Notas iniciais
Olá pessoas! Eu postando fic em dois dias seguidos? Estou até assustada comigo mesma, kkk. Tenho algumas estórias prontas que postarei ao longo do tempo, assim como faço com a página que tenho no facebook. Comemorem, migas! Pois essa fic não é dramática como as que costume escrever! Enfim, aproveitem! E Feliz Natal e Ano Novo atrasado!

O caminho rotineiro do elevador até a cobertura rendeu provocações e gemidos de ambas as partes, o casal entrou sem se preocupar de fechar a porta; tropeçando nos móveis sem desgrudar as bocas, os bandidos rumaram à suíte tão conhecida por ambos.

O quarto era uma bagunça só, roupas espalhadas por todo lugar, móveis fora de posição, lençóis desarrumados na cama, sem contar nas duas figuras se comendo no chão frio coberto por um tapete branco impecável.

Atena gemia ao toque selvagem e gentil do homem em sua intimidade, nunca iria se cansar disso, o sexo dos dois era algo mágico, revigorante, e, mesmo depois de todos esses anos ele ainda a fazia sentir como se fosse a primeira vez…

Romero sorriu ao vê-la ofegante, era maravilhoso o efeito que tinha sobre ela, aquela mulher maravilhosa simplesmente desfalecia ao seu toque, e com ele não era diferente;

O casal não sabia a quantas horas estava ali e nem se preocuparam em contar quantos orgasmos tiveram, ambos eram insaciáveis.

Os primeiros raios de sol invadiram as janelas de vidro meio cobertas pelas cortinas de seda branca, o que fez a loira e o moreno rugirem irritados.

“Tenho que ir tomar banho e trabalhar.” O homem proclamou à contragosto, dando um beijo carinhoso e voluptuoso na mulher “Não vou reclamar se vier comigo.” O sorriso malicioso murchou ao ver sua cara de raiva.

“Claro, trabalhar...” Revirou os olhos, vestindo a camisa e a cueca do marido, levantando da cama irritada, indo em direção ao banheiro, sendo seguida por Romero, que se arrependeu imediatamente pelo que tinha dito.

“Você sabe que eu tô fazendo isso pela gente...” Atreveu-se a dizer, observando-a amarrar suas madeixas em um coque frouxo e bufar irritada, algo que achava extremamente atraente vindo dela.

“Teu trabalho é enganar idiotas pra conseguir patrocínio, a golpista aqui sou eu, meu querido!” Explicou como sempre fazia, gemendo com os lábios e dentes do mais velho em seu pescoço e os apertos que dava em sua cintura esguia.

“Já te disse, sou seu, para de ciúme, Atena!” Sussurrou em seu ouvido, mordendo o lóbulo da orelha sorrindo e tocando seus seios já rijos por cima da camisa, sabendo que aquilo a deixava louca.

“É meu...é meu pra sexo, é só por isso que a gente tá junto...” Lamentou e tirou suas mãos de seu corpo, dando tapinhas fortes em sua cabeça para fazê-lo soltar seu pescoço, funcionou por breves segundos, logo sentiu as mãos fortes que tanto amava a agarrarem pela cintura.

“Eu te amo, já te disse um milhão de vezes e a senhorita aí sabe bem disso!” Cheirou seu pescoço amoroso, admirando seu sorriso de costas.

A loira suspirou feliz com os carinhos que recebia, aquele homem, por mais maldito que fosse, sabia muito bem como fazê-la sentir especial, o ex-vereador sabia que ela estava fazendo charme, o que era rotineiro quando queria passar mais um tempo com ele, e não recusaria, não conseguia recusar nada àquela mulher maravilhosa.

Quer saber? Dane-se a Tóia! Afinal, quem é essa Tóia mesmo?” Foi o pensamento que inundou sua mente ao vê-la se virar e encarar aqueles olhos brilhantes e sua malícia costumeira.

Tinha tudo o que precisava bem ali, naquele amor maluco e avassalador que somente aquela bandida despertava em si.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!