All For You

6 Laços Atados.


Notas iniciais
Olá pessoas, desculpa a demora para postar.. Mas com o retorno da facul, fica mais difícil....

Na manhã seguinte, Rose foi liberada do ambulatório.

Todos na escola a olhavam com curiosidade e alguns ate se atreviam a perguntar se estava bem.

-Estou, obrigada. – foi o que Rose falou durante o dia todo.

-Estranho sua mãe não ter mandado nenhuma coruja Rose – lembrou Alvo quando se juntou a Rose e a Mabel na beira do lago.

-Papai não deve ter contado a ela. – Rose olhou para o primo – Como eu despertei antes de ele ir embora ontem, ele deve ter constatado que eu estava bem e resolveu não contar a mamãe.

-Sei que Scorpion foi te visitar ontem prima. – Thiago tirou o mapa do Maroto das vestes. – E então?

-Então o que? – Rose não conseguiu esconder o mau jeito denunciado pelas bochechas rosadas de repente.

Thiago a olhou maldosamente e começou a examinar o mapa.

-Ele disse que a descrição do garoto que eu vi, lembrava muito Voldemort. Draco já falou sobre ele para Scorpion.

-Falando em estranhos, olha quem está ali – Alvo apontou com a cabeça, uma arvore ali próxima.

-Esse garoto me da náusea.

Anthony estava sentado encostado em uma arvore com o enorme livro no colo e encarando Rose, os irmãos Potter e Mabel.

Já havia ficado sabendo da “visão” de Rose Weasley, mas não sabia detalhes. Se aproximar da garota estava fora de cogitação. Afinal, se não eram aos primos, era Scorpion que parecia um cão de guarda da garota.

-Venham – Thiago se levantou – Vamos sair daqui. Esse garoto está me irritando.

Os quatro limparam as vestes e rumaram para o salão principal.

Havia alunos estudando nas mesas das casas. Alguns já com as vestes desarrumadas, gravatas abertas e cabelos bagunçados.

Os quatro sentaram-se na mesa da Grifinoria e abriram seus livros e cadernos.

O barulho de asas tomou conta do salão.

-Olha – Mabel olhava encantada para as corujas que entravam pelas janelas – o correio.

Embrulhos e envelopes foram caindo direto na mão dos estudantes a que pertenciam.

Rose viu de longe, Scorpion abrir entusiasmado o envelope que a coruja deixou cair em sua mão.

Em seguida uma coruja branca entrou pela janela seguida de uma coruja miudinha.

-Edwiges e Pichi – avisou Alvo seguindo as duas corujas com o olhar.

Um envelope caiu em sua mão e outro na mão de Rose.

Alvo abriu o selo do envelope e a carta se desdobrou sozinha a voz de Harry chamou a atenção dos estudantes da grifinoria.

“Thiago e Alvo, estou enviando a carta para saber como estão e para avisar sobre sua surpresa. Dentro do envelope estão dois ingressos para a final da Copa Mundial de Quadribol. Os preparativos tomaram conta de todo o meu tempo nos últimos meses. Espero que gostem.

Harry”

A carta pegou fogo e as cinzas caíram sobre a mesa deixando somente o envelope.

Thiago tomou da mão de Alvo e pegou os ingressos.

-Cara – Thiago subiu no banco e começou a beijar os ingressos – Papai é o máximo.

-Sr. Potter – a voz da diretora paralisou Thiago – Poderia por gentileza, descer do banco.

-Desculpe senhora diretora. Mas é que – o garoto fez uma cara doce e continuou – estou muito feliz.

-Não vou privá-lo de tal sentimento, mas contenha-se.

-Sim senhora.

Thiago voltou a sentar e voltou a olhar a prima.

-Rose abre o seu. – pediu Mabel empolgada.

Rose abriu o envelope e a voz do pai lhe passou uma tranqüilidade como se o tal Anthony não existisse.

“Rose, assim como seus primos você também irá para a final da Copa. Sei que cuidara bem do ingresso, organizada como sua mãe. Os de Mabel e da família dela estão ai também, poderia entregar para Neville por favor?

Como você está? Não contei a sua mãe. Caso precise de algo pode me chamar.

PS: seu irmão está me enlouquecendo.

Rony”

Rose pegou o ingresso no envelope e sorriu. Sempre gostara de quadribol. Essa era a única diferença dela e de Hermione.

-Isso nos anima mais ainda para os testes de quadribol prima.

-Sim. – Rose sorriu para Alvo enquanto a carta pegava fogo – Papai ficaria orgulhoso.

-Prima você poderia guardar nossos ingressos não? – pediu Thiago – Por que vamos perder e...

-Rose? – a voz de Scorpion fez passar um choque estranho pelas veias de Rose – Podemos conversar?

-Ah... Claro.

Rose se levantou e seguiu Scorpion até o jardim.

-O que houve Scorpion? – perguntou Rose vendo certa aflição no rosto pálido de Scorpion.

-Papai respondeu minha carta.

Rose arregalou os olhos pra ele esperando.

-E então?

-Ele disse que é tudo muito confuso...

Rose suspirou. Tinha ficado decepcionada.

-... Mas – continuou Scorpion – Disse que há rumores, sempre houve.

-Rumores? – Rose sentou-se à sombra da macieira.

-Papai disse que sempre houve rumores no mundo bruxo, pelo menos na parte podre – Scorpion sorriu sem jeito. – de que Voldemort havia deixado um Herdeiro.

Rose arregalou os olhos e sentiu um calafrio.

-Um Herdeiro? Mas como...?

-Isso meu pai não sabe. Mas ficou preocupado com as características que dei de Anthony. É tudo que ele sempre ouviu meu avô falar de Voldemort.

Rose ficou olhando para o horizonte. Um Herdeiro de Voldemort? Era só o que faltava.

-Scorpion – Rose olhou para o garoto loiro que a olhava pensar – Não conte isso a ninguém. Meu pai pediu para deixar esse garoto de lado, mas...

-Vocês são filhos de Harry Potter e Ronald Weasley, não vão deixar isso de lado – Scorpion deu um sorriso cúmplice para Rose. – Se precisarem de ajuda...

-Obrigada – Rose sorriu sem jeito. Sentia-se meio desconcertada perto de Scorpion.

-Rose! – a voz de Tiago a despertou – Rose!

O primo a chamava a distancia e tinha Alvo e Mabel junto dele.

-Tenho que ir. – Rose se levantou e limpou as vestes.

-Vá lá. – Scorpion também se levantou.

Rose saiu sentindo os olhos de Scorpion cravado em suas costas.

-Olha, olha. Com quem meu irmãozinho estava conversando.

-Dá um tempo Cassiopeia. – Scorpion saiu andando com a irmã o seguindo.

Cassiopeia Malfoy é a irmã mais velha de Scorpion. Estava quartro ano a frente dele em Hogwarts e era da Grifinoria. Cassie, como gostava de ser chamada, conhecia a historia de Sirius Black de trás para frente. Pois assim como ela, tinha ido para a Grifinoria sendo de uma família de Sonserinos.

-Não tem nada de mal nisso irmãozinho. Rose é uma Weasley e hoje nossos pais têm negócios em comum. Se fosse há uns anos atrás...

-Papai me mataria eu sei. Mas eu não tenho nada com ela é só... – Scorpion se lembrou do pedido de Rose para que não contasse a ninguém sobre a carta de Draco – ela é só minha amiga.

-Sei, sei. Tudo bem. Mas se quiser uns conselhos...

-Ai sai Cassie – Scorpion saiu correndo atrás da irmã e correu pelo jardim e subiu correndo as escadas.

-Louca. – resmungou Scorpion.

Katerina Graham

O garoto loiro andava pelo Beco Diagonal olhando as vitrines.

Resolveu entrar na Floreios & Borrões mais uma vez. Sempre fez isso, e sentia que deveria parar com isso.

Pegava um exemplar de “A Historia da Magia” e ia ate as páginas finais, onde havia uma singela homenagem aos heróis mortos na guerra.

Seus pais estavam lá.

Ted Lupin fora criado por Harry. Tornou-se um garoto esperto, bonito e hoje era um dos melhores artilheiros do Quadribol Mundial.

Sabia que Lupin e Tonks ficariam orgulhosos dele.

O rapaz olhava a foto dos pais sorrindo pra ele alegremente. Reconhecia em Tonks seu sorriso sapeca e os cabelos que mudavam de cor dependendo do humor. Seu pai, pelo que Harry dizia, era sério, responsável e um lobisomem mansinho, brincava Ginna.

Ted secou os olhos e fechou o livro. Saiu da livraria e resolveu ir até a casa do padrinho.

A Copa Mundial se aproximava, e Ted ficaria longe por um tempo. Sentiria falta da única casa que teve.

-Mamãe – gritou Lily da porta – Ted está aqui.

-Olá querido – Ginna foi ate a sala secando as mãos no avental – Que bom vê-lo.

-É bom vê-la também Ginna. – Ted colocou Lily no chão e cumprimentou Ginna. – Vim me despedir.

-Ah sim, você viaja amanhã não é?

-Sim – Ted se sentou no sofá e pegou Lily no colo – A abertura da copa é amanhã.

-Você sabe que estaremos todos presentes na final.

-Sim – Ted sorriu – Harry me avisou. E hoje de manhã recebi uma coruja de Tiago e Alvo. Estavam muito empolgados.

-Eu vou também mamãe ou será só Alvo e Tiago? – perguntou Lily rabugenta.

-Não sei Lily. – respondeu Ted – Se não, venho buscá-la de vassoura.

Lily saiu do colo de Ted e foi brincar no jardim.

-Harry me mandou o Patrono dele hoje de manhã. Disse que queria muito falar comigo.

-Olha Ted, eu realmente não sei. Seu padrinho anda muito estranho ultimamente. Muito sério.

Ted não tinha idéia do que Harry queria com ele. Sendo assuntos Ministeriais, ele não poderia ajudar muito o padrinho.

-Bom – Ted se levantou – Então vou até o Ministério falar com ele.

-Pode usar a lareira se quiser.

O garoto entrou na lareira, precisando se curvar para não bater a cabeça. E segundos foi engolido por chamas verdes.

A visão da sala dos Potter, foi substituída pelo átrio do ministério.

Logo na entrada, recebeu um crachá de visitante. Foi para o elevador, já conhecia o caminho. Harry sempre levou Ted ao ministério.

No nível dois do Ministério, o rapaz entrou na grande sala dos Aurores.

Papeis voavam por todos os lados. Rostos de bruxos das trevas ainda estavam colados nas paredes e reportagens do Profeta Diário.

A sala de Harry ficava no fim do corredor.

-Ted – disse Harry quando o rapaz abriu a porta e entrou. – Que bom que pode vir.

-Olá Harry – os dois se abraçaram – Fui até sua casa primeiro. Despedir-me de Ginna e Lily.

-Ah claro. Lily esta falando da sua partida há dias. Ela ainda não sabe que ira ver a final da Copa, que você estará com certeza.

Ted deu um sorriso sem jeito.

-Mas por que me chamou Harry?

-Ah sim – Harry indicou a poltrona em frente a sua mesa – Sente-se. Como você sabe, Alvo e Rose entraram em Hogwarts no começo dessa semana. E junto com eles, um garoto bem peculiar.

Ted fez uma cara confusa.

-Peculiar?

-Sim. – Harry se levantou e começou a andar pela sala – Chama-se Anthony Riddle. Imagino que esse sobrenome lhe seja familiar não?

Ted abaixou o rosto e apertou com força o braço da poltrona. Sim, Riddle era familiar. Mesmo Tom Riddle odiando esse nome e atendendo por Voldemort. Era por causa dele que seus pais não estavam com ele.

-Mas eu ainda não entendi aonde você quer chegar Harry.

-No segundo dia de aula, eu e Rony recebemos uma coruja dos garotos falando desse novo aluno. Fomos ate Hogwarts para vê-lo e para conversar com Neville sobre o assunto. Naquela tarde, Rose teve uma espécie de visão.

-Visão? Mas como...?

-Nós ainda não sabemos. Tem muita coisa que eu e Rony precisamos avaliar. Mas o que eu quero pedir a você é que fique em contato com os meninos.

Ted ergueu uma sobrancelha.

-Ah, agora eu entendi – Ted sorriu para Harry – Vocês sabem que Rose, Tiago e Alvo não vão deixar essa historia de lado.

-Exato.

-E querem que eu tente descobrir o que eles estão aprontando?

-Isso. – Harry encostou-se a uma mesinha cheia de papeis – Você é o mais próximo de idade deles. Eles gostam e confiam em você.

-Seria espionagem?

-Não – Harry fingiu uma cara de ofensa – espionagem é uma palavra muito forte. Só estamos querendo proteger nossos filhos.

Ted sorriu abertamente.

-Tudo bem Harry. Vou me comunicar com eles durante a Copa e o que eu souber aviso vocês. Mas não será fácil. Sabe como Rose é desconfiada, igual ao Rony.

-É eu sei. – Harry voltou a se sentar – Mas sei que irá conseguir.

-Tudo bem – Ted se levantou – Tenho que ir Harry. A chave de portal sai hoje à noite.

-Sim claro. Vá. – Harry acompanhou Ted até a porta. – Boa viagem.

Os dois se abraçaram.

Ted seguiu ate a saída do Ministério pensando na conversa com Harry. Nos primos de consideração e no tal Anthony Riddle.

Sabia que essa Copa Mundial de Quadribol mudaria sua vida. Só não fazia idéia do quanto.

Mabel ainda não havia escrito uma carta para a mãe. Sabia que Luna Lovegood ficaria muito feliz em saber que a filha tinha entrado para a Corvinal.

No Salão Comunal da Corvinal, Mabel estava sentada sobre as almofadas cercada de papeis e penas.

-Me empresta uma pena, por favor? – uma voz despertou Mabel.

-Ah claro – a garota entregou uma pena à jovem a sua frente.

-Você é filha do professor Neville não é?

-Sim – respondeu Mabel sem jeito.

-E de Luna? Luna Lovegood?

-Sim – Mabel achou engraçado a garota saber tanto dela.

-Acho as reportagens de sua mãe no Pasquim incríveis. – a garota se sentou ao lado de Mabel – Desculpe-me – a garota esticou a mão para Mabel – Aradia. Chamo-me Aradia Castiglione.

-Mabel. Mabel Longbotton.

As duas se cumprimentaram.

Aradia era monitora chefe da Corvinal. Mas se sentia meio deslocada. Sabia que a diretora McGonagall tinha lhe dado esse titulo para se enturmar. Mas sentia-se muito diferente de todos.

Mesmo sendo três anos mais velha que Mabel, sentia que ela seria a única pessoa em Hogwarts com quem poderia ter uma amizade.

-Seu sobrenome é diferente. – disse Mabel sorrindo.

-É que eu não sou daqui. – Aradia sentou-se junto com Mabel – Vim da Itália. De uma cidadezinha lá na Sicilia.

-Não há escolas de Magia lá? – perguntou Mabel curiosa como era.

-Há sim. Mas sempre quis vir pra Hogwarts.

-Sabe – Mabel se levantou – Eu estava escrevendo uma carta para mamãe. Mas vem – Mabel pegou Aradia pela mão – vou te apresentar meus amigos.

Aradia era pouca coisa mais alta que Mabel. Tinha cabelos pretos, lisos e curtos. Um rosto redondo e olhos castanhos.

As duas rumaram até o salão principal para a mesa da Grifinoria onde Rose e Alvo estavam debruçados sobre os livros enquanto Tiago avaliava os novos modelos de vassouras.

-Eu não sei como você passou de ano Tiago – brigou Rose.

-Eu preciso de uma vassoura descente para os testes desse ano. – Tiago fechou o catalogo – Quadribol contam pontos extras para as casas prima.

-Olá – saudou Mabel alegremente – Quero apresentar uma pessoa a vocês. – Mabel mostrou Aradia a todos – Essa é Aradia Castiglione. Ela é da Corvinal também.

-Oi Aradia – disse Rose solenemente – prazer em conhecê-la.

-O prazer é meu. – disse Aradia radiante.

-Bem vinda ao grupo Aradia. – disse Tiago ficando em pé no banco – Aqui somos pessoas sensatas e humildes.

-Senhor Potter – Neville surgiu atrás de Tiago – o senhor poderia por gentileza descer do banco?

-Desculpe professor Longbotton. Estou saldando nossa nova colega...

-Faça isso sentado no banco, não em pé nele.

Tiago voltou a sentar enquanto Neville se afastava.

-Mas o que eu faço com você hen?

-Ah não – Tiago enterrou o rosto nos livros.

-Ah o que foi primo? Mais uma bronca para a minha coleção do “Dossiê Tiago Potter”.

-Roxanne – Tiago encarou a prima – o que você ganha com isso?

-Sucesso primo. Imagina só quanto venderia as peripécias de Tiago Potter na loja do papai? É quase um manual para os apreciadores de Jorge Weasley.

Roxanne era filha de Jorge Weasley e Angelina Johnson. Morena como Angelina, tinha cabelos castanhos. Herdara as peripécias de Jorge e estava no mesmo ano que Aradia

-Você não fica muito atrás Rox. – lembrou Tiago – Seu pai e tio Fred não eram nenhum santos.

-Mas é claro que não! – Roxanne sentou ao lado do primo. – Mas fiz uns estudos e juntando meu pai, tio Fred, — Roxanne ia contando nos dedos – seu avô, seu pai, você, eu e Richard poderíamos lançar um Best-seller.

Alvo e Rose riam dos primos. Sempre fora assim. Roxanne tinha um irmão mais novo. Fred II tinha quatro anos e um irmão gêmeo Richard que estudava na Durmstrang. Harry e Rony sempre brincavam se perguntando como Angelina ainda não tinha fugido e deixando Jorge com os filhos.

-Acostume-se Aradia – disse Mabel rindo – Somo diariamente assim.

Aradia estava na verdade, se divertindo.

Cassiopeia estava sentada a beira do lago estudando. Não gostava de estudar no salão principal. Gostava de ficar ao ar livre.

Ficou encarando o lago e pensando: o que seu irmão estava conversando com Rose Weasley?

Hoje seu pai Draco Malfoy e Rony Weasley tinha ligações profissionais e ela e o irmão conviviam com os Weasley desde pequenos, mas não eram grandes amigos.

Sabia que eram uma família enorme e que havia pessoas que ela não conhecia. Mas sabia também que os olhos Scorpion brilhavam a menção do nome de Rose.

A garota se levantou e resolveu voltar para o salão comunal da Grifinoria. O céu estava ficando escuro, iria chover.

Andando pelos corredores ajeitando as vestes, não percebeu que vinha alguém em sua direção, que também estava fazendo outra coisa ao invés de olhar o caminho.

-Ai – Gritou Roxanne depois de trombar com Cassiopeia e as duas caírem no chão do corredor.

-Desculpe, desculpe – Cassiopeia se levantou.

-Poxa – Roxanne se levantou e foi pegando as folhas caídas – mais cuidado.

-Ah você também estava bem distraída.

-Distraída não – Roxanne fingiu seriedade – Pensativa.

As duas se encararam. Logo começaram a rir.

-Cassiopeia Malfoy – disse a garota loira esticando a mão para a morena.

-Como?

-Cassiopeia. – repetiu a garota sem jeito.

-Ah não fique assim, o meu também não é nada comum. Roxanne. Roxanne Weasley.

-Já vi você. Você é filha de Jorge Weasley, dono da Geminialidades Weasley. Adoro aquela loja.

-Acho que é a única coisa que não vou abrir mão de herdar um dia. – disse Roxanne – E você é a nova “Sirius Black”?

-É o que parece. – disse Cassiopeia cheia de si.

-Isso é ótimo. – Roxanne pegou uma folha preta e começou a escrever – Se você for como Sirius foi em Hogwarts, faremos historia por aqui Cassio...é...

-Cassie. É melhor – completou Cassie rindo.

-Rox. Eu prefiro.

-Cassie e Rox – disse Cassie escrevendo no ar com a varinha – Achei incrível.

Notas finais
Obrigada pelos comentários...