Alguém Como Você
26 Capítulo XXVI - Valentine
Notas iniciais
Boa Leitura =)
Alguém Como Você
Por Myuky e ReH-San
Capítulo XXVI – Valentine
Se alguém perguntasse não saberiam responder a quanto tempo estavam ali, já havia passado praticamente todos os pratos, entre conversas, risos e olhares, mas algo estava deixando o moreno inquieto, fitava os olhos perolados a sua frente, mas eles não tinham o foco em si e sim em algo atrás dele, aquilo havia acontecido várias vezes, no entanto não sabia o que era, isso o estava deixando até mesmo nervoso, afinal deixara algo pendente no outro dia e a situação no momento não o favorecia.
Sabendo aquela altura que se perguntasse a garota, o que tanto lhe chamava atenção, sua voz poderia sair um tanto fora de controle, não se segurou e virou rapidamente para ver o que tanto chamava a atenção de sua hime. Deparou-se com a última coisa que poderia imaginar, um pouco distante de onde estavam uma banda tocava e casais dançavam, já reparara na melodia que tomava todo o restaurante, mas não pensou que fosse isso que a mulher tanto olhava, deu uma risada fraca e voltou-se para frente, onde os enormes olhos pérola o observavam com curiosidade.
– Quer dançar hime? – os olhos da mulher brilharam intensamente, ela meneou a cabeça. Itachi estendeu a mão que ela segurou levantando-se, sendo conduzida pelo rapaz até o local. – Então você gosta de dançar? Por que não disse?
– Achei que você não gostasse. – Respondeu sorrindo amarelo, com as bochechas vermelhas.
– Não é algo que faça com frequência, mas gosto! – A morena sorriu alegre com a resposta. – De onde vem essa paixão? – a música de melodia descontraída foi substituída por outra calma, fazendo ambos se aproximarem.
– Minha mãe me ensinou alguns paços, ela também gostava de dançar, quando entrei para escola, eles tinham uma academia, lá fiz aula de balé até os doze anos, quando tive de mudar, meu... – suspirou com pesar – Bom... Deixei de praticar o clássico, mas por saber o essencial sei dançar todo o tipo de música. – Concluiu.
– Sinto que o Sr. Hiashi não tenha te deixado continuar...
– Como você sabe? – indagou perplexa.
– Hum... Sasuke! – fez uma careta, a garota sorriu.
– Deveria ter imaginado. – Constatou – E você onde aprendeu? – perguntou desviando o assunto de si.
– Meu pai, ele dizia que todo bom cavalheiro deveria saber, pois não se recusa o convite de uma dama, para falar a verdade foi assim que ele conheceu minha okaasan. – falou nostálgico.
– Ele tinha razão não se recusa! – a morena sorriu.
– Adoro quando você sorri. – As bochechas da moça ficaram rubras – Adoro quando fica vermelha. Adoro quando gagueja se está nervosa, adoro ouvir sua voz e poderia passar o dia inteiro te escutando. – A mulher abaixou a cabeça observando os pés darem passos conforme a melodia, estava com vergonha, tantos elogios em uma única frase não a deixaria de outra forma. – Adoro seus olhos, eles me lembram da lua – ela o fitou vermelha até a raiz dos cabelos, seus olhos ganharam o brilho de minutos anteriores, o que fez Itachi sorrir. — Posso não ter estado com você por muito tempo, mas gosto de observar cada detalhe, o que me lembra de ter deixado algo pendente. – A face da moça tomou uma expressão confusa – Hinata-hime, aceita ser minha namorada?
Quem a visse pensaria que perdera o ar, piscou duas vezes, será que realmente ouvira aquilo? Não era cedo? Quem sabe? Mas, tinha algo inexplicável entre eles, ela sentia-se inteiramente ligada aquele homem, uma paixonite? Talvez, quem pode dizer? Ela? Ele? Ninguém, não há resposta. Ela gosta dele do jeito sério, misterioso, intrigante, adorável e surpreendente, que apenas Uchiha Itachi é. Sorriu largamente.
– Sim, eu aceito! – o abraçou forte, Itachi a segurou tirando a morena do chão sentido um beijo em sua bochecha. Pôs a moça no chão, a garota sorria e não pode evitar sorriu também.
– Te adoro hime! – segurou o rosto delicado da morena, tomando seus lábios em um beijo terno e calmo. Pararam por falta de ar e ficaram a se encarar. – O que acha de pedir a sobremesa?
– Seria ótimo! – voltaram a se sentar, para terminar o jantar.
Era quase onze horas quando se levantaram para ir embora, Itachi foi pagar a conta enquanto Hinata esperava paciente na entrada aguardando Hibiki, a noite estava com o clima agradável e convidativo para uma caminha sob a luz do luar, mas não seria possível. A morena olhou para trás vendo se seu amado vinha, no entanto, ainda estava no mesmo lugar, voltou o rosto para frente deparando-se com uma garota de óculos.
– Deveria ter suspeitado de você desde o inicio! – falou com o dedo em riste.
– Ãnh? – Hinata não entendera.
– Nossa não sabia que era sonsa, como ousa tirar Itachi de mim? – disse com a voz grave e acentuada.
– Eu... Eu não o tirei de ninguém. – Respondeu com certa confusão.
– Eu realmente achei que você fosse apenas uma atrapalhada amiga do Sasuke, mas não, é uma ladra de namorados, o que disse para convencê-lo?
– Eu já disse, não fiz nada Karin! – falou confiante.
– Você se lembra do meu nome, que ótimo! Será bom saber principalmente depois do que vou fazer – vociferou, deu um passo em direção da mulher de olhos perolados, a Hyuuga deu um passo para trás encostando-se ao vidro, a ruiva levantou a mão, Hinata fechou os olhos esperando o que aconteceria.
– Se encostar um dedo nela, eu não responderei por mim Karin! – a voz soou autoritária. A ruiva ficou com a mão no ar, engoliu as palavras em seco, deu um passo para trás. Itachi caminhou parando entre as duas mulheres, encarando a Uzumaki com indiferença. Hinata abriu os olhos, mas só pode ver as costas do Uchiha. – Por que não vai embora? – indagou.
– Itachi, bebê... – tentou falar.
– Não me chame de bebê, sabe que odeio isso e não fale comigo como se ainda tivéssemos algo. – sua voz estava irritada, os punhos serrados.
– Mas, Itachi por que ela? Eu sou melhor. – falou com a voz chorosa.
– Não te diz respeito minhas escolhas, dá mesma forma que seu pai fez. – a ruiva ficou estática, a voz do Uchiha estava a cada palavra menos reconhecível. – Karin, já não basta o que estou passando? Não está satisfeita? Some da minha vida! – vociferou, a mulher deu um passo para trás o rosto de Itachi tinha uma expressão ameaçadora, a Uzumaki estava aterrorizada. O moreno foi em sua direção, vê-la ali e o que estava prestes a fazer, desencadeou a raiva que estava sentindo desde o dia em que soubera do desfalque na empresa, mas algo o impediu de seguir, sentiu um toque delicado em seu ombro fazendo-o voltar ao normal, respirou fundo. – Sinto muito Karin, mas me faça um favor e não apareça mais. – Foi o que conseguiu falar, a mulher saiu apressada chorando entrando no carro que deu partida no mesmo instante. Hibiki estacionou logo em seguida.
– Itachi... – sussurrou, o moreno voltou-se para Hinata.
– Hime, você está bem? – indagou preocupado. Ela meneou a cabeça afirmativamente. – Vamos embora – falou puxando-a para dentro da limusine que estava com a porta aberta e fora fechada logo em seguida. O carro deu partida e saíram dali.
– Itachi... Não deveria ficar tão bravo com a Karin – disse incerta.
– Você não entende, ela iria te machucar e não quero que nada aconteça a você – respondeu demostrando a preocupação e o zelo pela morena. Puxou Hinata para si, abraçando-a forte, deu um beijo em sua testa – Vou te proteger hime... – a Hyuuga apenas sorriu, mas uma parte daquela história lhe pareceu mal contada.
...
Quarta feira, 15h30mim centro de Konoha.
– Aqui estão os papéis, eles foram bem rápidos não é? – falava o homem de cabelos prateados entrando na sala. – Sasuke... Não sabia que viria, como está?
– Estou bem Kakashi, mas o que é isso? – indagou franzindo o cenho, os papéis foram passados para as mãos de Itachi.
– É a relação de todos os pertences para o leilão. – explicou Itachi calmo, Sasuke cerrou o punho e uma nuvem de irritação tomou sua face, levantou num ímpeto saindo da sala sem dizer uma única palavra, deixando para trás um homem confuso e outro sério.
...
– Hina-chan, esse lugar é incrível – falava boquiaberta olhando para todos os lados.
– E, eu não sei Ino? Quando terminarmos a faculdade, você pode vir trabalhar comigo, se quiser.
– Se eu quiser? É claro que quero! – disse animada, jogando-se em uma das cadeiras giratórias da sala.
– Olá meninas, quanta animação hein?
– Kurenai-san! – Hinata disse feliz, não via a mulher desde o jantar.
– Oi Hina! – deu um abraço na moça que retribuiu calorosamente. – Yo Ino! – a loira levantou cumprimentando a mais velha. – Estão bem? – as duas menearam a cabeça em afirmativo. – Como foi o final de semana conseguiram descansar?
– Sim, e a Hina até arranjou um novo namorado. – Constatou a loira animada.
– Ino! – Hinata a repreendeu. A Yamanaka se encolheu.
– Namorado? Acho que perdi algo – a mulher falou interessada.
– Ela é exagerada Kure-san – a morena tentou inutilmente se explicar, mas sua face denunciava, estava rubra.
– Exagerada? Conseguiu um dos maiores partidos de Konoha e ainda acha que eu sou exagerada. – ironizou a loira.
– “Um dos” quem é o outro? – indagou Kurenai, antes que Hinata pudesse se defender.
– Meu Sasuke – respondeu como se fosse óbvio, a mulher riu.
– Certo, mas quem é o tal partido hein? – olhou para a Hyuuga esperando sua resposta.
– I... Itachi – falou deixando a mulher surpresa.
– Uchiha Itachi? – Ino meneou a cabeça freneticamente, enquanto Hinata tentava não ficar mais vermelha. — Isso sim que é uma grande surpresa, avise-o que se sair da linha terá que se ver comigo – falou séria.
– Ele já foi avisado – respondeu à morena fazendo uma careta.
– Que ótimo! Agora vamos falar sobre o desfile. Trouxeram os modelos? – Ino entregou a pasta que mulher abriu folheando com uma expressão indecifrável, o que deixou as garotas apreensivas. – Está realmente ótimo, sabem como querem os tecidos?
– Hai, está tudo anotado no verso das folhas – respondeu Hina.
– Meninas precavidas estou realmente lidando com futuras estilistas – disse sorrindo. – Então essa parte está resolvida, agora vamos para outra, afinal desfiles não são feitos apenas de peças. Precisamos ver o lugar, como queremos a decoração...
– Eu andei pensando – Ino pronunciou-se – Poderíamos pedir o espaço do teatro da cidade, o local é grande, ótima estrutura, poderá comportar uma boa quantidade de pessoas, e ainda podemos realizar a confraternização. – explicou, a mais velha ouvia atenta.
– Isso seria incrível Ino... – voltou os olhos para Hinata que tomara a palavra. – Kurenai, quais são as instituições que receberão as doações?
– Temos fixos quatro lares adotivos e três casas de repouso, mas incluímos outras, tem algo em mente?
– Eu estava pesquisando, há uma instituição de música que recebe crianças e adolescentes das periferias, lá eles aprendem a tocar os mais diversos instrumentos. Como eles tem a orquestra, pensei que poderíamos convidá-los para tocar e o lugar é muito apropriado para uma apresentação do gênero, além disso, os convidados podem conhecer e saber um pouco mais do projeto. Quem sabe outros não se interessam para ajudar, já que eles vivem de doações?
– Juntar o útil ao agradável, gostei muito da ideia meninas, podemos ver a possibilidade, entre em contato com local e marque uma visita Hina, quanto ao teatro pode resolver Ino?
– Hai Kurenai-san! – respondeu a loira animada.
– Que ótimo, agora venham – falou levantando-se. – Vamos à sala de tecidos, depois até o local da confecção – as garotas a seguiram, Ino com o olhar curioso e Hinata que conversava com sua sócia.
...
– Deveria ter imaginado que estaria aqui. – uma voz melodiosa soou tirando o jovem rapaz de seus devaneios.
– Ino! – exclamou surpreso, vendo a loira sentar-se ao seu lado em cima do capô do carro.
– Adoro essa vista. – deu um sorriso, respirou fundo como se quisesse puxar todo o ar puro emanado pela vegetação. Estavam em um ponto alto da cidade, onde é possível visualizar Konoha por inteiro e ainda ver o sol se pôr do outro lado. – Eu te liguei, você não atendeu, liguei para empresa, mas nada de Sasuke e por último na sua casa, para meu desanimo você não estava lá. – explicou fitando o moreno que se encolhia ao seu lado, olhando o horizonte.
– Hum... Decidi dar uma volta. – falou de forma vaga. – Você não deveria estar em uma reunião? – indagou, mas não queria a resposta, apenas esperava que o foco fosse outra coisa.
– Sim, eu estava e ela acabou há quase uma hora, os detalhes serão ajustados depois. – respondeu gentilmente. – Sasuke o que está acontecendo? – o rapaz não se moveu.
– Por quê? – perguntou indiferente.
– Ora Uchiha! Apareceu segunda na minha casa muito distraído, começa a andar de carro o que é estranho e está agindo feito um verdadeiro ranzinza, você não é assim, então o que está acontecendo? – indagou com a voz firme.
– Não est...
– Para com isso, eu te conheço o suficiente para saber que tem algo errado, é por causa do problema da empresa? – ao proferir essas palavras Ino pode ver claramente que essa era a questão.
– Só não quero preocupar você. – respondeu desanimado.
– Está parecendo até o Itachi, ele agiria assim, mas você é o Sasuke que sempre compartilha suas ideias, pensamentos e sentimentos, principalmente os que te aflige. Você sabe que pode confiar em mim, sou sua namorada esqueceu? – a voz da loira soou preocupada aos ouvidos do moreno. O Uchiha voltou os olhos para garota que ainda esperava uma resposta, deu um suspiro fraco.
– A verdade é que estamos com um problemão – começou, a mulher meneou a cabeça incentivando que ele continuasse. – A empresa está à beira da falência. – a Yamanaka arregalou os olhos, pôs as mãos sobre a boca soltando um pequeno grito de espanto. – Quando Itachi terminou com a Karin desencadeou um problema, como você sabe o pai dela era nosso contador, ele deixou as contas no zero e nossas únicas alternativas era vender ações e empréstimo, mas meu irmão teve a brilhante ideia de incluir nisso um leilão...
– Sasuke... – a garota sussurrou.
– Não sei ao certo como esse leilão vai funcionar, só sei que muitas das coisas que eram dos meus pais estarão nele e Itachi age com a maior naturalidade, eu sei que ele disse que conseguira tudo de volta, mas ele não tem poderes infinitos, ou seja, não conseguirá. – dobrou as pernas afundando o rosto nelas, não vendo que Ino tinham uma expressão séria no rosto.
– É engraçado você falar que Itachi “age com a maior naturalidade”, já pensou que ele também deve estar mal? E que talvez precise de seu apoio? — suas palavras fizeram o Uchiha fita-la não havia encardo as coisas assim — Sasuke você é sempre o centro das atenções de seu irmão e se ele está agindo assim é por que não quer você abatido, olha que interessante você mora com ele e eu pareço conhecê-lo a minha vida inteira – falou ironizando a última parte – Sabe? – ela pôs o dedo indicador no queixo. – Eu tenho uma poupança, poderíamos falar com os outros e se nos juntássemos talvez vocês não precisem leiloar tudo, só alguns itens...
– Melhor não...
– Sasuke “ninguém é tão forte, que não precise de ajuda”. – disse convicta, viu um sorriso surgir nos lábios do rapaz.
– Ainda lembra-se disso? – indagou incrédulo.
– Como poderia esquecer? Foi você que me disse quando nos falamos pela primeira vez. – respondeu contente. – Mas voltando, poderíamos ajudar...
– Não, sei que precisamos, mas Itachi, eu... Bom...
– Tá, já entendi! Uchiha’s orgulhosos – fez uma careta ao proferir as palavras, fazendo o rapaz rir. Ino abraçou o namorado deitando a cabeça em seu peito, Sasuke recostou o corpo no vidro para-brisa.
– Ino?
– Hum... – murmurou.
– Obrigado!
– De nada – respondeu.
– Loira?
– Hum... – murmurou novamente.
– Te amo. – a mulher sorriu.
– Eu também te amo moreno – ambos se silenciaram fitando o sol que se despedia no horizonte.
...
– Yo! – falou chamando a atenção do homem que estava distraído.
– Perdeu o jantar – respondeu frio.
– Desculpa. – pediu, caminhou até uma das cadeiras dispostas em frente à mesa — O que está fazendo?
– Você não vai querer saber. – disse novamente frio.
– Leilão? – o homem meneou a cabeça afirmativamente. – Quanto a isso Itachi, eu peço desculpas, eu deveria ter entendido e pensado com mais clareza.
– Tudo bem, eu só não queria ter que fazer tudo sozinho. – Suspirou aliviado — Para dizer a verdade nem comecei. – falou a voz em um tom calmo.
– Acha que teremos de leiloar tudo? – indagou com um pouco de receio pela resposta.
– Não sei, só dei uma passada rápida nos papéis, quer me ajudar? – o mais novo concordou. – Se nós tivermos de leiloar até essa casa acha que a Aya-san vai se importar de morar em um apartamento?
– Vocês são meus meninos, vou aonde forem! – disse com voz firme à mulher que acabava de aparecer na porta, carregando consigo uma bandeja com chá.
– Que ótimo Aya, estava começando a me preocupar. – Explicou Itachi.
– Sasuke garoto, não vai jantar? – indagou preocupada, já que não vira o rapaz chegar.
– Não, vou ajudar meu aniki, por onde começamos? – perguntou confuso olhando a papelada em cima da mesa.
– Por aqui... – entregou um dos papéis ao mais novo, enquanto segurava outro.
– Certo, mas se quiser me avise – Sasuke concordou. – E espero que não se importem, mas vou ficar por aqui. – Aya disse sentada no sofá enquanto servia-se de uma xícara de chá.
– Claro que não, adoramos sua companhia – respondeu Sasuke com a voz animada, enquanto Itachi meneava levemente a cabeça concordando.
A senhora olhou para os irmãos com ternura, voltou-se para fora observando o céu através da enorme vidraça, tomou um gole do líquido fumegante que estava em suas mãos enquanto um devaneio tomava sua mente.
“Sr... Sra... Estejam onde estiverem, sei que sentem muito orgulho da união deles e acreditam assim como eu, que eles irão conseguir resolver tudo”. Sorriu para noite estrelada ouvindo seus meninos conversar.
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