Akatsuki
1 Prólogo
– A todos os passageiros, nós chegaremos ao nosso destino em 20 minutos.
Incrível, mesmo que já se tenha passado 50 anos depois da guerra, é impressionante como a tecnologia se redesenvolveu. Mas isso é claro se deu pela colaboração mútua dos países restantes. Embora todos acreditavam que seria impossível reconstruir o mundo como era. E era, até a criação da WSFK. WS a sigla para Universalschule der fünf Kontinente, traduzido significa Escola universal dos cinco continentes.
A escola fora criada logo após a inauguração de Specula, uma vã esperança, criada em um arquipélago. Esta cidade deve representar a esperança de que nós não cometeremos os mesmo erros novamente. Fora criado no Arquipélago da Fênix, localizada no Pacífico. Vinte anos depois da 3ª Guerra Mundial.
Ela fora criado com o intuito de ser o polo político, tecnológico, econômico e cultural. Todos os governos nacionais seriam transferidos para lá (os que restaram) ou teriam uma representação. É como a ONU, só que tendo mais poder e ser um país independente. A sua principal missão é garantir o redesenvolvimeto cultural, tecnológico, economicamente e a paz mundial. Algo utópico já que como Albert Einstein profetizou : “ Eu não sei como será a 3ª Guerra Mundial, mas sei como será a 4ª. A base da pedras e paus”.
Por causa disso fora criada a WSFK, ou só WS. Lá serão treinados os próximos líderes do globo. Qualquer garoto(a) com um mínimo de potencial é enviado diretamente para Specula a fim de ser treinada. Mas pouquíssimos passam para o segundo ano, onde o verdadeiro ensino começa. Inicialmente se é levado com outros três mil crianças para a Cúpula da Specula, que será seu lar pelos próximo ano e meio.
Serão testados ao extremo. A condição física, quanto a mental e a psicológica. Outra razão para ser na Cúpula, é para ter um patronus. Uma pessoa com poder ou com influência para te auxiliar. Na carta que me mandaram, dizia que o patronus ajudará com as despesas e lhe fornecerá recursos. Além disso poderá auxiliar a entrar nos governos da casas.
O colégio em sí são na realidade 6 ilhas. Uma a casa principal. Lá acontecem a maioria das aulas e pronunciamentos. É também a sede do diretor. As outras cinco casas são as sedes das Sociedades. Cada aluno que passar para os segundo semestre será enviado para uma casa. Elas geralmente “brigam” pelos melhores alunos, dando-lhe certos privilégios. Embora o governo das casas não pode favorecer nenhum aluno. Cada casa tem seu próprio governo, composto pelos alunos. Eles não respondem ao diretor, só em caso de emergência. Assim as casas podem ser consideradas mini-países. Isto favorece o treino dos alunos, já lhe dando experiência na política.
Em tudo isso eu pensei durante meu vôo para a sede do colégio. Consegui passar para o segundo semstre só porque o meu patronus, um general de guerra, aceitou o acordo proposto pela Akatsuki. Uma casa formada principalmente por asiáticos, suiços e sul-americanos. Para continuar na casa, e também no colégio eu tenho que firmar um acordo de paz entre ela e a Karlsschule. Eu tenho que recuperar o símbolo de poder da casa. A Amaterasu. Nem ao menos sei o que é a Amaterasu. Mesmo assim, o general confiante me deu essa tarefa.
O general se fez do meu patronus sem ao menos me perguntar. Eu nem sei o nome dele. Acho que ele se tornou meu patronus só para me prejudicar, afinal são eles que nos fornecemos os recursos precisos. Nosso primeiro encontro foi no meu primeiro treino de condicionamento físico. Eu sou um garoto magricelo, sempre sendo mais inteligente do que forte. Tivemos que fazer uma marcha de 2 quilômetro carregando 1 kg nas mochilas. Desabei depois dos 120 metros. O nosso supervisor, o meu atual patronus, me disse para ordenar e meu deu um pontapé, literalmente. Assim começou a nossa inimizade. Em vez de participar dos encontros com os políticos e procurar um patronus, só me importava de me vingar da humilhação que ganhei. Assim eu passei o primeiro semstre só planejando minha vinganças infantis, tentar entender o conteúdo de física e química e é claro também tentar arranjar uma namorada. Esta tarefa se mostrou extremamente difícil, porque eu era do Brasil e só sabia falar português e alemão. E todas as garotas não deram bola para mim porque elas queriam alguém que falasse perfeitamente Inglês e Latim. Além do fato que eu queimei a mim mesmo quando pôs uma cabeça de alfinete na cadeira do genral mas o diretor se sentou em cima dela. Assim eu perdi o apoio dele para encontrar um patronus. Não que eu tenha me importado muito para encontrar um naquela época. Agora tenho que encontrar algo que eu nem faço ideia que seja, tenho um patronus que provavelmente só me prejudicará, minha reputação desceu no ralo e eu sou gago. Que forma perfeita para começar uma época que decidirá o meu futuro!
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