Alliance.

1 Capítulo 1


Notas iniciais
MEUDEUS, EU SOFRI PRA FAZER UMA SINOPSE DE UMA LINHA! Primeira história da minha vida, espero que gostem. ♥


Era uma tarde calma e tediosa no Sunny. Alguns aproveitaram o calor aconchegante proporcionado pelo sol — Nami estava deitada na cadeira, cochilando, Chopper secava suas plantas medicinais, Robin regava o canteiro de flores e Brook procurava inspiração para mais uma canção. Todos haviam arranjado algo para fazer, menos Luffy. Não parecia divertido conversar com ninguém dali, então rumou para a biblioteca do navio, a procura de seu aliado e amigo.


— TORAOOO! — Gritou ao vê-lo ali e esticou os braços agarrando o sofá, indo até lá rapidamente e com força total, resultando num Luffy batendo no móvel com tudo e indo de encontro ao chão. Law nada fez, apenas virou o rosto levemente em surpresa — jamais se acostumaria com tanta energia do outro capitão — e, notando que não tinha acontecido nada fora do normal para os padrões daquele navio, voltou a atenção para seu livro.


— Torao, o que você tá lendo? — perguntou, ajeitando-se no sofá e prestando o mínimo de atenção no livro, mesmo que, lá no fundo, não tinha interesse algum.

— Um livro de medicina. — retrucou, sem desviar seu olhar do livro.


— Ahhh... Vamos fazer alguma coisa divertida juntos! — pediu com certo entusiasmo, porém não obteve resposta. — Ei...


— Hm? — respondeu, arqueando levemente as sobrancelhas.


— Por que você nunca sorri? — Indagou casualmente. Não é como se não tivesse o visto assim, mas era somente quando ele estava numa batalha brincando com a cabeça de alguém. Nada demais.


— O quê? — O observou inquisitivo. — Eu não costumo fazer essas coisas, só isso.


— Ah é? Nem se alguém te fizer cócegas? — Revidou o menor, já se ajeitando no sofá.


— Nem pense nisso. — Logo ajuntou. Vira o aliado soltar um muxoxo.


— Mas sorrir é tãão fácil! — Num gesto rápido, colocou uma mão de cada lado do rosto de Law e puxou para forçá-lo a sorrir.


— Ei... — Sentira seu rosto ficar vermelho (não apenas pelo puxão) e estapeou os dedos do mais novo para que pudesse voltar a leitura. Antes disso, Luffy envolveu sua mão com as suas e começou a dedilhar suas tatuagens. Por algum motivo desconhecido para si, não queria tirá-la dali.


— Torao, você não parece estar mau humorado, então tem que sorrir sempre! — proferiu com seu jeito costumeiro e inocente de sempre, porém ainda tateando a mão do maior.


E sorriu. Era realmente difícil manter-se sério perto do menor. Pois, mesmo que fosse (muito) insistente, era divertido ver que, ao mesmo tempo que era forte e decidido quando coloca uma ideia na cabeça, era bobo e inocente. Quem não sorriria para ele?


— Sabia que você ia sorrir! — Exclamou, contente. Ainda segurava sua mão e estava perto. Perto demais. Antes que pudesse reagir à algo, Luffy desvencilhou-se de si e em menos de dois segundos já estava correndo pelo navio gritando que estava com fome para o cozinheiro. Menos mal para Law. Naquele exato momento sentia seu rosto quente e sua pulsação levemente acelerada.
É.
Talvez aquela aliança não seria tão simples assim.

Notas finais
QUE DECEPÇÃO VER TÃO POUCAS PALAVRAS, NA MINHA CABEÇA ERA MELHOR. BJS
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!