a qual fosse realmente interessado (apesar que tudo em relação a ela é interessante), Julie era uma garota loira dos olhos verdes de pele branca, mas não alva, corpo relativamente magro, digamos bonito, nariz empinado com lábios finos. Quando cheguei na parte interessante, meus olhos ficaram arregalados, e meu coração parecia o quando me transformava, parou e ficou rápido, como uma criança que quer voar.
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