Almost Valentine

6 Damon's girlfriend


Notas iniciais
Oieeeeeeeeeee oieoieoeie. DEMOREI? Ah, nem tanto vai u_u GENTE, EU ESTOU, SIMPLESMENTE AMANDO OS SEUS COMENTÁRIOS. Ainda responderei a todos. Calma u_u Mariana Rodrigues. AI.MEU.DEUS.DO.CÉU. PELAS A BARBAS DE MERLIN, ISSO ACONTECEU? EU TENHO UMA RECOMENDAÇÃO. AAAAAAAAAI MEU CORE. Obrigado cara, sério. Eu simplesmente amei, não tem noção de como gritei ao ver que tinha uma recomendação. VOCÊ É PERFEITA. ME HUGA *u* Espero que gostem. BJU.

Elena

Sabe aquele momento, aonde você acorda no meio da madrugada e pega seus pais fazendo sexo na sala? A sensação de estar em frente a família de Damon, ouvindo ele me apresentar como sua namorada, era mil vezes pior do que acordar de madrugada e pegar seus pais... Na sala.

Eu cheguei a conclusão de que... Um, Damon Salvatore já está em um estado avançado de loucura e psicopatia. Dois, a razão da sua existência baseia-se em ferrar com a minha vida. E três... Eu quero matar ele... Não simplesmente matar, porque a morte seria muito fácil. Eu quero matar ele, mas quero que ele sobreviva para que eu possa mata-lo novamente.

Elena, como você consegue dizer coisas tão sem sentido?

– Querida... Sinto muito pelo o seu avô. — Uma mulher, com a maior pinta de vadia bipolar pulou em cima de mim. Me abraçando e dizendo palavras em... Eu nem sei que idioma era aquele.

Espera... Meu vô?

Não consegui dizer nada, já que Damon me puxou pro lado dele, com os olhos quase pulando de dentro da cabeça.

– Ash... Tenha mais respeito. — Ele disse, em tom de reprovação. — Ela ainda não superou. — Damon sussurrou as ultimas palavras.

O que inferno estava acontecendo ali?

Por que demônios eles estavam falando do meu avô?

O que eu vim fazer aqui?

– Pensei que ela estava viajando. — Um garoto disse... E que garoto, aposto que não é mais virgem.

Argh

– Ela... Estava. — Pelo o tempo de convivência que tenho com Damon, eu posso detectar suas mentiras antes mesmo dele pensar em dize-las. E hoje posso dizer que ele está batendo um recorde mundial. — Ela precisou voltar... Porque... O... Ela... Não aguentava a pressão.

Pressão? Isso é sobre sexo?

Tem como parar de pensar em sexo?

Do jeito que você fala, até parece que eu sou uma pervertida e maníaca sexual.

– Então... — O garoto olhou para mim. Olhos verdes, cabelo loiro, um pouco mais baixo que o Damon, corpo... Meu santo, que corpo. Ele está falando comigo? Eu acho que ele está falando comigo. Meu Deus, eu estou babando? Me diz que não estou babando. — Desculpe-me... Eu não me lembro seu nome.

Nome? Que nome? Eu não me lembro nem de respirar direito.

– Elena. — Tá bom. Não é todo dia que um garoto esculpido por Deuses pergunta o meu nome, então sim. Eu estou surtando. — Gilbert.

– Elena Gilbert... Eu devo me lembrar de você, é a irmã do Jeremy? — "A irmã do Jeremy". Por que as pessoas só se lembram de mim como a irmã mais nova do Jeremonio?

– É... A irmã do Jeremy. — Digo, quase rolando os olhos ao falar.

– Não pensei que você fizesse o tipo do meu irmão. — Não faço. Mas você faz o meu tipo.

Qualquer homem faz seu tipo. Você é tipo uma vadia virgem que passa as noites em claro lendo contos eróticos.

Por que você não cala a boca?

– Eu também não... Na verdade, isso nunca passou pela a minha cabeça. — Olhei para Damon, de uma forma que dizia: "Você vai perder muito mais do que apenas suas bolas". E ele me devolveu um olhar, que dizia: "Eu vou sugar sua alma se você abrir a boca".

– Como se conheceram? — O pai de Damon pergunta.

Ah... Sr. Salvatore, você sabe como é. Ele me jogou dentro de uma lixeira e eu me apaixonei.

– Na escola. — Damon disse, quase que clamando por ajuda.

Como gostaria de vê-lo ajoelhado aos meus pés.

– Elena... Entrou na minha vida... E eu me apaixonei. — Olha, para ele até que isso foi um grau avançado de romantismo.

– Não gostaria...

– Sabe Tefinho. A minha Eleninha aqui está cansada, e vocês chegaram agora do outro lado do país, então... — Damon apertou minha mão. Aquela pobre alma estava desesperada. — Vamos deixar... Isso pra outro dia.

– Seu irmão tem razão, Stefan. — Irmão? Existe outro? Um já não é o bastante? — Elena, foi um prazer conhecê-la.

O homem mais velho segura em minha mão, beijando a mesma. Parece que Damon não puxou a educação do pai.

Me despedi deles, com um sorriso e um aceno de cabeça. Damon praticamente me arrastou para fora da casa.

Você já se imaginou na beira de um abismo. Sabe, tipo naquelas imagens depressivas que tem uma mulher se jogando de um penhasco? Essa é a sensação de ter um megalomaníaco segurando sua mão.

eu mal percebi que estava dentro do carro de Damon... Bem, até estar dentro do carro de Damon.

– Você matou meu avô. — Disse, depois do que me pareceu muito tempo. — Seu... Prole de meretriz, maluco psicótico e egocêntrico. Quem você pensa que é para me apresentar para aquelas pessoas, COMO A SUA NAMORADA, DAMON SALVATORE?

– Cala a boca, Elena... O que é um prole? — Ele pergunta, me fazendo rolar os olhos. — Escuta,e u não tenho culpa se você apareceu na minha casa vindo pra cima de mim igual uma maniaca sexual.

Ele me chamou de maniaca sexual?

– E vem cá, o que você estava fazendo na minha casa? É proibido a entrada de pessoas estranhas e fisicamente deformadas. — Ele diz, dando partida no carro. O que eu ainda estou fazendo aqui?

– Eu estava indo te matar. E aliás, valeu por contar pro Jeremy sobre o nosso "segredinho". Tem noção de como ele vai atormentar minha vida? — Digo, me virando no banco e cruzando meus braços.

– Eu não contei nada ao Jeremy... Só disse que passamos uma noite juntos. — Ele falou.

– Você o que? — Mentiroso, caluniador. Argh, Damon. Seu maldito. — Não passamos uma noite juntos.

– É claro que passamos. — Ele diz, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. — Você até dormiu no chão.

– Eu tinha oito anos, Damon. Oito anos. — Grito, novamente. Fazendo-o apertar os olhos.

– Escuta Elena, eu não disse nada sobre... "Aquilo" pro Jeremias. — Ele fala, quase como se quisesse me acalmar. — Relaxa.

Vocês devem se perguntar o que é, "aquilo"? Bem, eu meio que quase perdi a virgindade... Com ele.

Nem venham me julgar, ele me embebedou e me levou pro mato, e caso não tenham percebido, eu sou uma adolescente com os hormônios a flor da pele.

Se bem que... Ele até que estava descente naquele dia. Se o J.P não tivesse aparecido, eu seria mais uma garota na lista de desvirginadas do Damon.

– Eu não vou ser sua namorada. — Falo, fazendo-o frear o carro de repente.

– É claro que você não vai ser minha namorada. — Ele me olha com uma cara de nojo. Também não precisa ofender, projeto de lúcifer. — Você vai fingir ser minha namorada.

Sabe quando você escuta a melhor piada do mundo, e ai você tem um ataque de risos e parece uma retardada com transtorno mental? Acho que isso definiria meu estado naquele momento.

– Não, nunca, jamais, pode retirar o filhote de equino da perturbação pluviométrica. — Digo, sorrindo de forma debochada.

Damon me encara, sério. Os olhos azuis perfurando os meus e os lábios formando uma linha... Gostoso.

– O que porra você tá dizendo? — Ele pergunta.

– Eu falei pra você tirar seu cavalinho da chuva. — Novamente, rolo os olhos. Será que esse resto de menstruação só vai para escola pra poder me jogar na lata de lixo?

– Elena... Você precisa fazer isso? — Ele quase implora. Como alguém pode dizer não para esses olhos?

– Não. — Cruzo os braços, olhando para a frente.

– Eu faço o que você quiser. — Opa, opa, opa... Tá começando a ficar interessante.

– O que eu quiser? — Pergunto e ele balança a cabeça, confirmando. Ah Damonzito. Você vai comer na minha mão. — Hmm...

– Eu juro que nunca mais vou te infernizar. E nunca mais vou te jogar na lata de lixo e nem mandar a Bonnie enfiar sua cabeça na privada. — Sabia que ele estava por trás disso. — E eu juro que nunca mais vou te xingar de boca de estrume, nem de filhote de chupa-cabra.

Ele estava implorando. Damon Salvatore estava literalmente implorando para eu ser sua namorada... Ou... Quase isso.

O que você quiser... O que você quiser.

Eu não posso aceitar isso, não vou me vender só pro Damon poder alimentar sua mentira. Isso é praticamente uma prostituição... Eu estou prostituindo o meu status de relacionamento.

– Eu aceito... — Digo, depois de algum tempo. — Mas você vai cumprir a sua promessa, e não vai mais sair com nenhuma garota.

– O que? Escuta aqui, projeto de aborto menstrual, isso não é de verdade, nós vamos apenas fingir. — Ele fala, me olhando com indignação.

Me pergunto em qual escola de ofensas Damon estudou.

– E também não vai falar para os seus amigos que nós passamos a noite juntos, nada de festas, bebedeiras e sua vida de homem cafajeste acaba aqui. — Termino de falar, ignorando ele completamente.

E nós podemos fazer sexo... Sabe, só pra fortalecer a mentirinha.

– Não. Não e não. Eu já mencionei não? — Ele diz, colocando a máscara de assassino psicopata e sugador de almas.

– É isso, ou explicar para o seu pai porque você inventou uma namorada falsa. — Por que você inventou uma namorada falsa?

Ele abre a boca, para dizer algo, mas fecha a mesma. Damon repete esse ato algumas vezes, antes de respirar profundamente e conter um grito. Ele estava vermelho e assustador. Eu poderia jurar que Damon sairia desse carro com meu coração em uma mão e minha cabeça na outra.

– Tudo bem... Eu aceito. — Ele diz finalmente.

Eu quase engasgo. Isso realmente está acontecendo?

Eu vou perder a virgindade?

E como é que eu sou a maniaca sexual da história?

– Ah... Ok. — Gaguejo, estendendo a mão para Damon. — Namorados.

– De mentirinha. — Ele diz com deboche, segurando minha mão e quase triturando os meus dedos.

Aonde foi que eu me meti?

Notas finais
Gostaram? Odiaram? Críticas são sempre bem vindas. O maior capítulo que já escrevi até agora ÇSLKAPOSKAJS. Espero que aprovem, amando os comentários de vocês então comentem, por favorzinho c: Até o próximo, bjos ♥