Aldnoah

1 Dia de praia


Notas iniciais
Espero que gostem, não se esqueça do final de deixa um comentario falando o que achou e o que pode melhora na historia

Os estranhos aviões sobrevoavam as ruinas que pertencia a ilha de Manhattan, parte da cidade de New York. No lugar dos agitados dias daquela região com milhares de pessoas passando e carros circulando agora dava lugar a vegetação e animais selvagens que habitavam aquelas ruinas. Os estranhos aviões eram conhecidos como Orcas, aviões de transporte de tropas parecidos com os antigos Osprey, porém, no lugar das hélices nas pontas do avião agora as Orcas possuíam turbinas e sistemas de propulsão no meio das asas que tinham a viravam verticalmente para realizar pousos e decolagens, além disso as Orcas tinham a capacidade de realiza voos espaciais o que facilitava a movimentação de tropas na colônias para a terra em um curto espaço de tempo sem a necessidade de utiliza elevadores orbitais. As Orcas iniciaram a descida devagar sobre a antiga Time Square, alguns animais fugiram assustados em quando elas desciam devagar e aos poucos alguns soldados começaram a descer delas.

— Aqui é a equipe alfa, chegamos ao local designado – Relatou um soldado pelo rádio em quando descia da Orca, os outros soldados desceram apontando as armas em todas as direções. Eles utilizavam uma espécie de armadura da pintada de preto com faixas vermelhas, os rifles se assimilavam as M4, porém os pentes pareciam maiores por causa do tipo de calibre da arma e a alça de recuo era menor.

— Positivo equipe Alfa – Respondeu uma voz do outro lado do rádio – Equipes Bravo, Charlie e Delta iniciaram o avanço também. Imagens de satélites relatam uma grande movimentação inimiga no local procurando o santuário.

— Iremos avança com... – Antes do soldado termina uma enorme explosão acontece do lado dele, os soldados começaram a disparar em desespero.

— Alfa? ALFA? – Falava a voz no radio em desespero, porém tudo que ouvia era disparo das armas e novas explosões!

— É DELES! – Gritou o soldado – ELE ACHOU A GENTE! – Depois a comunicação com todos os times cessou, os comandantes da missão sabiam naquela altura que todos estavam mortos.

...

A temperatura beirava os 36 graus naquela tarde ensolarada de sábado, as pessoas disputavam por um local na pequena faixa de areia na praia de Copacabana que separava os charmosos e revitalizados prédios de um lado com suas inúmeras histórias e contos que atravessavam séculos e do outro lado o oceano que na linha do horizonte se podia ver os contornos do colossal elevador orbital Discovery, o primeiro elevador orbital construído no ápice da guerra, ele simbolizava o maior marco de força e coragem das forças da América Continental, já alguns viam como o maior símbolo de covardia e como um plano de fugo construído as presas e desespero.

Uma jovem se ajeitava a cadeira de praia, ela tinha longos cabelos loiros, entre 1,69 a 1,70 de altura e olhos verdes, ela vestia um biquíni azul e uma saia branca com flores vermelhas, ela possuía um corpo médio, ou seja nem gorda e nem magra muito menos esbelto como ela queria, o que mais chamava atenção nela era os peitos que ela amava fala que era “a única coisa que tinha crescido nela além da barriga”.

— Hoje é um belo dia para um bronze – Falou ela finalmente conseguindo deitar a cadeira de praia depois de muita briga com a mesma.

— Toda vez que você fala isso acaba se tornando um camarão – Falou um jovem rindo que estava sentado do lado dela, ele tinha 1,73 a 1,75 de altura, cabelos e olhos castanhos, o seu corpo era mediano, ou seja, nem musculoso e nem gordo, muito menos magro. Ele estava vestindo uma camisa branca e uma bermuda com estampa de ondas, algum bastante carioca, e estava lendo um jornal onde a matéria principal na capa falava sobre a inauguração da nova estação espacial.

— Você é um estraga prazeres Thales, sabia? – Reclamou a loira olhando com cara feia para ele. – Nem sei por que ainda chamo você.

— Você sabe que é verdade Emilly – Ele falou rindo – Você me chama porque me ama.

— CALA BOCA THALES! – Ela gritou brava — Se você não consegue pega um bronze não venha jogar praga em quem consegue.

— Como se você conseguisse – Ele falou fechando o jornal e se levantando – Vou compra uma coca cola, deseja alguma coisa?

— Quero uma Skol Beats – Ela falou colocando um chapéu na cabeça e deitando a cadeira. – Por sua conta.

Ele atravessou o mar de pessoas espalhadas pela pequena faixa de área até chega no quiosque, a via estava fechada naquela tarde de sábado, algum tradicional nos finais de semana cariocas, com isso tinha muitas pessoas andando de bicicletas, pais ensinando filhos a andarem de patins ou skate. Ele respirou e sorriu, aquele tipo de paz era raro e anormal para ele, porém era para aquilo que ele lutava. Ele chegou no quiosque e pediu a coca-cola e a skol beats, em quando o garçom buscava o pedido ficou vendo televisão que falava sobre a semana ensolarada que chegava e as previsões de chuvas para outros locais.

Já tinha 100 anos que não existia relatos de trocas de tiros ou arrastões no Rio de Janeiro e região, as favelas passaram por uma grande reformulação e reforma e agora eram deste de regiões com design clássico para atrair turistas até bairros de condôminos fechados.O processo ocorreu de forma rápida, isso se devia por causa da América do norte e o milagre do Panamá, as pessoas tinham se unido para sobreviver e largado hábitos antigos para trás, o que surpreendeu a todos que esperavam um enorme caos nos países remanescentes. Os traficantes foram os primeiros a notar que a guerra deles não fazia mais sentindo, afinal de contas um inimigo muito mais perigoso estava no horizonte, as drogas, poder e armas não parariam estes inimigos novos e eles seriam apenas mais um número de vítimas, muitos traficantes se voluntariaram para as defesas absolutas, em quando outros se juntaram para as forças de proteção interna e nas construções das colônias. Logo depois foram os corruptos largam a ambição uma vez que notaram que aquilo não salvaria a vida deles, iniciaram medidas para ajudar o próximo, claro, ninguém fez isso pensando no próximo ou porque uma luz divina tinha abençoado eles no final daquela era, eles não queriam repetir o que acontecia nos filmes, eles queriam continuar vivos e não apenas escravos, eles queriam continuar sendo livres.

O resultado daquelas ações, chamadas de “iluminação antes do fim”, conseguiu segurar as defesas no Panamá e criar linhas de ataque novas forçando os inimigos a firmar um acordo de paz depois de pesadas perdas, acordo este que já durava 100 anos.

— Aqui o seu pedido senhor – Falou o garçom para o Thales entregando a ele a Skol Beats e a Coca Cola. Ele abriu a Coca Cola e foi tomando levando a Skol Beats para Emilly.

...Um dos elevadores orbitais desciam, dentro dele estavam quatro soldados armados com rifles, a aparência robótica dos uniformes com exoesqueleto reforçado da cor branca e listras azul e capacetes prateados que protegia toda a cabeça demostrava que eram soldados do que restou da ONU, eles faziam guarda de uma jovem de longos cabelos negros vestindo um quimono vermelho, seus olhos puxados e sua roupa entregavam que ela era oriental. Ela observava a cidade do Rio de Janeiro ao longe em quando o elevador descia.

— Está na hora de mudar as regras do jogo – Ela falou seria observando a cidade em quando descia.

Notas finais
Espero que tenham gostado, deixem seus comentários falando o que acharam da historia e também favorite caso gostou :)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.