All For You
6 It's wednesday? OMG my date!
Notas iniciais
Me desculpem por não postar na quarta, mas tenho uma boa explicação:
- Mal fiquei no pc hoje, acordei tarde, tive escola, depois fui no mercado e então voltei na escola (curso)
- Aqui ainda não é meia-noite, tecnicamente estou postanto na quarta-feira da minha cidade (sim, não tem horário de verão)
Ah, anúncios:
- Teremos um Brittana diferente hoje
- Faberry
- Fabrevans (todos choram)
- Uma "discussão" entre o Blaine e o Sebastian
- Ah, teremos um pequeno Pezberry!
Aproveitem a leitura =)
Sabe aqueles dias em que você não dorme bem, nada parece confortável, sua cabeça amanhece explodindo, você está todo dolorido, algo parece faltar e você nem sabe por quê?
Quinn estava exatamente assim. Ela sentia cada pedaço de si doer e algo faltava em si. Ela apenas esfregou os olhos, tentando conter a vontade de deitar na cama e dormir por uma eternidade, foi até o banheiro e jogou uma água no rosto.
Descia as escadas após se arrumar e estar perfeitamente pronta para outro dia de aula, apesar de andar quase dormindo em pé. Sua mãe lhe recebeu com um grande abraço de mãe urso e sorriu para a filha, contando as novidades.
Quando o carro de Quinn parou no estacionamento do McKinley, os olhos da loira caíram diretamente sobre uma morena baixinha que estava pendurada no pescoço de um judeu de moicano. A loira não saberia definir o que o gosto ruim que preencheu sua boa lembrava.
– Puckerman, RuPaul! – Quinn cumprimentou os judeus. Eles riam, pararam com a voz de Quinn e então voltaram a rir. – Do que estão rindo?
– Nada... – Puck não continha a risada enquanto tentava falar – é que ontem eu e Rachel saímos e então... Foi hilário!
Quinn lançou um olhar confuso e irritado para os dois, principalmente para o braço de Rachel enlaçado no pescoço de Noah. Rachel não notou o olhar e continuou a rir com Puck, mas depois de um tempo a judia sentiu a irritação da Cheerio diante das pessoas histéricas a sua frente.
– Eu vou para a sala Noah, até a aula de geografia. – A menor se pendurou no pescoço do rapaz para alcançar as bochechas dele, onde depositou um beijo, próximo ao canto da boca.
– Ok Man Hands, já pode sair! – Quinn puxou a menor e voltou-se para Puck, que a acompanhou até o prédio.
(...)
Ela encostou-se ao armário e agradeceu mentalmente à Puckerman por aquilo. Eles tiveram uma breve conversa sobre “uma coisa aí” e Noah se prontificou ajudar, apoiar e defender Rachel até o final de suas forças.
Era um dia frio em Lima, então a judia pegara o cachecol do amigo e um casaco reserva que ele trazia consigo no banco do carro. Apesar de ser filha única, Rachel agradecia por ter Puck como seu irmão “postiço”. Ele cuidava tão bem da pequena que sua divida deveria estar enorme com ele.
– Anã! – A voz familiar de Santana estourou nos tímpanos da menor. – Eu preciso falar com você e é pra hoje, então tira essa bunda branca daqui e arraste-a até o banheiro!
A morena não estava no clima de discussão, então obedeceu à Santana sem um único murmúrio – para o espanto da Cheerio. – Elas entraram no banheiro e Santana conferiu porta por porta, após trancar a entrada do banheiro. Aquilo definitivamente deixou Rachel amedrontada.
– Mesmo que me mate, ainda podem te prender. – A morena menor gritou e virou seu rosto rapidamente, protegendo-o com os braços.
– Pare de ser ridícula, projeto de ser humano! Eu só queria perguntar: desde quando sua obsessão em Quinn se tornar sua amiga, virou uma perseguição? – A latina pôs as mãos no quadril e fitou Rachel.
– Ela te contou sobre ontem? – Foi apenas um sussurro. A maior assentiu e Rachel se sentiu livre para prosseguir. – Não era para parecer uma perseguição, só precisava de alguém para me amparar, agora que Kurt está ocupado de mais se amparando.
– Hey, tem a Britt para isso. – Santana suspirou e riu da expressão da morena a sua frente. Ela estava confusa ao mesmo tempo assuntada. “Desde quando Santana Lopez tem uma conversa amigável com Rachel Berry?” A morena pensou. – Não preciso saber das suas desculpas, apenas admita seu amor gay por Quinn e eu deixo você ir.
Rachel riu da cara de Santana, o que ajudou um pouco irritar a latina, só então a morena reparou bem na sentença da outra. Aquilo soou tão sério e seguro da parte de Santana.
– Não sei de onde tirou isso. – Rachel manteve-se de cabeça erguida. – Não existe amor por Quinn, apenas admiração.
– Tudo bem Rachel, mas só acho que exista coisa melhor do que você para Quinn! – Santana arqueou uma sobrancelha. – Mas tudo seria mais fácil se você admitisse, RuPaul!
– Então admita seu amor por Brittany! – Rachel desafiou.
Se não fosse a humilde existência do pescoço, o rosto de Santana teria caído por terra. Ela murmurou algo como “é inacreditável” ou “aí a gente quer ajudar e é obrigado a ouvir esse tipo de coisa” ou qualquer coisa assim.
Estava tão na cara o amor/relacionamento “secreto” das duas? Ou seria Rachel e seu maldito sexto sentido?
(...)
Sebastian continuava a perseguir Kurt pela escola, não importava o canto, onde Kurt fosse Sebastian ia atrás.
O quadro mudou quando outra figura de um perseguidor entrou no campo de visão de Sebastian. Era Blaine, com seu cabelo perfeitamente impregnado de gel e penteado para trás, na tentativa de deixa-lo galã. “Falhaste Blaine!” – Sebastian pensou.
Blaine não demorou notar o outro garoto perseguindo o ex-namorado do primeiro. Realmente há dois dias que Blaine queria dizer algumas coisas ao garoto.
– Você! – Blaine foi direto. Smyth virou-se para Blaine no mesmo instante e arqueou uma sobrancelha como se perguntasse “é comigo?” e Blaine apenas assentiu. Quando o garoto se aproximou, o garoto de sobrancelhas grossas disparou: — Você armou tudo aquilo, não foi? Você queria me ver longe de Kurt!
– A culpa não é minha se você cavou sua própria cova! – Smyth sorriu largo. – Eu só te ajudei a pular lá dentro. – Ele deu as costas.
Sebastian se sentiu um grande vencedor, e então um babaca. Que tipo de gente fala algo daquele gênero e dá as costas?
Ele precisava do colo, do abraço e do amparo da única pessoa da escola inteira que podia dar-lhe isso. E sabia exatamente onde encontrar os braços quentes e receptivos da loira Cheerio de metros e metros de pernas... “Smyth, olhe o foco!” – Ele se cortou durante os pensamentos e se advertiu.
(...)
Brittany estava exatamente onde era de esperado, no armário dela. Sebastian não pensou duas vezes antes de encostar-se com tudo no armário da garota, batendo-o. A loira levou um pequeno susto, mas logo suavizou a expressão.
– Amparo? – Sebastian esticou os braços.
– Química? – A loira levantou uma sobrancelha.
– Claro! – Ele tomou os livros da mão da outra e folheou as páginas até achar as últimas anotações.
– Claro! – Ela o puxou para que fossem para as arquibancadas.
Santana apenas quis matar Smyth ao virar o corredor e encontrar a cena dele com Pierce. Seu sangue fervia a cada passo. “Então é assim que o ciúme parece-se?” – Santana concluiu.
(...)
Há meia hora Quinn desistira de procurar Sam pela escola. Ela já estava com problemas de mais para o que queria: um beijo. Pode parecer idiota, mas ela sentia que precisava.
A loira não pensava em nada, quando uma lembrança lhe abateu. O sentimento que teve ao ver Rachel e Puck daquela forma mais cedo. Foi tão estranho e a loira tinha certeza de duas coisas: algo em Rachel despertava nela algo muito estranho e que eles estavam voltando da casa de Puck. Talvez o casaco e o cachecol do garoto tivessem denunciado tudo.
Em meio aos seus devaneios, Quinn foi interrompida quando Sam se projetou ao lado do armário da loira. “Eu tenho que achar onde fica essa maldita máquina de tele transporte!” – Quinn pensou.
– Olá, baby! – Sam selou seus lábios nos da loira. – Eu queria te fazer uma surpresa hoje, e eu preciso que me encontre no parque hoje às sete horas. Vá linda e sozinha. – Quinn sorriu maliciosa. – Não, não tem nada disso que você está imaginando por trás de meus planos. Ainda. – Ele piscou.
Com a mesma velocidade que Sam se projetou, ele fez a inversa, deixando um grande espaço preenchido de ar onde seu corpo estivera.
(...)
Rachel já estava ficando um pouco cansada de todo o clima de Finn perseguindo-a pela escola, ela precisava além de tudo um ombro amigo, contudo o único que conhecia estava agora em algum canto se desvencilhando da perseguição de Sebastian e chorando. Era triste ver Kurt daquele jeito, porém o mesmo decidira que precisava de um tempo aproveitando a solidão. Então a menor respeitaria.
Todo o corredor estava vazio, não havia mais ninguém além de Rachel em seu armário, mas não porque a diva estava atrasada ou algo assim, e sim porque Rachel milagrosamente tinha um horário livre. Então ela aproveitaria este tempo para fazer algo da vida.
Foi até o auditório e se posicionou no piano. Tocava algumas notas aleatórias, apenas para se distrair antes de se aprofundar em memórias. Não exatamente memórias, apenas pensamentos de reflexão do passado. E quando tudo isso começou.
Ela já se convencia pela quarta vez da mesma coisa quando tocou uma nota que a despertou. Era a primeira nota antes da música que cantava desde seus primeiros aninhos: “Don’t Rain On My Parade”.
– Incrível! – Kurt apareceu. – Oh, desculpe, estamos falando de Rachel Berry, incrível é nada menos que o normal. – Ele abriu um grande sorriso ao ver Rachel abandonando a expressão assustada.
– Está bem, Kurt? – Ela deu passos cautelosos até o amigo. Ele esticou os braços onde a menor se aconchegou e passou contáveis segundos. Nunca saberiam dizer quando essa amizade começou, talvez sempre houvesse. – Senti sua falta.
– Eu sei, e me perdoe pequena. – Empurrou os ombros dela até se distanciarem o suficiente para as íris se conectarem uma na outra. – Eu fui tão egoísta e idiota, você está sofrendo como eu e eu achando que era... Perdoe-me.
– Como negar algo para você? – Ela sorriu. – A propósito, eu não estou mais sofrendo tanto. – Kurt não esperava por essa e sua expressão deu certeza à morena que ele lhe perguntaria em seguida “como assim?” então Rachel decidiu ser mais rápida. – Você tem um minutinho da sua vida para mim?
(...)
Santana esperou até que a cena patética que observava acabasse.
Sebastian estava ensinando química para Brittany, isso era algo que a latina fazia geralmente. Antes fosse só isso. Em alguns momentos, todos os possíveis, ou Brittany ou Sebastian trocava caricias com o outro. Uma hora Smyth segurou o rosto de Brittany e olhou fundo neles, proferindo as palavras que mais feriram Santana: “eu te amo, Britt-Britt”.
Ninguém além da latina podia pronunciar essas palavras. Era tão triste. Santana sentiu uma pontada de culpa, ela não assumira Britt, então qualquer um tinha o direito de ir até sua garota e fazer o que ela bem permitisse.
Agora eles estavam em um abraço tão “nojento” – essa era a definição que a latina encontrou –, Smyth repousava a cabeça sob o peito de Brittany, enquanto a loira brincava com o cabelo do outro e soltava leves beijos no mesmo lugar.
Quando os braços de Brittany se abriram, deixando o garoto sair do famoso abraço de urso da loira, o menino ficou de pé para a loira e sorriu, conversando mais algumas coisas. Britt tinha em mãos a mão de Sebastian e ele passava a mão no cabelo da loira. Depois se soltaram e Sebastian agarrou seus materiais. Para a despedida, o menino depositou um beijo na bochecha da loira que do ponto de vista da latina, parecia mais um beijo no canto da boca.
Ok, o ciúme transforma coisas, mas quem culparia Santana? Em si ela já era bastante possessiva.
– Britt, — Santana chamou, sentou-se ao lado da loira e debruçou-se na mesa – o que o gay Smyth cara de cavalo queria aqui?
– Sant! – Britt repreendeu-a e suspirou em seguida. – Concelhos. E ele estava me ajudando com química, já que alguém ficou de me encontrar, mas não foi, sabe?
– Desculpe, não pude juro! – Santana fez pose de cachorro abandonado, em seguida essa pose se transformou em um semblante de confusão. – Concelhos? – Ela riu.
(...)
Quinn verificou a última aula que tinha, era álgebra, ela suspirou aliviada até lembrar que Rachel fazia essa aula com ela. Uma inquietação varreu seus pensamentos e pulsos fortes e incessantes dominaram seu peito.
“Ok corpo, pare de reagir assim quando pensa em Rachel, ok?” – Quinn pensou.
Na sala, Rachel já estava escrevendo atentamente no caderno algumas coisas que Quinn fazia questão de não saber o que eram, mas ela não pôde evitar passar e bisbilhotar mesmo que por um segundo.
O professor entrou na sala, desculpando-se por ter ido ao banheiro e seguiu a aula normalmente. Ensinando algumas coisas que, Quinn já sabia, enquanto a loira pensava em algumas mil maneiras de mata-lo. Então o truque foi revelado. Um trabalho infinitamente chato e em dupla. Quinn se assustou na hora em que o professor especificou “eu sortearei as duplas”.
– Adam e Josh... – Os garotos bateram um High Five. – Quinn e... – o homem torceu o nariz algumas vezes, então suspirou – Rachel.
Três, dois, um... Vai tudo pra... Quinn se levantou em forma de protesto ao professor, proferindo algumas ofensas e em como a presença da Berry afetaria sua inteligência por conta de... Ninguém mais prestava atenção.
A loira se atrapalhava nas palavras, mas tudo por um bom motivo: se ficasse perto de Rachel, coisas estranhas aconteceriam.
Após o final da aula, alguns decidiram fazer o trabalho de imediato, assim como Rachel decidira para Quinn. Elas se encontraram depois de guardar os materiais nos respectivos armários e seguiram silenciosas até a biblioteca. Quinn estava com sua guarda alta para Rachel e a menor estava um pouco insegura desde sua conversa com Kurt.
Alguns minutos se passaram e o silêncio quebrado às vezes apenas por perguntas a respeito do trabalho já incomodavam ambas as garotas.
– Ok, — a morena quebrou o silêncio, recebendo um olhar mortal de Quinn – eu só nunca entendi, por que você não quer ser minha amiga?
– Porque você como uma perdedora, irritante – Quinn listou por alguns minutos os defeitos de Rachel, que parou de prestar atenção até uma palavra ser pronunciada por Quinn... – e bonita. – Quinn corou, desejando que sua voz/sussurro tivesse soado baixo o suficiente para só ela ouvir, ela nem acreditava no que ia falar em seguida. – Não é digna de andar com alguém como eu, uma linda, sedutora, simpática, inteligente Cheerio. – Ela desconversou.
Rachel sorriu vitoriosa pela palavra da Cheerio. As ofensas agora não eram nada. Ela disse o que a morena esperava e isto bastava. O sorriso vitorioso permaneceu no rosto de Rachel por minutos, longos, incansáveis, incessantes e incontáveis minutos – segundo Quinn.
A loira tentava a todo o momento não olhar nos olhos de Rachel para não cair na tentação de olhar seus lábios carnudos, que sorriam vitoriosos e consequentemente não desviar seu olhar para mais abaixo – se é que entende.
– Quinn, pode me ajudar? – Rachel soltou o lápis e sorriu para a loira. – É uma coisa aqui nessa maldita trigonometria.
– Man Hands, isso é coisa do ano passado. – A loira riu. A outra fez um semblante decepcionado que comoveu a maior. – Ok, eu te ajudo, mas pare de me olhar assim, por favor!
Assim que Rachel assentiu, Quinn deslocou-se até parar ao lado da morena, ela segurava a beirada da mesa com um braço e se apoiava na cadeira de Berry com outro. A morena encarou Quinn de lado, um pouco de rotação a mais e seu lábio poderia se roçar no dela. E Rachel pensava seriamente nisto.
Entre alguns palavrões e ofensas, Rachel finalmente resolveu acabar com a farsa de não saber trigonometria e passou a resolver as questões corretamente, afinal, ela tinha Quinn onde queria e como queria: ao seu lado e com a guarda baixa.
A morena chamou a outra para procurarem um livro que provavelmente ajudaria no terrível trabalho que faziam. Rachel e suas ideias... A menor fez com que a outra garota procurasse na prateleira ao lado, enquanto ela vasculhava à esquerda.
– Olha Rachel, achei um muito... – Quinn admite que a visão de Rachel curvada, de costas e milagrosamente de jeans era algo extremamente...
“Olha o fogo Fabray!” – Quinn repreendeu-se.
– Ah, é exatamente este. – Rachel se virou ao sentir Quinn travar. Era quase impossível esconder o sorriso que brincava nos lábios dela. Ela segurou o livro, tocando a ponta dos dedos de Quinn, o que de imediato provocou uma sensação estranhamente agradável em Rachel.
Quinn sentiu o mesmo, mas não admitia nem para si. Olhando fundo nos olhos castanhos de Rachel, a loira se aproximava involuntariamente da morena, aproximando ainda seus lábios. Algo em seu peito queimava, explodia, corria e provocava outras sensações que Quinn não saberia explicar.
– Que horas são? – A loira olhou para o relógio e tentou se concentrar em algo para tirar a atenção da morena. Quinn tinha a leve impressão de que deveria estar em algum lugar, fazendo alguma coisa, só não sabia o que era.
– Cinco e meia da tarde, caso você esteja míope. – Rachel fitou a expressão de Quinn.
– Puta que... Hoje é quarta-feira? – Quinn se espantou mais quando a pequena diva a sua frente assentiu. – Oh meu Deus, meu encontro!
A loira atravessou a porta o mais rápido possível, depois de juntar todo o material e se desculpar com Rachel por ter que ir, deixando o trabalho para o dia seguinte.
(...)
– Jurava que nem viria. – Sam abriu um enorme sorriso ao ver uma Quinn elegante a sua frente. – Era só para vir arrumada, não como se fossemos desfilar no tapete vermelho. Acho que onde te levarei, não é digno de tudo isso.
– Eu tenho uma muda de roupa no carro, boboca. – Sorriu divertida, mostrando a língua para o rapaz. – De qualquer forma... Aonde vamos?
– Não posso te dizer. Só me deixe guiar o carro. – Ele esticou a mão e esperou as chaves do carro de Quinn tocar as palmas.
Notas finais
Obrigada por lerem;
- Eu gostaria de deixar claro que vocês podem "odiar" o Sebastian por alguns episódios, mas ele vai ajudar muito as Cheerios.
- Próximo capítulo, eu ainda não tenho ideia de um título, mas terá um lado mais Fabrevans
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