Almost family

14 Let's be young tonight...


Notas iniciais
Oi amores! Quero agradecer em especial pelas recomendações lindas que escreveram essa semana. Nossa, muito obrigada pelo carinho e por fazer com que a fic tenha mais valor ainda. E já avisando aqui por que sei que no final vocês vão ficar "o que? como assim parou bem aqui?" e vão querer me matar, mas isso é para criar uma expectativa em vocês kkkk e pra já saberem que o próximo capítulo será imperdível. kkk Boa Leitura!

Alguns minutos após todos irem embora, servi duas taças de vinho e estava a caminho do sofá quando ouvi os passos da Marina descendo as escadas. A casa, que há pouco era uma mistura de vozes e conversas paralelas, agora estava silenciosa, calma. Marina tinha ido colocar a Sophia em seu quarto e voltava com um sorriso lindo no rosto.

– Por que você está sorrindo assim? – Eu disse, entregando uma taça e bebendo um pouco na minha.

Doía quando eu me movimentava, mas eu tentava não deixar isso transparecer em meu rosto.

– Eu estou tão feliz de que você está bem. E eu vi como esse jantar fez bem a você. – Ela se aproximou e beijou o meu pescoço, permanecendo ali por um tempo. Senti-a acariciando o meu pescoço com a ponta do nariz, fazendo-me sentir sua respiração e isso me fez sorrir.

– Eu amo você! – Sussurrei, com os meus olhos fechados.

– É só isso que eu tenho feito, em todos esses anos. Amar você, Clara.

Marina ergueu o rosto e olhou nos meus olhos. O olhar terno e cheio de amor que eu conhecia bem estava mais vivo do que nunca bem ali na minha frente. Ela bebeu um pouco do vinho e pegou a taça que estava em minha mão, colocando na mesa de centro e retornando para onde estava antes. Ela segurou as minhas mãos e as levou diretamente para os seus lábios, onde as beijou carinhosamente. Nossos olhares fixos uns nos outros. Marina virou os meus pulsos para cima e também os beijou, sentindo o cheiro da minha pele demoradamente. Eu fechei os meus olhos sentindo a trilha lenta e deliciosa de beijos pelos meus braços, ora em um, ora no outro.

– Eu não sei viver sem você. – Ela sussurrou entre um beijo e outro. – Não posso. – Mais um beijo. – Não quero. – Outro beijo. – E. Eu. Não. Vou.

Eu havia aberto os olhos para encontrar os dela fixos nos meus. Possessivos. Cuidadosos.

Eu estava em uma condição precária, após ser mantida pela louca da Vanessa naquela situação precária e dopada em um hospital. Mas não podia negar o que essa mulher fazia comigo. Eu a desejava de uma forma inexplicável.

Os beijos que a Marina estava desenhando em meu pescoço, fazia com que gemidos lentos escapassem por meus lábios antes mesmo que eu os pudesse segurar. E ela sabia disso. Apesar de estar sendo cuidadosa como nunca havia sido, ainda assim era delicioso como ela sabia exatamente o que fazer comigo, como me provocar.

Eu deixei a minha cabeça encostar-se à almofada do sofá enquanto ela trilhava mais beijos pela linha do meu maxilar, até os meus lábios, onde deslizou a língua dolorosamente lento. Todo o meu corpo se arrepiou ao contato, e por mais que eu tivesse pressa, Marina não tinha. Ela mordeu o meu lábio inferior e puxou, chupando-o, entre uma risada doce e suave.

– Você está brincando comigo? – Eu disse, notando sua diversão.

– Você é a minha mulher. – Ela disse ao soltar o meu lábio, mas continuou com os lábios nos meus. – Eu posso brincar com você. É tudo meu.

Marina sorria, mas tudo era tão sensual. O ambiente com as luzes baixas no ambiente, os sussurros, as nossas peles arrepiadas...

Ambas estávamos de vestido, o meu azul escuro, simples e sem nenhum decote. Marina, usava um preto, tomara-que-caia que definia perfeitamente sua silhueta, indo até a metade das coxas, mas como ela estava sentada, oferecia-me a visão completa das belas pernas que ela tinha. Ela riu ao me flagrar olhando-as.

– Você também sabe brincar comigo. – Ela sussurrou em meu ouvido e mordeu levemente em seguida o lóbulo da minha orelha, fazendo-me encolher o pescoço sorrindo.

O que veio em seguida espalhou arrepios por todo o meu corpo. Uma série de beijos lentos pelo meu corpo, em especial, onde havia alguns hematomas. Eu segurei meu lábio inferior entre os dentes, evitando emitir qualquer som. As mãos dela acariciavam-me sem nenhum descanso, indo e vindo pelas minhas coxas.

– Não vou cansar nunca desse perfume. – Marina disse enquanto roçava o nariz pela parte interna do meu braço.

Eu sorri em resposta, mas a sensação era tão gostosa que eu não tive forças para dizer ou abrir meus olhos. Ela emitia sons de prazer, como se a cada beijo estivesse provando algo muito delicioso. Eu envolvi meus braços no pescoço dela e a puxei pra cima, na altura do meu rosto.

– Você está tornando isso muito difícil. Toda essa conversa de recuperação e repouso não vai funcionar desse jeito. – Eu pressionei meus lábios nos dela, mordendo a boca que estava me torturando tanto. Marina riu.

– Eu só quero amar a minha mulher. – Ela brincou.

– Não sou sua mulher ainda. – Respondi de imediato.

– Por que você não quer. Fica enrolando, enrolando, enrolando... – Marina se afastou propositalmente, deixando-me com vontade de puxá-la de volta para perto de mim. – Nisso já são dois anos.

– Eu? Eu nunca disse nada. Você colocou a aliança aqui e esqueceu do assunto. – Disse, com um excesso de drama.

– Clara... Não inventa. – Marina pegou a taça de vinho e bebeu um pouco, rindo. – Você sabe que por mim já estaríamos casadas. Vamos marcar a data. Agora.

Eu ri e a encarei, mesmo no escuro pude ver que ela estava falando sério.

– O que, tipo, agora mesmo? Você está bêbada. Não quero que um dia tão importante seja planejado por você bêbada.

– Eu não estou bêbada. Eu estou com tesão, e a minha mulher está de repouso por um longo tempo, então eu estou desesperada por que eu a quero muito. Mas não estou bêbada.

Eu não consegui evitar a risada diante daquela explicação.

– Vamos fazer assim, quando as marcas sumirem nós chamamos os nossos amigos casamos. Na praia. – Disse calmamente, para que ela pudesse ponderar a ideia.

– Parece bom, mas tem que ser a noite. – Ela disse empolgada.

– Perfeito! – Eu respondi sorrindo.

Eu voltei a relaxar o meu corpo no sofá, deitando a cabeça novamente nas costas dele e recebendo mais beijos da Marina, que agora tinha o perfume de sempre misturado ao vinho. De repente eu estava bastante cansada, como se tudo pesasse em meu corpo, até pensar. Marina, como me conhecia tão bem sabia exatamente como eu me sentia.

– Vamos subir? Tenho que te dar um remédio antes do banho para fazer efeito logo. – Ela levantou e caminhou para a cozinha levando consigo as taças. Toda preocupada sobre remédios e meu bem-estar.

****

Duas semanas se arrastaram após o incidente com a Vanessa. Ficar em casa o tempo todo estava me causando um desgaste mental maior do que eu esperava. Entretanto era sexta-feira e finalmente nos dois próximos dias a Marina poderia levar a Sophia para passear e eu poderia então descansar.

Eu estava subindo as escadas depois de uma breve visita do doutor que estava acompanhando a minha recuperação e ele acabou aumentando algumas doses dos remédios por que os hematomas, principalmente, na região do estômago estavam demorando além do esperado para começar a desaparecer. Fora isso estava tudo bem. Bom, nem tanto, já que ele prescreveu mais duas semanas em total repouso.

Dei uma olhada na Sophia que estava brincando com a filha da Rosa no quarto, ela sorriu para mim e mostrou as mãos cheias de tinta com um sorriso sapeca no rosto. Parecia inofensiva quando sorria assim. Dei meia volta e fui para o meu quarto, onde havia deixado um livro que estava lendo ates da consulta aberto sobre a cama. Me arrastei até o meio da cama, onde me apoiei em algumas almofadas e retornei à leitura.

O livro contava a história de uma jovem que decidiu pela primeira vez sair com sua amiga para um clube e lá acabou encontrando um cara super rico, bonito, que se apaixonou por ela à primeira vista e bla bla bla.

Eu me lembrei de quando a Marina havia acabado de chegar, e quando conseguiu me arrastar para um clube desses. Eu já havia ido, é claro. Com o Cadu e nossos amigos, mas não gostava muito. Nesse dia, Marina estava espetacular, com um vestido preto que acolhia todo o seu corpo sem desperdiçar nem um pouquinho da sua sensualidade. Os cabelos eram mais curtos, mas era tão linda quanto hoje. Naquela época, eu não sabia realmente o que sentia quando a via, mesmo sabendo que aquele nervoso todo no estomago quando ela me sorria ou dava alguma cantada em mim não era uma coisa normal que você sente pela sua meia-irmã.

Eu fui de jeans mesmo, e uma blusa branca de manga comprida. E ainda assim ela disse que eu estava linda. Sorri com a memória.

Marina me apresentou a todos os seus amigos, os novos amigos e alguns de Londres que estavam de passagem e até a Vanessa estava lá. O tempo todo em cima da Marina. Como eu não percebi? Mas deixei o pensamento ir embora, por que o clímax da minha lembrança, foi da Marina me puxando para dançar, dispensando todas as pessoas que ficavam em cima dela, querendo sua companhia, e sorrindo para mim como se não esperasse nada além daquela dança.

Eu não pensei em Cadu naquele momento, mas pensei depois. Como se fosse algo errado, mas durante a dança, quando as mãos dela iam da minha cintura para o meu ombro, e então me abraçava por ali, deixando os nossos corpos ainda mais colados pela multidão em movimento ao nosso redor, eu achava aquilo muito certo. Como se fosse para ser.

Depois, passei semanas me conformando com a falsa esperança de que meninas dançam juntas sem significar que queiram algo mais, ou, meninas que são quase irmãs podem manter esse tipo de intimidade, afinal, são quase família.

Sim, até eu ri com essa grande bobagem que estava apenas me dando tempo para aceitar o quanto eu a via como mulher.

Aquele sentimento tão novo, tão errado para muitas pessoas, chegou tão subitamente, sem dar-me nenhum tempo para pensar que era errado. Olhando para trás, eu não me arrependo de nada se todo esse longo caminho me trouxe a felicidade de hoje.

***

– Sophia, quantas vezes eu vou ter que falar que isso, — Eu apontei para o celular no chão. – Cara, isso não é um brinquedo!!!

Eu tentava não gritar, mas tinha quase certeza de que estava falhando. Respirei e inspirei muitas vezes mas este era o terceiro celular que ela pegava para mergulhar em sua banheira junto com todos os outros brinquedos de banho. Dessa vez estava difícil, e ela estava sentindo o quão irritada eu estava, por que assim que viu a Marina entrar no quarto, ela deu uma carreira para o corredor como se tivesse encontrado uma brecha para escapar.

– O que aconteceu? Lá de baixo eu escutei a sua voz. – Marina, que não levava muito a sério as coisas, estava rindo.

O aparelho estava no chão do banheiro da Sophia e eu precisei chamar a Marina até onde eu estava para que ela o visse todo encharcado.

– Não! – Ela segurou uma gargalhada com a mão na boca. – Não acredito.

Eu balancei a cabeça confirmando.

– Eu não aguento mais, Marina. Eu vou enlouquecer... Esse foi o mês mais longo da minha vida.

Marina apenas riu e me abraçou por um tempo. Mesmo sem olhar, eu sabia que a safada estava rindo do meu desespero.

– Como foi no estúdio? – Disse, correspondendo ao abraço e tentando me distrair.

– Ah, foi ótimo. Essa menina nova, a Flávia, ela é bem talentosa. Estamos tendo algumas ideias bem legais para a nossa primeira exposição. Em breve você verá tudo, será a primeira.

Eu sorri e a beijei nos lábios castamente. Ela falava com tanto amor sobre o trabalho dela que era inevitável não partilhar de sua alegria.

– Mãe! – Sophia entrou no quarto toda nervosa, aparentemente me ignorando.

Marina me olhou, sabendo que ela estava se referindo a mim, mas a Sophia não estava olhando para mim e sim para ela. Com os olhinhos claros bem fixos na Marina.

– Mãe! – Ela chamou de novo, e então a Marina olhou para ela com uma expressão muito engraçada no rosto. Uma mistura cômica de desespero, surpresa e alegria que merecia ser fotografada, mas infelizmente não havia nada por ali para captar o momento.

– Sophia?! – Marina respondeu, meio sem jeito. – O que foi?

Eu encostei na parede para acompanhar a cena, esforçando-me para não rir.

Sophia a fez abaixar e falou algo no ouvido dela. Eu ouvi apenas um chiado, mas a Marina olhou para mim meio que sem saber o que fazer.

– O que foi, Sophia? – Eu disse, mas recebi um olhar torto dela. Aquilo era inédito.

Então a Marina finalmente disse algo no ouvido dela e ela cruzou os bracinhos e saiu do quarto igual um furação.

– O que foi isso? — Perguntei ao ver a Marina finalmente rir.

– Ela queria saber se eu havia brigado com você, por ter gritado com ela. Isso foi o que eu entendi, ela falou umas coisas que eu nem imagino o que seja. – Marina estava rindo.

– Ela quebra meu terceiro telefone em um mês e fica chateada quando eu brigo? Onde ensina a tolerar esse tipo de coisa? Não estava no manual... Ah! É por que não tem manual pra cuidar da sua irmã quando sua mãe vai ao mercado e não volta. – Eu respirei fundo, nervosa demais para continuar.

– Calma, Clara. – Marina continuava rindo, o que não ajudava. – Tenho uma coisa que irá te animar. Está lá no nosso quarto.

Nós nos entreolhamos por um instante. Ambas sorrimos por um momento e de imediato seguimos para lá.

A bolsa da Marina estava em cima da cama e nós sentamos lado a lado enquanto ela a abria. Marina tirou de dentro dois papeis pequenos que brilhavam conforme expostos à luz.

– A Flávia quem me deu. Ela é amiga do dono dessa boate na Barra, só que ele está abrindo outra em Ipanema e ela nos convidou já que tinha esse par de convites a mais. O que você acha?

Meu deus! Eu sinceramente não lembrava o que era sair com a Marina a sós. Nos últimos três anos os programas apenas envolveram fraldas e mamadeiras depois musiquinhas irritantes de criança, barulho de brinquedos e por aí vai. A ideia de sair com ela para um ambiente tão diferente do que estávamos acostumadas era maravilhosa e eu já estava 99% recuperada dos hematomas.

O sorriso que expus só confirmou o que a Marina já esperava e a alegria que vi no rosto dela de que finalmente iríamos sair sozinhas era contagiante. Só precisávamos de alguém para ficar com a Sophia, mas para isso serviam os amigos, não era? Em uma ligação breve para a Juliana, ficou tudo resolvido.

Antes disso tudo acontecer, Marina era a pessoa mais festeira que eu havia conhecido. Mesmo na faculdade, com todos aqueles colegas loucos de turma, eu nunca havia visto alguém que saísse tanto durante a semana. Eu sequer sabia que havia casa noturna aberta em plena segunda-feira, mas era assim que eu conhecia a Marina. E agora finalmente teríamos uma noite só para nós duas. Eu estava ansiosa para que as horas passassem, como se meus vinte anos estivessem de volta.

***

O relógio marcava vinte e duas horas e doze minutos, exatamente a hora que o carro da Ju encostou em frente à nossa casa. Ela iria levar a Sophia para dormir na casa dela, mas não teria nenhum trabalho, já que a Sophia havia jantado e estava dormindo tranquilamente em meu colo enquanto a Marina colocava a cadeirinha no carro da Juliana, que por sua vez, declarava estar com inveja do nosso programa.

– Quando você tiver filhos, já sabe que pode contar com a gente. – Marina brincou.

– Estou contando com isso, — Elas riram. – Mas vocês estão lindas demais. Vão chamar atenção da boate toda.

Nós duas rimos. Havíamos comprado essas roupas em Londres, mas sem saber quando usaríamos. Marina usava um vestido tomara que caia branco e preto, com paetês decorando toda a parte superior, até um tipo de cinto, que fazia parecer que o caimento fosse uma saia, expondo as belas pernas até uma sandália preta de salto alto. Eu vestia um no mesmo tamanho, só que em um ombro a manga era comprida e do outro lado deixava o meu colo totalmente nu, bem justo e na cor dourada, de salto alto da mesma cor. Nossa maquiagem não era pesada, apenas delineador, um pouco de rímel e pó e gloss.

Depois de muito agradecer, a Juliana se foi com a nossa pequena. Marina me abraçou e estávamos praticamente na mesma altura. Ela sorria com os olhos brilhando de excitação.

– Estou com medo de não saber dançar mais. – Ela finalmente disse.

– Ah! Duvido, aqueles anos todos de treinamento não foram para que você esquecesse só por que da noite pro dia virou uma irmã de família.

Marina riu alto.

– Faz sentido. Mas vamos ver, to ansiosa para saber.

Uma SUV escura se aproximou da calçada onde estávamos e ao abaixar o vidro pude ver que um rapaz estava dirigindo, mas fora uma voz feminina que chamou o nome da Marina. Então ela saiu do carro. Flávia sorria para sorria para nós duas convidando-nos a entrar.

– Ainda bem que vocês atrasaram um pouco, só agora a nossa amiga veio pegar a nossa bebê. – Marina disse para a companheira de trabalho.

– Que bom que vocês conseguiram por que vai estar ótimo essa noite, casa lotada. – Ela estava tão empolgada quanto a Marina. — Ah, Oi Clarinha! Esse aqui é o Patrick, ele trabalha na divulgação da boate.

Eu sorri para eles dois e os cumprimentei. Patrick já estava dirigindo pelas ruas do Leblon enquanto nós três conversávamos sobre coisas banais, como não era longe, rapidamente estávamos estacionando atrás da boate, que formava uma fila quilométrica ao seu redor.

– Gente! Está muito cheio. – Flavinha comentou com Patrick, ambos estavam de mãos dadas.

Eu olhei para Marina, e ela estava admirando as pessoas e o lugar com uma certa saudade. Eu nunca havia parado para pensar como tinha sido para ela esse processo de adaptação com a Sophia, mas vejo que ela abriu mão de uma coisa que realmente gostava.

Passamos facilmente pela entrada vip, onde havia muitos fotógrafos e imprensa e através do longo corredor, entravamos em um ambiente superior que dava vista para o andar de baixo, onde estavam a pista de dança enorme e já movimentada e um bar, lotado de pessoas. Acima estavam as cabines vips.

– Tá cheio de famoso aqui, aquelas pessoas lá fora não vão nem conseguir entrar. – Patrick gritou para Flavia por cima da música.

– Olha, eu vou com a Clara lá para baixo. Não se preocupem com a gente para ir embora, vamos de taxi mesmo.

Nós nos abraçamos e nos despedimos deles, então a Marina segurou na minha mão e saiu me puxando em direção as escadas que dariam diretamente para a grande massa de pessoas enlouquecidas, com copos de bebida acima de suas cabeças dançando de uma forma contagiante uns com os outros.

Notas finais
Me desculpem se encontrarem erros de português, ok? Não revisei e como não queria deixar pra postar semana que vem, foi de primeira mesmo.