Akai Ito (Fio Vermelho) - Primeira Temporada
16 Capítulo 16 – União perfeita
Capítulo 16 – União perfeita
— Tem um gosto divino... Como o melhor vinho e o mais doce favo de mel... E isso tudo é somente meu... — Kensuke disse estanciado. Nanami era lindo, e era seu esposo, somente seu.
— E... Eu gosto... — Nanami disse envergonhado.
— Do que gatinho? Do que gosta? — Kensuke provocou. Ele embrenhou a face na curva do pescoço de Nanami e foi beijando calorosamente a pele acetinada.
Nanami fechou os olhos e levou as mãos aos braços fortes de Kensuke, apertando os dedos ali. — De be-beijar Ken-chan... Quando o faz sentir sensações estranhas... Como se borboletas dançassem em minha barriga.
— Isso se chamar prazer... Ansiedade... E um pouco de excitação. — Kensuke explicou.
— É algo bom? — Nanami perguntou com os olhos curiosos, fazendo o moreno rir.
— Sim, é algo muito bom... Mas... Poderá sentir somente comigo, mais ninguém. — Kensuke disse meio feroz. Não permitiria que mais ninguém tocasse em sua preciosidade. Nanami era somente seu.
— Oh... Você disse acasalar, como faremos? — Perguntou. Deitado sobre a pele felpuda, os loiros fios espalhados sobre o manto marrom, e as mexas rosas davam um ar exótico. Os olhos azuis eram brilhantes e ingênuos... As bochechas coradas e os lábios vermelhos como uma doce fruta madura.
— Uh... Bem... — Agora havia complicado um pouco as coisas. Como Kensuke explicaria? Bem, ele teria que mostrar. — Eu não sei como dizer em palavras, mas irei mostrá-lo... Pouco a pouco... Prometo que serei gentil, então... Não tenha medo, pequeno.
Sendo tão amável com suas palavras, Nanami conseguiu um pouco de alívio, mas não o suficiente para quem estava sofrendo de pura ansiedade. Ele não fazia ideia de como prosseguiria este acasalamento, mas ele tinha uma leve impressão de que tinha muito haver com seu íntimo que formigava e estava quente, muito quente.
As mãos grandes trataram de desamarrar a faixa que segurava o kimono, bem lentamente. Mas a posição não permitia então ele levantou, mas deteve quando a mão de Nanami o segurou pelo braço. — Não irei a lugar algum... Sente-se. — Ordenou.
Devagar, Nanami fez como ele pediu. Ambos se ajoelharam na frente um do outro. Kensuke moveu sem pressa – não queria assustar o menor. Ele desatou o nó da faixa do kimono e lentamente foi desenrolando. Ao termino, a descartou jogando em um canto qualquer, e então levou as mãos aos ombros estreitos do menor. Lentamente desceu o kimono, fazendo questão de acariciar a pele macia... Tão logo, o tecido deslizou pelo corpo de Nanami, revelando toda a pele acetinada, os mamilos rosados e eriçados, a barriga lisa, o baixo-ventre sem pelos e as pernas roliças.
Sem jeito, Nanami levou as duas mãos a sua intimidade, mas o lobo o deteve.
— Nunca se esconda de mim! — Disse com paciência.
— Por que retirou minha roupa? — Perguntou sem jeito.
— Por que para acasalarmos... Temos que ficar nus... Sem nada entre nós... E onde uniremos nossos corpos, mente e alma... — Kensuke disse com a voz carregada de sentimentos. Ele moveu as mãos de Nanami e pode se maravilhar com o que seus olhos viam. Nanami era pequeno e adorável, mas igualmente tinha um corpo lindo. Talvez por ser novinho, seu corpo ainda tinha muito a desenvolver, mas era claramente alguém na idade apropriada. Os Weres entravam no cio pela primeira vez com 11 anos, e pelas leis a partir dos 13 anos poderiam se casar. Era incomum alguém casar tão novo, mas não ilegal.
— Mas... Então vai retirar as suas também? — Perguntou curioso. A verdade era que tinha desejo de ver o outro nu. Havia tido deslumbre no dia do casamento, quando tentara fugir da vila e deparou-se com Kensuke na caverna sagrada... Sabia que tinham corpos diferentes...
Mas como já fazia algum tempo, ele queria ver melhor e reviver a imagem em sua mente.
Kensuke sorriu para Nanami, o que consequentemente fez o menor corar e sorrir envergonhado. Isso fez o coração do Alfa derreter, Kensuke realmente não podia mais ficar longe de seu pequeno gatinho.
Ele foi mais rápido do que deveria, seu obi foi praticamente arrancado e jogado ao canto. Kensuke deslizou seu kimono fora, ficando praticamente nu em frente a Nanami. Ele quis rir em como os olhos do menor ficaram enormes enquanto este observava pouco a pouco de seu corpo robusto.
Nanami abriu sua pequena boca, ansiando pelo beijo.
— E... Eu... — Ele tombou a cabeça para o lado. — Não lembrava... — Olhou para os ombros largos, o peitoral másculo, o abdômen cheio de gomos, a trilha de pelos escuros que surgiam abaixo do umbigo como caminho feliz e criava uma cama para o pênis grosso e semirrígido. — Grande... E grosso... E... — Acabou olhando para seu próprio ventre. — Por que...
— Por que temos idades diferentes... E você é adorável... E o amo assim. — Kensuke disse com sorriso nada casto. Ele aproximou-se de Nanami. Os braços fortes rodearam o corpo pequeno, apenas um braço serviu para rodear a cintura fina e o outro livre ergueu permitindo que sua mão tocasse os fios loiros claros. — Sente isso? — Indagou aproximando as faces, deixando que seu hábito quente e mentalizado chocasse contra a pele do gatinho. — O calor de nossos corpos? A forma que se moldam perfeitamente?
— Si-sim... — Nanami gaguejou. Sentia-se desconcertado. — E agora? — Perguntou.
— O farei gemer docemente. — Kensuke disse contra pescoço do esposo. Deixou uma trilha de beijos que subia... Lambeu a bochecha corada até que começou a devorar os lábios apetitosos. O beijo agora não era casto ou suave, era carregado de desejo. Kensuke beijou como se sua vida dependesse disso, e sentiu uma carência por Nanami crescer.
O corpo maior cobriu sobre o gatinho, os longos cabelos negros caindo em cascatas pelos ombros fortes e de cada lado do rostinho de Nanami. Mais um beijo foi compartilhado. Kensuke percebeu, em como viciado era Nanami em seus beijos, ele próprio era viciado nos doces lábios rosados morango de Nanami. Sua língua resvalou pelo lábio inferior, e ele aprofundou um beijo quente e vicioso.
Nanami por sua vez gemeu ao sentir o apêndice quente e úmido em sua boca, instintivamente seus quadris se ergueram e roçaram ao do mais velho.
Kensuke aproveitou a oportunidade em que o beijava para acariciar todo seu corpo, transferindo a Nanami sensações únicas, que o pequeno jamais havia sentido antes. Suas mãos foram até as coxas de Nanami, acariciando o interior delas de modo que o provocava.
— Ke-Ken-chan... — Nanami afastou-se do beijo quando sentiu os toques muito íntimos daquela determinada região. Parecia sem fôlego, seu corpo estremeceu a cada carícia que foi colocada sobre sua delicada pele.
— Está sentindo, não é? — Kensuke sorriu de canto. — Eu vou te ensinar pouco a pouco, preste atenção. Isso é algo completamente normal que os casais fazem... Você irá gostar. — Nanami tremeu, pois Kensuke parecia um lobo mau faminto como quando tentou coisas estranhas com ele logo após o casamento. Mas agora não era hora para temer, ele prometeu confiar em seu esposo. Já havia estragado momentos demais com Kensuke, o feito ter que passar por tanta coisa por sua causa, ele tinha que se doar, era hora de que cedesse verdadeiramente.
— Uh... É estranho... Como quando você me beija, Ken-chan. — Nanami levou sua mãozinha aos lábios, arranhando sua pele com os dentes para evitar que sons embaraçosos saíssem de sua boca. Ele não fazia ideia do que estava sentindo, mas apenas tinha noção de que estava muito gostoso, ele queria sentir as mãos de Kensuke a lhe fazer carinhos para sempre.
O moreno não parou por ali, ainda que lentamente — a fim de não assustar o menor — ele foi descendo os seus beijos. Beijou a pele sedosa do pescoço, dando lambidas em cada ombro... Deslizando a ponta do nariz até que sua boca faminta pairou sobre os mamilos rosados. Os mesmos mais pareciam como dois botões de rosas, lindos, brilhantes e dignos de adoração. Kensuke sentiu a boca salivar em desejo descomunal e não podendo se conter, ele levou a língua para fora da boca e a deslizou por um dos seixos.
— Ahh... K-ken... — Nanami gemeu. O simples tocar da língua de seu marido em seu peito causou um tremor imenso, como se correntes de eletricidade percorressem o seu corpo. Ele contorceu incerto, sem saber se afastava ou deixava-se levar pelo o que Kensuke fazia em seu corpo. Ao mesmo tempo que era maravilhoso, era muito assustador. — Gosta? — Kensuke perguntou com sorriso faceiro. — Tens mamilos lindos... Como frutas maduras e tem um gosto divino... Quero devorá-los... — Murmurou com a voz rouca.
Não cabendo em si, voltou a inclinar-se, mas ao invés de uma simples lambida, sua boca encaixou no mamilo esquerdo e o chupou, mordeu e lambeu com uma imensa gula. Incapaz de deixar o outro solitário, os dedos de sua mão passaram a brincar com ele, apertando, puxando e beliscando... Tais ataques causaram uma avalanca de sensações que arrancaram de Nanami qualquer sensação de realidade.
— Ke-Ken... Eu... Isso é... — Ele queria falar algo coerente, mas não conseguia parar de gemer enquanto o outro o tocava dessa forma, pois sentia tão perdido e vulnerável, mas com uma diferença, sabia que Kensuke cuidaria bem de si.
Kensuke saboreou no mamilo até que achou o suficiente e seguiu para dar o mesmo tratamento ao outro. Ele jamais tinha sentido tão carente... Tão necessitado de experimentar cada pedacinho de seu parceiro antes. Mas ele sabia qual era diferença. Esse não era qualquer um, mas sua outra metade... O seu esposo.
Afastando, ele sorriu ao deparar com suas obras de arte... Os mamilos rosados que brilhavam devido sua saliva, vermelhos e inchados devido o seu tratamento.
— Simplesmente lindos... Tão perfeitos como você.
Nanami sentiu a respiração falha. "Ele me achar perfeito?", Indagou-se em pensamento. Todos sempre viram somente os seus erros, mas aquele homem ou lobo via além de suas limitações... O queria de verdade.
Kensuke cedeu pequenas mordidinhas pelo peito de Nanami, pequenos chupões dos quais fez a visão de Nanami ainda mais excitante. Parecia que marcá-lo o fazia cada vez mais sexy... Imagine só aquele momento, em que teria que provar seu doce sangue. Suas lambidas foram descendo pouco a pouco até o umbigo, rodando ali e então voltando seu caminhar até que parou.
Nanami ergueu seu rosto, sua expressão assustada, dizia a Kensuke o quanto ele estava envergonhado. Suas bochechas estavam tão coradas como tomates, Kensuke riu consigo mesmo. "Completamente lindo, como não pôde ter feito isto antes..."
Por mais que ele quisesse ter feito antes, nunca que forçaria Nanami a ter alguma relação com ele. Apesar de que naquele dia, da noite de núpcias ele tentou... Mas por imaginar que Nanami sentisse desejo e vontade de se satisfazer com ele, mas não foi bem assim. E Kensuke levou pela maior ignorância.
Jogando suas lembranças para longe, Kensuke apenas deu atenção a uma única coisa que o merecia agora.
— Farei ter sentir ainda melhor, meu Nanami.
O pequeno estava com as orelhas baixas, seus olhos brilhavam arregalados para Kensuke. Seus cabelos estavam soltos e desgrenhados, além sua face vermelha e suando. A visão era tão tentadora que Kensuke foi obrigado a se tocar de modo que não o fizesse vir antes do tempo.
Seus olhos brilharam do pênis rente ao seu rosto. Nanami estava ereto, durinho e gotejando gotas peroladas de prazer. Kensuke tocou levemente a pele com seus dedos, se deliciando com os pequenos gemidinhos que Nanami soltou ao sentir o suave toque. Ele se agraciou com a textura sensível e lisa, deixando-o úmido com seu próprio pré-sêmen que não parava de jorrar da ponta. Parecia tão apetitoso, como o mais doce mel da fruta.
Ansioso por provar todos os sabores dele, Kensuke abriu a boca e inclinou-se para frente. Primeiramente lambeu o precioso líquido que borbulhava da fenda da glande. Seu corpo vibrou de prazer, e estava ciente o quanto se tornaria viciado no sabor do esposo. Não contente, ele deixou que aquela linda cabeça cogumelo entrasse na sua boca — somente a glande — e a chupou com força, para então passar a deslizar a língua por ela como se fosse uma fruta a ser chupada e tomado o caldo. Nanami arqueou as costas e suas mãos pequenas agarraram o cobertor felpudo abaixo de si.
Ele não conseguia pensar em mais nada, apenas deixou se tocado de forma que nunca imaginou antes, sucumbido ao prazer que apossava pouco a pouco de seu corpo. De sua boca entreaberta, gemidos fofos e sensuais ecoavam enchendo toda a caverna, funcionando como música para os ouvidos de Kensuke. Perdido no prazer que a boca de seu marido o causava, não reparou no que exatamente Kensuke fazia.
O lobo passou a subir e descer em sucção naquele pênis lindo, que mesmo tamanho mediano e proporcional a Nanami, era razoavelmente grosso. Ele levou dois dedos à boca, compartilhando espaço com a ereção do esposo, apenas para deixar os dedos úmidos e então os retirou levando entre as pernas de Nanami. Tateou até encontrar o tesouro escondido. Sutilmente fez Nanami afastar as pernas e tratou de colocá-las apoiadas em suas costas, elevando de forma que lhe deu acesso ao alvo. Aumentando a sua degustação no pênis do loirinho, seus dedos acariciaram as pregas do pequeno casulo virgem, atentando Nanami.
— Ke-Kensuke! — Nanami gritou o nome de seu marido quando sentiu o mesmo tocar aquele lugar. — Eu não entendo... Por que está... Tocando ai? Foi onde Chizuru olhou e Shou também... É estranho... — Ele choramingou com um dedinho entre seus lábios. Kensuke não parou o que fazia, ele continuou a provocar o pequeno anel de músculos, mas sem violar.
— Aqui... Irei esticá-lo, lentamente. E então este será o local aonde nós tornaremos apenas um. — Ele sorriu amavelmente, mas em seus olhos, luxúria queimava longas chamas flamejantes. A inocência de Nanami, até em momentos como este, apenas beneficiavam Kensuke. Deixava-lhe louco, queria explorar cada pedacinho de Nanami, centímetro por centímetro e descobrir tudo sobre ele, o que pensava, o que gostava, aonde queria ser tocado, seus pontos sensíveis. Praticamente tudo.
— Es tão belo... O ser mais lindo que meus olhos tiveram o privilégio de assistirem.
Nanami corou pior as bochechas com os elogios. "Eu sou bonito?", Ele se perguntou se Kensuke realmente quisera dizer aquilo. E ao ver aqueles olhos admiradores olhando para ele, um beijo molhado em sua coxa, Nanami pensou que realmente fosse verdade. "Tão embaraçoso!"
— Relaxe está bem? — Kensuke inclinou-se para abaixo novamente, tomando o pênis do pequeno em seus lábios, chupando com gosto e um pouco mais forte do que antes fez.
— Ahhh... Eu... Não... — As costas de Nanami arquearam. Ele sentiu como se labaredas de fogo apossassem de seu corpo. Fechou os olhos com força e deixou-se levar para aquele mar de sensações, até que foi pego de surpresa. Ser viu sendo virado de costas e puxado pelos quadris, sendo obrigado a ficar nas mãos e joelhos. — Ke-Ken-chan?
— E apenas por que será mais cômodo... A primeira vez tende a ser um pouco dolorosa, mas irei devagar. — Disse suavemente. Ele colocou-se de joelhos atrás do loirinho e inclinou-se para a frente, a fim de permitir que sua língua acariciasse o buraquinho enrugado e desejoso.
Nanami chorou em um misto de medo e prazer. As coisas que seu marido fazia em seu corpo eram totalmente inebriantes. Apesar da vergonha, o prazer venceu, e não poder impedir de ser tocado por Kensuke.
— Ahh... — Soltou um gritinho quando um atrevido dedo abriu espaço dentro de seu corpo.
Kensuke foi gentil e doce. Ele estava grato por ter levado o kit de primeiros socorros, pois nele havia um óleo que veio ajudar a esticar seu esposo. Jamais se perdoaria se machucasse a Nanami.
Quando sentiu a entradinha relaxada, ele penetrou o segundo dedo, fazendo movimentos de tesouras, girava e estocava, todos para que Nanami se acostumasse e fosse capaz de receber algo maior. Bem maior.
— Kensuke... Ah... Eu sinto... — Nanami sentia-se na beira do precipício. Não podia se segurar mais. Não sabia o que era, mas sentia como se fosse morrer.
Não demorou, e três dedos tratavam de violar aquele casulo rosado, esticando ao extremo e levando o gatinho ao delírio.
— Ken-chan... Meow! — Nanami miou e se contorceu, o que para o lobo era a cena mais quente.
Incapaz de conter-se por mais tempo, Kensuke retirou os dedos de dentro de Nanami e o fez virar sentado. O puxou delicadamente para ficar com as pernas ao redor das suas e de frente. — Me escute, eu quero que desça bem lentamente... Tome o tempo que precisar...
— Descer? Eu não entendo Kensuke. — Nanami disse. Suas bochechas achavam coradas, a respiração desconcertada e o coração pulsavam forte. O Suor cobria sua testa, costas e estômago.
— Eu vou penetrá-lo como os meus dedos, mas dessa vez será o meu pênis. — Kensuke disse dando beijinhos em toda a face de Nanami. Para um Alfa duro e sério, ele estava sendo bastante gentil.
— Uh... — Os olhos de Nanami cresceram, ele sentiu algo quente e molhado encostar-se a sua entradinha. Kensuke auxiliou sua cintura, mas Nanami tratou de congelar e engolir em seco. — O seu... Mas, vai doer Ken-chan...
— Confie em mim pequeno, será um pouco desconfortável, mas prometo que te farei sentir tão bem como nunca em sua vida. — Kensuke prometeu, beijando suavemente os doces lábios do pequeno neko. Nanami engoliu mais uma vez, mas decidiu que deveria fazer, confiar em Kensuke era o mais certo. Ele chegou até aqui, deveria ir adiante e não mais queria decepcioná-lo.
Lentamente ele foi se abaixando, sentindo a textura de seda do pênis de Kensuke, e que ao mesmo tempo estava duro como pedra. Abaixou-se até a glande estava inteira dentro dele, Nanami gemeu com a sensação, uma pequena queimadura, mas então ele foi resistindo a mais e pouco a pouco foi abaixando-se. Kensuke não o deixou apenas, ele segurou seu quadril, cuidando para que Nanami fosse devagar, não queria machucar seu gatinho.
— Aaahhh... — Nanami gritou alto ao sentir aquele membro enorme dentro de si. A dor que sentia era grande, mas havia um pouco de prazer também. Acabava por esconder a cabeça no ombro do lobo, mordendo o local enquanto respirava descompassadamente.
Enfim quando Nanami sentiu-se sentar por completo do colo de Kensuke, estava sem fôlego, sentia-se tão... Era inexplicável, foi um pouco doloroso, mas não como pensou que seria. Foi desconfortável, mas o carinho de Kensuke e sendo tão atencioso com ele, fez Nanami um pouco mais confiante.
— Te quero... — Kensuke abraçou-lhe com seus grandes braços, Nanami rodeou seu pescoço, feliz pelas palavras de seu marido.
Kensuke olhou para o sininho na orelha direita de Nanami, ele beliscou o pescoço de Nanami com suas presas, aonde pretendia reivindicá-lo, e então ao vê-lo tremer, o sininho tiniu. O som soou por toda a caverna, tornando o momento tão mais erótico que Kensuke tivera que respirar fundo para não desistir de seu controle, estava sendo difícil, mas tão maravilhoso. Ele nunca pensou que sua reivindicação seria tão perfeita.
Valeu a pena ter esperado tanto por Nanami. Seu precioso gatinho era uma caixinha de surpresas. Os deuses com certeza o fizera exatamente para Kensuke.
— Também te quero, Ken-chan. — Nanami miou em sua orelha, as palavras e o som mais lindo ecoando para Kensuke, levando sua sanidade para muito longe.
Nanami estava ofegante. Sentia todo o volume do moreno dentro de si, alargando-o Suas unhas ficavam-se na pele do lobo com força, tentando com isso suportar a dor que o atingia. Seu coração estava acelerado e tentava de alguma forma erguer-se, para a dor diminuísse um pouco.
— Ken... — Falou em um tom quase inaudível, olhando-o nos olhos.
O lobo sabia que era grande e que seu adorado gatinho estava sentindo dor, mas logo faria com que Nanami sentisse outra coisa, muito boa... Gostosa e delirante. Um sorriso predador se formou nos lábios carnudos de Ken, que começou a se retirar de dentro de Nanami bem lentamente.
— Aaahhh... — Gritou alto novamente, apertando o corpo maior, trincando os dentes ao sentir a forte investida de Kensuke que parecia rasgá-lo ao meio.
— Aahhh... Gatinho... — O Alfa sussurrou roucamente, investindo mais vezes dentro de Nanami, ouvindo mais gritos deste e sentindo-o arranhar suas costas com força.
— Eu estou... — O loirinho gemia descontrolado.
Kensuke igualmente gemia enquanto mordia o pescoço de Nanami. O loiro era tão apertado que o deixava insano. Era bem melhor do que tinha imaginado!
— Por fa-favor... — Disse com um fio de voz, seus olhos fechados fortemente, enquanto sentia as investidas de Kensuke. Algumas lágrimas deixando seus olhos e maculando sua face.
— Humm... Meu lindo gatinho! — O moreno olhou para a face de Nanami, vendo as lágrimas molharem o rosto do loiro.
Nanami sentiu Kensuke lamber suas lágrimas docemente, enquanto ainda permanecia parado para que se acostumasse com tamanho volume. Sua respiração ainda estava acelerada, mas ia se normalizando aos poucos, enquanto Kensuke ainda permanecia parado, acariciando sua coxa lentamente.
— Humm... — Nanami gemeu ao sentir tal toque.
— Você gosta assim, não? — Perguntou, com um sorriso nos lábios.
— Eu... É estranho... Mas sendo Ken-chan é também bom. — Fechou os olhos ao sentir a mão do marido subindo e descendo em sua ereção de forma lenta e cadenciada.
— Aahh... Gatinho! Nós fomos feitos um para o outro! — Kensuke sorriu mais e começa a masturbá-lo mais rapidamente.
— Humm... Aahhh... — Nanami não conseguiu conter um gemido ao ser masturbado mais intensamente. Seus sentidos novamente sendo entorpecidos pelo prazer.
— Humm... Vou fazer você gemer muito... O lobo disse, lambendo os lábios.
— Aahhh... — Nanami o segurava forte, sentindo o moreno passar o dedo sobre a glande e voltar a masturbá-lo intensamente.
— Geme para mim... Geme! — Kensuke disse com a voz rouca. Ele passou a mover os quadris, saindo e entrando lentamente do loirinho, e não demorou em que Nanami seguisse seu ritmo. Os corpos se encaixando perfeitamente.
— Aah... Aahnn... — Nanami não tinha forças para negar o pedido do Lobo.
O gemido de Nanami ficou mais alto e arrastado, um sinal que disse a Kensuke que ele havia encontrado o ponto certo dentro dele. Nanami se contorceu, os músculos de seus anus se fechando ao redor de seu pênis para uma massagem enlouquecedora, fez Kensuke ver estrelas.
—E-Eu... Eu vou... — Ele não sabia o que estava acontecendo, mas era tão maravilhosamente bom, como nunca antes havia sentido. Sua vergonha e embaraço havia desaparecido, dando lugar a um Nanami mais ousado, um que gemia alto e sem vergonha, esfregando em Kensuke como um gato do cio. — Algo quer sair, Ken-chan... Nnn!
Kensuke lambeu lhe o pescoço, ainda masturbando-o com uma carícia gostosa e intensa, Nanami sentia seu pênis tão úmido, estava tão duro que chegava a ser doloroso. E aquele membro grande e duro dentro dele estava lhe tocando em pontos que estavam volvendo-lhe louco. Nanami estava prestes...
— Goze para mim Nana-chan... Goze para seu lobo. — Kensuke não mais esperou, seus caninos desceram com intensa fome para provar o doce néctar de seu esposo e companheiro de vida e alma, e assim o fez. Seus dentes quebraram a pele e penetraram profundamente na curva entre o pescoço e ombro de Nanami, gemendo com o momento em seu sua língua degustou o sabor de seu amante.
Nanami era puro, incrível, delicioso.
Cordas peroladas espirraram em seu peito e o próprio de Nanami, sujando a ambos. O apertar dos músculos interiores de Nanami, fez Kensuke rugir seu orgasmo avassalador, o melhor em toda sua vida. Kensuke nunca havia experimentado um orgasmo tão intenso que o fizesse rugir de prazer.
Nanami viu luzes detrás de suas pálpebras, um calor tão grande invadir o seu corpo e uma sensação tão poderosa que o fez dar um grito mudo e gemer em seguida.
Os movimentos de seus quadris aos poucos foram parando até que descansou totalmente contra o colo do marido. Ele caiu exausto contra o ombro de Kensuke, respirando tão ruidosamente como se em seus pulmões não houvesse mais oxigênio naquele lugar. Ele podia sentir o coração do marido pulsando forte, o que denunciou que encontrava no mesmo estado. Nanami não era capaz de mover-se um centímetro, estava totalmente desgastado.
Ele deixou-se levado por Kensuke, e gemeu baixinho quando o pênis desse deixou suas profundezas e permitiu que o líquido cremoso vazasse de sua entradinha vermelha e surrada e assim escorresse por suas pernas.
Kensuke colocou o adorável gatinho deitado sobre o manto felpudo e seguiu para pegar seu Obi, rasgou um bom pedaço e usou para limpar o buraquinho, as pernas e estômago de Nanami, depois seguiu a fazer uma rápida limpeza em si, para então puxar os kimonos de ambos e usá-los como cobertores.
— Eu... Fui... Fui bem? — Nanami perguntou medroso. Havia em seus olhos medo e esperança. Ele tinha sido tão feliz aquele momento, quando o lobo o tocou como mais precioso presente, que desejava que tal encanto jamais quebrasse.
— Foi perfeito. Estamos ligados para sempre. Pela tradição dos lobos quando o casal acasala e há mordidas... Suas almas se unem... Não haverá outro... Nem mesmo com a morte. — Kensuke explicou com paciência.
— Eu gosto do som disso. — Nanami murmurou sonolento. Ele se aproximou do moreno e aconchegou contra seu peito. Kensuke o recebeu aninhando em seus braços protetoramente.
— Amanhã cedo a tempestade terá dissipado e então retornaremos para casa. Nossa casa. — Kensuke disse. Ele sentia-se imensamente feliz, como nunca antes.
— Hu-Hun... — Nanami murmurou sonolento. Ele sentia suas forças esgotadas, realmente as gastaram bem. — E... Say-chan ainda pode ficar?
— Teremos problema com os Weres Nekos se ele ficar. — Kensuke disse.
— Não necessariamente... Quero dizer... O príncipe dos Weres Nekos devia casar-se com o Alfa dos Lobos... Então tecnicamente teria que viver aqui... E eu... Não farei falta lá. Sayuri é como irmão... Queria ele aqui... — Nanami disse, mas aos poucos a sua voz foi sumindo.
Quando Kensuke virou-se para olhá-lo, encontrou o gatinho respirando lentamente e com os olhos fechados. Ele sorriu e acariciou docemente sua face. — Durma bem, gatinho...
Continua...
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