Almas Ligadas

2 20° Aniversário.


Notas iniciais
Desculpe a demora, época de provas. u.u
Enfim, aproveite. ô/ Esse capítulo é curtinho já que é uma introdução pra verdadeira história e tal.

"Tudo bem Jodie, você vai convencê-lo", disse à mim mesma. Meus olhos fixavam Nathan sem um desviar, como se eu estivesse tentando persuadi-lo.

– Jodie, desista – finalizou ele, cruzando os braços.

– Mas é meu aniversário! – resmunguei.

Cole entrara no local – antes que pergunte, assistente de Nathan – com uma cara aflita, ofegante.

– Eles estão aqui, Nathan. A CIA. Eles... Querem... Você... – procurando algum folego, Cole apontara para mim.

Mal pude acreditar que depois de tudo o que aconteceu, a CIA ainda não desistira – se bem que já era de se esperar, já que aquele bando de idiotas "clamam" por mim.

– Aiden, vamos. – a porta então fora aberta devagar e silenciosamente, no momento que direcionei-me à mesma. Andei na espreita até a recepção, e não obtive sucesso, sequer um sinal dos policiais.

– Veja se há alguém por aqui. – sussurrei, ele entendera meu recado, pois senti que algo se afastava de mim cada vez mais.

Depois de alguns segundos de tremedeira, meus pés começaram a doer insuportavelmente, e a dor se espalhara da perna até a cabeça.

– Vá logo, Aiden. Não aguentarei... Por... Tanto tempo.

Com dificuldade, inclinei-me para espionar.

Droga!

Ryan estava ali, acompanhado de uma pistola de quintas, junto de um colete chinfrim que não seria difícil destruir.

– Aiden, volta! – disse, aumentando o tom de voz.

A dor passara em alguns instantes, quando a presença dele tornou-se mais ampla – conseguia senti-lo mais fortemente.

Saí da espreita, andando lentamente até Ryan, com um sorriso satisfatório no rosto. Ergui as mãos, deixando-as no ar.

– Uau, pode me prender.

– Eu não conseguiria.

– Então largue essa arma e lute como homem. – desafiei-o. Eu sabia exatamente suas táticas, e ele não recusaria tão cedo.

Num passo, ele recuou, deixando que a arma escorregasse sob sua mão e caísse lentamente no chão, emitindo um som alto.

– Covarde. – murmurei, cruzando os braços.

– Eu não bato em mulheres.

– Claro que não, você mente pra elas.

Ryan revirara os olhos, aproximando-se de mim.

– Apenas sigo ordens! Jodie, me perdoe. Seja lá o que for... Mas por favor, Jodie...

Antes que pudesse pensar, deslizei minha mão em seu rosto, dando-lhe um tapa, fazendo-o perder o equilíbrio, por fim, empurrei no chão.

– Desiste, Ryan. Desiste!

Num súbito movimento, ele agarrara a pistola que antes encontrava-se no chão à seu alcance.

– Não... Se... Mexa. – dizia ele, tremendo.

Respirei fundo, parada.

– Aiden, não.

– Jodie! – Cole vinha em minha direção, correndo rapidamente, quando se deu conta de que Ryan disparara uma bala em sua direção, que atingira seu estômago, perfurando-o. – Jo... Jo...

– COLE! NÃO! – logo, virei-me para Ryan novamente. – Seu... Filho de uma puta!

Naquele instante, Aiden prendera sua respiração. Ele tentava recuperar fôlego enquanto gargarejava sua própria saliva, desabando no chão.

Era a minha decisão... Ajudar um dos dois –, mas eu nem hesitei! Me abaixei ao lado de Cole, tocando em seu machucado, ele gritara.

– Jodie, o que está acontec... COLE! – Nathan chegara em disparada. – ALGUÉM CHAME UMA AMBULÂNCIA!

***

– Sim, Nathan?

– Jodie, acho que finalmente descobri.

– O que?

– A razão pela qual você e Aiden estão... Ligados.

Meus olhos arregalaram, e em meu coração, senti um estalo indescritível. Eu não conseguia entender, mas... Foi tarde demais quando descobri que Aiden não queria voltar "pro outro lado".

"Não me deixe.", lembrei.

Notas finais
O que acharam? (=
Desculpe, foi bem curto, hahah!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.