All You Need Is Love

17 Prédio abandonado


Notas iniciais
Gente desculpa a demora!! Agora eu me encontro em uma cidade que não existe no mapa... Hhahaha Santopolis! Alguem ai conhece?? Anyway. Dedico esse cap para o meu amor--->Lauanny.Obrigada pela indicação que ainda não chegou. Te amo gata.
Desculpem os erros

Adivinha onde estamos? Sim London Eye. Agora me explica como alguem consegue ser tão perfeito? Ele simplesmente me fez a pessoa mais feliz do mundo apenas com um jantar, e para completar ele me traz em uma das maiores rodas-gigantes do mundo. Nós já fomos na London Eye, agora nós estamos sentados em um pequeno banco de madeira tomando sorverte. Me sinto como nos velhos tempos, todos os dias depois da escola Zayn me levava para tomar sorvete em um pequeno estabelecimento, que já não existe mais.

–Lembra quando todos os dias a gente ia tomar sorvete?-Ele tá lendo os meus pensamentos?

–Estava pensando nisso agora.

–Bons tempos né?-Ele disse, e eu acenti com a cabeça.

Terminamos de tomar, e ficamos mais um tempo abraçadinhos no banco observando a pequena movimentação de pessoas apressadas, depois resolvemos ir em bora. Ele disse que iria me deixar em casa.

–Obrigada Zayn. Por tudo.

–Não precisa agradecer, ter a sua compania é a melhor coisa que pode exitir.-Own! Zayn se você está tentando ser mais maravilhoso do que já é, pode crer que está conseguindo.

–Hoje foi maravilhoso. Você é maravilhoso.-Eu disse sorrindo que nem uma idiota. O sorriso mais lindo que eu conheço apareceu em seu rosto.

Ele foi chegando mais perto, cada vez mais, fechei meus olhos e senti seus labios maicios precionando os meus, sua lingua pediu passagem e eu prontamente cedi, minha lingua explorava cada lugar de sua boca, e ele a minha, senti ele sorrir. Mordi, e chupei o labio inferior dele, ele fez o mesmo, sorri. Cada toque me fazia arrepiar, nossas linguas se entrelaçavam, e agora mais pareciam brigar uma com a outra, estavamos em uma sincronia perfeita, nossas bocas encaixavam perfeitamente. Infelizmente os seres humanos nessecitam de oxigeneo, e o ar fez falta. Separamos nossos labios e finalizamos com um selinho, depois outro, e depois outro. Sorria de orelha a orelha, o conhecido sorriso de chershire.

–Tchau Zaza.-Disse dando um sorriso de lado.

–Tchau flor, boa noite.

–Boa noite.

Desci do carro, peguei minha chave da bolsa e entrei em casa. Que estranho Lucy, não estava lá... Anyway. Subi as escadas, arremecei minha bolsa na minha cama, e tomei um banho rapido. Se eu IA dormir? Acertou. Mas eu estava tão feliz que eu não pegava no sono, virava de um lado, pro outro, me cobria e me descobria, e por ai vai. Como a Lucy não estava em casa, fiz uma playlist, coloquei pra tocar e pulei na picina.

Lucy POV.

O Harry me chamou pra sair, porque queria falar comigo. Ok, tomei um banho, coloquei uma calça jeans escura e colada, uma camisa soltinha meio que transparente, e um maxi colar. Finalizei com uma maquiagem basica e um vans. Iria encontrar ele em um parque, desci as escadas e chamei um taxi. Paguei o taxista e fui andando em direção ao Harry que estava se pegando com uma vadiazinha qualquer. Af garoto idiota, nojo. Cheguei mais perto e fiquei olhando aquela cena repulsiva, e não eu não tenho ciume afinal eu não gosto dele, o único sentimento que eu tenho dele é respulsa, nojo dele pegar qualquer uma. Cansei de ficar lá olhando e sentei no banquinho em frente a eles. Logo o Haroldo separou o beijo e ficou sorrindo galanteador, a vadia lhe entregou um papel que eu resumi ser seu telefone. Depois de muito tempo ele reparou que eu estava lá.

–OI.-Ele disse.-Eu apenas sorri cinica.-Desculpa por isso.

–Não precisa se desculpar, afinal, você pega as vadias que você quiser. E eu já percebi que eu não tenho mais porra nenhuma, pra fazer aqui. Agora vai lá na esquina ver se tem mais uma vadia querendo te dar.-Disse irritada e me levantando para ir em bora.

–Ah qual é Lucy.

–Tchau Haroldo.-Disse saindo apressada.

–E se eu te pagar um capuccino?-Como assim ele descobriu meu certo vicio com capuccinos? Merda!

–Tá.-Disse desanimada, e ele sorriu.

–Vamos.-Ele disse pegando no meu braço e me puxando. Tratei de logo tirar o braço.

Caminhamos até um predio que tinha uma placa escrito “ Melhor capucinno de Londres, segundo andar” O predio era meio velho com a tintura gasta, hesitei. Só que o idiota do Haroldo me forçou a ir. Entramos no predio, completamente vazio, paramos em frente ao elevador, e logo o mesmo chega. Entramos no elevador, as portas fecham, e... A PORRA NÃO SOBE! Ok estou presa em um elevador de meio metro quadrado, com um maluco safado. Respira, inspira, respira, inspira, respira. Ai meu deus! Celular, celular! Isso tem o celular... Merda não tem sinal!

–QUE BOSTA VIU?-Gritei completamente irritada.

–VOCÊ FALA COMO SE A CULPA FOSSE MINHA!

–E NÃO É?

–OBVIO QUE NÃO!

–CLARO QUE É! QUEM FOI QUE ME ARRASTOU ATÉ AQUI? Atá, foi oque eu pensei.-Sorri cinica.

–Desculpa.-Ele disse abaixando a cabeça e eu juro que eu vi uma lagrima escorrer.

–Não tem problema.-Disse o abraçando, e nossa! Ele tá quente.Ele sorriu desanimadamente.-Haz, você tá bem?

–Na verdade? Não.

–Oque você tem?

–Minha cabeça doi, e eu estou com frio.-Ele disse cruzando os braços e fazendo bico.

Nos sentamos no chão, ele deitou a cabeça no meu colo e eu fiquei mechendo nos cachos dele.(N/A Que inveja Gzuis.) Logo ele adormeceu. Ele estava soando, seu corpo estava muito febril e ele passava a mão nos braços em uma tentativa não muito inteligente de se esquentar. Tirei meu casaco o cobri, só depois lembrei que eu sempre carrego um remedio para febre na minha bolsa, peguei-o e fiz o Haz engolir sem agua mesmo. Coloquei minha bolsa embaixo de sua cabeça e me deitei ao seu lado. Dormimos de conchinha.

Acordamos com um barulho enorme do outro lado da porta, parecia que iam arrombar, e assim o fizeram.

–Oque vocês estam fazendo em um predio abandonado?

–Achamos que tinha um café lá em cima.

–Tá. Agora saiam.

Eu e o Haz saimos as pressas de lá e sentamos em um banco em uma pequena praça, onde crianças corriam, casais trocavam acaricias, e outras pessoas assim como nós, apenas observando o movimento. O haz começou a ter um ataque de riso.

–Rindo de que?

–De ontem.

–Idiota. Como você consegue rir disso?

–Não sei... Ontem você ficou preucupada comigo.

–Ué! Tem como não ficar? E você tá melhor?-Ele acentiu com a cabeça.

–Obrigada por cuidar de mim.-Apenas sorri de leve.

–Agora vamos embora? A Manu vai me matar.

–Se é que ela voltou para casa ontem.-Ele disse rindo, e falando maliciosamente.

–Ela tem juizo. E o Zaza támbem.

–Ela pode ser, mas o Zaza...-Começamos a rir.

Nos levantamos do banquinho e fomos caminhando até a casa da Manu, nos despedimos e entrei na casa. Subi as escadas, entrei no quarto com cuidado, coloquei um pijama e dormi.

e

Notas finais
Review? Alguma coisa? Beijões!