Notas iniciais
LEEEEIAM! *-* Meninas, em primeiro lugar quero agradecer ao carinho de todas vocês que aceitaram minha bronca (sou má u-u kk) e vieram aqui. Muito obrigada de coração, VOCÊS SÃO AS MELHORES mesmo quando me deixam de biquinho! Ainda assim, quero me desculpar se de alguma maneira ofendi, mas precisava expôr meus sentimentos :// Segundo (hoje to falante!), percebi que novas meninas estão favoritando a história e tudo mais .. VENHAAAM, comentem, se apresentem *-* Eu não mordo, titia ama todas vocês s2 Terceiro: Quero me desculpar pela demora, não estou em uma das minhas fases mais felizes e ai já sabem né? Quarto: VOCÊS VÃO AMAR ESSE CAPÍTULO, sei que a cena não está muito forte (também, não vai terminar nesse capítulo mesmo rs) e como é reconciliação, escrevi beeeem levinho tá? *-* Quinto: Lê quem quer, depois não reclama que leu besteira KKKKKKKK Sexto e importante: Eu citei as roupas que eles estavam há dois capitulos atras. Para quem não lembra e quer ver de novo para idealizar o tira-tira (hehe), vou pôr o link no final. BEIJOOOOOOOS SUAS GATAS ;* kkkkkk

Passei por James acelerada, em passos rápidos e um pouco fortes para evitar ter que encarar aqueles olhos claros que faziam questão de olhar dentro dos meus, da minha alma e do meu ser. Era como se ele pudesse ler toda a dor que eu sentia atraves de minhas palavras não ditas e em algum momento também acreditei que estivesse de fato decifrando cada pequena particula que me formava. Assim que alcancei nosso quarto senti minha agitação ser interrompida de forma brusca quando fui puxada para trás, o que fez com que eu perdesse o equilíbrio. Jay estava segurando meu pulso e puxou-me contra seu corpo com carinho e determinação. Nossas respirações mantinham a mesma velocidade sendo entrecortada pelos batimentos cardíacos disparados em meu peito. Seu olhar encontrou o meu mais uma vez, com uma ternura infinita como se quisesse me proteger e cuidar de mim de uma maneira que não fazia há muito tempo e foi então que me dei conta de que meu corpo inteiro se tremia em resposta àquele momento. Tremendo de medo, de nervosismo e de raiva. Raiva pelos impulsos que meu emanava por sua presença, por tudo que ainda sentia e principalmente por saber que seria praticamente impossível resistir. Suas mãos escorregaram firmes pelas minhas costas até minha cintura onde puxou-me para mais perto deixando-nos colados e sentir sua pele tão próxima da minha, seu toque sobre meu corpo e a forma com que eu queimava só de tê-lo perto foi mais forte do que qualquer rancor que pudesse sentir. Respirei fundo. Logo seu rosto se tornou mais próximo do meu e em poucos instantes seus lábios ja roçavam bem devagar pela minha boca convidando-me a um beijo que viria a seguir. De maneira terna e com a mesma doçura do inicio da nossa relação, nossos lábios se encontraram em uma explosão de saudade. Eu estava entregue, derretida e pronta para deixar que me acariciasse não apenas com beijos, mas que doasse todo seu amor, se é que este existia de fato. Deixei que minhas mãos subissem até sua nuca e comecei a brincar com meus dedos na mesma dando pequenos puxões em seu couro cabeludo enquanto sua lingua extremamente macia deslizava pela minha coreografadamente como se completassem uma à outra enquanto se enroscavam. Aos poucos alguns passos foram dados para trás e senti a cama atrás dos meus joelhos. James foi deitando-me devagar sobre ela sem interromper o contato de nossas bocas e percebi que havia preocupação de sua parte para não jogar o peso do seu corpo de imediato no meu. Fui deslizando as pontas dos meus dedos descendo-as mais uma vez até chegar ao final da sua camisa que puxei para cima até retirá-la junto com o suéter. Aquele era o corpo do homem que eu amava, o cheiro dele, os músculos que toquei durante anos e que sentia falta de tocar há semanas. Ele era quente – não apenas sexualmente, como também a temperatura de sua anatomia – e fiz questão de escorregar minhas palmas por toda a extensão de seu tronco ora em seu peitoral ainda não encostado em mim, ora em suas costas bem definidas e malhadas. Eu queria tocá-lo o máximo que podia, ter a certeza de que estava ali, que não se tratava apenas de um sonho.

JAMES POV:

Giselle estava abaixo de mim. Linda, delicada e por fim toda a máscara de super mulher havia caído dando lugar à pessoa que amei durante anos. Interrompi nosso beijo com carinho deixando-a um pouco curiosa e falei baixinho enquanto olhava em seus olhos:
– Ninguém nunca vai te amar da maneira como eu amo.
Ela permaneceu calada e guiei meus lábios até seu pescoço fazendo um trajeto úmido que a deixou arrepiada. Suas mãos se apertaram em meus braços e isso foi o suficiente para que eu soubesse que sua resposta era sim. Comecei a distribuir pequenos beijos pela sua pele e em instantes iniciei uma pressão um pouco maior dando chupões fortes pelo mesmo enquanto descia na direção de seus seios. Meus dedos alcançaram o inicio de seu vestido ao mesmo tempo em que suas mãos já desciam ao cós da minha calça. Sorri com o toque, ela ainda sabia exatamente o que eu gostava e como gostava. Com suavidade e precisão senti-a levar a mão para dentro da minha cueca tocando meu membro e obtendo como consequência um volume ainda maior. Tentei puxar sua roupa para baixo, mas seu novo estilo possuía modelos tão justos que seria impossível deslizá-lo por aquelas curvas. Como que por impulso, puxei-a pelo quadril finalmente grudando-o ao meu e tirando seu corpo do nosso colchão. Fui subindo minha mão pela sua bunda guiando por todo o fecho até chegar à ponta do mesmo. Desci-o de uma única vez e com urgência retirei a peça que tanto me impedia de tocá-la da forma como desejava. É claro que ela já estava sem sutiã, o decote tornava isso evidente e fui deliciado pela visão de tê-la praticamente nua em minha frente. Conforme meu olhar percorria cada centímetro do seu físico, fui pego de surpresa pelo formato de sua lingerie. Era rendada, vermelha e curta o suficiente para me deixar mais ereto. Mordi meu lábio com força, eu queria arrancá-la de seu corpo, saboreá-la, estar dentro da minha mulher e essa libido estava percorrendo minhas veias como a melhor das drogas. Era isso, Giselle era minha droga. Aproveitei que meus lábios já estavam próximos de tocar seus seios extremamente fartos e apertei-os nas laterais deixando-os mais volumosos para mim. Ela era perfeita, sedutora e a maneira como seus olhos brilhavam ao me observar tocando-a era estimulante. Escorreguei minha língua por entre seus peitos e devagar contornei um deles apenas no formato arredondado, em seguida subi lambendo até que a ponta encostasse em seu mamilo onde rodei bem devagar arrancando-lhe um suspiro pesado de prazer. Minha mão esquerda apertou com vontade o seio também esquerdo e comecei a brincar com ele esfregando meus dedos rapidamente na ponta do seu mamilo já rígido enquanto minha boca se deliciava em ter o direito por completo dentro dela. Gi moveu-se embaixo de mim e senti seu mamilo roçar no céu da minha boca. Merda! Não resisti e comecei a chupá-la deixando meus dentes arrastarem bem de leve pela pele ao redor. Em poucos minutos ela já se encontrava um pouco avermelhada e quando deixei que minha mão descesse um pouco mais, pude sentir a umidade em sua calcinha. Giselle estava pronta, mas eu queria mais.

Notas finais
Gi: http://img1.mlstatic.com/vestidos-de-herve-leger-modelo-kim-kardashian-nova-colecao_MLB-O-3095419954_092012.jpg
James: http://urbanfancies.files.wordpress.com/2011/01/d4b3824acf79092e_olivia-leihart-8139-8.jpg