All Ive Ever Needed

2 Capítulo 2 - Reviravolta.


Notas iniciais
Hora de pirar!!!! Neste capítulo teremos nada menos do que a transformação da nossa querida Bree. Aproveitem ♥

– Que tal um filme de... Vampiros? – Sam perguntou.

– Vampiros? – Ri – Tudo bem, por mim está ótimo.

– Vampiros são legais – Ele parecia animado.

– É, mas não são reais – Sorri, colocando uma das mãos no bolso da calça.

– Ué, você não acredita? – Ele me olhou, fazendo cara de espantado, sorrindo logo em seguida.

– Sam, por favor... – Bufei.

– Ah Bree, é sério, imagine comigo... – Ele parou de andar e ficou olhando para cima por alguns segundos.

– Oh meu Deus! – Dei uma risada e parei para observá–lo.

– Imagine que aqui em Seatle, existe vampiros. Eles saem para caçar á noite, bebendo o sangue das suas presas e escondendo seus corpos... – Vi seus olhos brilharem. Sam era apaixonado por ficção. Histórias de bruxarias, feitiços, vampiros e todo tipo de coisa sobrenatural o atraíam.

– Para com isso! – Soltei uma gargalhada e dei um empurrão de leve – Vem, temos que ir, quero chegar em casa antes de escurecer.

– Ah, porque não ficamos aqui observando o pôr–do–sol? – Ele fez um bico.

– Porque a senhorita aqui tem dever de casa pra fazer, e você – Apontei para ele – Deveria fazer o mesmo! – Fiquei séria o observando por alguns segundos, e ele abaixou a cabeça a saiu resmungando, me fazendo rir.

– Sim senhora! – Ele riu.

Andamos por mais uns oito minutos até chegar na minha casa. Ele parou e ficou de frente para mim, me encarando por algum tempo, sem dizer nada. Mordi o lábio inferior e sorri, abaixando a cabeça e encarando o chão. Ouvi ele suspirar e levantei a cabeça para olhá–lo.

– Então, nos vemos amanhã? – Ele sorriu, timidamente.

– Amanhã? – Perguntei confusa.

– Na escolha – Ele riu.

– Ah, sim! Sim, nos vemos na escola – Ri um pouco constrangida pela minha falta de atenção.

– Então, até amanhã Bree – Ele se aproximou e beijou minha bochecha. Afastou–se e sorriu.

– Até Sam! – Sorri e entrei em casa.

Minhas bochechas queimavam! Eu podia jurar que estava vermelha feito um pimentão! Ao entrar em casa, não vi ninguém. Subi até o meu quarto e joguei os sapatos pelo quarto e me joguei na cama, passando a observar o teto. Comecei a pensar em tudo o que havia acontecido hoje. Minha cabeça doía um pouco, então me levantei e tomei um remédio. Tomei um banho quente e fui fazer a lição. Decidi que sair e tomar um pouco de ar seria uma boa. Vesti um casaco e saí, já eram quase seis horas então eu não podia demorar. Tinha que estar de volta antes da minha mãe chegar. Optei por um caminho um pouco menos movimentado, perfeito para eu conseguir pensar no dia de hoje. Já estava andando há uns vinte minutos, era melhor eu voltar para casa. Para cortar caminho, decidi ir por um dos diversos becos que existiam. Tudo bem que Seatle não era uma das cidades mais seguras, mas aquela região onde eu morava nunca havia sido perigosa. Então, se eu quisesse chegar em casa antes da minha mãe, eu teria que ir por aquele beco. Respirei fundo e segui por aquele pequeno trecho úmido e pouco iluminado. Andava depressa, não só preocupada com quem poderia surgir ali, mas também porque eu realmente precisava estar em casa logo. Eu tinha cinco minutos para chegar até minha residência. Fiquei cismada com a iluminação – que era muito precária –, mas já estava na metade do beco e seria perda de tempo voltar e andar todo o quarteirão para voltar á minha rua. Ouvi um barulho e me virei para olhar. Não vi ninguém. Acelerei os meus passos e coloquei as mãos dentro dos bolsos, as mantendo aquecidas. Senti uma mão fria e me virei assustada. Ele era um homem pálido e tinha olhos... Vermelhos! Arregalei os olhos assustada e ouvi ele sussurrar:

– Lugar errado na hora errada, meu bem – E com um sorriso cruel ele abriu a boca exibindo suas presas e as cravou no meu pescoço. Senti uma dor enorme percorrer meu corpo e ouvi o barulho da minha pele sendo rasgada pelas suas presas afiadas. Ele parecia um maníaco. Meu corpo foi ficando fraco e minha visão turva. Ele se afastou e sorriu, com seus lábios sujos de sangue. Meu sangue! Mal podia raciocinar. Caí de joelhos no chão, gemendo de dor, sentindo minha cabeça rodar. Meu corpo queimava. Soltei alguns gritos de dor. Fechei os olhos. Tudo se tornou escuro. Eu não sabia mais de nada.

Notas finais
Wow! Capítulo aprovado? Lembrando que essa história não tem nada haver com a história original de Bree Tanner. Apenas Riley, Bree e Victoria. O restante foi escrito por mim! Comentem o que acharam, e o que esperam da nossa mais nova recém-criada ^-^
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.