Alone..
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Andando para casa, uma lua cheia que iluminava através das árvores dessa grande floresta, eu queria apreciar a lua, porque? Por que eu quis, então andei até um penhasco que ali estava perto em uma grande rocha fiquei sentado e observei a escuridão que ali estava reinando sobre a floresta.
Mais do nada eu me dei conta que estava em uma floresta num clima bem sombrio e eu retardado fico em um penhasco onde posso morrer para qualquer criatura existente nesta merda e toda as sombras que eu via, peguei o caminho de volta para minha casa pois ja estava cagado de medo por culpa das sombras, sombras são traiçoeiras. Logo já estava vendo minha casa que na verdade era só uma casa abandonada que eu e meu irmão invadimos provavelmente iremos roubar outra para a gente pela manhã, chegando na porta de casa.
—EI SEU VAGABUNDO TA AE?– Gritei esperando resposta do meu irmão. Mas ninguém respondeu...
Abri a porta de casa e joguei minhas coisas no sofá, fui para a cozinha abri a geladeira e peguei uma cerveja, fiquei sentado no sofá, vendo TV. Fiquei puto porque na TV só passava merda joguei um tijolo nela, quebrou, ganhei algo com isso? Não, sou burro? Sim, subi para meu quarto porque não tinha mais nada a fazer ali, liguei o abajur e fiquei lendo um livro, esse foi o tutorial de o que fazer em casa em 5 minutos.
Quase dormindo, ouço barulho de batidas na porta, eu fico com raiva porque eu já ia dormi, e abro a porta, uma criança meio suja com uma mochila nas costas acho que 10 anos, mas que caralhos uma criança faz numa floresta? Vai entender né.
—Olá, pode me fornecer comida por favor estou andando a horas–. Disse a criança.eu já tinha a resposta na ponta da língua.
—Não, seu mendigo deixa eu dormi–disse eu batendo a porta na cara da criança.
Volto para cima para que eu possa dormi sem ninguém incomodar, mas antes, vou na cozinha pego o sorvete na geladeira como minha colher dourada preferida e jogo no balcão. Ai sim eu vou dormi com o gosto de sorvete na boca, eu estava tendo um sonho nele eu estava em um quarto escuro em uma cadeira, eu ouço uma voz familiar, pedindo ajuda, eu tento alcançar essa voz, mas cada vez mais que eu seguia eu entrava na escuridão, até que encontrei uma luz, era eu que estava lá, até que a luz apagou e ouvi a voz "não me deixe morrer...", nessa hora ei acordei.
—Que sonho mais sombrio, meu deus, Matheus a cada dia mais emo, –Um dia ainda descubro o significado de cada um desses sonhos–. Disse eu tentando esquecer o quanto aquilo foi assustador.
Meus sentidos de que alguém tocou na minha colher dourada foram ativados, eu desço as escadas e vejo que aquela maldita criança ladra estava tentando roubar a comida da geladeira, e então eu puxo ele pelo cabelo e levanto ele, quando ele joga o pote de sorvete em mim, eu acabo por ficar iludido pelo sabor do sorvete e acabo soltando ele.
—MALDITO ISSO FOI GOLPE SUJO, por outro lado o sorvete estava tão bom..., MAIS FOI SUJO–. O menino então aproveitou que eu não via nada e correu em direção a porta, será que ele escapará? provavelmente sim porque eu sou burro e deixei ele escapar.
Eu limpo o meu rosto coberto de sorvete, mas é tarde demais e o maldito foge, o ladrão ia sair com sucesso, mas do nada ouço a voz de meu irmão.
—Oh filha da puta–. Ele puxa uma arma guardada no seu bolso de trás e dá um headshot no menino ladrão, que acaba de morrer pelo tiro. –Seu buceta–. O que? Achou que nos íamos virar amigos para montar um grupo? Esse menino era inútil para nós.
—Chegou no estilo em cara, matou o ladrãozinho, espalhou sangue que quase foi na casa, mais foi no estilo–. Olhei para o corpo do garoto que estava com um tiro na cabeça que caiu quando ele levou um tiro, fotos da família que estavam caídos no chão, coitado, mas eu não estou nem aí.
—Não pedi para nascer assim, porra bateu uma fome–. O sangue da minha família é super normal, tipo o cara acaba de matar uma criança e ele ta pensando em comida muito normal, eu queria ter nascido numa família rica em vez de aventureira, termos inimigos, aliados, não termos casa e viajamos pelo mundo, não pedi isso vai se ferrar.
Eu jogo o cadáver do menino nele e digo, –O jantar estar servido, aproveite–. Eu que já estava com sono subo as escadas e vou para o meu quarto dormir, porque amanhã provavelmente estaremos sendo atacados por inimigos das gangues da cidade próxima, estão todos vindo atrás de nós é muito chato, –VÊ SE NÃO MORRE ATE O AMANHECER–, e assim eu durmo, até outro dia, subconsciente.
—Filha da puta–. Disse meu irmão, cheio de sangue do cadáver antes de subir para o quarto dele.
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