Brasil, Aeroporto de Congonhas

28/11/2015 00:00 PM

– Pessoal vou ficar por aqui, minha mãe vem me buscar, boa sorte!- Falou Jessica.

– Nos que agradecemos por ter nos ajudado — Respondeu Robert a Jessica.

Virando de ombros todos começaram a correr para a saída mais próxima.

Lá fora estava uma bagunça, pessoas voltando e indo, alegrias e tristeza em um só lugar as luzes dos postes presenciava cada detalhe realmente era algo fenomenal.

– Taxi pessoal? — Disse um homem gordo e com o cabelo e as roupas do Roberto Carlos.

– Sim- já entrando no carro do Taxista.

– Não tem malas? — Perguntou o Taxista.

– Não, preciso que nós leve para o Museu de Artes Sacras, Avenida Tiradentes em — Olhando o relógio- O mais rápido possível.

– Estrangeiros sempre com pressa — entrando no carro também voltou a dizer — Mas o museu está fechado a está hora, mas ok — Sentido que estava nutrindo um odeio de seus passageiros.

Não demorou muito a chegar, o taxista costurava tudo e a todos, entrava em ruas estranhas, quase nós matou, mas isso é o de menos, o importante e que chegamos.

– Pronto aqui estamos -Falou o taxista satisfeito.

– Está aqui- Tirando alguns dólares do bolso- Valeu e pode ficar com o troco -Robert saindo por ultimo.

Em frente ao prédio era lindo, sua arquitetura barroca, imagine tudo que já aconteceu aqui, o que estás paredes já escutaram ou viram.

– Michael vamos — Emily chamando, o portão estava aberto com um segurança segurando.

Entrando fomos direto a imagem da nossa senhora das dores.

– Droga está em uma vitrine — Falou Michael

– Licença — Sasha tomou a frente, tirando uma faquinha feita de diamante começou a fazer um círculo no vidro até completa lo.

– Pronto — o vidro cortado saiu em sua mão perfeitamente — E agora?

– Tire a oitava espada das costas dela.

– Achei — já tirando- Mas porque está oitava se ela é de sete.

– Ninguém sabe direito, para os historiadores é uma das dores de aleijadinho e para a fé representa a fome do mundo já que é considerada mãe de todos.

– Gente será que essa é a chave da fome?- Perguntou Sasha. — Sim é essa mesmo Sasha, posso sentir a sua magia, segundo os livros de meu irmão, ela adquire a forma de uma mulher magra e careca, apenas pele e osso.

– Então cadê o Pitter?

O chão começou a tremer, as esculturas a cair de madeira e agirlia, deixando um verdadeiro caos nos corredores.

– O que é isso? — Disse Robert de segurando na parede.

– Meu irmão está próximo -começando a correr e deixando o prédio.

– Emily aonde você vai!? — Gritou Sasha.

Todos começaram a correr atrás dela, chegando na avenida Tiradentes que para nossa sorte estava vazia, podia se ver a fumaça em um prédio no outro lado da avenida.

– Michael que prédio é aquele?- Perguntou Robert

– Pinacoteca, porquê?- Respondeu Michael

Dois cavalos de bronze saltaram da janela da Pinacoteca, atrás dele estava uma biga, com um homem musculoso segurando as rédeas.

– Guerra — disse Emily, colocando suas mãos sobre a boca.

Descendo as escadas estava Pitter e a Peste ao seu lado.

– Vejo que conseguiu impedir a fome, mas quem liga para ela já que tenho a guerra em minhas mãos — Falou Pitter satisfeito por sua conquista. — Robert o que faremos? — Perguntou Sasha.

–Lutaremos! Michael cuide do Guerra, Sasha e eu cuidaremos de Pitter e Emily cuide da Peste.

– Não! Meu irmão é meu! Tenho que resolver isso eu mesma- Falou Emily determinada a da fim nesta história.

– Você minha irmã que não mata tem inseto e além do mais não tem mais o poder da Morte, acha que pode me deter?

– Sim! — Indo em sua direção.

Enquanto isso Michael tentava descuidar dos cavalos, a figura parecia estar gostada de ver ló fugindo.

– Pessoal uma ajuda aqui cairia bem — Mas todos pareciam estar ocupados, não tendo outro jeito pensou na primeira coisa que veio em sua cabeça — Patentibus portis accepissent tabellarius ossa sapiat!*

Ossos foram surgindo do asfalto, uma mulher surgiu com um turbante e um vestido longo que parecia apenas o tecido enrolado ao corpo, os cavalos começaram a se afastar.

–Michael o que você fez? — Disse Robert desviando da peste.

–Esurientibus edere existimare magicis meis et tibi sacranda eques miles redibit belli nunc.**

A mulher emitiu um grito e começou a sugar as energias de guerra e a peste, as duas criaturas se retorciam de dor a cada vez que suas energias eram sugadas.

– O que pensa que está fazendo seu moleque — Encerrando com Emily um confronte de Raios, infelizmente Emily levou a pior

– Não vou deixar que você estrague os meus planos!- Gritou Pitter.

– Mortem — (MORTE!)

– MICHAEL!! Não faça isso, você vai morrer!! — Gritava Emily.

A Mulher de cabelos longos e brancos apareceu em seu frete, agora inteira.

– Não pode ser — Robert olhava tudo com surpresa- Nem Paolla seria capaz disso.

Com o fechamento dos dois portões, suas respetivas chaves foram até Michael.

– Venha e se junte a suas irmãs! Guerra e Peste! — Surgindo as duas criaturas novamente.

Pitter ficou besta ao ver os 4 cavaleiros juntos e de frente a ele novamente, o fascínio era tanto que caiu de joelho aos velos exalando poder.

– Pitter — Michael foi caminhando até ele — Por tem causado a morte de tantas pessoas, ferir pessoas, destruir patrimônios históricos, machuca Paolla Aandezzi e matar a sua irmã condeno que os cavaleiros, espírito agora livres lhe aplique a sua penitência.

– Não, me perdoe prometo me tornar melhor, lhe ensino os rituais a dominá-los.

Indo em direção a Emily, largou Pitter com os cavaleiros que agora o tele transportavam para outra dimensão.

– Você está bem? — Perguntou Michael com severidade em seus olhos. — Sim estou, mas é você Michael — Abraçando o e chorando-Me perdoe.

– Você não fez na... — Michael Caio de cara ao chão.

Notas finais
*-Abra portão portadora dos ossos FOME! **- Fome, eu como conde da magia lhe torno minha cavaleira e peço que faça retornar o cavaleiro da guerra, agora