Almas Prometidas - Interativa.
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Eu corri com o tempo e já neste capitulo aparece uma personagem! Nos próximos terá a participação de todos, e o tempo passará mais um pouco.
–Mãe! Mãee!!!!!!!!!- Charlotte entrava na casa chorando, numa velocidade inumana.
–O que houve Charlie?- Elena pergunta entrando na sala, eu estava vendo televisão, para passar o tempo.
–Tem alguém aí... Ela é do mal mamãe! Ela matou o Rick. — Rick, como ela chamava, era o coelho dela. Não sei como Stefan não matou o bicho antes!
Charlotte agora tinha três anos e aparentava ter seis. Sua pele era branca, o rosto em forma de coração, a cor de suas bochechas eram pétalas de rosa em contraste com a sua pele. Cabelo castanho escuro liso, com pequenos cachos na ponta, olhos castanhos esverdeados.
–Como ela é filha?- Elena ficou na mesma altura que ela.
–Ela... Ela parece com vo... -ela não conseguiu terminar por que...
–Olá família!!- escuto a voz de Katherine, irônica, da entrada.
–Cuidado ela morde!- digo brincalhão olhando para Charlie, que no mesmo instante começou a rir do meu comentário, apesar de ser pequena era muito inteligente.
–Está, por acaso, me chamando de cachorra Damon? –ela diz colocando as mãos na cintura.
–E se por acaso eu estivesse?- digo sem a olhar.
–Bem feito sua bruxa!- diz Charlie cruzando os braços e amostrando a língua para ela.
–Eu não sou uma bruxa, mas conheço uma bem pequena, sabe... Ela acabou de me dar língua.
–Idiota!- Charlie diz discursando os braços.
–Enxerida!
–Duas crianças... -Stefan comenta chegando a casa, pela porta dos fundos.
–Papai!- ela corre para os braços dele, o abraçando, enquanto ele a apegava no colo.
–Papai?- pergunta Katherine.
–Não mamãe!-Charlie diz irônica como sempre, ela detesta falas idiotas.
–Charlotte!-Elena a repreende.
–Desculpa... -Ela abaixa a cabeça, em arrependimento.
–Coitada, ela não merece ser repreendida, essa vadia é quem merece! –digo me levantando- Charlotte está totalmente certa!
–Vadia?- Charlotte pergunta jogando a cabeça para o lado, em sinal de duvida- O que é isso?
–Nada!-diz Stefan rapidamente-Já sei com quem ela aprende essas coisas... Logo vi.
–Oi, ainda estou aqui, quero respostas!- diz Katherine, chamando nossa atenção-Antes de ir embora!
–Já tinha que ter ido!-digo a ela.
–Vai para o seu quarto, filha. — Stefan a coloca no chão
–Está lá em cima ou aqui em baixo, não faz diferença. — ela diz se referindo a audição, ao seu poder também.
–Vá e depois eu te dou outro Rick!- digo para ela, tentando ajudar Stefan, tem horas que ela só me ouve.
–Mas ele era único!- ela diz triste
–Não será mais! Vá logo!
–Tudo bem...
Ela começa a andar em direção a escada, mas antes ela para de frente a Katherine e diz.
–Bobona!
–Vem cá sua pirralha desgraçada, que eu vou te amostrar quem é a bobona.
Antes que Katherine pudesse correr em sua direção ela subiu o mais rápido que conseguia.
...
Estava indo para o Mystic Grill(novamente), dirigia meu carro tranquilamente, quando só escuto uma voz do banco de trás.
–Tio Damon!-paro o carro imediatamente. -Tomou um susto!- ela cantarola rindo de mim.
–Como. Você. Veio. Parar. Ai?- digo pausadamente, me virando para trás.
–Entrando né?- ela diz se sentando no banco.
–Como eu não senti você?-digo mais exato
–Eu sou muito boa no esconde-esconde. — diz exibida
–Seus pais sabem que você está aqui?
–Não.
–Então porque você veio?
–Eu não gosto daquela bruxa.
–Mas a Bonnie também é!
–Ah tio, você me entendeu.
–Vou te levar agora para casa!- digo ligando o carro e me preparando para manobrar o carro quando eu escuto.
–Por favor, tio Damon... Me leva para a casa da tia Bonnie...- vi sua carinha pelo espelho, suas mãos estavam unidas como se fosse rezar, mesmo a pessoa mais dura do mundo não ia resistir a essa carinha...
–Droga!- bato no volante seguindo para a “cidade”- Seus pais vão me torturar arrancar meus membros, para depois me matar realmente.
–Não se preocupe... Eu não deixo!
–Você não poderá fazer nada.
Depois disso ela não diz mais nada. O caminho todo foi em silencio, a não ser o barulho do carro. Estaciono o mesmo em frente da casa de Bonnie, abro a minha porta e saio, abro a porta de trás para Charlie e a vejo sair cabisbaixa com sua mochila nas costas... Ela andava na frente me deixando perto do carro.
–Vejo que veio preparada. — tento desfazer o silencio.
–Sempre é bom estar preparada. — ela diz um pouco rude.
–O que foi? Por que está falando assim comigo?-fui para o seu lado, colocando a mão em sua cabeça com cuidado.
–Nada. — ela diz no mesmo tom.
–Ah é assim? Eu te trago aqui, escondido, sabendo da minha provável morte... E você fica toda emburrada?- ela vira para mim, sorrindo de canto.
–Você não vai morrer...
–Ora, ora... Se não é o Damon Salvatore bancando a babá. – alguém diz batendo palmas, me viro para a direção da voz, Charlotte se esconde atrás de mim colocando suas mãos na minha perna.
-Bárbara(http://4.bp.blogspot.com/_1xnv5z6sc8o/TEDchbIoAHI/AAAAAAAACPk/bjlqyAs_UxU/s1600/nikki-reed-eliza-magazine-03.jpg)?- digo reconhecendo a mulher de cabelos castanhos claros, ondulado. Olhos castanhos mel, quando não está com sede, quando está são vermelhos. Corpo normal para uma adolescente de 16 anos (pelo menos é essa a sua aparência), bem formado e até mesmo belo.
–Então se lembra de mim?-ela cruza os braços sorrindo maliciosa- Incrível.
–O que faz aqui?
–Passeando pela a cidade... — ela da de ombros- E você?
–Moro aqui.
–Hum... -ela fica de frente para mim- Vejo que tenho motivos para ficar agora... -ela coloca as mãos no meu tórax e começa a subir e a descer.
Hm-hm
Charlotte teve de pigarrear para chamar minha atenção; tinha perdido a noção de que ela estava ali.
–Quem é a criança?- ela perguntou entediada para mim.
–Charlotte... Ela é minha...
–Tio!-ela disse mais breve- Depois vocês fazem o que precisam... Mas agora eu quero a tia Bonnie. — disse mandona o seu olhar era um pouco triste, colocando as mãos na cintura, ela lembra muito Elena (insistente que nem ela).
Viro-me para ela e bato continência, brincando.
–Sim senhora!- o que a faz rir por uns segundos.
–Vamos logo Damon, garanto que não se arrependerá. — escuto Bárbara dizer baixinho no meu ouvido.
Assovio alto, normalmente era assim que eu chamava Bonnie, de um jeito que ela saberia quem era. Em poucos segundos Bonnie apareceu na porta.
–Charlotte? O que faz aqui?- ela pergunta vindo até ela.
–Katherine está lá em casa, ela não gostou dela, o que era de se esperar... Então ela clandestinamente se escondeu no meu carro e pediu para que a trouxesse aqui.
–Ok. — disse Bonnie, tentando levar Charlotte para dentro, mas a mesma não saia do lugar e só olhava fixamente para Bárbara e da Bárbara para mim.
–Ih... O que foi garota?- ela pergunta- Por que está me olhando desse jeito? Vá logo, entre, deixe seu tio e eu conversar um pouco. — seu tom no final foi totalmente malicioso.
–Eca!- Charlie fez uma cara de nojo- Vocês não vão “conversar”... Que nojo!
–O que seus pais te ensinam garota?!?
–Vamos Charlie, diga boa-noite e vamos entra!- Bonnie começa a puxa-la de leve para dentro.
–Boa noite!- disse cabisbaixa, seguindo Bonnie, e fazendo um não com a cabeça.
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