Alone Together

1 A Separação


Notas iniciais
Quando estiver "" é o narrador, Kenny adulto falando.

Alone Together 1

A Separação

"Todos já nos estressamos com amigos, familiares... e claro, no fim das brigas, sempre tinha aquele quem pedia perdão...
Meu nome é Kenny. Kenny Alin.
Vou contar minha história, sobre uma dessas brigas que tive com minha família...mas quando eu percebi...era tarde demais para o perdão.
Tudo começou em 7 de Janeiro de 1995. Eu tinha apenas Sete anos, e minha irmãzinha, Katy Alin, apenas Cinco...
Logo às 7h da manhã, ela acordou e me chamou na beliche, com um cabo de vassoura, já que eu dormia na parte de cima..."
Katy: — Heey! Maninho , vamos lá! Acorde!
"E só para lembrar, ela era uma Nekomimi, metade gata. Toda manhã, brincávamos de Pega-Pega... 'Preciso ser ágil para impressionar os outros nekomimis!' dizia ela..."
Kenny: — mas já? Katy, todo dia, você está acordando cada vez mais cedo, deste jeito não dá! "então desci da cama"
Katy: — ah, qual é, por favor!
Kenny: — o que?
Katy: — Você começa! Está com você!
"Ainda me lembro de como ela era muito insistente...mas tive de ser rude e dizer não, afinal, amanhã seria o dia da mudança. Nossa casa estava prestes a ser demolida pelo Prefeito
para fazerem Prédios, e teríamos de nos mudar para São Paulo."
Kenny: — Pelamor Katy! Hoje não! Entendeu? Agora vai arrumar as malas que temos que nos mudar!
Katy: — Eu não quero ir! Aqui é o meu lugar, eu gosto daqui!
Kenny: — Não importa se você gosta, isso tudo vai ser demolido, DESTRUIDO! Amanhã, a esta hora , já estaremos à caminho de São Paulo!
Katy: — Mas maninho...
Kenny: — Arrume as malas! Isso tudo que você conhece como casa, vai ser destruição amanhã! Mesmo que fiquemos aqui, não há como impedir!
"Eu jamais teria falado assim com ela, eu me lembro que depois disso ela foi direto com nossa mãe para chorar. Mas me acordou em plena 7h da manhã! Eu estava meio rabugento,
e ela não aceitava a verdade... pelo resto do dia, ela não falou mais comigo, e nossos pais ficaram com raiva de mim...
No dia seguinte, o Camburão chegou, íamos finalmente para São Paulo, a 'cidade avançada', com fábricas e empregos!
O dia inteiro, foi só discussão e briga, no Camburão. Até o motorista tinha ficado irritado, tenso e nervoso. Nossos pais estavam com medo de acontecer alguma coisa pelo caminho...estavam certos.
Katy e eu brigamos por cada motivo, até a gente começar a insultar-se... nossos pais tentaram dar um basta na briga, mas eu me exitei...e os xinguei também.
Nessa hora eles ficaram com raiva e começaram a xingar-nos, como piores filhos, ou acidentes.
Claro, Katy chorou depois disso, e quando já estávamos perto de Santa Catarina, estava nevando, e o motorista estava muito tenso e nervoso pelas brigas e pelo choro alto e insuportável
da minha irmã!
Quando estávamos na pista lisa por causa da neve e da chuva, o motorista se cansou e virou para trás, gritando com todos nós para que ficássemos quietos e deixassem-o dirigir...
neste momento o carro, que já estava com defeito no motor, rodopiou na pista e bateu em um poste próximo. Naquela época, os postes eram de madeira e frágeis, e a batida fez
o poste se desgastar e tombar. Estava quase caindo."

Notas finais
Ainda não está terminado
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.