Alone But Loved
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Agora sabem a minha história. Voltando à miha sala, a vozinha que há pouco me despertou, volta a chamar-me:
–Mamã... não consigo dormir... — disse a minha pequena flor, esfregando os olhos.
–Vem aqui para o pé da mamã, bebé. — tinha chamado-a Catarina, mas gosto de dizer que é a minha gatinha. Ela chegou-se para o pé de mim e eu pú-la no meu colo, fazendo-a deitar sobre os meus braços, a sua face contra o meu peito.
–Mamã, tenho medo...
–Òh meu bebé, tens medo do quê?
–Eu tive um sonho mau e tenho medo que o homem mau venha atrás de mim...
–Anda cá minha gatinha. Foi um pesadelo amor. O homem mau não existe e não te vai fazer mal. Anda com a mamã. Vamos dormir se não, amanhã não conseguimos nos levantar.
Ela deu um risinho e disse:
–Ok mamã. Mas primeiro quero água... Tenho sede.
–Está bem meu amor. Toma o teu ursinho que a mãe vai buscar a aguinha para ti.
Fui buscar-lhe a água mas quando a fui levar, já a minha pequena gatinha dormia no sofá. Devia estar mesmo cansada, tadinha da minha flor. Peguei-a ao colo e levei-a para a cama. Ela dormia na minha. Só tinhamos uma cama em casa por isso dormia-mos na mesma. Não é uma cama pequena, aliás é suficientemente grande para nós as duas dormir-mos.
A nossa casa é bastante simples. Temos um quarto com a cama de casal, uma sala pequena, uma cozinha também pequena mas acolhedora e uma casa de banho com um chuveiro e uma cabine para tomar-mos banho. Não era muito, mas era o suficiente para apenas nós as duas, e estáva-mos felizes com isto.
Eu ainda ía à escola e a Catarina ficava na cresce enquanto eu estava (obrigada!) na escola. Tinha um part-time, para pagar a renda e a comida, num restaurante. Os donos eram bastante simpáticos e deixavam a Catarina ficar comigo enquanto eu trabalhava, mas claro que não me podia distrair muito! Enfim... não uma vida fácil, porque tenho apenas 14, com aulas e um emprego, mas era o melhor que podia arranjar para a minha gatinha.
De volta ao presente. Deitei-a na cama e fui dormir também.
No outro dia de manhã acordá-mos, fomos tomar banho e comemos o pequeno-almoço (café da manhã). A cresce da Catarina era mesmo ao lado da minha escola por isso fizemos o caminho todo juntas de mão dada. Eu realmente amo a minha filha, não duvidem disso. Aquele final de tarde fez a minha vida dar uma volta de 180º. É claro que eu não gosto do facto de aquele homem me ter violado, mas agora que tenho a minha filha, sinto-me completa. Dantes não tinha ninguém comigo mas agora estou feliz. Tenho a minha pequena flor ao meu lado e eu amo-a. Amo-a de verdade.
Notas finais
agradeço reviwes pfv...
luv ya all ♥
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