Altos e Baixos da Verdadeira Amizade

10 Entre partidas e reconciliações


Notas iniciais
Saiba como o seu pessoal volta atrás, eu ainda chamo Você vai esperar por mim agora? Nós temos o direito de viver, lute para usá-lo Temos tudo, mas você pode apenas escolher Eu não vou ser como uma marionete em uma corda Não vá por esse caminho. Eu vou esperar por você. Capitulo narrado por Carrie e Oliver.

O dia estava perfeitamente claro! O sol entrava pela janela de meu quarto, mesmo com a porta fechada podia ouvir mamãe ouvindo The Beatles em seu quarto, a melodia era contagiante. Sem perceber cantarolei no ritmo da musica:

– Imagine você mesmo em um barco em um rio
Com árvores de tangerina e céus de marmelada
Alguém te chama você responde lentamente
Uma garota com olhos de caleidoscópio...
Flores de celofane amarelas e verdes
Elevadas sobre a sua cabeça
Procure pela garota com o sol em seus olhos
E ela se foi.

– Ai meu deus Carrie! Como você canta mal. – Fala uma voz conhecida.

– Minha nossa senhora! – Grito me levantando rapidamente. – Neiva o que você faz aqui?

– Oi dorminhoca! Esqueceu que eu viria hoje? – Fala Neiva fechando sua bolsa. – Antes que você reclame, foi sua mãe que me deixou entrar, tem problema?

– Não. – Falei ainda com sono. – Se importa de descer as escadas e me esperar na sala? Preciso me trocar! – Falei me levantando.

– Se quiser saia você! – Falou Neiva. – Eu estou bem aqui! Nossa, adorei sua cadeira, posso leva-la para mim?

– Eu mereço. – Falei entrando no meu closet. – Vou me trocar no quarto da minha irmã.

– Aproveita que você vai lá e faça o favor de falar para ela para de ser bagunceira, eu entrei no quarto errado e acredite, parece que alguma coisa passou por lá. – Falou Neiva ainda girando em minha cadeira.

Apenas sai dando risada das palhaçadas de Neiva, ela estava certa em relação ao quarto de minha irmã, aquilo era incrivelmente nojento, por sorte ela não estava em casa, caso contrario Neiva seria expulsa no instante em que pisasse no quarto de Courtney.

–----

– Voltei. – Falei abrindo a porta de meu quarto.

– Nossa Jones! Que interessantes esses seus bilhetes com a Sarah. Tem problema eu ter lido? – Fala ela com meu diário em suas mãos.

– Neiva, você não fez isso! – Falei pegando meu diário de suas mãos.

– Que droga! Por que nos chamamos a Donna mesmo? – Fala Neiva olhando pela janela.

– Ela é sua melhor amiga, e afinal, ela pode nos ajudar a descobrir quem é o tal anônimo e acabar de vez com essa palhaçada. – Digo fazendo o mesmo que Neiva. – Vou atendê-la.

–------

– Olá garotas! – Falou Donna dando um beijo na bochecha de Neiva e em seguida na minha. – Antes de qualquer coisa, tenho duas perguntas! A primeira. Vocês juntas? Estão amigas agora é? E a segunda. Algumas de vocês vão ao colégio, preciso de uma carona! Hoje tem historia, e eu preciso estar lá.

– Bom... – Comecei. – Sim, estamos juntas. Mais é por uma causa MUITO IMPORTANTE! – Falou Neiva, não me deixando completar.

– E não! Não vamos para o colégio! Não quero olhar na cara do Oliver, sem contar que de certa forma ele esta envolvido nisso. – Falei.

– Hum... Oliver... Ele mora naquela casa ali não é? – Falou Donna apontando com seu dedo indicador.

Narrado por Oliver...

O som da campainha ecoava em toda casa, Beatrice e eu que estávamos sentados no sofá de couro preto da sala dando altas risadas, assustamos ao ver que o som do pequeno interfone incomodava muito! Fui até a porta principal para receber a tal pessoa que estará ao outro lado da porta, eu estava descalço, meus pés pisavam mediante o piso frio, Beatrice ainda dava gargalhadas sozinha, parecendo uma louca. A grande porta principal estava aberta, não acreditei no instante em que reconheci a pessoa, era a pessoa na qual eu estava perdidamente apaixonado, a pessoa cuja eu estava querendo chamar para sair a dois meses mais nunca tivera coragem!

– Donna! A que devo a sua ilustre visita em minha residência. – Falei dando um forte sorriso.

– Ai Oliver! Por favor, me diga que você ira ao colégio hoje? – Fala ela.

– Vou... – Falei em um tom de voz baixo.

– Você me da uma carona? Meu carro esta no conserto e, eu não posso faltar. – Pergunta ela.

– Ok. – Falei. Donna me deu um forte abraço, no qual me fez dar alguns pequenos passos para trás. – Você é um anjo! – Fala ela se soltando.

Ela correu para a casa de Carrie, Neiva estava ao lado de Carrie, agora as duas que antes eram rivais, estão mais intimas do que nunca, na semana passada, vi as duas correndo para o toalete feminino de mãos dadas. Isso me intrigou, iria completar duas semanas que Carrie e eu não trocávamos uma palavra se quer, mais ainda sim, eu a pegava me encarando algumas vezes.

– Você é um anjo boboca! – Falou Beatrice se curvando para mim que ainda estava parado na porta. Fechei a mesma e me curvei para Beatriz cruzando meus braços enquanto ela começava:

– Oliver, está na cara que você gosta dela, a chame para sair! O máximo que ela pode dizer é não.

– Olha beezus, até que você tem razão, irei chama-la hoje no colégio.

– Eu sempre tenho razão querido, agora você precisa de um look arrasador para convida-la. Aparência é tudo querido. – Falou ela me puxando para a escada.

Narrado por Carrie...


Donna já havia partido, ela sairá apressadamente de minha casa para se encontrar com o falso do Oliver, eu não quero velo nunca mais, eu não quero respirar perto de alguém tão hipócrita como ele, se fingiu se amigo para depois me trocar como se eu fosse uma boneca, EU ODEIO SER USADA, só eu posso usar as pessoas, elas não podem me usar, isso é um ciclo da Vida, esse é o meu jogo! Ninguém jamais usou CARRIE JONES.

– Carrie! Eu recebi de novo! Outra mensagem! – Falou Neiva saindo correndo da piscina de casa fazendo uma enorme bagunça, esparramando agua para todos os lados.

– Estou por todos os lados querida, veja seu e-mail, você ira gostar do que ira ver. – Li em voz alta.

Rapidamente fomos para meu quarto, deixando leves pegadas de agua com o formato de nossos pés por toda casa, a escada, que era de madeira, ficou escorregadia nos fazendo deslizar logo ao pisar.

A caixa de e-mail já estava aberta, justamente no e-mail de alguém denominado com anônimo, era da pessoa que sabia de muitas coisas sobre mim e sobre Neiva, alguém muito próximo a nós. O e-mail havia carregado, tinha um anexo com a foto de uma boneca um tanto velha, e um tanto reconhecida. Acima da foto, estava escrito “Reconhece essa boneca querida? O jogo esta com vocês, vocês sabem onde me achar.”.

– Porão. – Gritei. – Essa boneca é minha! Ela esta guardada no porão de minha casa, eu ganhei da minha tia preferida, titia Jessy, ela me deu quando eu tinha quatro anos de idade. SE ANÔNIMO PEGOU MINHA BONECA EU O MATO!

– Vamos para o porão! O que ainda estamos fazendo aqui? – Fala Neiva me puxando para a porta de meu quarto.

A chave do porão ficava no escritório de meu pai, que quase nunca estava em casa, o que era ótimo já que ele sempre pegava em meu pé, desde pequena ela ficava ao lado de Courtney e não ao meu, sempre me criticando, nunca me elogiando, eu nunca fui boa de mais para ele. Ele sempre achava um defeito em mim, por causa dele, eu passei por varias crises de identidade, desde meus nove anos ele sempre me dava patadas.

A porta estava trancada, isso quer dizer que teríamos entrar pela porta que ficava do lado de fora da casa, fomos pela porta dos fundos para economizar tempo, anônimo neste momento podia estar vendo todas as minhas lembranças de quando eu era pequena, o que era péssimo! Eu não era a mesma Carrie Jones.

A entrada para o porão ficava escondida entre pequenas arvores do jardim, era uma porta de madeira prendida no chão, em cima da mesma, havia vários musgos verdes e pequenos. A porta era pesada propositalmente, aquela entrada era para ser tampada ha anos, mais por algum motivo não foi, eu sozinha não teria força o suficiente, a madeira era antiga e grossa.

– Neiva, me ajude! – Falei.

Ela encarou a entrada com uma cara de nojo, colocou lentamente suas mãos nas fechaduras de aço. Depois de muito esforço, a porta começou a se levantar, uma enorme escada de madeira surgiu após o ato anterior.

– È estreita de mais! – Falou Neiva limpando suas mãos. – A casa é sua, você vai na frente.

– Ta! Falei um tanto emburrada.

– Segure minha mão! – Falou ela. – Por favor, preciso sentir que você esta mesmo aqui. Estou com medo!

Narrado por Oliver...

Carrie havia faltado ao colégio, o que não foi tão ruim assim, tive a oportunidade de conversar com Sarah, John e Rebecca novamente, havia uma semana que eu não havia falado com os mesmo, afinal, eles são “propriedade” da Carrie.

– Oliver! Preciso te contar uma coisa! – Falou John que sentava ao meu lado.

– Claro John! Pode falar. – Falei.

– Eu preciso de um favor! – Falou o mesmo fazendo uma pausa. – Eu não estarei aqui amanha por isso preciso que você conte para a Carrie... Que... Eu vou me mudar, é um bairro longe desse colégio, por isso, não estudarei mais aqui! Eu queria falar pessoalmente para ela, mais eu vou sair de casa às 19h. – Continuou o mesmo.

– Serio? – Falei em tanto assustado. – Carrie vai ficar chocada!

– Fale pra ela, que se ela quiser me ver, eu vou ficar em casa até às 19h. Até às 19h Oliver, por favor! – Fala John.

– Pode deixar! Eu irei falar com ela. – Falei me virando para frente.

–----

Donna estava sentada sozinha perto de um canteiro das mais belas rosas, ela estava com seus fones de ouvidos, de cabeça baixa, ela parecia um tanto triste. Dei passos lentos e silenciosos até a mesma, eu estava nervoso, não era a primeira vez que eu chamasse alguém para sair, mais ela era especial. Peguei uma rosa do inicio do canteiro, e continuei a caminhar até a mesma.

– Donna? Você esta chorando? – Perguntei me sentando.

– Não Oliver! – Falou ela enquanto rapidamente limpava suas lagrimas.

– Toma! É para você! – Falei dando a rosa em suas mãos. – Donna! Sei que não é a hora certa, muito menos o momento. Mas... Você quer sair comigo?

– Tipo um encontro? – Perguntou Donna. – Aceito! – Continuou a mesma após eu balançar a cabeça.

– Nesse sábado? – Falei.

– Amanha? Perfeito. – Respondeu a mesma.

– Preciso ir. – Falei correndo em direção a John.

Narrado por Carrie...

Você diz que quer ficar ao meu lado
Querida, você não está pensando direito.
Veja sozinhas nos mantemos juntas desmoronamos.

Sim, acho que ficarei bem
Estou trabalhando para não ter que tentar muito.

– O que é aquilo? – Perguntou Neiva agarrada em meu braço, apontando com o seu dedo indicador.

– Neiva, não é nada de mais! – Falei. Espere! Olhe isso nesse pilar.

Estava escrito em vermelho “Chegaram tarde de mais, não foi dessa vez. O jogo continua. — Anônimo.”.

Seja quem for anônimo, ele estava em minha casa. O porão era grande e escuro, havia vários pilares de madeiras, coisas velhas como a coleção de selos de minha irmã, afinal, ele era um andar subterrâneo onde usávamos como uma sala de leitura, lá também era onde ficava o antigo escritório do papai, antigamente aquele lugar era pintado, havia iluminação por todos os cantos, diferente de hoje, que é um lugar escuro, ainda tenho vagas lembranças de minha infância onde eu ficava por horas naquele mesmo espaço brincando com Donna... Oh Donna.

– Onde estamos indo? – Perguntou Neiva.

– Apenas me siga, acho que sei de um lugar por onde anônimo pode ter saído!

Era uma pequena porta que ficava escondida atrás de uma pequena estante de madeira, eu me lembro daquele lugar, eu pedi para meu pai instalar aquela porta que ligava a algum lugar da casa para eu não precisar pedir a chave para ele, eu apenas não me lembro de qual era o cômodo aonde aquilo iria nos levar.

– Eu vi alguém ali! – Falou Neiva apertando ainda mais meu braço. – Nós não estamos sozinhas aqui Carrie, há alguém.

– Entre aqui rápido! – Falei enquanto abria a pequena porta.

Logo após Neiva entrar, entrei no mesmo local, era uma escadaria enorme, a cada passo era uma lembrança diferente, conseguíamos ver uma porta tão pequena quando a da entrada, Neiva parou na metade no caminho, estávamos correndo de alguém, mais mesmo assim ela parou.

– Vai à frente! – Fala ela encostando-se à parede.

Entrei pela tal porta, era inacreditável, a porta estava nada mais nada menos no que em meu closet! Ela se encontrava perto de meu armário, agora eu me lembrava perfeitamente daquele espaço, era tão engraçado com eu pode me esquecer daquela pequena porta, ela sempre esteve ali, eu sempre passara por ali junto a minhas amigas para irmos brincar no andar subterrâneo, sempre descíamos e subíamos aquela escadas. Eu até me lembro de uma certa vez, em que eu me escondi de minha mãe ali, naquela mesma escada, passando pela mesma portinha.

– Carrie! – Gritou minha irmã batendo na porta de meu quarto.

– Que foi? – Falei saindo de meu closet.

– Aquele seu amigo esta aqui! Um tal de Oliver, ele esta subindo! – Gritou Courtney.

– Neiva! Fique em meu closet! Por favor, não saia. – Falei fechando a porta do mesmo antes que Neiva pudesse falar algo.

–-----

– O que você faz aqui? – Falei curto e grosso.

– Carrie! É sobre o John... – Ele esta bem? Ai meu deus! Oliver me fala o que aconteceu com ele. – Falei cortando a fala de Oliver.

– Carrie! Sente-se. Ele esta bem! Ele me pediu para mim te avisar uma coisa... – Começa Oliver. – Carrie irei ser curto e grosso, o John se mudou para outro bairro, ele não ira mais estudar em nosso colégio.

– Ai meu Deus! Que ótima namorada eu sou! Justo no dia em que ele vai embora eu falto! Eu não acredito nisso, isso não é verdade, ele vai aparecer amanha e me beijar no corredor como sempre fazia. Calma Carrie, isso não é verdade! Não é!– Falei deixando algumas gotas de lagrima escorrer em meu rosto. – Oliver, me desculpe. Eu preciso de você, você é o único que realmente me entende, eu preciso de você do meu lado nesse momento, é difícil para mim, eu perdi o John, e eu não quero te perder!

Carrie eu estou do seu lado! Você pode contar comigo. – Fala ele.

Na noite passada eu perdi minhas chaves
Estou tateando sobre as palavras
Não estou me sentindo eu mesma esses dias

Eu seria uma mentirosa se dissesse que estava bem
Mas não posso deixar de ser honesta
E sei que agora não é o momento
Porque
A verdade é que eu estou caindo aos pedaços
Toda vez que você está por perto
O problema é que a verdade continua aparecendo.

Narrado por Oliver...

Fico feliz em saber! Eu senti tanta sua falta! Você é o meu melhor amigo, por favor, não se vá! Depois de nossa briga ficamos tão distantes! – Fala ela ainda chorando.

O espaço entre nós
Começa a parecer que o mundo está se partindo
Como se eu estivesse enlouquecendo
E você diz que está chovendo no seu coração
Você está me dizendo que ninguém está lá
Para secar as poças
Oh, mas isso é loucura
Porque, querido, eu te disse, estou aqui pra sempre.

– Se você ver um cometa
Querida, eu estou nele
Fazendo meu caminho de volta
Apenas siga o brilho, sim
Isso não vai demorar
Apenas saiba que você não está sozinha. Quero que guarde esse trecho da musica, Carrie, você é muito especial para mim, e eu jamais te abandonarei, eu estarei do seu lado sempre que você quiser você pode sempre contar comigo, somos “Unbroken” – Falei.

– Unbroken? – Pergunta ela.

– Sim “Unbroken”, pois somos, inabaláveis, indestrutíveis, nossa amizade será para sempre “Unbroken”, pois sempre vamos conseguir passar pelos obstáculos se estivermos unidos, porque Carrie acredite. sozinhos somos fortes, mais juntos. Somos inabaláveis.

– Eu realmente senti sua falta! – Fala ela me dando um forte abraço

Meu celular começou a tocar, era Beatrice, ela havia ficado no colégio já que eu sai antes da hora, me afastei de Carrie e li a mensagem “Oliver, cadê você? Respondi na mesma da hora “Estou indo”.

Narrado por Carrie...

– Neiva, acho melhor você ir embora, eu vou ficar sozinha, eu preciso ficar sozinha, eu vou pensar e refletir sobre tudo. Eu não quero que ninguém me veja chorar, não mais.

– Oh Carrie... Você ira ficar bem sem o John, acredite, você ira superar! – Fala Neiva tentando me consolar.

– Eu quero acreditar nisso Neiva, eu quero... – Falei.

–-----

Alguns dizem que eu ficarei melhor sem você,
Mas, eles não te conhecem como eu,
Ou pelo menos como eu achava que conhecia.

Eu não posso suportar esse tempo
Ele se arrasta enquanto eu perco a cabeça
Lembrado pelas coisas que eu encontrei
Como notas e roupas que você deixou para trás

Me acorde, me acorde quando tudo acabar
Eu não me levantarei até que esta batalha esteja ganha
Minha dignidade se desfez

Mas eu não irei
Eu não posso fazer isso sozinha,
Se isto não for amor, então o que é?
Estou disposta a assumir o risco.

Sozinha em meus pensamentos, chorando, lembrando-se de minha musica com John, será que ele não entende que eu não sou tão forte assim? Por que as pessoas insistem em me magoar? Eu também tenho meus sentimentos, ele podia ao menos me falar pessoalmente, isso é o que dói mais, saber que ele nem ao menos se despediu.

someone like you tocava em meu quarto, era a musica que havia tocado em meu primeiro encontro com John, não era apenas uma simples musica, nela estava nossa historia, tudo o que passamos.

–----

Eu estava sentada no sofá de minha sala, Courtney e meus pais foram a um jantar com Doug, noivo de minha irmã. A campainha havia tocado, tirei o edredom que estava sobre meu corpo, e caminhei até a porta, era Neiva, ela usava um pijama e segurava um travesseiro. Ela me olhou e falou:

– Festa do pijama de emergência?

Continua...