Alice A Maravilha

14 14. Escolhas e angustias.


Notas iniciais
Meninas ajudem Alice nessa grande escolha, o que ela deve fazer? Preparem se para esse capitulo, agradeço a voces por lerem e comentarem isso me ajuda muito.. beijos e boa leitura.

POV: Barnabas

Voltei a minha residência eu estava enfurecido, sei que Alice estava certa em não me querer por perto, e por um momento pensei em fazer coisas que somente um monstro faria e eu não queria ser um monstro, então me deitei e tentei relaxar, Alice me deixava nervoso mais eu não conseguia resistir aos seus encantos, perto dela eu não conseguia pensar em Josette nem em Victoria, somente nela.

Senti coisas que nem a mais provocante Angelique me fazia sentir, era uma sensação prazerosa e desesperadora, era incontrolável. Eu sabia que Alice não viria em minha casa ao amanhecer e então pensei em contratar um advogado para ver meu caso, seria uma questão de justiça.

POV: Alice

Somente pesadelos tomavam conta de minhas noites de sono, eu tinha medo de perder meus filhos, medo que Barnabas fizesse algo, e depois daquela noite eu pensei em contar a meus filhos que barnabas era o pai. Mais não consigo perdoá-lo pelo o que fez, decidi esperar que o tempo decidisse por mim.

Amanheceu e fiz um café bem forte, comprei uns pães e esperei meus filhos acordarem.

–Oi meus amores. Falei ao vê-los descendo a escada.

–Bom dia mãe.

–Bom dia prima. Disse Vivian descendo logo após as crianças.

–Oi Vivian quem milagre você acordar a essa hora.

–Pois é. Não consegui dormir direito. Falou ela me encarando. Será que ela tinha ouvido algo sobre a noite passada?

–Serio? E por que?

–Não sei, eu ouvi uns barulhos estranhos.

–Eram gatos. Respondi desconfiada

–Parecia um casal de gatos se pegando. Ela falou sorrindo.

–Eu não ouvi.

–Mãe a gente vai brincar lá fora tá? Disse Naomi

–Ta meus amores mais cuidado.

–Esta bem, mãe.

Assim que eles saíram Vivian sorriu constantemente.

–Está bem, o que aconteceu ontem?

–Aconteceu o que?

–Com você e com Barnabas.

–Não entendi.

–Não se faça de desentendida Alice. Eu sei que Barnabas estava aqui.

–Não aconteceu nada.

–Não? E o que era aquele: Ah! Barnabas. Disse ela gemendo.

–Eu não disse isso.

–Claro que disse.

–Alice, por favor, você não queira me esconder nada. (risos).

Enquanto conversávamos ouvi baterem na porta, e Vivian levantou-se.

–bom dia.

–Senhorita Alice?

Era um homem gordo e estava bem vestido, usava um terno preto e estava com um papel em suas mãos. Levantei-me e fui até ele.

–Sou eu.

–Prazer sou John Stuart advogado.

–Prazer, em que posso ajuda-lo?

–Estou aqui em nome do senhor Barnabas Collins, a pedido de seus direitos como pai.

–O que? Eu falei. Não acreditei naquilo.

–Está aqui o papel do pedido. Meu cliente o Senhor Barnabas Collins quer uma audiência perante o Juiz pela guarda de Joshua Collins e Naomi Collins.

Não pensei duas vezes e rasguei o papel.

–Vá embora. Eu disse a ele.

–Não é necessário rasgar esse papel, pois não é o oficial, sugiro que esteja disposta a ir, pois meu cliente não irá desistir do processo. Tenha um bom dia.

Meu sangue fervia, eu me levantei daquele sofá abri a gaveta e peguei uma faca de prata.

–Olhe meus filhos. Disse eu saindo de casa com passos longos.

Comecei a correr e gritar, eu entrei no portão e comecei a chutar a porta da casa de Barnabas, o velho mordomo abriu e eu coloquei a faca em seu pescoço, eu estava uma fera.

–Onde esta o Barnabas seu velho?

–Ele esta no seu quarto.

Eu o empurrei e sai correndo para dentro de casa procurando Barnabas, eu estava cega de ódio e comecei a chutar todas as portas até achar o quarto de Barnabas, subi em cima do seu caixão que estava fechado e comecei a esfaquear todo.

–Eu vou te matar seu vampiro estúpido. Eu gritava.

POV: Barnabas

Ouvi gritos e barulhos horríveis vindo de casa, eu havia ido à cozinha, subi ao quarto e vi Alice em cima do meu caixão enfurecida, ela estava esfaqueando meu caixão.

–O que está acontecendo aqui? Eu falei.

Alice se virou, desceu do caixão e correu em minha direção com uma faca.

–Eu vou te matar.

Eu me afastei e consegui fechar a porta usando meus novos dons, ou poderes, a faca penetrou a porta, tentei segurar a faca mais ao tocá-la me queimei por ser de prata.

Empurrei a porta e com o impacto Alice afastou-se.

–Contenha-se Alice.

Ela veio em minha direção novamente mais dessa vez consegui segurar seus braços, bati em sua mão para retirar a faca, e joguei a longe.

–Meu caro mordomo pegue essa faca e suma com ela.

Ele a pegou enquanto eu a segurava.

–Eu te odeio Barnabas, você não vai tira-los de mim, você não vai. Ela gritava tentando se soltar, Alice chorava.

–Então você recebeu meu recado.

–Eu quero que você morra. Gritava ela.

–Alice controle-se, aquilo foi somente um aviso.

–Aviso? E você acha que eu o receberia como?

-Barnabas você não vai tirar meu filhos de mim.

–Não esqueça que são meus também.

–Não se esqueça de que você não assumiu.

–Alice eu estou arrependido.

–Por que você não faz como sua amada Josette? Pula do penhasco.

–Alice eu só quero ser o pai que não fui. Quero assumir minhas responsabilidades.

–Por quê? Por que agora?

–Por que sei o que é não ter o pai por perto.

–Seu pai morreu não te abandonou.

–Mais senti sua ausência.

–Não Barnabas, eu não sei.

–Por favor, quero me aproximar deles.

–Aproxime-se, mais não quero que diga que é o pai.

–Alice eu tenho uma proposta a fazer.

– O que?

–Quero que venha morar aqui.

–Que proposta é essa? Disse ela se afastando e sorrindo ironicamente.

–Suponho que você more aqui.

–Alem de querer meus filhos você ainda quer me deixar com má reputação?

–Nossos filhos. Gritei.

–Esqueça, Barnabas deixe-nos em paz, caso ao contrario eu irei voltar ao Brasil e você nunca mais vai saber deles.

–Alice seria ousadia sua fazer isso. Sou Collins posso tê-los se eu quiser.

–Foda-se, se você é Collins, não vai tê-los.

– Alice, eu sugiro que se case comigo.

–O que?

–Case se comigo.

–Não. Ela disse.

–Alice, será tudo arranjado, é o melhor jeito de você não perde-los, será nos aliando.

–Mais como? Você acha que daria certo de uma noite para a outra a gente se casar? A cidade toda iria saber que é arranjado.

–Alice. Eu disse tentando conquista-la.

Aproximei-me dela a tocando em seus ombros, ela tentava sair de perto de mim, mais eu me aproximava a fim de uma resposta positiva.

–Pensarei. Disse ela saindo do quarto.

Alice sentia algo forte quando eu me aproximava dela, eu sabia que ela queria ser dura, mais sabia que ela não era estúpida a fim de recusar. Se realmente Alice aceitar, eu faria de tudo para sermos uma família feliz apesar de não ama-la.

POV: Alice

Casar com Barnabas? Aquilo poderia dar certo? Eu pensei, eu estava louca para dizer sim, mais isso não adiantaria, pois o que é um casamento sem um toque de ternura? Ou uma noite de amor?

Notas finais
Desculpes os erros é que eu digito de noite kkkk