Alice A Maravilha
41 Magoas dos herdeiros
Notas iniciais
Pov Vivian
A viagem ao Caribe, fora de sucesso, o lugar tinha uma vista esplendida e o ar fresco por conta do mar, mostrava que ali seria um ótimo lugar para descanso físico e psicológico. A todo custo tentava mostrar um bem estar aos pequenos Joshua e Naomi, o que para eles era uma viagem de férias, seria na verdade uma distancia para não presenciar um sofrimento. Mas aquilo seria inevitável, pois assim que voltarmos ela não estará entre nós, e eis que grandes desavenças ainda virão, Naomi e Joshua não irão querer morar com Victória e Barnabas não deixará que fiquem comigo, será uma luta, mas por Alice irei batalhar, por que sei que ela está fazendo isso somente por amor e nada mais do que isso, sei que não é apenas amor maternal, também o amor de um homem e uma mulher, mas que somente em um coração nasceu esse sentimento, e agora... somente as consequências a pobre menina etá pagando.
Estava sentada na beira do mar, com aquela mania de pegar um mero pauzinho e escrever na areia, não queria parecer preocupada mais tudo me lembrava Alice, eu peguei meu celular e coloquei uma música que eu e Alice amávamos quando eramos criança pois essa fora a ultima homenagem que a nossa família fez ao pai de Alice após uma morte causada por câncer, lembro me daquele dia... eu tinha onze anos e Alice nove, havia uma semana após o óbito do meu tio e Alice estava decepcionada.
Flash back
–Alice?? -Dizia minha tia enquanto eu ia a seguindo.
–Estou aqui. -Disse a mesma, a voz chorosa veio de dentro da sala que seu pai mais ficava, Alice estava lá, sentada na mesma cadeira que seu pai ficava a ler o jornal, os olhos vermelhos mostravam o choro recente, o nariz avermelhado..
–Querida, está tudo bem... -Disse minha tia a abraçando.
–Não, não está... -Chorava sem consolo.
–Veja.. Vivian veio aqui.. para poderem se distrair e brincar.
–Tudo bem mãe. -Alice olhou para mim, e eu entendia a sua dor, seu pai era seu herói, ela a amava tanto, e sempre chorava ao ver o sofrimento do seu pai que lutava para a vida.
–Alice, prima sinto muito. -Falei a abraçando.
–T-tudo bem.
–Que tal irmos a praia?. — A chamei pois durante a quimioterapia de meu tio, ele dizia a ela que toda a dor deve ser levada pelo vento como leva a as pegadas na areia. E ainda dizia que onde quer que ele estivesse, ele ainda seria o seu porto seguro, agora como um anjo.
Alice então segurou minha mão e corremos, a praia não era longe então fomos a pé, não havia ninguém ali, e Alice correu até próximo ao mar, pegou um graveto e começou a escrever na areia: A MINHA DOR FOI TE PERDER, MAS A MINHA ALEGRIA É SABER QUE ME AMOU. PS EU TE AMO.
–Alice. -Falei ao vela parar por um minuto, me ajoelhei frente a mesma e suas lagrimas marcavam seu rosto pálido, a abracei e a ouvi cantar em sussurros..
–Não aprendi dizer adeus
Não sei se vou me acostumar
Olhando assim nos olhos teus
Sei que vai ficar nos meus
A marca desse olhar...
Aquela música... ela agora me fazia torna-la para lembrar de Alice, e ainda lembrando de nossas brincadeiras, nossos sorrisos, nossas brigas, nossas fofocas, em meio aquela imensidão azul, comecei a cantar...
Não tenho nada pra dizer
Só o silêncio vai falar por mim
Eu sei guardar a minha dor
Apesar de tanto amor vai ser
Melhor assim
Não aprendi dizer adeus
Mas tenho que aceitar
Que amores vêm e vão
São aves de verão
Se tens que me deixar
Que seja, então, feliz
Não aprendi dizer adeus
Mas deixo você ir
Sem lágrimas no olhar
Se adeus me machucar
O inverno vai passar
E apaga a cicatriz
( Leandro e Leonardo).
E ali chorei, de saudades, de pena, e de a perder...
Pov Barnabas
Duas semanas se passaram desde a morte de Alice, sinto uma angustia em mim, pois a cada noite lembrava-me do desespero e das lagrimas de meus filhos, de ouvi-los a noite pedir pela mãe, de ouvir o chorinho pela madrugada, nenhum deles sabiam como havia perdido Alice eram novos para compreender. Uma pontada no peito de angustia ao lembrar daquele dia, a volta do Caribe.
Flash Back
Lá estava eu e Victoria, a mesma com sorriso estampado no rosto, aquilo me enojava as vezes, enfim, na praia avistávamos o navio a se aproximar, estava angustiado, como eu iria dizer a meus filhos sobre Alice?
Assim que a tripulação começara a descer, Naomi e Joshua correram ao me ver, seus sorrisos estavam enormes, não queria destruí-los.
Naomi: Pai, que bom que veio nos buscar...Joshua: e cade a mamãe? Por que ela não veio também?
–Bom.. é que..
–Barnabas. -Falou Vivian rude. Vivian sabia, porem eu via em seus olhos um pouco de esperança.
–Filhos eu.. Vivian. -Falei não os olhando, não conseguia encara-los.
Ouvi uma risada irônica, e então olhei para Vivian, vi as lagrimas em seus olhos caírem, ela me odiava, e com toda a razão.
–MALDITO. -Gritou Vivian.
As crianças a olharam confusas, Ben e o capitão Jack tentavam a acalmar.
–MALDITO, DESGRAÇADO.
–Calma Vivian. -Disse Ben.
–Vivian está assustando as crianças. -Disse Jack.
–Tia o que foi? — Perguntou Naomi.
–CONTE A ELES BARNABAS,CONTE ONDE ESTÁ ALICE. — Vivian chorava.
–Cade a minha mãe? -Perguntou Joshua com seus olhos escuros marejados.
–Filhos eu.. sinto muito.
–SENTI MUITO? FALA BARNABAS FALA POR QUE... EXPLICA.. -Vivian estava descontrolada.
–p-ai, diz que é mentira.. -Então os vi desabar, eu tirei o próprio chão de meus filhos.
–Desculpe filho.
Joshua e Naomi sentaram no chão e choravam, podia ver o quanto tremiam.
–A CULPA É SUA BARNABAS, SUA, POR CAUSA DE UMA MALDITA MALDIÇÃO QUE PERTENCIA A VOCÊ, VOCÊ TINHA QUE MORRER, NÃO ELA, VOCÊ PERMITIU QUE ELA SE SACRIFICASSE PARA QUE VOCÊ TIVESSE UMA VIDINHA AO LADO DESSA MULHER. -Gritava Vivian, aquelas palavras não era mentira, e aquilo despertou Joshua e Naomi.
–O que? -Perguntou Naomi.
–É ISSO AI NAOMI SEU PAI ACEITOU QUE..
–CALADA VIVIAN. -enfim gritei.
–CALA SUA MALDITA BOCA, BARNABAS COLLINS, CONTINUE TIA, DIGA TUDO QUE EU PRECISE SABER.
Aquelas palavras, ditas pelo meu filho Joshua, nos surpreendeu, Vivian contou, tudo desnecessariamente para o momento.
–EU NUNCA MAIS QUERO OUVIR FALAR DE VOCÊ, POR QUE VOCÊ MORREU PARA MIM BARNABAS. -Disse Joshua com os olhos marejados, o desgosto por meus atos, eu havia perdido meus filhos. Suspirei tentando ser relevante, mas os entedia, aliás me coloquei em seu lugar, um dia perdi meus pais, por essa maldição, e tudo o que eu queria era a morte do responsável, com eles não seria diferente... Nada seria fácil agora em diante.
15 anos depois
Pov Joshua
Muitas coisas mudaram desde aquele dia, eu me lembrava do meu ultimo abraço na minha mãe, e meu coração se enchia de saudade e dor, eu não podia fazer nada, não a impedi, mas ainda sim sei que ela me amou, e que eu a amei. As coisas tiveram um rumo diferente desde aquele dia, eu e Naomi tínhamos apenas 10 anos, e a justiça decretou:
–A guarda será tomada ao pai até que estes sejam de maior e tomem suas decisões.
Por anos tive que morar na mesma casa que Barnabas, e o via somente como um assassino, desde a morte de minha mãe nunca mais o chamei de pai, nem mesmo Naomi, era apenas Barnabas, e ele se incomodava com aquilo, mas ele não questionava. Eu visitava tia Vivian todos os dias, e depois que completei os 18, eu e Naomi saímos da mansão e começamos a morar com a tia Vivian. Eu e Naomi arrumamos um serviço, a fabrica de chocolate, ajudávamos o tio Willy em algumas coisas, eu pensava na época em que pedia para conhecer meu pai e agora sorria ironicamente, por que eu me arrependo. E ele? Talvez se arrepende amargamente, as brigas com Victoria apareceram de repente e todos os dias ambos viviam em gerra, Victória era insuportável.
Eu arrumei uma namorada, Allie, uma jovem camponesa na qual me perdi completamente por seus olhos ônix, fazia tempos que namorávamos e sim.. eu irei pedi-la em casamento. Allie e eu nos encontrávamos todos os dias no penhasco, aquele lugar era o que mais frequentava por me lembrar de minha mãe, era como se eu pudesse senti-la ali. E em uma das noites, eu e Alie estávamos sentados a beira.
–Josh?- Chamou minha atenção com sua doce e calma voz.
–Sim?
–Hoje fazem quinze anos desde de que..
Eu mudei minha expressão, e sim... hoje completava os exatos quinze anos que perdi minha mãe.
–Desculpe Josh eu não deveria ter tocado nesse assunto. -Disse constrangida.
–Tudo bem.. Sem problemas, aliás é a minha realidade, não?
–Não consigo imaginar a saudade que sente dela.
–Eu... sinto muita falta da minha mãe.. Allie, sinto que a culpa é minha, pois a todo custo sempre quis conhecer meu pai, e então a fiz voltar para cá, minha mãe se casou obrigatoriamente para evitar comentários maldosos, e viveu por cinco anos, sem amor, sem ser tocada como mulher, então me sequestram juntamente com Naomi, tudo por que meu pai arrumou muitos inimiguinhos por ai, então parecia estar tudo bem, meu pai prometeu amor a minha mãe, como disse Vivian, mas quando aquela olhuda apareceu ele foi um fracassado.
–Amor não se culpe por isso, sabe.. o destino de todos está escrito, entenda que de toda forma ela iria levá-los até o pai, se não... você seria rebelde e não entenderia o por que dela não querer lhe dizer quem seria seu pai, e quando soubesse ficaria irritado por que seu pai é rico, tudo levaria ela a esse fim..
–Quando ela fez aquilo... todos souberam o motivo, nada mais do que a maldição. -Falei.
–Seu pai esta livre da maldição afinal?
–Não sei.. Talvez, mas Barnabas está infeliz, vejo em seus olhos. — Pensei.
–Acha que se voltasse o passado, ele faria tudo novamente ou a impediria?
–Meu pai amava minha mãe, mas ele não foi capaz de descobrir isso. Não sei, conheço a historia de meus pais e sei que desde de o inicio ele queria matá-la, nos negou ser filhos dele, ignorou minha mãe.... mas depois de tempos ele começou a gostar dela.
–E Naomi? Como se sente?
–Naomi está namorando com Charlie, o amigo de Willy Wonka, porém as escondidas, sabe.. Barnabas é possessivo, ainda mais com a filha.
–E ela o perdoou pelo o que fez?
–Não, mas ela ja o chama de pai. Isso é quase um perdão.
–Josh, você não acha estranho?
–O que exatamente?
–Nunca fora encontrado o corpo de sua mãe.
Aquilo sempre me intrigava, o corpo de minha mãe sumiu, apenas seu vestido sujo de sangue estava nas pedras, o que me fazia mais infeliz era saber que ela não teve um enterro, uma despedida, a água havia a consumido.
–O mar a levou, certamente foi.. sabe... os bichos devem ter a...- Eu não gostava de pensar na hipótese de minha mãe ter virado comida para tubarão.
–Tudo bem amor.. Mas mudando de assunto, e o capitão Jack? Irá ve-lo amanhã?
–Ah! Sim...
–Vocês ficaram bem próximos não?
–Eu nasci naquele navio. — Sorri.
–Amanhã vocês irão onde?
–Ele disse que iria nos levar até a bahia naufrágio, sabe.. conhecer uma pessoa, uma mulher.
–Uma mulher? Será a esposa dele?
–Esposa? Do Jack Sparrow? Não mesmo. Ele diz que ela é um tipo de bruxa.
–Oras e para que vão até ela?
–Tentar falar com minha mãe. -Eu disse.
–Acha que isso é possível? -Perguntou.
–Sou filho de um vampiro, conheço piratas, um homem com mãos de tesoura.. Acho que não duvido mais de nada. -Sorri.
–É verdade.
FIcamos juntos durante toda a noite, e nos amamos durante aquela madrugada fria, quando despertamos o sol estava surgindo, voltamos para nossos lares e voltei para a cama, não demorou e senti mãos frias em meus pés, o cheiro de peixe e rum invadiu meu quarto. Sorri.
–Olá tio Jack.
–Como sabia que era eu? Estava tentando te seduzir com meu toque.
–Eu não me apaixonaria por alguém que não toma banho, aparentemente.- E continuava com os olhos fechados, sorrindo.
–Calunia. Acorde Joshua a Naomi ja está la fora.
–Tio, as vezes acho que você quer ser minha mãe. -Sorri;
–Ah! Eu queria ser sua mãe.. mas só nas horas de banho.
–Respeite-a tio.
–Sinto falta daquela menina. Você sabia que ela me deu um beijo?
–Não duvidaria. Mas você poderia ser meu pai.
–NÃO FALE BESTEIRA GAROTO. -Jack caiu na gargalhada.
–Tio vamos.
Pov Naomi
Desde de que soube de minha mãe, eu sabia que melhor seria a morte do que viver com magoa e dor, mas não poderia, não por Joshua, não poderia deixá-lo, eu não perdoei meu pai, não sei se um dia perdoarei, mas ainda o chamo de pai, diferente de Joshua. Todos os dias eu o via, Barnabas, ele estava a cada vez pior, lembro-me da ultima vez que nos vimos, descobri e consegui entender seus sentimentos, soube decifrar o frio coração de Barnabas Collins.
Flash Back
Estava sentada esperando meu pai, na sala eu brincava entediada com as teclas do piano.
–Desculpe filha.
Despertei dos meus devaneios.
–Ah! Sim pai.
–Como está? -Perguntou sentando-se proximo a mim.
–Saudades. -Foi tudo que pude dizer.
–Filha desculpe, eu errei.
–O pior erro que cometeu em seus 400 e tantos anos Barnabas. Eu não entendo.
–Te compreendo Naomi.
–Pai.. Você nunca a amou?
–Eu...
–Barnabas você viu que.. Ah Naomi, que bom vê-la aqui.- Disse Victoria entrando, falsa.
Se fosse tempos atrás, meu pai simplesmente a convidaria para sentar-se conosco, mas o que me intrigou foi sua atitude.
–Saia Victoria estou tendo com minha filha.
–Ah, tudo bem. — Disse a olhuda nervosa.
Victoria se retirou deixando-me incrédula.
–O que está havendo entre vocês? -Perguntei.
–Não sei, mas desde que Alice... bem.. eu e Victoria não nos damos mais bem.
–Pai a tempos você e Victoria vivem essa relação, não acha que está esfriando o amor?
–Não sei, acho que não existe amor. Amei somente duas mulheres,e ambas morreram, por minha culpa.
–Quem seria?
–Josette, a amei quando era um homem comum, e sua mãe.
–Você amou minha mãe?
–Era tarde quando percebi, eu era obsessivo por ela, a admirava, sentia com ela o que mulher alguma, nem mesmo Josette me fez sentir, quando ela me dizia o eu te amo, eu ficava quieto, por que não conseguia dizer o mesmo, eu não sabia o que sentia. Naquela noite eu a vi ali, caida, Victoria sorria e eu sentia dor, como nunca senti, eu acabei com a maldição, e acabei com a felicidade de vocês.
–Pai, eu não vou mentir, eu por dentro guardo magoa de você, mas você ja o fez, o fato é seguirmos a nossa vida e esquecer o passado.
–Me perdoe querida.
Nos abraçamos, e então chorei em seu colo.
Back off.
–Ei mana, acorda. -Disse Joshua em minha frente. -PAra de pensar no seu docinho e vamos logo.
–Ah seu bocó, pegou a foto da mamãe?
–Peguei.
–Vamos logo por favor. -Disse Jack.
Entramos no navio e viajamos rumo a tal Dalma, e eu Joshua e tio Jack conversávamos na ponta do pérola, Jack contava como conheceu minha mãe e todas as loucuras de amigos que tiveram, eu e meu irmão riamos, e percebemos que ela tinha a vida de uma mulher normal, mas com apenas um toque do destino, tudo virou de cabeça para baixo.
–Capitão, a bahia a vista.
–Ah sim ok, vamos Naorlie e Joalli. Haha. -Riu Jack Sparrow.
Com um pequeno barquinho, nós três seguimos um caminho que nos levou a um lugar sombrio, distante do pérola, com a névoa era difícil vê-lo, tudo a frente era luzes e galhos, enfim uma pequena casa.
–Chegamos. -Disse Jack.
–Para uma bruxa, até que ela apavora.- Falou Joshua.
–E você nem a viu ainda. -Disse Jack.
Descemos do barquinho e andamos até a casinha, a porta totalmente aberta nos deu a visão de um lugar mais tenebroso ainda, uma casa digna de filme de terror. Passos lentos vinha até nós e uma pessoa totalmente coberta por uma capa parou frente a nós, era impossivel ver seu rosto, mas pelo corpo era uma mulher.
–O que querem? -Disse a pessoa, a voz feminina preencheu o local, e um arrepiou me agoniou.
–Viemos a procura da tia Dalma. -Disse Jack. -Avise que o Capitão Jack Sparrow está aqui.
Por mais difícil que fosse ver seu rosto percebi que a mulher notava Joshua, o mesmo parecia não perceber. A mulher saiu e não demorou para que voltasse acompanhada por uma mulher morena, seus cabelos era como o do tio Jack, morena e bem assustadora. Ela sentou-se na mesa e sorriu ao ver Jack, ela não tinha no observado.
–Jack Sparrow. -Aquela voz me deu calafrios.
–Tia Dalma quanto tempo.
–Sim. Estou feliz em vê-lo, o que precisa?
–Viemos aqui para tentar uma comunicação com alguém. -Falei.
A mulher nos olhou, e não disfarçou um sorriso estranho, olhou para a mulher coberta ao seu lado e sorriu ainda mais.
–Lindo casal. -Disse a mesma.
–São irmãos. -Disse Jack.
–Então que mulher seria essa Jack? Trouxeram algo dela?
–A foto, aqui está. -Falou Joshua entregando a foto a Dalma.
Os olhos da mulher percorreram a foto e depois sorriu novamente.
–Desculpe mas não posso tentar comunicar-se com essa mulher, por acaso são parentes? -Perguntou a mim.
–É a nossa mãe. -Falei.
–POR QUE NÃO PODE FALAR COM ELA, NÓS IREMOS PAGAR VOCÊ. — Gritou Joshua.
–Cama Josh. -Falei.
–Não posso por que ela ainda vive.
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