Notas iniciais
Esse capitulo foi complicado de fazer, mesmo nao sendo complicado prometo tentar escrever mais comentem para eu escrever mais rapido.

Quando Alex entrou em casa, chamou por sua avó, mas ela não respondeu, estava deitada na cama, muito cansada, como acontecia muito ultimamente.

– Vó.

– Oi — disse ela olhando para o rosto de Alex — tudo bem netinho?

– Tudo sim, a senhora quer alguma coisa?

– Não, estou bem — Alex viu que ela não estava tao bem assim.

Pegou o telefone e pediu comida para os dois, deixou a porta do quarto dela aberta, para poder ficar de olho, ligou para o pai.

– Pai, pode falar?

– Posso, mas não tenho muito tempo.

– A vovó não está muito bem.

– É, eu sei.

– O que você vai fazer?

– Ainda não sei. Se ela não melhorar quando eu chegar, eu levo ela no hospital.

– Ok.

– Você pode faltar no treino e ficar com ela?

– Acho que sim.

– Brigado filho.

Alex ligou para o treinador e falou que não poderia ir. Ficou o resto do dia no sofá assistindo tv e jogando video game. Quando seu pai chegou, sua avó estava muito quente, e os dois partiram para o hospital. As 10 da noite, o médico pediu para falar com eles.

– Boa noite — disse o médico sério — olha, o que eu vou falar é um pouco complicado.

– Tudo bem, pode falar — disse o pai de Alex.

– A senhora Agnes está muito doente — ele olhou para Alex — ela está com uma idade muito avançada, não posso garantir que ela irá melhorar.

– Mas o que ela tem? — perguntou Alex, o médico o olhou um instante.

– No geral, o rim dela está debilitado e ela está tendo dificuldades em respirar.

– Ela vai poder ir para casa?

– Por enquanto não, mas mesmo se ela for, pode correr o risco de ter um problema respiratório a noite, não seria recomendado isso por pelo menos 2 semanas.

O pai ficou quieto por 1 minuto.

– Tudo bem, nós vamos visita-la todos os dias possíveis.

– Ok, nos veremos então, estarei cuidando dela todos os dias também, qualquer dúvida, pode me ligar nesse número do cartão — disse o médico entregando um cartão — não é do hospital, é meu.

– Muito obrigado doutor — eles cumprimentaram o médico — podemos ver ela antes de ir?

– Claro.

Eles foram no quarto, onde estava a avó e mais uma senhora. Ela estava dormindo, com tubos no braço.

– Melhor não acordar ela, né? — perguntou o pai.

– É, acho que sim.

– Amanhã a gente vem, tá?

– Sim.

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– Vou pedir algo para você comer, o que você quer? — perguntou o pai, entrando em casa.

– Tanto faz.

– Olha filho, tenho certeza que sua vó ainda irá voltar para casa — ele abraçou o filho e beijou sua testa.

Alex pegou o celular pela primeira vez no dia, e havia 15 chamadas perdidas de Vi, ele suspirou, decidiu não ligar para ela.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.