Karofsky chega em casa e vai para o quarto, não fala com ninguém, não diz nada.

Senta-se em sua cama com um pequeno caderno, pega o mp3, põe no ouvido e começa a desenhar.

Ele desenha o rosto de alguém que ele nunca imaginou amar, Kurt, quem ele, por muito tempo, atormentou.

Com uma lágrima pronta para despencar de seu olho, ele começa a cantar...

That should be me holding your hand

That should be me making you laugh

That should be me, this is so sad

That should be me, that should be me

That should be me feeling your kiss

That should be me buying you gifts

This is so wrong, I can't go on till you believe

That should be me

That should be me...

Ele abraça o caderno e começa a chorar. Deita e em meio às lágrimas e soluços, adormece...

[...]

Um novo dia começa e Karofsky se levanta, vê o desenho, e num ataque começa a rasgar o desenho em mil pedacinhos, como se estivesse indignado com si mesmo.

Quando chega na escola, tenta evitar aquele que na noite anterior fora desenhado, Kurt Hummel.

Virando um corredor, porém, ele dá de cara em Kurt e eles trombam e os livros de Kurt e sua bolsa caem. Kurt pega a bolsa e se surpreende vendo Karofsky ajudando-o a pegar os livros.

Porém quando Karofsky vê que outros jogadores do time estão olhando, joga os livros no chão e chama Kurt de desastrado.

Karofsky sai com receio de olhar para trás.