Notas iniciais
Heyyyyy, estou eu aqui de novo bem atrasada. Porém com um capítulo novinho. Obrigada a TDs q comentaram e que vem comentando. Eu revisei o capítulo algumas vezes , mas pode ter escapado algo, então perdão. E é só Enjoy :)

Zelena andava bastante nervosa de um lado para o outro em um dos corredores do castelo, seu pai havia dito que queria conversar com Charlie e ela queria muito saber o motivo desse assunto pois tinha suspeita que fosse ela. Talvez Merlin soubesse do beijo e quisesse manter Charlie longe dela por algum motivo, era o que a ruiva suspeitada.

Eles estavam a pouco tempo dentro da biblioteca tendo a tal conversa e esse pouco tempo já era o suficiente para quase a matar de curiosidade. Ela resolveu parar de andar e se encostar na parede, foi só então que percebeu que já estava pensando em Merlin como pai e isso era uma coisa muito ruim, pois ele não merecia isso.

– Zelena? -Ela ouviu sua mãe chamar ao longe.

– Estou aqui — Respondeu e logo ela apareceu no corredor.

– Preciso de sua ajuda — Cora falou desesperada.

– O que aconteceu?

– Regina, ela...Você precisava ver — Ela segurou o pulso de Zelena. Foi então que a mais nova percebeu algo errado.

– Me solta! — Ela tentou se soltar, mas sem sucesso — Quem é você?

Uma nuvem roxa envolveu Cora e ela se transformou em alguém que Zelena não conhecia, mas suspeitava quem podia ser — Olá, querida. Você sabe quem eu sou, certo?

– Morgana — Ela respondeu um pouco assustada, pois com a proteção do castelo não era para ela estar ali.

– Sim, mas pode me chamar de tia- Ela riu — Eu só vou te soltar quando ouvir o que tenho a dizer — Zelena ignorou ela e continuou tentando se soltar — Não vai consegui se soltar sozinha, então é melhor parar de tentar e me ouvir.

Ela finalmente parou — O que quer comigo?

– Bem, eu lhe conheço muito bem, nossas histórias são até um pouco parecidas. Sei que essa coisa de ter se arrependido e ter perdoado Cora é uma mentira, lá no fundo ainda sente raiva dela e de Regina e ainda quer vingança.

– Onde quer chegar com tudo isso?

– Quero que se junte a mim e a minha filha, nós vamos nos vingar de todos que nos fizeram mal.

– E se eu não quiser? — Era óbvio que ela não iria se juntar aquela bruxa e tudo que havia dito era mentira, ela não queria mais se vingar de Regina muito menos de Cora.

– Será pior para você.

– Não vou me juntar a vocês. Nunca! — Falou sem medo.

– Tão estúpida quanto sua mãe. Bem, eu avisei — Primeiro Zelena sentiu uma dor muito forte na mão e depois percebeu que havia gritado, só então viu que Morgana havia feito um corte em sua mão.

Charlie e Merlin ouviram o grito de Zelena e foram correndo para ver o que havia acontecido — O que você fez com ela? — O mago perguntou enquanto o rapaz foi até Zelena.

– Só vim pegar o que eu precisava, adeus — Morgana desapareceu.

– Deixe-me ver o corte — Merlin foi até sua filha — Não tinha nenhum veneno naquela arma, então isso deve resolver — Ele curou o ferimento magicamente.

– Se Morgana não queria te matar, por que ela te feriu? — Charlie perguntou.

– Meu sangue — A ruiva respondeu sem dúvida alguma — Sabe para que?

– Não. Porém imagino que deva ser para algum feitiço. Preciso falar com sua mãe sobre isso — Ele disse e depois desapareceu usando magia.

– Você está bem?

– Sim, mas não sabia que um corte poderia doer tanto — Ela riu — O que meu pai queria com você?

Charlie não estava preparado para aquela pergunta, mesmo sabendo que Zelena a faria mais cedo ou mais tarde. A questão era que Merlin sabia da mentira que ele contou para Zelena e que ela se apaixonaria por Charlie num futuro não muito distante, e exigiu que o rapaz contasse a verdade logo para não magoar sua filha. Ele não queria contar, pois tinha medo dela ficar com raiva e por mais que odiasse admitir isso, ele se importava — Nada demais. Ele só queria saber de que reino eu vim, quem são meu pais, o que eu faço da vida.

– Mas vocês ficaram um bom tempo conversando.

– Tive que responder de modo que o agradasse e sem mentir — Eles riram e então Charlie percebeu que a ruiva estava escondendo algo — O que aconteceu? Aquela mulher fez mais alguma coisa para você?

– Ela disse que eu não perdoei de verdade minha mãe e a Regina. Isso me fez perceber que lá no fundo, eu ainda tenho um pouco de raiva, mas eu juro que não queria continuar com esse sentimento.

– Você passou anos odiando as duas, não espere conseguir perdoa-las do dia para a noite.

– É incrível como você sempre consegue me animar — Zelena estava visivelmente mais feliz — Obrigada.

– Não foi nada, eu apenas gosto de ver você com esse lindo sorriso.

– Acho que eu poderia te beijar agora — Ela sussurrou se aproximando dele.

– O que está esperando? — Ele sorriu.

Zelena o beijou como se sua vida dependesse disso, havia algo naquele rapaz que estava começando a despertar um sentimento que ela não sentia a muitos anos: paixão.

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O sol estava nascendo quando Robin chegou no castelo e a primeira coisa que fez foi procurar Regina. Algo estava errado, o loiro estava com um pressentimento ruim e estava com muito medo de ter acontecido algo com su amada. Ele foi até a porta do quarto e bateu — Regina?

A rainha estava sentada na cama lendo um livro qualquer que havia achado — usando uma luz mágica — quando ouviu a voz do ladrão — Robin! — Ela correu para abrir a porta — Senti tanto sua falta — Disse enquanto abraçava.

– Eu também — Ele a beijou, foi então que percebeu que algo estava realmente errado — Regina, aconteceu alguma coisa?

– Sim, mas... — Ela não sabia como contar, mesmo tendo passado quase noite toda pensando sobre aquilo.

– O que foi? Você está bem?

– Não — Ela deitou a cabeça no ombro dele e começou a chorar.

– Regina, está tudo bem? — Perguntou novamente mas ela não respondeu. Ele sabia que ela não falaria nada, então começou a acariciar as madeixas dela esperando ela falar, mas a mulher se afastou e voltou para a cama. O loiro entendeu que era para fazer o mesmo, e sentou ao seu lado — Lembra que quando chegamos ao castelo de Merlin, ele disse que sabia porque estávamos lá?

– Sim — Foi então que ele entendeu onde ela queria chegar — É sobre o feitiço, não é?

– Merlin disse que existe um contra feitiço e que ele já havia desfeito, mas antes mesmo do feitiço eu já não podia gerar um filho.

A primeira coisa que veio na mente de Robin foi o quão injusto aquilo era com a rainha, depois de tudo que ela sofreu, depois de tudo que ela fez para deixar de ser má — Deve ter algo que nós possamos fazer.

– Ele também disse que em Storybrooke existe alguns métodos que poderiam resolver isso, mas que a chances seriam poucas, quase nenhuma.

– Então nós vamos para lá e vamos tentar de todas as maneiras possíveis.

– Eu acho melhor não pensarmos nisso agora, temos problemas maiores — A rainha começou a contar tudo que havia acontecido enquanto ele estava fora.

Notas finais
Então? Oq acharam? PS: Eu sei q na floresta encantada eles não usavam palavras q nós usamos hj em dia, mas eu quis escrever assim :/