All Of Me

17 Capitulo 17


Notas iniciais
Meninaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas Voltei gatas!!! Depois de anos ausente (mais ou menos) esta jovem escritora que vós fala voltou cheia de gás e espera que vocês ainda estejam ai hihi. Explicando porque rolou a minha ausência: nesse longo período de ausência rolaram umas coisas não muito legais na minha vida pessoal(dispensa detalhes). Meu psicológico entrou em colapso e eu não conseguia fazer nada sem ter um ataque nervoso e essas paradas cabulosas da vida. Então eu tive que parar pra tudo. Depois desse período desligada me recomendaram voltar a fazer as coisas que me faziam bem, e escrever é uma delas. Pretendo terminar minhas 3 fics em curso e talvez faça mais algumas, quem sabe né?! O cap é curtinho, eu sei, mas com o tempo vai desenferrujando a mocinha aqui. Boa leitura queridas!!!

—Você não sabe a falta que me fez sabia- disse jade depois de abraçar o jovem.

—Também senti a sua- ele disse antes de solta-la- Por quanto tempo eu fiquei assim?- Cobra pergunta deixando a jovem com um nó na garganta- Não precisa me olhar desse jeito. É só dizer.

—Mais ou menos oito meses- ela respondeu sem encara-lo. Mesmo ela sabendo que ele estava bem aquilo ainda doía muito.

—Eu perdi muita coisa?- ele volta a perguntar deixando-a mais incomodada.

—Temos mesmo que falar disso agora?- ela diz- Você esta bem de novo! Esta acordado! Vivo! Não precisa me lembrar dos piores meses que eu passei na minha vida.

—Desculpa, mas isso me deixa curioso demais- ele responde acariciando os cabelos da filha- Saber que perdi os primeiros momentos de vida da minha princesinha.

—Nem imagino como você está se sentindo- ela sorri de lado para ele e ele a beija.

—Eu sinto um certo vazio, sabe?!- ele diz- É como se tudo de bom que poderia acontecer, aconteceu na minha ausência.

—O bom da sua vida esta apenas começando- ela diz sorrindo para a filha em seus braços.

—Verdade- ele também sorri- Mudando de assunto, quando será que vão me dar alta?

—Não tem previsão. Você sofreu um grave acidente. Tem exames e mais exames pra fazer.

—Não aguento mais esse hospital. Só vejo paredes brancas, sacos de soro, cheiro de morte.

um calafrio percorreu o corpo de Jade com a última palavra- Não fala assim. Você sabe que eu não gosto.

Ele viu uma lagrima descer o rosto da jovem e a abraçou.

—Sei que você não gosta que eu fale esse tipo de coisa, mas quando se passa o que eu passei você perde o medo de morrer. Nada é eterno Jade! Por isso que eu quero sair logo daqui. Aproveitar você, minha irmã, nossa filha, toda a nossa família.

—Eu entendo, mas não fala mais nisso tá?

—ele sorri com a expressão dela- Prometo não fale mais essas coisas. Te amo muito, tá bom?!

—Também te amo muito!

O casal sela aquela momento com um beijo apaixonado. Pode se ver um sorriso leva e inocente no rosto pequeno e delicado da pequena Aurora que dormia tranquila no colo do pai. Aquela família nunca esteve tão feliz.

Os dias foram se passando como em um relógio enferrujado. Devagar e insensível ao que acontecia ao seu redor. Cobra não aguentava mais passar seus dias naquele hospital, com exaustivos exames e sessões de fisioterapia para voltar a andar e fazer as atividades diárias.

Jade de sentia sozinha. Não tinha Cobra ao seu lado, apesar de ter Ágata em casa a menina passava o maior parte de seu tempo no hospital com o irmão ou na casa dos amigos tentando se distrair. Jade estava mentalmente e fisicamente exausta. Apesar de ser um bebê tranquilo, em algumas vezes, Aurora não conseguia controlar o choro. Era muito impaciente e Jade era mais ainda.

—Para de chorar filha, pelo amor de Deus- ela disse já desesperada com o bebê no colo.

Ela estava sozinha com a filha no apartamento e nada fazia a pequena parar.

—Não aguento mais isso- ela disse em voz alta assustando o bebê que chorou mais alto ainda.

A jovem começou a chorar junto. O desespero tomou conta de suas ações. Ela estava realmente perdida.

—Acho que nós duas precisamos ficar um pouco sozinhas- elas disse colocando o bebê no cadeirinha que ficava em sua sala.

Aurora usava toda força de seus pequenos, mas nem um pouco frágeis, pulmões para expressar sua frustação.

Aquilo cortou o coração de Jade, mas ela precisava ter seu espaço e sentia que a pequena também. Sentada em uma poltrona em frente a filha, com a cabeça baixa e a respiração cortada pelo choro ela foi se acalmando. Respirar começou a ficar mais fácil e ela parou de chorar.

Aurora também foi se acalmando. De um escândalo para um choro controlado e disso para um miado até sessar por completo.

Jade não olhou para Aurora até perceber que ela havia realmente se acalmado.

—Você é mais parecida comigo do que eu pensei- ela disse em voz baixa.

Quando o silencio foi percebido, Jade ergueu o rosto e viu a cena mais terna. Um biquinho sentido no rosto da filha a fez sorrir como uma criança.

—Ei mocinha, para com isso. Você sabe que não precisa disso- ao dizer aquilo viu o bico sentido do bebê se transformar em um delicado e terno sorriso- Que tal darmos uma voltinha pra espairecer um pouco.

Ela se levantou e levou o bebê até o quarto. Trocaram de roupa e saíram. Jade deixou preso a tela do computador para avisar a Ágata onde iria.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.