Notas iniciais
Olá pessoas lindas.
Então, provavelmente o capítulo que deveria ser este fica para amanhã porque eu estava escrevendo e escrevendo e empolgando e ficou enormemente grande. Mentira, mas ficou bem extenso para essa fic em especial que tem de 2mil à 3mil palavras geralmente.
Teremos um Klaine e Quintanna (friendship) =)

Blaine conferiu sua roupa novamente na frente do espelho, ajeitou a gravata borboleta xadrez e acertou as sobrancelhas, conferiu se seu sorriso ainda estava perfeitamente branco passou a mão ligeiramente molhada no cabelo impregnado de gel. Ele não cantaria uma música natalina, longe disto, mas faria uma apresentação para Kurt. Óbvio que faria. Fazia parte de seu plano. O banheiro masculino estava vazio e silencioso, o garoto aqueceu a voz um pouco para sair perfeito na apresentação. Não seria uma declaração, mas ela viria bem depois. Ele se sentia tão confiante e tudo estava sob seu controle, existe coisa melhor? Seu inimigo estava distante e brigado com aquele que mais importava, ele traçara o plano perfeito para se vingar das Cheerios e agora faria duas coisas perfeitamente agradáveis: cantar e roubar o coração de Kurt.

A porta do banheiro foi bruscamente aberta, assustando o garoto lá dentro que estava sozinho, ele se encostou a pia do lugar.

– O que está fazendo aqui? – Perguntou.

– Querendo descobrir o que diabos você conseguiu contra Sebastian. – Sorriu sínica.

– Ah, isto? – Virou-se para checar o visual novamente. – Eu concordei em não comentar isso, é algo entre nós, sabe? Peça para ele te contar... Se bem que não é algo definitivo, é provisório, mas o suficiente para mim.

– O que você tanto confere nesse espelho? – Quinn esticou o pescoço. – Acho que a máscara não ficou bem grudada, cuidado se não cai. – Sorriu.

– Estou ficando impecável para Kurt, vou cantar uma música para ele agora e outra no jantar de natal. Você deveria tentar. – Blaine ignorou o comentário da loira.

– Tentar o que?

– Ficar impecável para Rachel, e cantar para ela também. – Sorriu provocativo.

Quinn engasgou com as próprias palavras. Como assim Blaine sabia? Ela caminhou até a pia e fitou o moreno pelo espelho, seu sorriso arrogante parecia ser esculpido perfeitamente no rosto ao ponto de se manter fiel e inquebrável, o mesmo acontecia com a expressão de espanto de Quinn. E se ele descobriu, como? Mais alguém poderia saber? Além de tudo, a loira torcia para que Lucy não desse o ar da graça. Sabe-se lá o que ela poderia fazer neste momento. Afastando-se da pia após lavar o rosto ela aceitou o pano oferecido pelo garoto que insistia no sorriso arrogante.

– Não que vocês sejam óbvias, mas eu sou esperto e gay, sabe, funciono como a Santana. – Ampliou o sorriso. – Caso queira aceitar minha sugestão você pode fazer um dueto comigo, eu te passo a música depois e você finge estar me ajudando a cantar para Kurt.

Blaine deu alguns tapinhas nas costas de Quinn e saiu do banheiro rindo, rumo à sala do coral, sua apresentação deveria ser perfeita e seria, seu dia estava melhorando gradativamente e nada poderia ser melhor do que um abraço do ex-namorado. Blaine contava com isso. Ele imaginava a reação de Kurt diante da música, precisava ser boa.

O garoto entrou na sala do coral e se sentou afastado de todos, Finn caminhou até ele para falar sobre o “resto” do plano e se isso de alguma forma atingiria Rachel ou não, Blaine mentiu sobre essa informação, Finn era uma chave muito importante para seu plano e ele não poderia sonhar como isso atingiria Rachel. Will entrou na sala pulando de alegria e cobrando as músicas dos alunos, Quinn entrou logo atrás com sua máscara de Cheerio sorridente e vadia de sempre. Quando perguntados sobre as músicas natalinas Blaine levantou a mão antes que Rachel e Tina pudessem fazê-lo e esclareceu que sua música não seria de natal, seria um pedido de desculpas.

Uma introdução conhecida começou a tocar, o tom suave do piano foi acompanhado pouco a pouco. Blaine ficou encostado ao piano, apoiando as mãos no mesmo e de frente para a “plateia”.

When I'm nervous I have this thing yeah

I talk too much

Sometimes I just can't shut the hell up

It's like I need to tell someone anyone who'll listen

And that's where I seem to fuck up, yeah

Ele se soltou do piano e puxou uma cadeira, sentando de frente para Kurt com a cadeira virada de costas, ele cruzou os braços na costa da cadeira e soltou um profundo suspiro.

I forget about the consequences,

For a minute there I lose my senses

And in the heat of the moment

My mouth's starts going the words start flowing

Ele fazia cada movimento graciosamente bem, cantando com o coração e expressando isto com cada musculo da face. Seus olhos se fecharam, Blaine franziu as sobrancelhas e puxou ar para continuar.

But I never meant to hurt you

I know it's time that I learnt to

Treat the people I love like I wanna be loved

This is a lesson learnt

Esticou os braços e segurou as mãos brancas e delicadas de Kurt, massageando-as com os polegares.

I hate that I let you down

And I feel so bad about it

I guess karma comes back around

Cause now I'm the one that's hurting yeah

And I hate that I made you think

That the trust we had is broken

So don't tell me you can't forgive me

Cause nobody's perfect, no, no, no, no

No, no, no, nobody's perfect


Ele levantou da cadeira e caminhou até um dos instrumentistas tomando para si o violão, em segundos ele estava novamente sentado, desta vez corretamente, na cadeira. Blaine assentiu para que o pessoal continuasse mais aquela estrofe.

If I could turn back the hands of time

I swear I never would've cross that line

I should've kept it between us

But I just went and told the whole world how I was feeling

Os músicos pararam e Blaine continuou solo com o violão, a voz soava tão triste e leve como alguém tentando se redimir de verdade, não apenas um resmungo de um pedido falso de perdão.

So I sit and I realise

With these tears falling from my eyes

I gotta change if I wanna keep you forever

I promise that I'm gonna try

Ele passou a dedilhar calmamente, com cada noda soando nobre e suave. As palavras eram ditas de uma forma cantante e não exatamente cantadas.

And I hate that I made you think

That the trust we had is broken

So don't tell me you can't forgive me

Cause nobody's perfect, no, no, no, no

Os instrumentistas voltaram a acompanha-lo quando ele colocou o violão na cadeira, ajustou a gravata borboleta, andou até Kurt ajoelhando-se e capturando novamente as mãos do rapaz.

I'm not a saint no not at all

But what I did it wasn't cool

But I swear that I'll never do that again to you

Tanto Kurt quanto Blaine tinham os olhos vermelhos, mas nos olhos do garoto ajoelhado as lágrimas rasgavam as bochechas em queda livre pelo queixo.

So don't tell me you can't forgive me

Cause nobody's perfect, no

Kurt limpou uma lágrima solitária com o dedão da mão livre enquanto recebia uma singela massagem na outra. Os garotos suspiraram juntos. O rapaz sentado não tinha certeza de absolutamente nada, apenas de que aquilo era algo tão Blaine quanto ele podia aguentar. “Trapaceiro, exatamente no meu ponto fraco.” – Kurt sorriu de lado.

“Exatamente como o esperado.” – Blaine.

(...)

A cozinha comunitária estava fervendo de pessoas, segundo Santana o lugar fedia a gente em decomposição, ou mendigos, ela dizia não saber a diferença. Quinn ria das maldades da latina, mas ambas tinham um coração, ou não estariam ajudando mais do que o restante do coral e qualquer outro voluntário. Era algo inconsciente, porém não menos digno. Santana carregava dois pratos e Quinn idem, elas entregaram os pratos para os senhores sorridentes.

Quando voltaram ao balcão do coral, Quinn puxou Santana pelo braço para o canto do balcão, algo que acontecia frequentemente naquela noite.

– Ok, aqueles cheiravam o que? – Quinn ria.

– Espere, ainda estou vasculhando algo que defina a mistura de estrume, madeira e baratas. – Santana riu.

– Vocês não tem coração? – Brittany se aproximou com expressão tristonha. – Não é bom tirar sarro de alguém assim, eles não têm como tomar banho, diferente de vocês que tem banheiras com duas regulagens diferentes de temperatura e sais de banho. – A loira passou o braço entre as garotas e alcançou alguns copos descartáveis. – Da próxima vez lembrem-se de trazer o cérebro.

Quinn, sua famosa sobrancelha e a boca aberta em um perfeito “O”. Santana, braços cruzados e igualmente boquiaberta. As garotas se entreolharam e trocaram alguns arqueares de sobrancelhas.

– Isso é reflexo de muito tempo com o Sebastian. – Santana riu.

Elas voltaram para o balcão e alcançaram mais alguns pratos, mas não saíram de lá sem receber olhares reprovadores de Kurt, Rachel, Brittany e Mercedes. Santana riu e deu a língua para eles. Os quatro reviraram os olhos. Todos pareciam servidos no momento, Quinn estava pronta para recolher os pratos quando sentiu alguns cutucões de Santana, ela murmurou um “ai” e em seguida indagou o por quê das agressões, toda resposta que recebeu foi uma jogada de cabeça apontando uma mesa distante.

Nela estavam três senhores já de idade e bem vestidos, barba feita, um deles era careca já os outros dois tinham o cabelo bem aparado, de frente para os senhores estava um homem de terno e gravata, com aparência bem cuidada e ao lado dele um rapaz pouca coisa mais velho que as meninas. Elas trocaram olhares de dúvida até Santana fazer cara de nojo, trocaram um sorriso e Santana convidou a loira a ir até lá. Os homens conversavam pacatamente, a voz dos senhores de idade soava mais forte do que a voz do homem à beira dos quarenta ou do rapaz com pouco mais de vinte anos. As garotas os serviram com um sorriso esquisito no rosto, Quinn queria rir dos homens. Após tê-los servido, Quinn colocou inocentemente a bandeja que carregava na frente do corpo e cutucou Santana que soava como um apelo para saírem dali, a loira precisava por para fora a gargalhada presa na garganta e ela nem sabia o motivo da vontade, a latina por sua vez apenas ignorou a loira e na mesma posição com a bandeja inocentemente protetora na frente do corpo ela permaneceu no lugar com um sorriso singelo para os homens, eles davam garfadas preguiçosas e desanimadas na comida, era deprimente.

– Por que vocês estão aqui? – Santana perguntou tão natural e inocentemente.

Um dos homens se engasgou com a comida, nem mesmo Quinn esperava uma palavra se quer ali, um lugar tão afastado das pessoas, calmo e provavelmente o mais silencioso da cozinha toda. Um dos senhores soltou seu garfo e reuniu forças para levantar a cabeça e um sorriso ao mesmo tempo.

– Desculpe minha jovem?

– Bom... Vocês são velhos e tudo mais, mas parecem o tipo de pessoas que podem pagar por uma boa refeição em casa. – Ela sorriu simples, tirou seus olhos dos três senhores e depositou sobre o homem de terno. – Qual é, ele está de terno, nunca seria o tipo de gente que vem num lugar assim, e o garoto? Ele tem cara de universitário. Sério, por que estão aqui? – De relance a pergunta pareceria rude e grosseira, mas o sorriso calmo e inocente de Santana fez aquilo soar tão amigável.

O senhor careca fez menção de limpar os cantos da boca com o próprio polegar, mas Santana conseguiu sacar um guardanapo do avental antes que ele pudesse fazê-lo. Ele agradeceu com um aceno.

– Ninguém nunca nos perguntou isso, e olha que pelo menos nós três viemos aqui há anos. – Ele apontou para os outros dois senhores de idade.

– Nós vimos aqui porque nossos natais são tristes, meus filhos me abandonaram, minha esposa morreu há dez anos e eu estaria sozinho no meu apartamento em profunda depressão. – Um senhor de blusa xadrez respondeu.

– Louis sofre basicamente o mesmo, já eu nunca me casei ou tive filhos, poderia estar agora em uma festa com outros amigos velhos e milionários, mas não pareceria o natal, este lugar parece bem melhor. – O senhor com a voz mais grossa respondeu.

– Acontece que somos velhos, ninguém liga para nós. – Sorriu tristonho.

Santana abaixou mais a bandeja, desafazendo a proteção inconsciente que criara há pouco, sua expressão assim com a bandeja também caíra. O olhar do senhor era no mínimo sofrível de se assistir.

– Eles me acharam no parque vagando sozinho e me convidaram. – O homem de terno tossiu para chamar a atenção.

– A mim também. – O rapaz se pronunciou.

– Sabe... Poucos têm a benção de ter amigos como vocês meninas. – A voz do senhor careca se fez presente novamente.

Quinn cutucou Santana novamente, os homens a olhavam tristes, devastados para dizer o mínimo, e a latina retribuía com o olhar de dó que até então a loira só vira em Brittany quando a maior achou um gato atropelado já morto na rua. Sem pensar duas vezes Santana empurrou carinhosamente o homem de terno e sentou-se à mesa com as pernas viradas para fora da mesa, puxando Quinn para mais perto.

– Meu nome é Santana. – Sorriu.

– Eu sou Louis, – o homem careca se apresentou – este é Thomas – apontou para o homem de blusa xadrez – e aquele é John – apontou para o homem com a voz mais grossa.

– Eu sou Raphael. – O homem de terno se apresentou.

– Meu nome é Tyler. – O rapaz com boné virado para trás acenou.

Santana apoiou os cotovelos na mesa e entrelaçou as mãos, apoiando o queixo ali, suspirou e deu inicio a uma conversa amigável com os homens. Ela perguntou várias coisas sobre eles como, por exemplo, a idade, Louis e Thomas tinham 79, John tinha 80, Raphael – assim como as meninas previam mais ou menos – 37 e Tyler – o qual elas acertaram em cheio – tinha 20 anos. Ela perguntou sobre a profissão de cada um e como eles vieram parar ali. A conversa continuou e Louis se revelou um grande piadista, já Raphael um grande imitador – Santana cutucou Quinn falando que já encontraram alguém para detonar e ensinar Sam como se faz uma imitação de Sean Connery de verdade.

Entre papos e papos, Quinn foi cedendo à graça dos homens ali da mesa, Santana já estava completamente envolvida agora que era hora dela falar.

– Eu canto. – Sorriu.

– Duvido! – John se fez cético.

– Hey, me ajuda aqui Quinn, este ser está duvidando do meu talento. – Santana cutucou Quinn que olhava distraída pelo canto dos olhos Rachel.

– Ele está certo, perto de mim você parece uma baleia machucada chorando. – Quinn provocou. Santana deu de língua.

– Nós nos apresentaremos daqui a pouco. Um especial de natal. – Santana ignorou Quinn e voltou a falar com os homens. – Vocês poderão decidir quem é melhor.

Santana tentava forçar Quinn a sentar-se no colo dela, a loira se recusava por alguma razão e força maiores que ela. Finalmente a loira entendeu o motivo dos homens estarem ali, apesar de poderem comprar uma boa ceia e festejar o natal em casa eles se sentiriam solitários, especialmente os senhores de idade que faziam isto todos os natais nos últimos sete anos, eles eram amigos e tudo, mas descobriram que assim como o mundo pode virar as costas para senhores e idade, o mundo pode virar as costas para garotos tão jovens como Tyler, eles revelaram achar um solitário diferente todo ano. Doía ouvir o abandono na voz dos homens. Pela primeira vez na vida Quinn percebeu que não era solitária como achava, ela tinha amigos incríveis que a cercavam e sempre estiveram lá por ela, uma amiga para todas as horas e uma garota completamente apaixonada por ela. Depois de tanto resistir ela sentou-se no colo de Santana e se introduziu na conversa.

Ela percebeu que havia algo que ela poderia fazer com o tempo que ela desperdiçava sendo fútil e amarga com a vida.

Durante uma risada longa e dolorosa Santana viu que seus amigos olhavam diretamente para aquela mesa, alguns olhavam incomodados com o fato de que elas não estavam mais ajudando e sim batendo papo, outros – Will, Brittany, Rachel e Kurt – olhavam orgulhosos das meninas. O mesmo grau de importância que aquele olhar de Britt tinha para Santana, o olhar de Rachel tinha para Quinn. Ela se sentia ótima com aquilo.

– Desculpe interromper... – Blaine apareceu, ele tocou Quinn e Santana no ombro – está na hora da apresentação. – Sorriu para todos na mesa. – Senhores precisam de mais comida ou bebidas?

– Não precisamos, mas queremos, o que precisávamos estas jovens nos deram – Louis sorriu. – Obrigado pela atenção meninas.

– Não vão embora antes do fim da apresentação. – Santana e Quinn pediram.

Os cinco assentiram.

O coral se reuniu em um centro livre de mesas, suficiente para todos eles ficarem e cantaram em coro uma versão à capela de “Do They Know It’s Christmas?”

Todos aplaudiram os garotos do coral e então eles fizeram os agradecimentos. Antes que todos pudessem voltar para seu lugar, Rachel e Sam pediram atenção de todos.

– Música bônus, meus amigos de coral devem conhecer, então Rachel e eu puxaremos o inicio. – Sam sorriu largo.

Sam puxou Rachel e colou os corpos, Quinn e Finn fecharam o rosto para a cena, mas quando a melodia da música começou, eles desfizeram a mesma e cederam ao som da música simples e conhecida.

Sam começou:

Jingle bell, jingle bell, jingle bell rock

Jingle bells swing and jingle bells ring

Rachel começou a segunda parte da mesma estrofe

Snowing and blowing up bushels of fun

Now the jingle hop has begun

Mike, Santana e Brittany entraram na música com seus passos de dança, logo Sam abandonou Rachel para acompanhar o trio. Santana carregou seu espirito natalino pulando pelo lugar e levantando algumas das pessoas de suas mesas, puxou um senhor pela mão e fez uma rápida dança com ele, deixando para trás um senhor animado, os outros três amigos não tardaram a repetir o ato da latina.

Jingle bell, jingle bell, jingle bell rock

Jingle bells chime in jingle bell time

Quinn se adicionou na música cantando junto com Brittany. Ambas iniciaram passos quase idênticos e agitavam alguns sem teto juntas.

Dancing and prancing in jingle bell square

In the frosty air.

Todos se uniram na música, Finn, Kurt, Blaine dividiram o mesmo trecho. Enquanto todos dançavam, Finn arriscava alguns passos.

What a bright time, it's the right time

To rock the night away

Jingle bell time is a swell time

Tina, Artie e Mercedes ajudaram na música. Sugar e Brittany dançavam juntas agora, até Santana tomar possessivamente Brittany para dançar com ela.

To go gliding in a one-horse sleigh

Giddy-up jingle horse, pick up your feet

Todos se reuniram no centro para uma grande coreografia lançada à sorte enquanto finalizavam a música.

Jingle around the clock

Mix and a-mingle in the jingling feet

That's the jingle bell,

That's the jingle bell,

That's the jingle bell rock.

Mais uma vez todos no local foram ao delírio.

(...)

– Conseguiram ver como sou melhor que Quinn? – Santana voltou para a mesa dos cinco agora não tão solitários homens, acompanhada de sua fiel amiga Quinn, a mesma lhe deu um soco no ombro.

– Vocês duas são incríveis, cada uma especial de um jeito. Vocês cantam e dançam muito bem! – Louis elogiou-as.

– Correção, aquele asiático e a loirinha alta que dançam bem! – Raphael sorriu descontraído.

– Falando em loirinha, ela era muito bonita. – Tyler sorriu. Santana mordeu o interior do lábio, ciúme é ciúme apesar de tudo. – Mas creio que não tenho chances, porque vocês namoram não é? – Ele lançou um olhar para Santana.

– É tão óbvio assim? – Santana quase derrubou Quinn de seu colo.

– Eu senti a química de vocês, e tenho um excelente gaydar... Afinal, também sou gay, outro motivo pelo qual eu não ficaria com ela. – Deu a língua travesso.

Eles voltaram a conversar e ignorar todos lá do balcão. Rachel e Quinn trocavam olhares e o celular dela não parava. Santana sentiu a vibração do mesmo durante o recebimento de uma ligação, a loira dona do aparelho pediu licença para atendê-lo.

Depois de muita conversa e uma promessa de encontro no final de semana no parque central de Lima, Santana e Quinn se retiraram com o resto do coral para irem fazer sua própria ceia na casa de campo dos Berry, cortesia da própria anã.

– Feliz natal. – Disseram em coro.

Notas finais
Erros? Perdão.
Então o próximo sim =)
Ah, e eu ia fazer uma coisa super linda e romântica no próximo capítulo para nosso ship Faberry, mas assim... resolvi que ficaria melhor em outra cena =)