Almas Sombrias.-One shot

1 Ao entardecer as máscaras caem.


Notas iniciais
Espero que gostem, one shot dedicada a vocês amados leitores. Nessa fic as pessoas podem apartar em Hogwarts okay?

Não existe o bem e o e mal, existe o poder

e os que são fracos demais para consegui-lo.

Lord Voldemort

Pov autora.

Em um dia escuro, a morte seguia pelas ruas quase desertas. Ninguém se atrevia a sair de casa, não com o mal à solta. Os comensais da morte estavam destruindo tudo o que viam. O medo consumia a população bruxa, todos sabiam que em breve o menino-que-sobreviveu teria que lutar contra o Lord das trevas. E isso os deixava com medo. Não tinham medo de Harry Potter falecer; tinham medo do Potter não vencer a guerra. Tanto fazia se ele morresse, contanto que você-sabe-quem fosse derrotado todos estariam felizes. E todos sabiam que em pouco tempo saberiam quem ganhou a guerra. Todos sem nenhuma exceção estavam indo para Hogwarts. E em questão de segundos lá estavam eles, os comensais da morte travavam uma luta contra todos que se opunham ao seu Lord. Harry Potter e Ronald Weasley passaram a manhã inteira procurando Hermione Granger, eles sabiam que não venceriam sem ela. Após horas procurando eles então decidiram que iriam lutar sem ela, os dois então aparataram para perto de Hogwarts, foi aí que eles perceberam que em breve restaria apenas um vencedor. E não importa mais se Hermione está ou não está por perto eles tinham que lutar. Os dois prepararam as varinhas e seguiram andando, Harry apressou o passo e Ronald tentou inutilmente acompanha-lo.

–Harry- gritou Ronald Weasley

–O que foi Ron? — Perguntou o Potter

Até agora o lado sombrio estava ganhando e isso deixaria o menino-que-sobreviveu aflito, mas ele ainda tinha esperança de ganhar afinal ele é o Eleito e é o seu dever matar Voldemort. A esperança fazia com que eles continuassem lutando não importava quanto tempo a guerra durasse o importante para a Ordem da fênix e para os bruxos contra Voldemort era que o Potter conseguisse o reinado das trevas destruir.

–A Mione sumiu a horas, ela devia estar nos ajudando a destruir as horcrux! Quando será que ela volta? — Perguntou o Weasley preocupado com o fato de não ter certa sabe-tudo para ajuda-los.

–Ela é esperta, logo estará aqui lutando ao nosso lado- disse o Potter pouco confiante.

A essa altura se era esperado que Hermione Granger nunca mais fosse vista, pois alguns suspeitavam que a coitada havia sido torturada até a morte por Belatrix Lestrange. Foi aí que em meio a maldições e torturas que o Potter de muito longe viu alguém usando uma capa preta, talvez fosse só um comensal, mas algo lhe dizia que aquela pessoa era sua amiga Hermione. A bruxa ou bruxo estava acenando e algo na cabeça de Harry dizia que era Hermione acenando para ele. Então o menino-que-sobreviveu correu em direção a pessoa com a capa preta que ele julgava ser Hermione, contudo antes de chegar até lá a pessoa desaparece como se nunca estivesse naquele local. Ronald corre atrás de seu amigo e lhe lança um olhar angustiado.

–O que está fazendo? — Pergunta o Weasley

–Pensei ter visto a Hermione- admitiu o Potter

–Deve ter sido só impressão sua, agora vamos temos uma guerra para vencer

Os dois pareciam extremamente confiantes. Mal sabiam eles que Voldemort está sempre um passo à frente, não importava o quão bons eles forem seria uma luta perdida, seria uma simples perda de tempo e só aumentaria o sofrimento de todos. Não muito longe do castelo a garota da capa preta entra na mansão Malfoy com um sorriso diabólico em seu belo rosto. Com passos graciosos ela entra em um luxuoso quarto verde e cinza. O Lord estava bem ali, sentado na cama de casal encarando a jovem garota de dezessete anos de idade, o olhar de Tom era severo, mas isso não deixou a garota assustada.

Ao contrário do que pensam o Lord nem de longe possui um rosto de cobra, graças a um feitiço a sua aparência continua a mesma que ele tinha aos seus dezoito anos de idade, entretanto a aparência de cobra sempre fora útil para afugentar a todos.

–Eu disse para você não sair- disse ele chateado por ela ter o desobedecido

–Não se preocupe querido eu estou bem-disse a jovem garota loira.

–Por que saiu? — Perguntou o Lord

–Eu tinha que ver se aqueles idiotas já tinham morrido e para falar a verdade não dou nem cinco minutos para eles sem a Hermione aqueles babacas não são nada.

–O Ronald Weasley pode até morrer, mas todos sabem que o Potter é meu- disse o Lord fazendo a garota soltar uma gargalhada típica da de Belatrix só de imaginar o Harry Potter sendo morto por seu amado noivo.

–E o pior de tudo é que eles realmente acham que vão vencer, sendo que eles nem têm chance. — Disse a garota fazendo o Lord rir só de pensar em quão burros o Ronald e o Harry estavam sendo em pensar que venceriam.

–Eles podem até ter esperança, porém eu tenho uma coisa melhor- disse Tom sorrindo maldosamente.

–O que é que você tem de tão especial que eles não têm? Além do poder é claro -perguntou a garota muito curiosa.

–Eu tenho você- disse Tom agarrando a cintura da garota e ela então sorri maliciosamente e se inclina para frente tocando os seus lábios com os de Tom. A língua de Tom pede passagem para a garota e ela rapidamente cede, o Lord das trevas então explora cada canto da boca da garota. O beijo foi então se aprofundando, se tornando cada vez mais feroz e intenso.

–Temos que ir- disse o Lord se separado da garota

–Amor, vamos ficar mais um pouco? — Insiste a garota fazendo biquinho, Tom soltou uma sonora gargalhada e encarou os olhos azuis acinzentados de sua amada.

–Temos que ir querida, temos uma guerra a ganhar- disse Tom vestindo a sua capa negra.

– Agora eu quero ver a cara que eles farão ao descobrir quem eu sou. O pobretão e o Cicatriz terão uma grande surpresa

Em quanto isso todos estavam lutando bravamente, várias pessoas haviam falecido como Lupin, Tonks, Gui, Cho, Luna e muitos outros. Belatrix então estava preparada para lançar uma maldição em Ronald, contudo Molly a empurrou e disse:

–O meu filho não sua vaca! — Antes mesmo que Molly lançasse sequer qualquer feitiço Belatrix havia lhe jogado a maldição da morte foi tudo tão rápido que Ronald não conseguiu fazer outra coisa a não ser correr. Ele não olhou sequer uma vez para trás, pois sabia que teria que encarar os olhos azuis profundos agora sem vida de sua amada mãe. Passando por uma infinidade de corpos ele se jogou direto no chão quando avisou o corpo sem vida de sua irmã Gina Weasley. Lagrimas brotaram de seus olhos, ele não conseguia acreditar que sua doce irmã fora morta e nem mesmo que sua mãe fora a pouco tempo atrás assassinada ao tentar defende-lo. Ron se sentiu um inútil, afinal não pode salvar a sua família, as pessoas que ele mais ama no mundo inteiro. Harry se aproximou lentamente e toco o ombro do amigo.

–Ele vai pagar- disse o Potter

–Mate-o Harry e faça ele sofrer bastante- pediu o amigo

–Como quiser- disse o Potter limpando as lagrimas de seu rosto afinal ele não pensava que seria tão difícil assim, ele não cogitou sequer a ideia de perder tantas pessoas amadas como Hermione, Luna e Gina. Os dois se levantam e dão de cara com Rodolfo Lestrange.

– Sectumsempra- diz Rodolfo

–Protego Nerus- diz Harry protegendo ele e o amigo do feitiço- Expelliarmus- a varinha de Rodolfo é lançada no chão, mas antes de Ron ou Harry fazerem qualquer outra coisa uma pessoa de capa preta aparece e pelo seu porte físico não era a pessoa que Harry vira mais cedo. Então a pessoa tira a capa revelando o rosto jovial de Tom Riddle, todos se surpreendem afinal se era esperado um homem parecido com uma serpente e sem nariz e não um galã de novela.

–Então Potter, preparado para me enfrentar? – Perguntou o Lord Voldemort

–Você não matará mais ninguém esta noite- disse o menino-que-sobreviveu se enchendo de uma súbita onda de coragem.

–Isso é você que pensa- disse uma voz feminina que fez Harry se arrepiar ele reconheceria essa voz eu qualquer lugar, uma voz decidida e delicada, de uma pessoa a qual ele não queria nunca abandonar, alguém que ele queria sempre estar ao seu lado, alguém que ele imaginou ser somente uma garota, uma garota que havia lhe roubado o coração e para ser bem mais específica aquela era a voz de sua amada Gina Weasley.

–Gina? – Perguntou Ronald e então se é escutada uma sonora gargalhada. Um dos comensais dá um passo à frente e retira a capa revelando os cabelos ruivos e sedosos de Ginerva Weasley. Harry e Ron ficaram alegres por vê-la viva, mas ao mesmo tempo ficaram chocados, todos ao redor pararam o que estavam fazendo e começaram a cochichar entre si. — O que você está fazendo aí?

–Que foi Ronald? Achou mesmo que eu iria trair minha família? — Perguntou a ruiva

–Como assim!?- perguntou Harry- sua família são os Weasley você não pode ser uma comensal da morte. E além disso você está morta

–Na verdade Harry, eu Fred e Jorge fomos tirados de nossos pais durante a guerra e adotados pela família Wealesy. Meus verdadeiros pais acharam nós três quando eu tinha onze anos de idade até hoje nos escondemos isso das pessoas. Meu verdadeiro nome é Genevieve, Fred na verdade se chama Edward e Jorge se chama Mike. E sobre eu estar morta, eu só tive que usar a poção polisuco em uma pessoa morta bem na hora que eu avistei vocês, aí eu coloquei a capa da invisibilidade e fiquei esperando no escritório do diretor.

O choque era aparente no rosto das pessoas, afinal quem diria que a família Weasley não era tão perfeita quanto fazia parecer? Os gêmeos então saíram do lado do bem e foram para junto da irmã.

–Quem são seus pais? — Sussurrou Ronald chocado demais para olhar os três afinal ele passou a vida inteira achando que eles fossem irmão e agora do nada descobre que seus irmãos não são seus irmãos. Era informação demais para uma tarde só.

Então Gina ou melhor dizendo Genevieve deu uma gargalhada maléfica e paranoica que fez o sangue de muitos ali gelar.

–Essa é a minha garota- disse nada menos nada mais que Belatrix Lestrange abraçando os três filhos, os olhos de todos os que não sabiam desse segredo se arregalaram. Então Rodolfo Lestrange vai até lá e abraça a sua esposa, beija a testa de seus três filhos e dá um beijo de tirar o folego em sua esposa. Se eles não fossem comensais cruéis Ronald aceitaria melhor a situação, para falar a verdade a origem dos ex-Weasley pegou a todos de surpresa menos os íntimos que faziam parte da família.

–Hoje as máscaras caem- disse a garota que ele vira mais cedo

–Exatamente meu amor- disso Tom com um sorriso torto. -Genevieve quer dar as horas?

–Claro- respondeu ela com um sorriso sínico nos lábios, lábios que até pouco tempo Harry desejava beijar e agora a única coisa que sentia pela garota a frente era repulsa.

–Espera Gigi! — Exclamou a garota

– O que foi Lady? — Perguntou Genevieve fazem todos arregalarem novamente os olhos imaginando que quem em sã consciência se casaria com um cara tão asqueroso quanto Voldemort.

–Como eu disse hoje as máscaras caem- disse a garota tirando a capa. A garota no ver de todos ali era linda, cabelos loiros platinados, olhos azuis acinzentados, alta sem exagero, corpo definido na medida certa. — Agora para aqueles que não me conhecem- disse ela fazendo um feitiço não verbal sem varinha se transformando então em Hermione Granger- Oi eu sou a sabe-tudo Granger!

A essa altura muitos arregalaram mais ainda os olhos (se isso é possível). Estavam todos pasmos e sem reação alguma. A garota soltou uma risada maldosa e se transformou na garota loira.

–Quem é você? — Sussurra o Potter nervoso, afinal Hermione desaparecera hoje de manhã e essa lady de araque com toda a certeza dever estar tentando o enganar.

–Querido eu sou Alison Black Rosier Malfoy atual noiva de Voldemort, ou se você preferir: a garota que fingiu ser uma sangue ruim só para te ver morto-disse a Alison sorrindo.

–Não pode ser- murmura o Wesley e a essa altura todos comentavam coisas como “A Granger é sangue puro? ” Ou “Ela não era amiga do Potter? ”. Já deviam ser lá para as quatro e cinquenta da tarte e a guerra continuava, entretanto não uma luta corpo a corpo e sim uma luta verbal em que os segredos dominam os adversários.

–Então algum último pedido antes de morrer? — Perguntou Alison olhando para os dois.

–Por que você está fazendo isso Mione? — Perguntou o Wesley

–Já que vocês em breve vão morrer merecem saber a verdade- concluiu Alison- eu sempre soube que eu sou uma sangue-puro e dede pequena fui destinada a casar com o Lord. Tive que esconder a minha real identidade para poder te destruir quando fosse a hora. No primeiro ano eu comecei atuando como a feiosa e sabe tudo Granger, fiz um feitiço básico para ir para a casa do Potter, era para Voldemort ter te matado ainda naquele ano, mas infelizmente não deu. No segundo ano Gigi fingiu estar no controle da versão do diário de Tom, foi tudo armado e era para o basilisco ter te matado, no entanto você novamente escapa. No terceiro ano Sirius apareceu o que não foi nada bom afinal ele tinha que continuar sendo a culpado afinal você não deveria saber nunca a verdade. Gigi, Edward, Mike e eu tentamos de tudo para afasta-lo do Black e de novo uma ajudinha do destino, vulgo Minerva, aparece e detém meus planos. No quarto ano meu Lord faz você entrar no troneio tribruxo, Cedrico é morto e meu Lord te torna só mais uma pessoa a qual ele pode torturar e antes de te matar vem aquelas fantasminhas chatos que você chama de família. No quinto ano teve a chata da Dolores nos vigiando 24 horas por dia depois de treinar alguns feitiços ainda tivemos que invadir o ministério e lutar contra comensais então não tive muitas chances de te entregar para o Lord. E aqui estamos nos né Alvo? — E então um comensal vem a frente tirando a capa mostrando o ex-diretor Dumbledore que todos pensavam estar morto.

–Você não estava morto? Eu mesmo vi! — Falou Harry confuso e todos nessa hora parecem muito surpresos e olha só que nem foram revelados todos os segredos.

–Confundus é um ótimo feitiço para confundir, Harry- disse Alvo sabiamente

–De todos vocês eu não esperava isso de você professor! – Falou Minerva severamente

–Fazer o que né? — Falou ironicamente Snape- agora chega de lengalenga e vamos ao que interessa.

–Calma padrinho- disse Draco calmamente- maninha mais alguma coisa a falar?

–Na verdade sim: Eu estou gravida há um mês- disse Alison

–Eu vou ser pai- disse Tom quase chorando de alegria

–Vou ser avó/avô- disseram Narcisa, Lucio e Alvo ao mesmo tempo

–Ebe! Vou ser titio- disse Draco todo contente

–Chega! Sogro alguma coisa para adicionar? — Pergunta Alison

–Sim- disse o professor- Harry e Ronald eu nunca acreditei em lado bom ou ruim e Tom também não. Nós acreditamos em poder e isso nos uniu desde cedo, assim como todos aqui eu só fiz fingir não querer poder... ah temos outra coisa para contar Tom Riddle na verdade é Tomas Dumbledore. Essa coisa toda dele ser filho de Merope é verdade, porém o resto é mentira. Merope morreu sim no parto, mas não tem trouxa nem orfanato nenhum. Foi tudo um plano, afinal meu romance com Merope foi desconhecido, pois todos achavam que ela gostava de Tom Riddle. Meu filho conseguia a cada dia seus seguidores e eu fingia estar contra para continuar no poder e Hogwarts ajudando o Lord.

–Obrigada pelas palavras pai-disse Tom-Genevieve- disse ele calmamente

–Tchauzinho “maninho” — disse Gigi com desdém evidente na voz- Avada Kedavra! — Weasley caiu morto no chão seu corpo sem vida deixou o Potter irritado. Seus olhos lacrimejavam e então ele lançou um Expelliarmus em Tom ao mesmo tempo que ele lhe lança a maldição da morte. Ambos os feitiços se chocaram. Todos observavam atentamente cada movimento dos dois. Harry parecia estar quase derrotando o Lord então Alison segurou a varinha de seu noivo deixando sua magia fluir.

–Potter você poderia até ter destruído as outras horcrux, mas nunca venceria- disse Alison- eu e Tom somos a horcrux um do outro e para mata-lo você terá que me matar primeiro.

Nesse momento o Potter já sem forças cai no chão. Agora ele deve estar junto aos Weasley e a sua família. A guerra foi ganha e ninguém vencerá o Lord e a Lady das trevas.

–Quem quiser se aliar a nós venha ou morra- disse Gigi. Então Neville veio andando fazendo todos rirem.

–Eu nunca me aliaria a vocês prefiro morrer! -Ele gritou

–Já que insiste- disse Alison- Avada Kedavra!

Poucos foram os que não quiseram se aliar ao Lord. Fora usado um feitiço para saber os verdadeiros súditos e os que quiseram os enganar foram mortos. A nova era começou e ninguém poderá impedi-los de purificar o mundo bruxo. Agora que o Eleito está morto tudo ficou mais fácil. As máscaras caíram antes do entardecer. Os segredos antes desconhecidos agora se tornaram públicos.

Onze anos depois....

–Rose, Scorpius — Alison chama os seus filhos

Rose é a cara da mãe em tudo tanto na aparência quanto nas atitudes enquanto Scorpius é o clone quase perfeito de Tom, as únicas coisas que ele não tem igual ao pai são os olhos e cabelo que puxou da mãe. Hoje é o dia em que os filhos do Lord e da Lady vão ter o primeiro ano de escola deles. E para os pequenos isso é assustador, ser filho do rei e da rainha do mundo bruxo é uma grande responsabilidade e os dois não queriam decepcionar a família indo para a Grifinória. Alison e Tom procuravam os seus filhos até que os acharam perto do trem.

–Então crianças qual é o problema? — Perguntou Tom

–Pai, mãe, o que vocês vão achar se eu for para a Grifinória? — Pergunta Rose

–Filha não importa a sua casa iremos te amar de qualquer jeito- disse Alison

–Mas se vocês não forem para a Sonserina iremos deserdar vocês- disse Tom

–Tom para de falar besteira- fala Alison severamente

–Tudo bem, então seja qual for a casa de vocês que não seja Grifinória- disse o Lord abraçando os seus filhos

–Fiquem perto do primo Hugo- disse Alison- Tio Draco pedido para vocês vigiarem ele e ignorem o pai de vocês, não importa a casa.

–Está bem mãe- dizem os dois entrando no trem

–Sentiremos a falta de vocês- dizem Tom e Alison

–Nós também-dizem as crianças acenando pela janela

–A casa vai ficar tão vazia sem eles- diz Tom

–Nem tanto, tem minha mãe, meu pai, o seu pai, Draco e a Astoria, a segunda filha de meu irmão que tem apenas alguns meses e o nosso outro filho

–Que outro filho? — Pergunta Tom. Quando ele vê a mão de sua esposa na barriga ele então dá um largo sorriso e os dois dão um beijo de tirar o folego.

–Eu já disse que te amo? — Pergunta ele

–Um milhão de vezes- diz Alison e os dois aparatam para o belo palácio onde governavam o mundo bruxo e também onde sua adorável família os esperava.

Este é o fim? .... Não, é só o começo.

Notas finais
Obrigada por lerem.Xoxo
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!