Além dos Miraculous

10 10° Capítulo: Confiança heróica.


Notas iniciais
GENTE NÃO CREIO QUE JÁ ESTAMOS NO CAP 10 OMG NEM VOU COMENTAR QUE RECEBI UMA FANART MARAVILHOSA DA KWAMY GENTE SÉRIO OBRIGADA, MUITO OBRIGADA MESMO. Agora, vem uma narração de alguém que eu estava com saudades: NOSSO QUERIDO ADRIEN AGRESTE/ CHAT BOBINHO NOIR

Começamos a subir até o topo da Torre Eiffel, tanto Mariana quanto Marinette estavam animadas, o quê acabou me contagiando também, comecei a lembrar de quando Mariana contou sobre ela e a família dela, e achava que eu era o Gato Preto da história.

— Uau! Quanto tempo não venho aqui! — Mariana exclamou, olhando por todos os lados, parecia estar sempre procurando algo, será que ela procurava por HawkMoth?- Olha Adrien! Nossa casa! — Ela disse bem próxima a cerca que havia no topo, indicando com, bem, o dedo indicador para nossa mansão, se você levantasse muito o olho, já perderia de vista, de tão perto que nossa casa era da Torre Eiffel. Claro que ela não chamou minha atenção apenas, Marinette veio ao meu lado e observou também, olhei para ela e via que seu rosto estava um pouco avermelhado nas bochechas.

— Queria poder morar tão perto da Torre Eiffel! — Marinette exclamou. — É simplesmente meu ponto turístico preferido!

—Olha Adrien, sua deixa para pedir a Marinette em casamento, e eu ter desconto de parente na sua padaria, Mari. — Mariana brincou, Marinette arregalou um pouco os olhos e ficou tão vermelha quanto os elásticos de cabelo dela. Eu admito, eu mesmo fiquei um pouco envergonhado, mas comecei a rir feito o gato bobo que eu era, igual Marinette, estava rindo com um grande sorriso no rosto. Céus, como Mariana consegue falar coisas tão simples e deixar todos de tão bom humor?

— Mariana, já te falei que você é louca? — Fiz uma pergunta retórica e irônica me virando para a cabine, e apoiando os cotovelos na grade.

—Louca, maluca, tem vários adjetivos que nem você usou ainda.- Ela respondeu tão ironicamente quanto minha pergunta, mais uma qualidade: entender ironias. Eu e Marinette demos uma gargalhada extremamente forte que foi interrompida por um akuma. O akuma dessa vez era diferente, me lembrava alguém, mas não sabia quem. Corri rapidamente para a cabine, trazendo Mariana e Marinette juntas, entrei no banheiro masculino e me transformei. Quando sai de lá, Ladybug já estava combatendo o akuma, Mariana ainda estava paralisada encarando os akumas.

— Mariana! — Chamei-a, ela parecia estar em uma espécie de transe, sacudi ela várias vezes e ela reagiu, começou a olhar desesperadamente para todos os lugares.

—Chat! — Ela disse quase num murmúrio. — É-É-É a-a-a N-N-Nataliê... — Ela murmurou bem baixinho, ela parecia aterrorizada e ao mesmo tempo fraca. — E-Ela consegue te trazer seu pior pesadelo, fazendo-os passar diante de seus olhos... — Algumas lágrimas começaram a sair dos olhos dela. — E c-consegue te deixar fraco a ponto de não conseguir se mexer de medo. — Ela disse tocando no sino que havia na minha roupa e toda ela brilhou. — Isso vai te proteger, mas essa luta não vou conseguir lutar, p-por favor, me deixe no meu quarto rápido. — Segurei-a pelo pescoço e pelas pernas levando-a até seu quarto em casa, o mais rápido possível, ela parecia instável. — O-o akum está no... no t-tablet, os poderes são meio parecido com a Lady Wifi. — Ela disse enquanto a colocava na cama, e logo depois sua cabeça virou para o lado, indicando que ela havia ficado inconsciente.

Rapidamente voltei a Torre Eiffel, procurei por Ladybug, ela estava se protegendo com o yoyo, o akuma a focava, então peguei meu bastão e pulei o mais alto que pude batendo nas costas do akuma, caindo ao lado de Ladybug, procurei o tablet estava manipulando tudo ao nosso redor usando ao seu favor.

— Ladybug! O akuma está no tablet! Kwamy disse. — Eu gritei para ela logo depois, que com algumas mesas, o akuma nos separou, Ladybug encarou o tablet e assentiu com a cabeça.

Ladybug pulou até o topo máximo da Torre Eiffel e eu a segui, logo após ela gritou "Lucky Charm", que lhe trouxe uma corda. Ela encarou-o perplexa por alguns segundos.

—É para cavalgarmos no akuma? — Comentei ironicamente, aquilo era simplesmente ridículo.

—Na realidade, sim, gatinho. — Ela disse confiantemente.- Está vendo aquela grande? — Ela apontou para uma grade atrás do akuma, ela apontou especificamente para um ponto com os pregos que deixavam firme. — Destrua!

—Como quiser my Lady. — Curvei-me como um cavaleiro, e pulei direto para a grade prendendo o bastão em um pequeno espaço para me manter firme. — Cataclysm. — Gritei, e destruí o suporte.

O akuma se virou para manipular aquilo para não acerta-lá, e então, Ladybug entrou em ação, pulou sobre uma grade horizontal enrolando o yoyo sobre o mesmo. E foi caindo acima do akuma, e chutou-a pelas costas, o akuma surpreendido soltou o tablet para fora da Torre Eiffel, Ladybug saltou e pegou o tablet, e amarrou o yoyo na Torre, pegou a corda e amarrou no tablet. — Venha pequena akuma! — Ela chamou-a, o akuma começou a seguir Ladybug, por quê ela não havia quebrado o tablet?

Fui seguindo Ladybug que estava lá em baixo, aos pés da Torre, Ladybug provocava um pouco o akuma, e amarrou a corda ao yoyo, ela jogou o mesmo no akuma, e a corda deu voltas pela cabeça do akuma, e o tablet bloqueou totalmente a visão do mesmo. Ladybug correu até um broche que estava perto do ombro esquerdo do akuma e o quebrou. De lá saiu o akuma e Ladybug o purificou-a, libertando a borboleta branca. E ela gritou "Miraculous Ladybug", concertando todo o estrago.

—Mas o akuma não estava no tablet? — Perguntei curioso.

—Ela te falou akum, e não akuma, numa das patrulhas passadas falamos que íamos usar isso como código para objetos que poderíamos usar a nosso favor. Ela me falou que o akuma de verdade estava no broche. Você não se lembra por que falamos enquanto você dava a volta por Paris. — Ela justificou, por quê Mariana não me falou logo que o akuma estava no broche?

—Melhor irmos ver a situação dela, ela estava apavorada quando levei ela até o quarto dela. — Eu disse correndo em direção a janela do quarto da Mariana, ela ainda estava deitada. — Mari? Você está bem?

—Vamos leva-lá ao Mestre Fu! — Ladybug exclamou com os olhos arregalados.- Ela está inconsciente de forma diferente! — Ela disse segurando Mariana pelos braços.

—E nossos Miraculous? — Perguntei quando tanto o meu quanto o miraculous de Ladybug apitaram.

—Por sorte tenho vendas na minha bolsa, podemos usar , enquanto estivermos destransformados, eu não tenho nada para alimentar minha kwami. -Ela disse abrindo a porta de uma casa, a casa do Mestre Fu.

— Não precisam explicar nada. Tragam-a até aqui. — Ele disse guiando-nos até um quarto com uma espécie de colchão no chão. Ele apontou para o mesmo e colocamos Mariana ali.

—Chat! Vá até aquela porta e se destranforme, vou te dar uma venda por de baixo da porta.- Corri até a porta, eu iria respeitar a decisão de my Lady de manter sua identidade secreta. Logo depois que me destranformei , vi a mão de Ladybug sem seu uniforme me dando um tecido preto, que amarrei atrás de minha cabeça, e bloqueei os espaços que haviam para eu não enxergar nada.

— Posso sair? — Perguntei, ouvi Ladybug respondendo um "pode". Comecei a andar sem rumo, e senti a mão de Plagg me guiando até perto da Mariana, essa é nova, logo me sentei no chão e esperei.

—Ela está sob uma maldição, a maldição do terror, por sorte tenho como restaura-lá, tenho a poção em algum lugar. — Ouvi alguns vidros batendo em algumas madeiras. — Achei! — Ele exclamou entusiasmado.

—O quê está acontecendo? — Ouvi a voz de Mariana. — Ladybug? Chat? Por quê estão vendad... esquece. — Ela disse provavelmente percebeu que eu e my lady estávamos na forma civil. — Obrigada Mestre Fu.

— O que aconteceu com você? -Ladybug perguntou.

—Eu fui amaldiçoada entre aspas, por medo, as vezes quando algum akuma tem esse poder de reproduzir seu medo, é possível que muitas pessoas fiquem paralisadas de medo, e algumas nem o próprio miraculous pode concertar! — Eu e Ladybug exclamamos surpresos. Ficamos fazendo algumas perguntas sobre isso e logo depois me lembrei sobre o "akum" .

—Ei! Que negócio é esse de akum que vocês não me avisaram? — Perguntei.

—Ah, é só um modo de ajudar Ladybug com o Lucky Charm, eu prevejo o futuro esqueceu? E também sei de tudo sobre os miraculous, consigo até ver qual Lucky Charm a Ladybug vai usar e em que situação, mas não consigo ver tudo que ela vai precisar para pegar o akuma. — Ela respondeu.

—Vocês duas tem mais algum segredo que não tô sabendo? Digo, fora sua identidade my Lady? — Perguntei curioso feito um gato. Ah espera, eu sou um gato.

—Hum... bem nunca contei para vocês sobre o livros dos miraculous, que é como eu chamo. -Mariana respondeu.

—Livro do Miraculous? — Ladybug e eu perguntamos em uníssono.

—Sim, um livro antigo que conta sobre os poderes miraculous, está desaparecido há algum tempo. — Mestre Fu respondeu.- Fala sobre seus poderes, e habilidades que recebem através do miraculous. — Ouvi um suspiro de surpresa vindo de Ladybug.

—Tudo bem, my Lady? — Perguntei.

—Sim sim... Desculpem mas preciso ir. — Ela disse, ouvi uma voz fina falando para onde Ladybug deveria ir, provavelmente era sua kwami, e logo depois que ouvi a porta se fechando, tirei a venda.

—Primeiro, nem ouse guardar isso como pano da sorte. — Mariana disse. — Segundo, também não fazemos ideia do por quê ela saiu. Acho melhor irmos para casa. Tchau Mestre Fu. — Ela disse se curvando e indo em direção a porta, me levantei e segui Mariana até em casa.

—Ah droga! As bicicletas! — Passei a mão no cabelo levando um susto ao ver algumas pessoas andando de bicicleta.

—Já devolvi elas através de magia, não se preocupe. — Mariana sussurrou me dando um grande alivio. — Será que Nataliê está bem? — Ela perguntou ao entrarmos em casa.

—Acho que sim, as pessoas não sofrem danos colaterais depois de voltarem ao normal, sofrem? — Perguntei para ela, nunca soube como era ser um akumatizado, afinal, nunca fui um.

— Graças a miraculous, não, eles não sofrem danos colaterais. — Ela disse entrando no seu quarto e se jogando no seu sofá. Eu me sentei na cadeira de computador dela.

—Então, o quê fazemos agora? — Perguntei levemente frustrado.

—Devia visitar Marinette como Chat. — Ela respondeu.- Ela está bem aterrorizada sobre o ataque.

—Verdade, faz tempo que não vou lá. Como ela ficou enquanto eu me transformava? — Perguntei tentando me lembrar aonde Marinette havia ido depois que a levei para a cabine, mas eu não sabia.

— Ela correu muito rápido para lá em baixo, e acho que ela chamou a atenção de Ladybug. — Ela disse num tom um tanto estranho. — Ai meu santo kwami! Preciso ir até o piano.

— Por quê?!

— Vai ter um show de talentos na escola, foi anunciado ontem enquanto faltávamos graças a sessão de fotos. E eu vou participar. -Ela disse correndo até a sala de jantar onde tinha um piano. Eu apenas a segui.

—O quê você não sabe hoje em dia? — Perguntei ironicamente, minha mania mais interessante em minha opinião.

— Quase nada, sei as respostas para todas as perguntas na escola, sei quase sempre o que está acontecendo na minha volta, nem spoilers de séries conseguem me dar, pois já sei tudo. — Ela disse vitoriosa. E eu comecei a rir, ela logo se sentou no piano, pegou o caderno onde ela anotou a música que fizemos para Ladybug. Ela tocou com muita habilidade e algumas horas cantarolava, acho que a voz que ela usava para imobilizar akumas, não era pelo miraculous, e sim a voz dela mesma.

Uma coisa era certa, ela tinha talento para tudo. Nenhuma pessoa com o juízo normal, acharia ela chata, ou irritante. E ela, era minha irmã. Uma heroína, uma modelo, com um passado aterrorizador. Acho que, nem Ladybug conseguiria aguentar tanto quanto ela.

Notas finais
Gente to pensando em traduzir a fanfic para outras linguas. Sabem, amo muito o desenrolar que está acontecendo na nossa fanfic e queria saber o que vocês achariam se por exemplo eu traduzisse para inglês para conseguirmos mais leitores? Só uma ideia. Desculpa a luta besta do akuma, não manjo muito. O AKUMA É POR IMAGINAÇÃO DE VOCÊS. Esse final meio : VAI ACONTECER BOSTA Mas n vai acontecer nada não, prometo. Esse último páragrafo era mais minha opinião sobre a Mariana do que propriamente do Adrien. ME DESCULPEM PELO CAP PEQUENO ;-;