Aline

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Bem gente, como eu disse, essa é minha primeira fic, e estou postando-a agora porque irei levar meu not para o concerto em outra cidade, e não sei por quanto tempo ficarei sem ele ;(... Epor medo de nunca mais conseguir reconstruir meus bebes novamente estarei postando... Espero que gostem ! ♥

Eu nunca me senti só em um cemitério, talvez seja pelo fato de abrigar seres humanos em descanso, e que algum dia eles irão retornar a vida.
E também seja pelo fato de que meus pais também façam parte desse grupo que a cada segundo cresce; Hoje faz cinco anos que eles entraram nesse grupo, e faz cinco anos que eu venho constantemente ao cemitério para me sentir mais perto deles, mesmo sabendo que não à nada dentro do caixão, que eles não estão enterrados ali, mesmo estando, mortos.
Olhei mais uma vez para as lápides ao meu lado, esperando que eles saissem vivos, como da ultima vez em que os vi, quando tinha quatorze anos, mas isso infelizmente não é possivel. Me levantei do pequeno banco que eu tinha providenciado para dexar ali, olhei para o céu acinzentado e suspirei caminhando em direção a saida.
Ao chegar no estacionamento, liguei meu celular vendo apenas três chamadas perdidas de Lizza minha melhor amiga, e algumas mensagens que visualiazaria quando estivesse em casa. Aproximei o celular perto de minha orelha direita e abri minha bolsa pegando a chave do meu carro. Esperando minha ligação ser atendida.
— Ally? — perguntou Lizza do outro lado da linha.

— Quem mais seria? — lhe respondi achando a chave a destravando o carro entrando no mesmo logo me seguida.

— Bom dia também para você. Ou melhor, boa tarde! — exclamou irritada. — Fiquei preocupada quando acordei e não lhe encontrei em casa, e depois tive que inventar uma desculpa para Clara(Carla) que queria falar com você.

— Porquê ela não me ligou? — perguntei colocando minha bolsa no banco ao meu lado e ativando o viva-voz colocando o celular em meu colo ligando o carro.

— Ela apagou seu número, sem querer, novamente. Sabe que ela odeia mecher em celulares, mas não teve opções. —riu.

— Mas você sabe o que ela queria falar comigo? — perguntei dando partida no carro e saindo do estacionamento do cemitério.


— Não, mas tenho certeza que é sobre as aulas de balé de Bellie...

— Entendo.— murmurei indo em direção ao supermercado mais perto. — Lizza estou indo para um supermercado, quer que eu traga alguma coisa?


— Aham! —exclamou. — Morangos! Aquele dos grandes, e alguns doces, e traga uma lasanha, não quero cozinhar hoje.

— Tudo bem. — assenti, entrando no estacionamento do supermercado. — Irei pegar a lasanha tradicional; Até.


— Até... — murmurou encerrando a ligação.

Desci do carro, ativando o alarme, levando somente o cartão de créditos. Entrei no supermercado, caminhando pelo corredor onde se encontrava a lasanha, para logo depois pegar duas caixas de morangos e uma caixa de bombons trufados, aproveitei que iriamos comer apenas bobagens e peguei um pote de sorvete de leite Ninho, nosso favorito. Perambulei pelo local, apenas para passar mais o tempo, e me direcionei ao um caixa aberto que estava vazio.
— Boa tarde! — comprimentou-me o garoto que me atendia.

— Boa tarde. — comprimentei-o também, dando um sorriso timido, e ficamos em silencio.


— Seus olhos são incriveis! São bem raros não é? — me perguntou enquanto anotava lentamente os preços dos alimentos, para olhar meus olhos, que eram violetas.

— Sim. Bastante, muitos tem inveja disso. — dei um sorriso curto.

— Até eu senti inveja. Eles são incrivelmente lindos, assim como você.

Olhei para ele, e olhei em seus olhos, um verde claro, lindo, assim como ele, seu cabelo castanho médio com algum penteado da moda, espetado, ele era claro, e continha poucas sardas clarinhas abaixo dos olhos, o que lhe deixava um pouco fofo e na bochecha direta havia uma covinha.

— Obrigada. Mas não vejo o porquê de ter tido inveja, seus olhos também são lindos, e você tem uma covinha super fofa ai; o que te deixa ainda mais bonito e fofo.

Ele sorriu, e me disse o valor da compra, paguei a peguei as sacolas.

— Bem, — disse ao coçar a nuca. — Aqui está meu número, espero que me ligue, ou me mande uma mensagem. — disse ao me estender um pequeno papel azul bebê com seu número de celular, no qual não o vi anotando. — E meu nome é Caio. Caio Blanes. — sorriu acentuando ainda mais sua covinha.

— Aline. Aline Greeb. — sorri ao pegar seu número colocando em meu bolso, e saindo do supermercado.

Notas finais
E então?! Bom? Péssimo? Chore e escreva outro pois ficou horrivel?! Espero que esse ultimo nunca venha a acontecer! Obrigado por lerem e comentem! Isso me fará ficar muito feliz! De verdade!