Algo Além Da Amizade.
20 Passeando em Osaka
Notas iniciais
Se passando sete meses, Ash continuo trabalhando com a companhia elétrica e o jovem começou a fazer faculdade de administração e May ainda era modelo, mas também começou a faculdade, ela optou por ser pedagoga, e a gravidez não atrapalhou seu trabalho nem a faculdade.
Era sábado à noite May estava em casa sozinha já que Ash ainda estava no trabalho, à garota já tinha preparado a janta, já que não tinha mais nada a se fazer e se sentou no sofá e ficou assistindo um shoujo que passava na tevê. Neste momento alguém entrou pela porta.
May: Ash (ela se virou e viu que não era o amado) Drew?
Drew: surpresa em me ver... Ora, ora vejo que já não é mais uma garotinha não? (ele dizia apontando para barriga de May).
May: sai daqui!
Drew: nossa, mas quanta braveza o Ash não soube domesticar você direito não é? Coitadinha (ele dizia a pegando pela cintura)
May: Drew me sol- (ele tapou a boca da jovem e a prendeu contra parede).
Drew: é só me satisfazer que eu juro que nunca mais te perturbo, hein o que acha minha gatinha (ele dizia beijando o pescoço dela).
May tentava se soltar, mas era em vão, além da garota ser magra Drew era o dobro de vezes mais forte.
Drew: eu sei que você quer...
May: Drew me solta você esta me dando medo (ela dizia ficando em pânico).
Drew: (se esfregando na jovem) você é boa demais.
May: você esta doente, pare com isso me solte, eu amo o Ash me solte (ela se debatia).
Drew: dane-se, eu não quero que você goste de mim, só quero transar com você, você foi à única que se aproximou de mim e não fez sexo, não vou deixar você escapar, além de tudo você é muito gostosa...
Ele dizia de um jeito tão maníaco que chegava a dar arrepios, ele ficava se esfregando em May, que não tinha muito que se fazer a não ser ficar se debatendo, ele começou beija-la a força e ela começou e se debater mais ainda.
Drew: o que foi, você amava me beijar de língua, não gosta mais? SÓ QUER A LÍNGUA DAQUELE MERDINHA...
Ele a pegou pelo braço a jogou contra para, May naquele momento só se preocupara com a vida que estava dentro de si.
Drew: o que ele tem que eu não tenho (ela dizia doido de raiva) porque você transou com ele e comigo não, eu te amo e você me trata como um lixo.
May: você esta ficando louco, não esta dizendo coisas com sentido (ela dizia ela começou a chorar e ficar desesperada).
Drew: eu vou fazer você me amar de novo, eu vou enfiar o que eu tenho aqui em você, gravida ou não, eu não ligo pra esse feto aliais ele não é meu mesmo (ele começou tirar a fivela do cinto).
May: Drew por favor vai embora (ela começou a chorar mais ainda).
Drew: você vai sentir, vai ver que eu sou muito mais homem que aquele idiota...
May: SOCORRO, SOCORRO...
Drew ficou irado e pegou a garota pelo braço, após isso alguém entrou rapidamente pela porta.
Ash: você? (ele dizia o vendo segurando May pelo braço) desta vez você não escapa (ele dizia pegando um canivete na gaveta) solte-a.
Drew: que interessante, será que tem coragem mesmo de usar isto (ele lançou May no sofá) vamos ver quão homem você é!
Ash foi pra cima de Drew, e mirou o canivete no rosto rapaz de cabelos verdes, e acabou fazendo um corte.
Drew: seu demônio (ele dizia colocando a mão no lugar cortado).
Ash: sai daqui antes que eu te mate (ele dizia furioso e deixando o canivete na mesa).
Drew saiu de bem lentamente, até que viu que o canivete estava na mesa e o pegou.
May: Ash cuidado (alertando o moreno).
Ash se virou no momento certo e segurou os braços de Drew, por pouco a faca não feriu seu rosto, Ash foi para o lado de fora com Drew, Drew ainda tentava acertar o canivete, e Ash segurava seus braços, até que Ash decidiu chuta-lo, assim foi feito ele o chutou e Drew saiu rolando as escadas do apartamento, aquilo fez um grande barulho e o jovem de cabelos verdes caiu desmaiado no chão.
May: (indo ver o acontecido) Ash, o que você fez?
Ash: o que queria que eu fizesse?
May: a policia vai te prender, você o matou (ela começou ficar nervosa).
Ash: ele não morreu, bem que poderia morrer...
Neste momento um dos vizinhos saiu para ver o que estava acontecendo.
Homem: (vendo Drew caído no chão) ele tentou atacar vocês? (ele dizia perguntando a Ash).
Ash: na verdade ele atacou minha mulher senhor Koogan...
Koogan: este apartamento não tem mais segurança, vou chamar a policia pra levar este cretino (ele dizia ligando pra policia).
May: (ela deu um suspiro longo) tomara que não aconteça nada a você.
Ash: (abraçando a jovem) se preocupe com nosso bebê.
Koogan: você deveria leva-la ao hospital rapaz, pode ter ocorrido algo com o bebê, aqui (ele pegou uma chave em seu bolso) você sabe dirigir não?
Ash: sei, mas eu não tenho carteira...
Koogan: não se preocupe com isso, eu também não tenho (ele deu um sorriso amistoso e entregou as chaves).
Ash: (pegando as chaves) muito obrigado senhor, eu logo trarei seu carro.
May: muito obrigada (ela dizia sorrindo).
Koogan: o meu carro é o cinza com um arranhado na frente...
Assim os dois agradeceram novamente e desceram às escadas, May estava muito preocupada com o estado do seu pequenino.
May: espero que fique tudo bem (ela colocava as mãos sobre a barriga).
Eles entraram no carro e Ash seguiu para o hospital mais perto possível, ao chegar lá Ash conversou com o médico que atendeu a garota no mesmo instante, o procedimento durou meia hora, Ash estava no quarto sentado ao lado de May, porem ela estava na maca e ele em um banquinho.
Médico: (fazendo o ultrassom) bom nem um problema com o garoto, parece que esta tudo bem.
Ash: garoto?
Médico: sim (ele sorriu) um garotinho (ele dizia apontando um risquinho na tela)
May abriu um sorriso, então ela carregara um garotinho em seu ventre... O médico disse que May já poderia ir pra casa e assim foi feito, o medico deu alta ela e os dois seguiram para o apartamento, ambos com um sorriso no rosto, mesmo com o acontecido eles estavam felizes por saberem o sexo do filho, claro que May ainda estava abalada, ao chegarem ao apartamento eles viram uma viatura saindo do local e o senhor que havia emprestado o carro estava lá na calçada conversando com o policial, Ash e May desceram do carro e foram até eles, Drew havia sido preso, pegou uma pena de quatorze anos, pois além de ter atacado May ele havia atacado outra jovem no mesmo dia... Após a notícia sobre a prisão de Drew Ash e May fora para seu apartamento.
May: ainda bem que ele não ficou solto (ela dizia bem mais calma) mas foi horrível, eu sei que eu fui negligente em deixar a porta destrancada, mas nunca imaginei que isso fosse acontecer.
Ash: mas vai ficar tudo bem agora (ele abraçou a garota).
May: eu senti muito nojo quando ele começou a me beijar e ficar se esfregando foi horrível (ela escondeu seu rosto no tórax do rapaz).
Ash: não vamos mais ficar pensando nisso (ele dizia acariciava os cabelos da jovem) aliais é melhor irmos dormir, o ônibus pra Osaka sai amanhã bem cedo.
A jovem assentiu com cabeça e então ambos dois foram se deitar, caminharam lentamente para o quarto e deitaram de conchinha.
No dia seguinte... Ash e May haviam acabado de chegar a Osaka, os dois haviam passado a lua de mel na pousada de lá porém não tinha ido andar pela cidade.
Ash: bom aonde você quer ir? (ele dizia de mãos dadas com ela).
May: o Michiru disse para irmos para um restaurante, ele quer comer (ela dizia com as mãos sobre a barriga).
Ash: quando decidiu que nosso filho ia se chamar assim?
May: depois que eu soube do sexo dele, vai me dizer que não é um nome fofo?
Ash: é fofo até demais pra um homem, May ele vai ser zoado na escola com um nome desses, que tal... Bom... Bom eu não sei um nome (ela dizia dando ombros).
May: então vai ser Michiru mesmo, certo Michi ? (ela dizia sorrindo) ele se mexeu.
Eles estavam caminhando até que alguém chamou por Ash.
Ash: (se virando para ver que era) Yukira?
(OBS: Yukira lembra pessoal, aquela que tinha pena de fazer bulliyng e que beijou o Ash, então é só pra lembrar).
Yukira: eu sabia que era você (ela dizia abraçando Ash) puxa quanto tempo, você sumiu de Osaka faz quase três anos que eu não o vejo...
Neste momento a ruiva notou a presença de May, apesar de Yukira ter praticado bulliyng em May ela não era uma pessoa má, na verdade ela nem ao menos gostava de fazer aquele tipo de coisa... Yukira ficou estática ao rever May, a garota havia tido sérios problemas com depressão e se culpava por May ter ido embora.
May: Y- Yukira?
Yukira: May (ela dizia bem surpresa) poxa, eu não sei o que dizer, eu não te vejo há tanto tempo, como você esta?
May: bem...
Ambas duas não sabiam o que dizer, elas estavam surpresas por se reverem, Yukira sentia vergonha, vergonha por ter praticado bulliyng em May e May parecia que estava vendo todo seu passado em sua frente.
Ash: bom que tal se nós fossemos comer algo e conversarmos (ele dizia tentando quebrar o “gelo”).
As duas concordaram e eles seguiram até uma lanchonete que tinha ali perto, assim elas se sentaram em uma mesa do lado de fora e Ash foi fazer o pedido.
Yukira: (suspirando) então você ainda tem raiva de mim? (ela gaguejava um pouco).
May: eu não tenho raiva, aliais de todos eles você era que mais parecia ter compaixão por mim...
Yukira: eu me sentia um lixo fazendo aquelas coisas, mas se eu não fizesse a Mayara pegaria no meu pé. Eu sei que foi covardia minha e até mesmo egoísmo, mas então você e o Ash estão juntos? (ela perguntava).
May: sim, nos casamos há pouco tempo...
Yukira: ele deve estar bem feliz, ele sempre quis isso, e parece que vocês vão ser pais também? (ela comentava sobre a barriga de May).
May: é... Você e o Ash são amigos?
Yukira: não diria amigos, só conhecidos mesmo... Eu e ele começamos a conversar mais quando você foi embora, ele é uma pessoa legal (ela comentava).
May: você gosta dele?
Yukira: que? (ela engasgou e começou a tossir) como assim?
May: esta muito na cara (ela comentava).
Yukira: sinto muito... Eu acho melhor eu ir embora.
May: não espera, não tem nada pode ficar eu não fiquei zangada (ela dizia a ruiva).
Yukira: (se sentando) me desculpa, na verdade May eu sempre gostei muito do Ash, eu fiquei muito feliz do meu primeiro beijo ter sido com ele, mas ele mesmo me disse que gostava de outra pessoa que era você, eu sempre tive uma pontinha de esperança mas após ver vocês assim eu perdi todas esperanças, mas fique tranquila eu não vou me atirar pra cima dele nem nada do tipo (ela se explicava).
May: (abrindo um sorriso) é bom ouvir isso, eu tenho certeza que você vai achar um cara legal.
Yukira: (sorriu um pouco sem graça) é eu espero.
Logo Ash voltou com o que elas tinham pedido para comer e conversaram um pouco, May estava meio chateada com Ash por ele não ter lhe contado sobre ele e Yukira, porém ela preferiu não se manifestar sobre isto naquele momento.
Yukira: (olhando no relógio) bom tenho que ir, tenho que trabalhar foi bom rever (ela dizia se retirando).
May: Ash por que nunca me contou sobre vocês dois?
Ash: sobre o que esta falando? (entendendo o que ela quis dizer) ah sobre o beijo, bom May pra falar a verdade eu mal me lembrava, mas porque ela comentou isso com você?
May: porque não era pra comentar?
Ash: esta com ciúmes? (ele dizia arqueando uma das sobrancelhas).
May: claro que estou, estamos juntos há dois anos e você nunca me disse nada...
Ash: ela me beijou, eu não dei a mínima para aquele beijo, não pensei que tivesse importância te contar, me desculpa se eu não te contei não foi porque eu tivesse escondido algo só não pensei que seria importante contar (ele pegava nas mãos de May).
May: bom se é assim (ela deu um leve sorriso).
Ash: que mulher mais ciumenta (ele apertou o nariz dela com o dedo e depois colocando a mão sobre a barriga dela) ele chutou, nosso Michiru vai ser um garotinho muito forte.
May: (abrindo um enorme sorriso) vamos chama-lo de Michiru mesmo? Você não se importa?
Ash: não se é algo que você quer porque não, eu faria de tudo para ver esse seu sorriso lindo, e Michiru não é um nome ruim (ele dizia colocando a mão sobre a barriga de May) nossa ele se mexe bastante.
May: ai, ai que dor, Ash... Minha bolsa estourou (ela dizia ficando desesperada).
Ash: mas ainda falta um mês, vem (ele a pegou no colo) vamos pra um hospital.
Ash saiu em disparada com a jovem no colo, até mesmo se esquecera de pagar a lanchonete, mas May e seu bebê eram mais importantes naquele momento.
P.O. V de Ash.
Eu estava correndo feito um louco com May em meus braços, ela se contorcia, eu não achava um hospital, aliais nem estávamos no centro de Osaka... Aqui tem um, atravessei a rua depressa com a May envolvendo os braços no meu pescoço e se contorcendo, entrei correndo no hospital e fui falar com a recepcionista ela disse que o médico estava em horário de almoço e que demoraria pelo menos meia hora.
Ash: mas que raios de hospital é este (ele dizia furioso).
Recepcionista: esse hospital é meio abandonado (ela dizia com uma voz tediosa) sabe repouse ela em um dos quartos sabe você deveria fazer o parto dela, se atrasar muito o nascimento da criança podem haver complicações.
Ash: mas eu nem sou médico...
Recepcionista: nem eu, mas a mulher sua...
Ash foi furioso até um dos quartos, estava bem abandonado, tinha caixas pelo chão, e alguns tubos de remédios espalhados pelo chão, pelo menos a maca estava com o lençol limpo.
May: Ash eu estou com medo, eu não quero perder nosso filho...
Ash: (repousando a jovem na maca) fica calma, eu vou fazer o parto, ah sabe minha tia fez meu parto ela deve saber o que fazer (ele dizia discando) alô.
Rosalya: Ash estou ocupada, meu namorado esta aqui e você sabe...
Ash: tia eu não quero detalhes da sua vida pessoal, mas eu realmente preciso da sua ajuda, a May entrou em trabalho de parto e neste hospital não tem nem um médico ninguém especializado para fazer o parto dela, e a mamãe me disse que você fez o parto dela...
Rosalya: entendo, bom primeiro tire a roupa de baixo da May e a deixe relaxada, depois abre as pernas dela e pede pra ela fazer força...
Assim eu o fiz, tirei as roupas e abri as pernas dela e pedi para ela fazer força.
May: isso dói...
Rosalya: Ash fique vigiando para ver se o bebê esta saindo, e vê se não vai desmaiar...
May fazia uma enorme força, eu não sabia que era tão intenso assim, comecei a ver nosso pequeno.
Eu: tia esta saindo o que eu faço agora?
Rosalya: quando estiver na metade do corpinho do bebê ajude a finalizar, puxe um pouco com muito cuidado.
Assim eu o fiz, não demorou muito e enfim já estava com meu filho em meus braços, sujo de sangue, mas eu consegui realmente fazer o parto, eu senti meus olhos com lagrimas, May sorria completamente suada, ela bufava um pouco, eu levei nosso pequeno até ela e o deixei em seus braços.
Eu: eu te amo (dando um beijo na testa de May) obrigado, obrigado por me dar um filho tão lindo, você fez um bom trabalho.
May: ele é lindo, têm cabelos castanhos e olhos azuis, os cabelos dele são enroladinhos...
Após isso o médico chegou e pediu desculpas disse que não sabia que tinha uma emergência desse porte, ele terminou de fazer os procedimentos... Eu fui para o hotel que havíamos ficado, troquei de roupa e peguei algumas roupas de May. Parando para pensar agora todas roupinhas de bebê do Michiru estão em Okinawa, é engraçado até me acostumei com a ideia dele se chamar assim. Acho que vou comprar uma roupinha de bebê, assim eu o fiz comprei um macacão, não demorou muito e eu cheguei ao hospital e fui até o quarto de May, ao chegar lá ela estava amamentando nosso pequeno.
Eu: esta comendo garotão, estava com fome não é (eu disse me sentando ao lado de ambos).
Nunca pensei que ser pai fosse tão bom, é uma sensação incrível e indescritível.
May: (ela sorria) esse é o seu papai, ele que te ajudou a nascer (ela dizia ao pequeno).
Eu: Michiru Ketchum, o que acha May?
May: eu acho que daria um nome lindo (ela sorriu)...
Ficamos assim eu ao lado de May e ela com nosso pequeno, era uma atmosfera tão boa que dava vontade de ficar daquele jeito para sempre.
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