All I Need
18 Capítulo 18-Leo
Lilly era uma garota incrível, todo mundo pensa que eu não tenho medo de nada, que eu me acho, que blá blá blá,as pessoas não me conhecem.Me senti meio mal por desabafar toda a minha vida com Lillian,mas depois dessa noite,não sei com que cara vou aparecer amanhã,depois que ela voltou para o chalé dela,eu estava caminhando pelos campos de morango,meio atordoado com o que aconteceu até que vejo uma harpia se aproximando,eu corro que nem um louco,ela me vê e começa a correr atrás de mim,mas sou mais rápido,me escondo e depois de a harpia me procurar feito uma louca e desistir,eu vou para o meu chalé,onde faço barulho quando minha cama surge do chão,todos os semideuses começam a jogar travesseiros em mim a rir.Depois que todos nos acalmamos,dormimos.
De manhã, Mal saio do meu chalé e Lilly me puxa pelo braço, ela me guia para a parte de trás do chalé.
-Eu só vim aqui me desculpa, então... Me desculpa?-Diz ela corada.
-Se desculpar pelo o que?-Dgio indignado.
-Você sabe... Ontem, foi algo ridículo da minha parte e infantil também.
-Você achou errado me beijar?Por quê?-Neste momento sinto minhas mãos ficarem quentes, é o que ocorre quando fico nervoso.
-Não sei, só sei que foi errado-Diz ela.
-Por quê?-Estou gritando.
-Por que eu estava com medo-Ela grita, em seguida, ela tampa a boca e sai correndo. Tento ir atrás dela, mas por incrível que pareça, ela é bem mais rápida que eu, então eu até perco ela de vista. Desisto. ”Essa garota é fogo” pensei.
Decidi tomar meu café da manhã, da minha mesa tinha uma visão perfeita da mesa do chalé 6.Lillian não estava lá,mas depois apareceu com os olhos inchados.Eu havia feito ela chorar.Droga Leo,como você consegue ser tão idiota.
Ela ficava olhando para mim, mesmo que sempre desviasse o olhar, fiquei com dó. Então me levantei e fui andar.
Fui até o bunker e lá, eu procurei, no meio dos rascunhos e parafusos, tudo uma bagunça. LEMBRETE: Limpar isso depois. Achei o que queria. Trabalhei por um bom tempo, dormi também. Assim que acabei, havia feito rosas feitas de bronze. Corri para os campos de morangos e roubei uma cesta de morango dos filhos de Deméter que estavam tão atentos a colheita que nem perceberam o roubo. Corri de volta ao bunker,esvaziei a cesta(Claro que comi alguns morangos)e coloquei as rosas,escrevi uma carta.Depois de arrumar tudo,corri em direção ao chalé 6 e deixei na porta.
Se você parasse para pensar, era algo ridículo, pois afinal, nos conhecemos faz pouco tempo,mas senti que fosse a coisa certa a fazer.
Eu voltei para o meu trabalho no bunker,afinal precisava preparar uma trirreme e isso não é algo fácil .
Percebo que cai no sono quando acordo com meus projetos cheios de baba, lápis na mão e xícara de café intocada.
Olho em meu relógio e já são 09h00min, isso quer dizer que perdi o café da manhã, então, vou andando pela floresta pensando em Lilly,afinal,o presente que fiz pra ela foi MUITO brega,espero que ela goste mesmo assim.Sei que não foi culpa minha o fato de ela ser insegura,mas sei que foi errado gritar com ela.
Dou uma passada rápida pelo chalé de Atena, só pra conferir se o pacote ainda estava ali.Não.Graças aos deuses alguém viu.Agora é esperar Lillian dizer algo.
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