Alguém do passado

30 Voltando no tempo


Notas iniciais
Olá meus amados leitores, vocês nem imaginam o que aconteceu. Sem querer deletei o capítulo e dei muito duro pra recuperar. Espero que gostem.

Algo se abre entre as árvores da floresta encantada e de lá Lawsely e Max saen.

Max — Conseguimos? --Pergunta sentindo a dor em seu braço por causa da queda--

Lawsely — Sim, estamos na floresta encantada. --Sorri, quase rindo de felicidade-- -Agora temos que ir até o castelo e impedir que minha mãe morra, nós temos 3 dias pra isso. -Fala se levantando--

Max- Pra que lado está o castelo do Sombrio? --levanta junto com ela--

Lawsely — Não o castelo do Sombrio, temos que ir para o castelo da minha mãe, ela estava visitando, minha irmã e três dias depois ela morreu. Rumple não quis me contar quem matou ela, mas eu sei que foi Glen. --Eles começam a andar--

Max — Vai impedir que sua mãe vá visitar sua irmã?

Lawsely — Não, vou matar Glen e depois me certificar de que Rumple nunca encontre Belle. Depois disso vamos até o castelo da Regina.

Max — Como você vai fazer isso? São épocas diferentes.

Lawsely — Um vez, eu estava brincando na casa de um mago, em quanto Rumple torturava o pobre infeliz. Eu vi alguma coisa brilhando no fundo do baú que eu achei lá. E quando peguei era um relógio de bolso.

Max -Relógio de bolso? Em que mundo você estava?

Lawsely — Você costumava ser mais inteligente. --Ela certa um leve tapa na testa de Max, que a olha confuso-- -O relógio é mágico, seu animal, ele veio daquele reino onde estávamos.

Max -Não sou animal, eu já entendi que ele pode viajar no tempo.

Lawsely — Que bom que entendeu, achei que eu ia ter que dar um soco em você dessa vez. --Max a olha de canto--

Max -Gostava de você quando era menos parecida com ele.

Lawsely -Ele? Rumple? Não sou como ele querido.

Max -Não?

Lawsely -Claro que não, sou pior. --Ri e olha para Max--

Max — Continuando, esse relógio apareceu novamente? Você ainda tem ele?

Lawsely — Não e não. Acabei destruindo ele.

Max — Você destruiu nossa chance de voltar pra casa? --Pergunta bravo por pensar que está preso naquele reino--

Lawsely — Veja como você fala comigo. --Ela o empurra contra a árvore e começa a gritar com ele-- -STONYBROOKE NÃO É A MINHA CASA! Pode ser a sua e daqueles aldeões patéticos, mas eu sei qual é o meu reino, a minha casa e ela é aqui. --Max se irrita e segura os braços dela e a coloca contra outra árvore--
Max -NUNCA MAIS... Faça isso de novo!

Lawsely -Ficou bravinho foi? --Lawsely ri-- -Se você me soltar e se comportar, talvez eu volte com você pra Stonybrooke. Mas pra isso... --Ela consegue aproximar os lábios dos dele-- -Você tem que fazer o que eu disser. Principalmente quando nós formos atrás daquele bibliotecária. --Arrasta os lábios preguiçosamente pelos dele--

Max — Isso já está indo longe de mais Lawsely. --Se afasta com dificuldade--

Lawsely — Você sabia no que estava se metendo, agora vai ir até o fim. --Fala séria--

Em Storybrooke, Rumple começava a perder as esperanças, por mais que ele não quisesse admitir, não seria possível se comunicar com alguém do passado.

Belle — Não tem nada nesse livro também. --Fecha o livro-- -Achou alguma coisa aí?

Rumple — Não, nem aqui e nem nos outros seis livros que eu e você olhamos e provavelmente não vamos achar nada em nenhum livro de nenhum lugar. --Fecha o livro com tal força que Belle cerra por um momento os olhos o encarando, mas a compreensão logo vem--

Belle -Não podemos desistir, Regina está contando conosco, principalmente com você lembra? --Belle anda até ele e o olha com um pequeno sorriso-- -Tem que ter alguma coisa, uma forma de mandar uma mensagem. Lembra quando você estava na Terra do Nunca? Você conseguiu mandar uma mensagem pra mim.

Rumple -Não é tão simples assim, teríamos que abrir outro portal do tempo, não teria outra forma e demoraria um certo tempo para conseguir fazer isso e ela poderia não achar a mensagem.

Belle — Não podemos desistir, temos que tentar alguma coisa.

Rumple -Torcer para que ela mude de idéia e que Zelena não consiga sua vingança.

Um olhar triste surge no rosto de Belle, que repousa sua cabeça sobre o peito de Rumple.

Belle-Não importa o que ela mude no passado, eu te amo Rumple. --Belle diz temendo o que Lawsely possa fazer--

Rumple -E eu também te amo. --Deposita um beijo na testa de Belle, assim a confortando--

Horas depois, após terem parado de procurar formas para se comunicar com Lawsely. Rumple começa a contar a história dos objetos que despertavam curiosidade em Belle. Eles estavam sentados no chão, Belle estava nos braços de Rumple, já que não sabiam o que iria acontecer não ligaram em ficar sentados por ali mesmo.

Belle -E aqueles instrumentos?

Rumple -Um camponês que queria ser um grande músico para tocar nos castelos para ganhar dinheiro e o favoritismo dos reis.

Belle -Eles eram de uma só pessoa?

Rumple -Sim eram, o homem teve o que queria mas acabou sendo tão disputado que ficou louco com tanta pressão. Agora ele varre o hospital na área dos loucos.

Belle -Aquele cara que sempre estava com o esfregam? Era ele?

Rumple -Exato. --Ri baixo-- -Não consigo me conformar que você estava aqui, viva, o tempo todo, de baixo do meu nariz.

Belle -Isso já passou, olha agora, estou aqui e com você.

Rumple -Mas por quanto tempo?

Belle -Eu sei que ela vai mudar de idéia e mesmo que não mude, eu tenho certeza de que você vai dar um jeito de nós ficarmos juntos novamente.

Belle continua olhando em seus olhos e sorri docemente, logo sua boca rosada e delicada toca os lábios de Rumple e um beijo cheio de amor se inicia.

Notas finais
Obrigada por lerem, espero que tenham gostado e da próxima vez não vou apagar o capítulo por engano.