Alice A Maravilha

23 23. Beijo do Vampiro


Notas iniciais
Olá amigas e mais uma vez estou postando esse capitulo pedindo perdão pelos erros. kkk Meninas será que agora Alice viverá feliz? nao perca o proximo capitulo. Beijos e obrigada pelo carinho, amo voces.

POV: Vivian

Estava uma manhã tranquila, ainda deitada com Ben, nós trocávamos caricias até sermos interrompidos pela porta.

-Quem será a essa hora? Perguntou Ben.

-Não sei. Mais vou lá ver.

-tudo bem amor.

Abri meu guarda roupa, vesti uma blusa e desci para ver quem era, o mordomo de Barnabas e as crianças chorosas e assustadas.

-O que houve? Perguntei a eles.

-Quero a mamãe. Chorava Joshua.

-Senhorita Alice não esta bem, ontem a noite o senhor Barnabas a levou no colo a um lugar incerto, ela estava desacordada.

-Crianças entrem e fiquem no sofá. O que Barnabas fez com ela?

-Não sei direito.

-Ótimo, obrigado.

O mordomo se retirou e tentei controlar as crianças.

-Calma meus amores a mamãe vai ficar bem.

Então eu os abracei.

POV: Barnabas

Alice enfurecida, tentou atacar-me, mais por eu ser mais forte consegui segura-la.

-Alice perdoe-me não consegui me segurar, era sangue e eu não...

Mal terminei e minhas palavras foram interrompidas pelo choro de Alice, que me partiu o coração e naquele momento tinha vontade de não estar ali, não existir, me senti um verdadeiro monstro por machuca-la.

-Barnabas tudo bem. Alice caiu em meus pés chorando, eu a levantei.

-Alice me perdoe. Não me contive e lagrimas caíram de meus olhos.

POV: Alice

Meu corpo estava frio, e estranho, sentia fome mais não sabia o que comer, sentia sede mais água não era meu desejo. Por mais que ficasse com ódio de Barnabas eu por um lado o entendia, é como colocar aguá a frente de quem tem sede.

-Alice sei que não quer, mais você precisa de sangue.

Jack ali presente resmungou.

-Aqui só temos rum.

-Barnabas, por favor não.

-Alice venha.

Barnabas segurou em minha mão e me levou para fora do barco, me despedi do Jack e fomos andando calmamente por uma escura e assombrosa floresta.

-Minha vida nunca mais será a mesma, não é?

-Alice você tem a mim e a nossos filhos. Disse Barnabas que parou de andar e olhou para baixo, parecia triste e envergonhado.

Chegamos a um lugar que me fazia lembrar algo, sim, era a casa de Mort, mais o que fazíamos lá? Imaginei.

-Barnabas não quero voltar aqui.

-Alice tenho sede.

-sede?

-De vingança a você. Se não fosse ele, eu jamais havia a machucado dessa forma.

Barnabas não conseguia olhar para mim, parecia estar constrangido e arrependido pelo o que fez.

-Mais o que isso nos levará? Iremos tirar a vida de um homem por pouca coisa?

Barnabas segurou meus braços mostrando minhas manchas roxas.

-Isso pode não ser nada para você, mais para mim sim. Esse imprestável pagara com a própria vida por isso.

-Por que? Eu não entendo você. Diz não querer machucar pessoas mais... Veja o que irá fazer.

-Alice, este homem tirou a vida de pessoas inocentes, e machucou a pessoa que me fez o homem mais feliz por conceber meus filhos.

Barnabas pediu que eu ficasse ali, e assim se sucedeu. O mesmo entrou na casa de Mort e ouvi apenas um barulho de coisas caindo pelo chão. fechei meus olhos e senti medo, não conseguia pensar no que estava acontecendo.

-Alice venha. Disse Barnabas me chamando para dentro da casa.

Entrei e Mort estava amarrado na cadeira, Barnabas não havia o matado.

-Morda-o Alice.

-Não posso fazer isso.

Barnabas segurou minha mão e disse:

-Eu sei não é fácil. Passei por isso, e ainda passo Alice, pois será eterno, quem dera eu tivesse a vida normal para poder não machucar ninguem, não ver sofrimento nas pessoas na qual ja tirei a vida, e quem dera eu, não poder ver pessoas que amo morrendo.

Olhei para Mort e via seus olhos assutados, não sabia se conseguiria fazer aquilo e me aproximei dele.

-Mort desculpa.

Me aproximei de seu pescoço e não consegui o morder. Barnabas se aproximou de Mort e com sua unha fez um leve corte no pulso do mesmo, aquele cheiro de sangue despertou em mim um forte desejo incontrolável, meu corpo tremeu, jamais desejei tanto algo assim, é uma sensação diferente, olhei aquele sangue e minha boca se encheu de saliva segurei o braço de Morte o mordi. Aquele sangue grosso enxia minha boca e descia em minha garganta, senti leveza em meu corpo e minha pele se arrepiar era bom, tinha uma gosto forte mais gostoso, eu jamais tinha me sentido tão bem. Havia sangue em minha roupa e em tudo em mim, tentava parar mais não conseguia e enfim em instante parou de sair o sangue, soltei o pulso e me levantei, Mort estava morto?

-Ele esta...

-Sim Alice.

Fechei meus olhos Barnabas me abraçou.

-Calma vai ser diferente Alice.

-Não consegui parar Barnabas.

-Eu sei, mais ele precisava morrer, Alice ele viraria um vampiro e faria o pior.

-Alice, venha, vamos embora.

Cuidamos corpo de Mort, o deixamos sobre o chão com um corte no pulso que Barnabas havia feito para que ninguém desconfia-se sobre nós. Saímos da casa e estávamos voltando para casa quando próximo a um abismo na beira do mar e Barnabas parou ali olhando fixamente aquele lugar, ele andou até a ponta e olhava para as fortes e enfurecidas ondas abaixo.

Me aproximei e olhei para Barnabas.

-Isso aqui é muito alto, perigoso.

-Me traz lembranças. Disse Barnabas sentando se na ponta.

-Lembranças?

-Do passado.

-Josette?

-Sim.

-Então foi aqui onde aconteceu?

Barnabas olhou para os lados e pegou um punhado de terra.

-Josette é meu passado, e o que passou ficará para traz. Barnabas jogou o punhado sobre as aguas e olhou para suas mãos.

-Sei o quanto a ama Barnabas.

-Alice eu não quero me prender ao passado novamente, por favor me faça esquecer. Barnabas tocou minhas pernas novamente passando suas maos sobre minhas coxas, e encostou-se nela sentindo minha pele eu seu rosto.

-Barnabas eu não posso fazer isso, quem sou eu para fazer esquece-lo algo tão importante?

-Alice você é a pessoa na qual farei de tudo para ama-la e fazer voce feliz é o que mais desejo agora.

Por mais que eu não quisesse, me derretia ao ouvir aquilo de Barnabas, afinal eu o amava.

-mais como eu farei para te ajudar a esquece-la? Se você nada senti por mim.

-Alice ajude-me, você consegue eu sei disso por que sinto ciumes de você.

-Ciumes? (uiui) pensei.

-Alice eu não suportaria ver voce com outra pessoa, eu faria o pior, eu não sei o que sinto por que isso é incerto mais Alice me ensine a te amar. pediu Barnabas subindo a minha feminilidade me causando arrepio.

Abaixei me e beijei Barnabas loucamente, deitamos no chao e fiquei sobre seu corpo, trocamos caricias e beijos ardentes, nossos corpos estavam desejosos um pelo outro...

Seria minha vez? Pensei