Alices Happy Halloween

1 Capítulo 1 - Morte da tia é sinal de azar


Capítulo 1 — Morte da Tia é um sinal de azar.

[i]“Mas uma vez aquela data chegara. De novo. Todo ano aquela maldita data tinha que chegar... Mas não era só aquela data. Eram todas aquelas festas ridículas que aconteciam todos os anos. Como alguém podia se divertir com aquilo? Natal, páscoa, ano novo, etc... Eu odiava todas essas datas... Mas a que eu mais odiava era aquela data. Crianças se fantasiando de monstros ou de outras coisas que deveriam ser assustadoras e saindo na rua pedindo doces para os adultos. Sempre aquela irritante frase “gostosuras ou travessuras!”.

Aquilo me irritava... Irritava-me profundamente... Mas... Naquele dia... Descobri o quão assustador o Halloween pode ser... Naquele dia... Eu conheceria o Halloween Game.”.[/i]

Era um dia normal como qualquer outro. Um garoto de cabelos pretos estava em seu quarto. Ele olhava fixamente para o teto. Tinha cabelos negros curtos, com uma pequena franja que cobria boa parte de sua testa, seus olhos eram tão negros quanto seus cabelos ou até mais. Estava vestido de maneira simples... Muito simples para uma data como o Halloween. Uma camiseta azul marinho com um short... Apenas isso nada de especial. Ao contrario de sua irmã. Sua irmã é uma daquelas garotas que morrem se a bolsa não combinar com o sapato, ele a considerava extremamente irritante durante o ano, mas incrivelmente, no Halloween ela ficava pior.

Ela se vestia de alguma fantasia boba, e se não tiver rosa ela não veste. Algo do tipo a fantasia do ano passado. Ela usava uma fantasia de bruxa... Mas extremamente ao contrario... Ele duvidava que bruxas tivessem a roupa completamente rosa, uma vassoura com um monte de enfeitinhos ridículos tais como: Laços, flores e um monte de penduricalhos a maior parte deles rosa. Não que ele acreditasse em bruxas... Mas se elas existissem ele duvidava que fossem como aquelas bruxas feias que aparecem nos comercias de TV com a pele verde e um monte de verrugas... Mais claro a fantasia de sua irmã estava muito mais longe de acertar na aparência das bruxas... Mas é claro as bruxas não [u]existem.[/u]

Seus pensamentos foram interrompidos por incessantes batidas na porta. Ele odiava escutar aquele som abafado e do jeito que batiam parecia mais que queriam derrubar a porta do que tentar abri-la. Já cheio das batidas incessantes, o garoto de cabelos negros tenta ignorá-las... Provavelmente era sua irmã, que estava tentando o convencer a usar alguma fantasia ridícula que ela comprou em uma loja ridícula, com um nome ridículo, e não ele não estava exagerando.

Geralmente ela costuma entrar em lojas cheias de coisas que ela acha fofinhas, ou então com bastantes coisas rosas. As lojas que ela mais ia? Ele já sabia de cor de tantas vezes que sua irmã falava. Ela falava, falava, falava, só pra dizer a mesma coisa umas mil vezes, parecia até um gravador... Ou então um CD arranhado. Bem voltando ao assunto das lojas as que ele considerava serem as piores eram: Universo Pink, A vida é rosa, Mundo das Patys, entre outras que não recordavam o nome direito... Resumindo: Sua irmã era uma rosa-maníaca, que adora enfeitar suas coisas com laços e fitas ridículas, e que freqüentava lojas sem graça com nomes idiotas.

Mas vamos falar logo o nome da minha irmã é: Lílian.

Depois de bater mais umas 20 vezes na porta Lílian se cansa e diz:

- Kurogi! Vai se arrumar logo! — Diz Lilian irritada.

Continuei sem responder... O que era estranho é que sua irmã sabia que ele odiava o Halloween e que nunca comemorava... Então porque diabos ela estava batendo em sua porta?

- Do que está falando? Você sabe que eu não comemoro o Halloween... — Fala Kurogi finalmente.

- Não é para o Halloween o seu antipático! É para... Aquilo... — Diz Lilian baixando a voz quando pronunciou a palavra \"aquilo\".

Kurogi se espanta um pouco ao ouvir a irmã falar de enterro. Afinal enterro de quem? Concerteza ele não havia sido avisado disso.

- Do que você está falando? Como assim \"aquilo\"? — Pergunta finalmente Kurogi abrindo a boca.

- Ah, é... Não te avisaram...

Kurogi já havia perdido a paciência... Ele não tinha sido avisado de quê?

- Dá para você falar logo o que quer? Você só está me fazendo perder tempo! — Diz Kurogi quase gritando.

- E você para de ficar enfezadinho e me respeito! Eu sou sua irmã mais velha! — Responde Lilian colocando ênfase no [i]\"mais velha.”.[/i]

Nessa altura como você pode adivinhar Kurogi já tinha perdido a paciência com a irmã. Mas que diabo! Por que ela não dizia logo o que queria?

Ele fez questão de ficar em silêncio dentro de seu quarto até ela dizer logo o que queria.

- Bem não é minha culpa que você não foi avisado [i]\"daquilo\"[/i]! E eu só estou te informando como irmã mais velha e...

Kurogi teve que aturar pelo menos mais 10 minutos de frases como: [i]\"Sou sua irmã mais velha e coisa e tal...\", \"Me respeite por que sou mais velha.\", \"Não é minha culpa se não falaram com você sobre aquilo...\",[/i] etc...

Ele estava em seu quarto de olhos fechados ouvindo sua irmã tagarelar. Pelo santo cristo! Aquela criatura nunca cala a boca? Por que ela não pode ir direto ao assunto uma vez na vida?

Esses eram os pensamentos que invadiam a mente de Kurogi a cada instante que ouvia a irmã tagarelar.

Então subitamente ela para de falar. Kurogi estranha um pouco ela ter parado de falar, mas idai? Ela enfim calou a boca!

[i]\"Aleluia deus! Ela parou de falar!\"[/i] - Pensa Kurogi agradecendo aos céus.

Então Kurogi ouve outra voz por detrás de sua porta. Diferente da irmã, ela era bem mais grave e masculina. Kurogi reconheceu imediatamente a voz do pai.

- Kurogi vá logo se arrumar. Nós precisamos ir ao enterro de sua tia. — Fala o pai aparentemente sério apesar de Kurogi não vê-lo sabia pelo tom de voz do pai que era sério.

\"Enterro? Hum... Parece que uma daquelas velhas chatas morreu...\" - Pensa o garoto sem dar a mínima pra isso.

Kurogi não ligava para o enterro não por maldade... Mais porque nenhuma de suas tias jamais o visitara... Só lhe pediam favores como: Cuidas da casa delas enquanto viajam, cortar a grama, cuidar das dúzias de gatos delas, etc...

E isso não era exagero! Nem quando ele estava em um hospital, internado e quase morrendo nenhuma delas teve coragem de visitá-lo... Nem perguntaram para sua família se ele estava bem... Então qual era a obrigação dele de chorar sobre o enterro de alguém que apenas lhe pediam favores?

- Qual delas pai? — Perguntou Kurogi se levantando da cama.

Não que importasse qual das tias tinha morrido, mas... Ele precisava ao menos saber disso não é? E que má sorte... Morrer logo no Halloween...

- Sua tia Amêiele. — Responde o pai ainda com tom sério.

Opa! Para Kurogi essa é nova. Amêiele? Não se lembrava de nenhuma tia desse nome... Mais que nome estranho... Bem não importa... Ela provavelmente era igual a todas as outras.

Ele andou calmamente até seu armário procurar uma roupa preta. Depois de 3 minutos achou uma blusa preta e uma calça jeans preta que ia até os tornozelos. Os vestiu e penteou os cabelos. Colocou um tênis qualquer e saiu de seu quarto.

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Eram mais ou menos 6 da tarde. O tempo lá fora estava chuvoso... Quer dizer chuvoso é pouco com tanta água caindo é impressionante como esse prédio não fica alagado.

O enterro aconteceu mais cedo... Como qualquer outro enterro as pessoas disseram que era difícil perder um parente querido, e coisa, e coisa e tal... Um parente querido? Rá! Ele nem sabia quem era! E duvidava que seus pai soubessem também... O que incomodava é: Por que quê eles tinham que vir ao enterro?

Kurogi duvidava muito que seus pais ligassem para essa tal de tia Amêiele. Então por que se importariam de vir? A resposta da pergunta veio logo depois do enterro.

Acontece que tia Amêiele era rica, e iria distribuir sua herança... Rá! Kurogi sabia que tinha que ter algo para sua família vir...

Bem depois do enterro fomos para o tal prédio... Era realmente incrível como ele não alagava... Ainda mais velho do jeito que estava! Bem sua família não teve sorte...

Parece que tia Amêiele também não ligava muito para eles... Quando eu pensei que o tal advogado que estava lendo o testamento dela enfim iria dizer que ele tinha acabado, o que ele disse a seguir realmente surpreendeu Kurogi de todos os jeitos possíveis.

- E agora o último item do testamento para o senhor Mikazu Kurogi...

- Eu? — Pergunta Kurogi interrompendo o advogado com um enorme tom de surpreso... E ele realmente estava.

- Sim, aqui diz claramente Mikazu Kurogi... — Fala o advogado olhando severamente para Kurogi. — O item que sua tia lhe deixou foi um broche.

Broche? Ela lhe deixou um BROCHE? O que diabos iria fazer com isso?

Antes de Kurogi ter uma reposta o advogado lhe deu o tal broxe e informou que a reunião estava encerrada.

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Kurogi estava examinando cuidadosamente aquele estranho broche. Ele era dourado com uma pedra negra bem no centro. Havia alguns entalhes em volta da pedra negra de cor prata e estranhamente atrás dele havia um entalhe em forma de abóbora.

Ao ver a abóbora Kurogi imediatamente virou o broche ao contrário. Ele tinha medo de abóboras. Algo que ele e somente ele sabia.

Depois de mais 5 minutos examinando o broche ele o segura com uma das mãos e cai no sono... Afinal havia sido um dia e tanto... E ele só podia piorar.

Enquanto Kurogi dormia tranqüilamente o broche começou a soltar um tipo de aura negra. Ela foi envolvendo lentamente o corpo de Kurogi. Quando a aura já tinha envolvido o corpo todo de Kurogi, ele acorda e percebe a aura negra em volta dele.

- Que... QUE COISA É ESSA? — Grita ele desesperado.

Ao perceber que a aura saia do broche ele jogou o mesmo no chão fazendo com que um barulho metálico se espalhasse pelo quarto. Assim que o broche caiu no chão à aura começou a se converter em um tipo de buraco negro começando a sugar Kurogi.

\"O que... Está... Acontecendo?... Sinto como se algo fosse... Tirado de min...\" — Esse foi o ultimo pensamento de Kurogi antes de seu corpo cair inerte no chão.

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Kurogi abre lentamente os olhos. Eles estavam um pouco fora de foco mais conseguia enxergar uma figura meio distorcida a sua frente. Quando seus olhos enfim entram em foco ele percebe que estava deitado e que uma ovelha tinha a cara muito próxima da sua.

- Nossa você dorme bastante eim ¬¬\" — Comenta. a ovelha mal humorada.

Ao escutar a ovelha falar Kurogi da um grito e ao mesmo tempo um pulo gigante para trás. Então começa a apontar pra ovelha e gaguejar.

- Vo-você t-tá fa-fa-fa-fa-FALANDO? — Fala Kurogi aterrorizado.

- Não imagina! Quem ta falando é sua avó -.-. É CLARO QUE EU TÔ FALANDO SUA ANTA! U_U — Grita a ovelha fazendo Kurogi gritar igual a uma garota.

- Ma-mas o-ovelhas não falam!

- Aff... ¬¬\" Caso não tenha reparado amigo você não está mais em sua dimensão. — Diz a ovelha sem dar a mínima para o desespero do pobre rapaz.

- O que você quer dizer com isso? — Diz Kurogi se recuperando do choque.

- Helloo?? Você já olhou em volta? u_u — Pergunta a ovelha já sem paciência.

Ao ouvir o comentário da ovelha, Kurogi realmente percebe que não está em casa. O céu tinha tons de roxo e lilás. Não havia um única nuvem e havia várias roxas de diversos tons de marrons perto deles. Sim definitivamente esse não era seu quarto.

Kurogi então percebe a presença de uma garota perto dele. Ela estava sentada em um pedra lendo um livro. A garota possuía lindos cabelos loiros que batiam em sua cintura. Sua pele era extremamente clara, e bem pálida mais mesmo assim era bonita. Possuía um olho de cada cor. Um deles era azul e o outro vermelha.

Ela usava um blusa azul escuro com uma saia azul clara, e calçava sandálias um pouco diferentes. Elas eram de amarrar e as fitas chegavam quase no joelho.

Ela lia o livro tão consentradamente que parecia nem notar a presença de Kurogi. Ele então resolveu iniciar uma conversa. Afinal era melhor falar com uma garota do que com uma ovelha.

- Hei... — Disse Kurogi tentando chamar a atenção da garota, mais depois de conseguir se arrependeu profundamente desse ato.

Quando os dela encontraram os de Kurogi parecia que ela estava pronta para matá-lo a qualquer momento o que fez Kurogi desviar o olhar imediatamente.

- Er... Oi qual seu nome? — Perguntou Kurogi em tom amigável para a garota.

Ela simplesmente voltou a olhar para o livro ignorando Kurogi. O que fez este começar a sentir uma enorme raiva pela a garota que o ignorará.

- Gr... EI! Quem você pensa que é? Você é muda por acaso?? — Diz ele bravo.

Ao ouvir isso a garota por um ou dos instantes fica com as mãos bambas e quase deixa cair o livro no chão, mas logo se recompõe e continua sem responder Kurogi, que há essa hora já começava a odiar a garota. A ovelha deu um suspiro e depois disse a Kurogi.

- Bem o nome dela é Alice e você acertou... Ela é muda. — Disse a ovelha com voz neutra.

Kurogi ao perceber a grave ofensa que tinha dito logo tenta se redimir.

- Er... Desculpa eu não...

Kurogi não pode terminar a frase. Uma explosão ocorreu logo em suas costas fazendo ele avançar para frente por causa do impacto e cair de cara no chão.

- Tsk! Já chegaram! — Diz a ovelha olhando em direção a explosão enquanto a garota nem desviava o olhar do livro.

Então um tipo de monstro saiu da fumaça que a explosão causou. Ele era um pouco similar a um humano mais com diversas diferenças. A primeira era que ele media mais ou menos 3 metros de altura. Tinha a pele roxa e apenas um olho esbugalhado. Tinha caninos enormes que não cabiam na boca por isso ficavam expostos e carregava um tipo de bazuca gigante.

- Droga! Justamente um level 5! EI garoto se não quer morrer é melhor assinar o contrato com a Alice logo! — Grita a ovelha para o garoto.

- Contrato?? Do que está falando e que monstro é esse?? — Pergunta Kurogi desesperado.

O monstro mira a bazuca em Kurogi e logo em seguida uma bomba sai de lá. Ele tenta correr mais acaba pegando parte do impacto fazendo com que ele \"voe\" até a pedra próxima a garota de cabelos loiros.

- Hei! Me ajude! Por favor! Me salve! — Implora Kurogi desesperado para Alice.

Ele não queria morrer agora... Não podia morrer agora... Queria continuar vivendo! Tinha medo... Muito medo de morrer agora, não definitivamente Kurogi não queria morrer ali.

Alice olha para o garoto que estava de joelhos perto dela lhe implorando para ajudar. O monstro se aproximava cada vez mais deles enquanto Kurogi continuava as suplicas para a garota lhe ajudar. Ela põe o livro de lado e em seguida coloca a ponta de seu dedo indicador na testa de Kurogi.

Depois disso Kurogi não soube explicar o que aconteceu era como se ele ouvisse a voz de Alice na sua cabeça... E ela dizia o seguinte: \"Você não quer morrer... Não é?\".

\"Não eu não quero! Por favor, me ajude!\" — Respondia Kurogi em seus pensamentos.

\"Então você aceitaria fazer o contrato do Halloween Game comigo e se tornar meu mediador?”?

\"Sim! Faço qualquer coisa! Mais, por favor, me salve!”!

\"Excelente.”.

Então Alice retira seu dedo da testa de Kurogi e dá um sorriso.

- Eh... Parece que temos um novo jogador no Halloween Game. — Diz a ovelha com um sorriso.

Então o monstro dispara uma bomba que ia em direção a Alice e Kurogi. Não havia tempo para correr. Kurogi teve certeza de que morreria naquele instante então fechou os olhos e colocou seus braços na frente do corpo instintivamente com a intenção de se proteger mesmo que não adiantasse de nada, e esperou bomba lhe acertar.

Depois de mais ou menos uns 10 segundos de olhos fechados como Kurogi não havia sentido a bomba resolve abrir os olhos. Ao abrir viu Alice parando a bomba com apenas um de seus dedos.

- Hei garoto o que está esperando? Você é o mediador da Alice agora! Você deve ficar em um lugar seguro, pois se você se ferir ela terá problemas! E ela não poderá atacar seriamente com você ai! Sai dai logo! u-u. — Diz a ovelha impaciente.

- Ce-certo! — Responde Kurogi meio inseguro.

Kurogi se afasta e vai para trás de uma pedra que a ovelha falando lhe indicou. Após ir para lá ele observa Alice e o monstro e começa a pensar:

\"Realmente não entendo o que está acontecendo agora... Mais eu definitivamente não posso morrer ainda!”!

Quando Alice percebeu que Kurogi estava longe ela deu um meio sorriso. Enfim podia lugar de verdade.

O monstro lançou sobre ela umas 4 bombas seguidas. Ela simplesmente desviou de três das bombas com movimento graciosos e usou a última como apoio para pular e ficar acima do monstro.

Então ela estendeu a mão e uma foice surgiu do nada na mesma. Do alto com impulso ela foi em direção ao chão e cortou o mostro e a bazuca juntos com apenas um golpe. Manchando a foice e suas roupas de sangue... Deixando um espectador chamado Kurogi aterrorizado.

\"Eu ainda nem tinha visto metade do que ia acontecer... Aquilo foi só o começo do jogo, só o começo do Halloween mais longo de minha vida... Realmente... Morte da tia é um sinal de azar.”

Continua...

Notas finais
Enfim ta ai. Espero que gostem reviewonegai? i.i mesmo que sej pra me xingar. No proximo domingo capítulo 2 o/!