Notas iniciais
Estou mal, então mandem reviews hoje ok, amores?
Bjoo
P.S.: Não me matem pelo capítulo pequeno, é necessário! VOu tentar postar um dia antes do normal pra compensar ok?

- Eu estava olhando de dentro do carro, tinha um cara com uma roupa muito estranha toda colorida e uma mulher que... – Dormi.

Acordei com um sol batendo direto no meu rosto. Olhei para o lado mas a cama estava vazia. Fui até o banheiro mas tropecei em algo no meio do caminho. Era Jake. Ele estava dormindo no chão com a roupa do dia anterior. No mínimo, isso foi estranho.

Levei um super susto ao me olhar no espelho. Senti um enjôo forte e vomitei tudo o que tinha direito, e mais um pouco.

Acho que as bebidas de ontem não me fizeram bem. Escovei os dentes e quando saí do banheiro Jake já estava na cama vendo tv. Provavelmente acordou com o barulho do banho.

Ele estava tenso.

- Você vomitou?

- Sim, mas não é nada.

- Tá bom.

Ficamos arrumando nossas coisas em silencio.

- Jake, aconteceu alguma coisa?

- Não, nada. Só estou preocupado. Agora fudeu, se seus pais não deixarem você ir, fudeu.

- Calma, Jake. Vai dar tudo certo.

- Mas Manu...

- Jake, eu já estou preocupada, não adianta botar ainda mais pressão em cima de mim.

- Eu só não quero te perder. – Disse se levantando em minha direção.

- E nem vai. – Respondi olhando em seus olhos antes de abraçá-lo.

- Eu te amo.

- Eu te amo mais. – Meus olhos se encheram de lágrimas. Merda, eu não falaria pra ele, mas minha fé na bondade dos meus pais estava se esgotando.

Ficamos vendo televisão até a hora de ir embora. No tempo todo em que ficamos só nós dois, o silêncio predominava. No carro, deixei a Laura com ele no banco da frente e fui dormindo aconchegada no colo do Ash, que olhava pela janela sentindo falta da tão fofa e estilosa Isabel.

Chegando no sítio, estavam todos cansados da viagem e foram dormir. Eu estava sem sono então fui para a sala.

No dia seguinte, acordei tarde e no sofá da sala. Fui procurar Jake e o resto do povo, mas todo mundo tinha sumido.

Encontrei a empregada na cozinha e ela me avisou que eles foram caminhar. Pus minha roupa de corrida e peguei a trilha em que eu e Laura caminhávamos sempre que vínhamos pra cá há alguns anos.

Quinze minutos depois encontrei todos caminhando. Caminhamos por uma hora em meio às árvores, e nós resolvemos parar um pouco. Chamei a Laura em um canto.

- Laura, amanhã eu vou conversar com meus pais. Você não leva o povo na cachoeira pra mim? Distrai eles por favor, porque eu to ferrada. Mesmo.

- Claro, eu distraio eles. Mas viu, se prepara, fica calma e não deixa a ansiedade te atrapalhar, beleza? Ficar nervosa não vai te ajudar em nada.

- Tá bom. – Dei um abraço nela. O abraço do Jake era ótimo, mas não era o abraço de uma das minhas melhores amigas. – Obrigada.

- Magina. – Sorrimos enquanto eu tentava conter as lágrimas.

Voltamos para casa correndo por causa da chuva forte que começou. Ficamos o resto do dia no estúdio lá em baixo tocando música e cantando. Começamos até a escrever uma música juntos.

Dormimos igual anjos com o barulho da chuva lá fora. Minha ansiedade aumentava a cada minuto.

Acordei cedo no dia seguinte e logo tomei banho e pus uma roupa mais normal para poder visitar meus pais.

Fui para a cidade sem acordar ninguém, a Laura já sabia o que fazer.

Chegando em casa, liguei para o Murilo. O Marcelo era o irmão festeiro, Murilo era o irmão amigo.

Ele foi para lá e expliquei tudo pra ele. Tudo mesmo. Só não entrei em detalhes quanto a mim e ao Jake. Ele disse que acha que eu devo abrir o jogo, e não esconder nada. Nem meu namoro, nem os problemas da faculdade.

Concordei com ele e ficamos conversando até a hora do almoço.

Almoçamos como antigamente, como se fôssemos a família feliz da musiquinha do Barney.

Assim que terminamos fui com meus pais até o escritório.

Notas finais
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