All My Hope
31 Surprise
Notas iniciais
De qualquer jeito, espero que vocês gostem do super capítulo que eu postei, porque eu to legal entao os próximos capitulos vão ser grandes, apesar de eu saber que isso vai fazer a fic acabar mais rápido, eu enrolei muito com a fic, e sinto que eu devo uns caps maiores pra vocês!!
Obrigada por tudo meus amores!!
Logo chegou um bando na sala e a mula do Jake gritou pra fazerem montinho em cima de mim. Detalhe: meu lindo dedo quebrado ficou esmagado entre a minha barriga e a barriga do Jake que foi o primeiro a pular no montinho.
Estávamos todos cansados e fomos dormir.
No dia seguinte, acordamos mais ou menos meio dia com um barulho na cozinha. Fomos até lá e não interrompemos Andy e Laura se divertindo enquanto tentavam cozinhar entre os beijos.
Ficamos então eu e Jake na piscina até ás 2 horas, que foi a hora que combinamos de chamar o povo, pra sairmos de viagem ás 3
Depois que todos acordaram e tomaram banho e o sino da igrejinha perto do sítio anunciou que eram 3 horas, entramos na van que eu peguei da empresa. Fui na frente com Jake dirigindo e Laura do meu lado. A Sammi e a Sandra foram no banco bem atrás de nós fofocando, Ash foi deitado com o pé pra cima e CC com Jinxx e Andy no fundo conversando. Ou fazendo outras coisas né, sei lá.
Toda hora o Andy isolado e pensativo gritava lá do fundo “Pra onde a gente vai?” e também tinha o Ashley que toda vez que acordava do sono profundo gritava “A gente já tá chegando?”. Sem esquecer do Jinxx que gritava de meia em meia hora “Preciso urinar”, depois de levar uma bronca minha por falar “mijar”.
Assim seguimos viagem por mais ou menos umas quatro horas, seria menos se não parássemos tanto, e chegamos ao nosso destino. Na última meia hora todos dormiram menos eu, Laura e Jake. O último, pra acordar a todos, entrou no acostamento e deu uma freiada que o Ash, que era o único que estava deitado, saiu voando e quase foi para no vidro da frente do carro.
- Pronto, chegamos. – Avisei.
Assim que puseram as cabecinhas recentemente acordadas na janela e avistaram a praia maravilhosa do Rio de Janeiro, todos ficaram de boca aberta. A cidade era mesmo maravilhosa. Era a primeira vez que eu vinha aqui, assim como eles e eu estava completamente maravilhada.
Fomos direto para o hotel que vimos na internet. Era praticamente um resort. Ah, eles tinham uma banda famosa, e eu tinha um pai que não reclamava por me sustentar, então vamos aproveitar o dinheiro disponível né.
Os quartos eram de casal, só o Ash que pediu um quarto separado, provavelmente pra poder trazer todas as prostitutas do Rio de Janeiro sem a gente ficar sabendo. Logo CC seguiu exemplo e pediu pra fazer o mesmo, mas daí Sandra falou que tinha medo de dormir sozinha e CC resolveu ficar no quarto com ela.
- Ash, — comecei a falar com Ashley do meu lado olhando para o papel com nomes de boates na minha mão. – O cara da recepção falou que tem essas duas baladas aqui perto e que essa daqui...- Falei apontando para um nome e virando para ele. E adivinha? O idiota estava do outro lado do saguão conversando com uma menina com certeza estrangeira que usava roupas como se fosse uma carioca.
Estava com um mini vestido florido pink, vermelho e verde e uma rasteirinha de missangas vermelhas. Tá, ela tinha bom gosto pra se vestir. Mas isso não exclui o fato que ela roubou o Ash de mim.
Voltei meus olhos para o outro lado procurando Jake, e o envontrei olhando para mim e rindo, provavelmente porque estava me vendo falar sozinha. Fui até ele e estava começando a explicar sobre as baladas quando ele disse:
- Entrega esse papel pro CC e manda ele se virar. Hoje nós vamos sair só nós dois.
- Ah, tá. – Falei sem graça. Mesmo depois de um bom tempo namorando, sempre ficava sem jeito quando ele dava uma de romântico.
Os meninos e as meninas saíram e ficamos só eu e Jake no hotel. Resolvemos ficar na piscina aquecida conversando e ficamos lá por horas. Só ás 11 da noite, quando o zelador expulsou a gente de lá depois de pedir pra que saíssemos tres vezes é que voltamos para o quarto.
Assim que entramos, estava tudo diferente. Olhei para Jake, que sorriu.
No quarto todo, havia pétalas e mais pétalas de rosas vermelhas. Na mesinha de vidro que antes continha uma prancheta e um bloco de notas agora havia incensos e um vaso cheio de flores.
Somente a luz dos abajures estavam ligadas, e nos dois criados, havia uma garrafa de champagne e uma de vinho de um lado da cama, e do outro duas taças.
- Jake... – Eu queria falar alguma coisa, mas não sabia o que. Como ele pode ser tão perfeito? Como eu posso amar tanto ele? Não é possível.
Pov Jake
Pelo menos aqui não tem aquela doida da Julienne que ficava dando em cima de mim. Apesar de não ter religião, só mandando benzer aquela menina, porque né.
Enfim, voltando pra Manu. Eu só quis ser gentil um pouco. Ela tava de babá da turma toda nos últimos dias e achei que ela precisava relaxar um pouco.
- Jake... – Vi os olhos dela marejarem.
- Gostou? – Perguntei.
- Amei! – Ela falou emocionada.
- Você... Você é perfeito. – Eu sei, Manu, eu sei.
- Você merece.
Cheguei perto e comecei um beijo calmo.
Logo me separei dela, e enchi as duas taças de Champagne.
- Um brinde à namorada mais linda que existe.
- Um brinde ao namorado mais perfeito do mundo.
Tomamos um gole do Champagne, e resolvi abrir o jogo sobre as bebidas da noite.
- Manu, eu sei que assim é mais romântico, mas a gente não é um casal normal mesmo, e você não gosta dessas coisas melosas. Então vamo abrir uma garrafa de whisky?
- E você acha que eu ia recusar, bocó?
Abri a garrafa e cada um de nós tomou um copo. Aí sim começamos a nos soltar mais!
Mandei mais um copo pra ela, que o virou rapidamente. Queria deixá-la alegre e desinibida, mas sóbria.
Comecei então um beijo calmo e subi-a segurando pelo braço, ela então pos as pernas em volta do meu quadril. Levei-a até a cama e comecei a acelerar o beijo cada vez mais enquanto retirava nossas roupas.
Ela me ajudou a tirar a calça. Ficamos então nós dois de roupas íntimas.
Tirei seu sutiã, mas resolvi não enrolar muito. Nós dois estávamos anciosos demais. Desci logo retirando sua calcinha, e em seguida minha cueca.
- Merda. Camisinha. Eu sempre esqueço essa bosta.
Peguei a camisinha rapidamente na minha carteira, e ela começou a rir quando eu me atrapalhei e caí de boca no chão. Correu para a ponta da cama para me ver. Levantei e olhei para ela sorrindo.
Ela voltou para o lugar e eu pus a camisinha correndo logo indo para seu lado. Penetrei-a com cuidado, mas ao mesmo tempo, sem cuidado algum, se é que me entendem.
Continuamos por alguns segundos, e logo chegamos ao ápice juntos. Sorri para ela que retribuiu com um sorriso maravilhoso. Até o sorriso dela era lindo. Seus cabelos escuros contrastando com a pele clara e os lábios vermelhos, tudo a tornava linda.
- Eu te amo! – Falei olhando-a de cima.
- Eu te amo mais. – Falou e levantou a cabeça me dando um selinho. Logo em seguida me deu um golpe no braço usando a mão boa e me derrubou bem ao seu lado. Rimos um pouco até ela se ajeitar no meu peito e adormecermos juntos.
Pov Manu
Acordei às 5 horas da manhã. Sem motivo, só insônia. Fiquei um pouquinho mais de tempo aconchegada no abraço de Jake mas o sono não voltou. Muitos pensamentos me atormentavam.
Levantei e fui até a varanda do apartamento que dava para a praia. Sentei ali e comecei a pensar na vida. Primeira coisa: como eu diria para meus pais que fui expulsa da faculdade? Segunda: como levar o povo para a minha casa sem sofrer o preconceito dos meus pais. Terceira: como eu viveria da musica, fazendo tournées para alguns países enquanto Jake fazia em outros? Sendo que quando um de nós estivese em casa o outro não estaria?
Quanto ao preconceito dos meus pais seria fácil, porque eu só aguentaria por mais uma semana. Mas isso só se eu conseguir convecê-los de que tenho condições de voltar de volta para os EUA mesmo sem ter uma faculdade a cursar. Essa seria a parte mais difícil. E pensar que até ontem eu estava pouco me lixando para o que meu pai pensava. Estava tão feliz com os meninos aaproveitando e curtindo que nem me lembrei do trabalho que meus pais dariam pra me deixar voltar para minha casa.
Em relação às tournées, eu teria que conversar com Jake,acho que ele tem mais experiência nisso do que eu.
Fiquei pensando na conversa com meus pais até amanhecer. Estava tão imersa em pensamentos e lágrimas que jorravam involuntariamente que não percebi Jake se aproximando por trás e tentando entender a situação.
- Manu. – Falou em tom normal antes de ver meu estado deprimente. Mas mesmo com seu tom baixo de voz, me assustei e em um pulo já estava de pé, e ao mesmo tempo secando minhas lágrimas. – Ei, ei, calma. – Disse quando viu meu rosto vermelho e minha cara de choro, logo em seguida me abraçando.
- Jake, o que eu vou fazer? – Olhei para ele e percebi seu olhar confuso. – Eu não sei o que vou fazer pra voltar com você, Jake. Quer dizer, meus pais vão fazer de tudo pra me prender aqui depois de conhecer vocês e ainda por cima, eu não tenho faculdade. Eu não tenho nada que os obrigue a me deixar ir.
- Manu, a gente vai dar um jeito. Eles não podem te prender para sempre. Se você não for agora, assim que fizer dezoito anos você volta pra mim, eles não podem te prender pra sempre Manu, não podem.
- Mas Jake...
- Manu, a gente tá no Rio de Janeiro, ás 9 da manhã depois de uma noite muito boa, com um calor muito bom e um sol maravilhoso no meio do céu mais azul que eu já vi. O que você acha de a gente acordar todo mundo de um jeito muito filho da puta e aproveitar o dia e deixar pra pensar nos problemas amanhã quando voltarmos pra sua casa?
Abaixei o olhar, percebendo que ele tinha razão. Assenti com a cabeça, e abri um sorriso de orelha a orelha quando levantei a cabeça de novo. Fui usar a mão direita para tirar o cabelo do rosto mas aquele negócio amarrado no meu dedo pra não dobrar me obrigou a usar a outra mão.
Notas finais
Bjoo
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