Akai Ito

31 Pensamentos Profundos.


Notas iniciais
Er.... Olá. Eu deixo vocês me apedrejarem depois, se quiserem. Mas só depois de comentarem, não quero morrer antes de saber o que acharam do capítulo.
Bem, eu passei por um período de crise na criatividade, que me levou a ficar vários meses sem postar. Por isso, peço perdão. Saibam que eu jamais esquecerei desta fanfic, para os que duvidaram que eu voltaria.
Juro que este foi o último cap. sem ação deste momento da história.
Bjs, boa leitura.

Nota: Capítulo dedicado à Ayame-chan, que me botou pressão pra eu escrever mais logo... Daisuki, Ayame-chan! ♥

•••>>— PDV USHIO <

Desperto na cama de hotel que compartilho com Ino-kun e deixo que minhas pálpebras tremulem um pouco antes de se abrirem. O garoto dorme, mas carrega em seu rosto seu sorriso igual ao do Kai. Nossos dedos estão entrelaçados, mas se é proposital ou acidental eu não sei.

- Shio-chan... – Murmura. Me deixo sorrir e beijar o cabelo bagunçado antes de soltar sua mão e ir para o banheiro... vomitar. Não, não é nem um pouco romântico acordar de mãos dadas com seu namorado e ter que sair para quase colocar as tripas para fora, mas o que posso fazer? Ao menos tenho a desculpa de estar grávida.

Escovo os dentes com cuidado, tentando eliminar todo o gosto horrível do ácido. Acabo entrando no banho para eliminar o suor causado pelo mal estar de cinco minutos atrás. A água quente relaxa meus músculos e ajuda a eliminar a tensão causada pelo que estou prestes a fazer. Estou preocupada com Ino-kun também. Quero dizer, seria impossível evitar que ele viesse, mas arriscá-lo tanto assim é tão cruel! E me sinto ainda mais culpada por ele vir por livre e espontânea vontade, porque assim sei que se algo acontecer comigo, ele ficará tão infeliz quanto Kim ficou depois da partida de Mello. Em especial se eu levar nosso bebê comigo.

Quando saio do banho para me vestir, Ino-kun ainda está dormindo. Ultimamente ele está tão cansado que mal consegue se levantar de manhã. Ino-kun tem vivido a base de cafeína pelas últimas semanas. Deito-me na cama e acordo-o com um beijo que logo é correspondido. Há ao menos uma semana eu não o beijo assim.

- Finalmente você acordou. – Caçoo. Seu rosto se contorce em um sorriso quando meu cabelo cai em seus olhos. – Hoje você está especialmente parecido com um cosplay do Kai.

- Disse a Miko de cabelo roxo. – Rebate, bagunçando minha franja. Ino me dá outro beijo, mantendo-me perfeitamente presa contra seu peito até que meu estômago estrague o clima ao reclamar de fome. Algo que eu aprendi nas últimas semana, durante as quais completei meu segundo mês de gravidez, é que o barulho de meu estômago deixa meu bebê furioso, pois ele se debate dentro de mim como se estivesse tentando sair. Ele ainda não está completamente formado, então não sinto mais que um movimento suave, mas em breve serão chutes fortes que vão me machucar um pouco. – Vamos comer?

- Hai! – Sorrio antes de nos levantarmos e Ino ir se vestir. Logo descemos juntos para tomar café da manhã. Ino-kun se entope de café novamente, apesar de meus conselhos.

- Eu preciso ficar acordado.

- Vá dormir, então. Não vamos fazer nada tão dramático assim hoje.

- Tem algo que eu quero fazer, assim como você. E também não posso te deixar visitar seus pais sem um ombro para chorar. – Esclarece. Então era este o motivo de sua preocupação? O motivo de sua insônia? Claro! Como eu não notei antes? Assim como eu, Ino-kun não teve tempo de se despedir da mãe quando fomos morar no Wammy’s House. Como eu pude ser tão desatenta?

- Gomenasai. – Vou abraçar meu amigo de infância para tentar consolá-lo.

- Tudo bem. Você tem outras coisas para se preocupar agora.

- É que... Você passa tanto tempo me ajudando com meus objetivos... Você poderia ter levado uma vida tão melhor se não fosse por mim... Poderia ter um título melhor de detetive se gastasse mais tempo investigando e menos pensando em como me ajudar. E eu consegui esquecer que você iria querer visitar o túmulo da sua mãe. – Para garantir que meu discurso não será entendido, falo com ele em japonês tão rápido quanto posso. Seu entendimento da língua já avançou muito desde a última vez que estivemos no Brasil, o que aconteceu há no mínimo seis anos.

- Você está com a cabeça muito cheia.

- E você não? Eu... deveria ser capaz de me cuidar e prestar atenção em você. Não achei que ainda fosse infantil a este ponto. – Eu me autocensuro. Sua mão acaricia minha face direita e enxuga uma lágrima que cai. Outro sintoma da gravidez tem sido chorar mais do que eu gostaria.

- Mei... Há quatro anos você foge para o meu quarto à noite por causa dos seus pesadelos. Você é infantil. E eu não consigo mais dormir sem vocês do meu lado, então pode-se dizer que somos dois bebês.

- Não tente me inocentar. – Abraço-o de novo, desta vez me deixando tranquilizar em seus braços. – Mas desta vez eu deixo.

Passamos um bom tempo abraçados, sentados a mesa do café da manhã. O líquido na xícara de Ino já deve ter esfriado bastante. Quando nos soltamos do abraço, terminamos de comer, eu me alimentado por dois como de costume. Honestamente, como até um pouco mais. Isto poderia perfeitamente alimentar uma família de quatro pessoas no café da manhã.

Não nos damos ao trabalho de subir, indo diretamente para fora do hotel e em direção ao cemitério. O túmulo dos meus pais é mais perto da porta, então me preparo psicologicamente para visitá-los primeiro. Carrego uma flor branca na mão direita. Branco... na cultura oriental, representa o luto. Ajoelho-me diante da lápide cinzenta e meio desgastada.

- Oto-san, Oka-san... Tadaima. – Sussurro. – Hm... Eu não sei direito o que falar. Eu não vim me despedir antes de ir para o Wammy’s House, desculpem. Eu e Ino-kun estamos na lista de substituição do L. Nós... Começamos a namorar. E... bem... eu adoraria poder dizer isso para vocês diretamente, eu tenho certeza de que vocês ficariam muito felizes. Bem... eu estou grávida. Ainda não sabemos se é um menino ou uma menina, mas já foram alguns meses desde que descobrimos. Vamos fazer um ultrassom quando estivermos perto de voltar e... – um sorriso forçado se forma em meu rosto e minha visão começa a ficar embaçada por causa das lágrimas. Não quero que caiam, não na frente de Ino. Não quero mais que ele se preocupe comigo. – E... – Tento falar, mas minha voz está demasiado embargada.

- Shio-chan... – Ino acaricia meu cabelo e as lágrimas escorrem de meu rosto desesperadamente enquanto eu me lembro. Me lembro de tudo, como se tivesse sido ontem. Do cheiro de cigarros do meu pai... do jeito como ele chamava meu nome... de como eu tentava ensinar minha mãe a pronunciar o L direito, de como ela era parecida comigo, de quando eles disseram que vínhamos para o Brasil e eu chorei como um bebê... Depois disso... O jeito como eles me abraçaram antes da minha primeira aula no Brasil, como eles se orgulharam quando eu soube falar português quase sem sotaque, como meu pai chegava ao fim da tarde e me abraçava antes de beijar minha mãe, do dia em que Ino-kun veio... Do dia em que tudo acabou. – Shio-chan? – As lágrimas que não mais posso conter pingam na, molhando-a de água salgada. Molham a lápide quando meu corpo não consegue mais se manter ereto e se joga para frente. Os soluços tomam conta de mim como se eu estivesse convulsionando nos braços de Ino-kun.

- Ino-chan... Dōshite? Oka-san, oto-san... – Ele me segura até que eu me acalme. Finalmente consigo conter minhas lágrimas e me despedir descentemente de meus pais deixando a rosa diante da lápide.

Demora um pouco para encontrarmos a lápide da mãe de Ino. Ele, de alguma forma, consegue se controlar durante seu monólogo com a mãe, durante o qual ele reporta os acontecimentos e pede desculpas por não conseguir protegê-la quando foi preciso. Abraço-o por trás e pouso o rosto em seu ombro. É horrível ver como ele automatizou seu sofrimento. Ele parece uma máquina, escondendo todas as emoções. Ino-chan, de alguma forma, não permite que nenhuma lágrima caia, embora sejam visíveis em seus olhos. No fim, ele também deixa uma rosa diante do túmulo de sua mãe.

Ele não me olha nos olhos quando tento falar com ele, apenas concorda com tudo o que digo durante minha tentativa de tratamento psicológico, movendo a cabeça sem dizer uma palavra. Ele sabe que a voz sairia embargada. Gostaria de ser capaz de fazê-lo falar sobre o que sente, mas parece a única coisa que Ino não permite que eu faça com ele. Respiro fundo, tentando pensar no que fazer.

Ino-chan quase tropeça e cai em mim quando entro em seu caminho e pulo em seu colo, agarrando-me nele como se fosse um coala. Beijo-o com força, movendo meus lábios lentamente. Mas não há reação vinda dele. Não é como se eu não pudesse ler em seus lábios que ele gosta disso, mas Ino-chan está triste demais para pensar em me beijar. Era exatamente o que eu temia; ele estar magoado o bastante para não querer me mostrar não por querer parecer forte, mas para não arriscar começar a se lembrar. Quando ele está apenas triste, não recusa meus beijos, que inclusive o ajudam a me contar as coisas. Quando está infeliz demais para deixar que qualquer emoção transborde, então é motivo de preocupação, pois é exatamente como ele ficou quando viu o assassino de sua mãe puxar o gatilho com o revolver apontado para a cabeça da mulher.

- Não guarde para você. Onegai. – Sussurro. Ele não fala nada. Absolutamente nada. Isso é doloroso. Em especial para Ino.

Suspiro e lhe dou a mão, andando de cabeça baixa. Não conversamos mais até chegarmos no hotel e nos deitarmos um pouco para descançar e nos preparar para o que acontecerá mais tarde. Ino-kun não me abraça como de costume. Sequer me toca. Baixo os olhos e respiro fundo antes de me aninhar contra seu corpo inerte e abraçá-lo, tentando olhar em seus olhos cor de mel, que fogem de mim.

Tento pensar no que fazer a respeito, mas não consigo. Talvez seja melhor apenas esperar que passe. Ino-chan pode ser bem teimoso quando quer, em especial quando o motivo de sua teimosia envolve seus sentimentos, que são sua luz-guia durante a maior parte do tempo. Eu só não quero que ele volte ao seu estado inicial de dor, durante o qual ele parecia constantemente prestes a se matar. Provavelmente teria feito, se nós não o trouxessemos para casa.

Lembro-me, por fim, de algo que costuma fazê-lo se expressar. Pego meu ipod e seleciono uma música. A que sempre o deixa emocionado. A que o faz se abrir comigo, que permite que ele não exploda por guardar seus sentimentos dentro de si. Serenade. No instante em que coloco o fone em seu ouvido, uma lágrima escorre por seu rosto até atingir o colchão.

- Não faça isso comigo, Shio-chan. Eu nãoq quero mais chorar por isso. – Sua voz explica tudo o que aconteceu hoje. Explica o porque de ter tentado inutilmente esconder que estava magoado. E me faz me sentir extramamente culpada, eu deveria ter notado que ele não estava tentando ser forte, apenas querendo se esquecer. Assim como eu.

- Oh. Gomen’nasai. Vou te deixar em paz agora. Mas espero que você saiba que sempre vai poder conversar comigo sobre essas coisas. – Respondo brevemente antes de ir terminar de preparar as coisas para o longo dia de hoje. Afinal de contas, já são quase duas horas e planejamos começar a agir às sete da noite.

•••

PDV – Beyond.

Por algum motivo, hoje acordei com um forte sentimento nostalgico. E não, não estou ficando sentimental por estar novamente com meus velhos amigos. Nem sei se eles são mesmo meus amigos… Eu nunca parei para refletir a respeito. Acho que gosto deles, mas não sei. Nunca tive um amigo para comparar, só o L, mas era diferente. Não entendo isso… Eu deveria estar irritado, triste ou comendo geleia de morango, que são os únicos sentimentos que tenho, embora a maior parte das pessoas ache estranho o fato de eu considerar “comendo geleia de morango” um sentimento. Não é exatamente um sentimento, é uma sensação. Uma sensação de estado vegetativo-reflexivo, mas com costumo me sentir assim, passei a definir como sentimento.

Hoje, porém, é diferente. É algo que só senti uma vez na vida… Sequer sei se devo definir isto como nostalgia, mas se assemelha muito. De acordo com o dicionario, ao menos, é nostalgia. É uma certa vontade de voltar no tempo… de ir ao passado e reviver tudo até o presente, mudando o que eu precisar mudar, ou apenas revendo meus tempos de orfanato. É como se eu esperasse que L e A abrissem a porta e saltassem sobre mim novamente, me irritando por causa de meu vício em geléia de morango. Estes tempos obviamente não voltarão, pois a pequena A cometeu suicídio pouco depois de sua irmã mais velha ter uma overdose por causa das drogas e da bebida, vicios adotados por causa da morte de seus pais. Creio que seja por isso que eu sempre me impressiono com Katherine… ela aguentou a pressão de perder os pais, ser separada do irmão, perder o irmão adotivo, amigos e o namorado, mas não sucumbiu à tentação de nenhuma droga. O próprio irmão de Leah não reistiu, quando chegou ao orfanato. Fugiu logo de cara, o desgraçadinho. L contou que ele era promissor…

Enfim, eu gostaria de voltar ao Wammy’s House antes de morrer de verdade… Seria realmente muito bom. Quero rever meu quarto, dormir na minha cama abraçado com o meu Lawliet, comer geléia de morango o dia inteiro, ir ao refeitório e encontrar o louro mal-humorado, o ruivo viciado em videogames, o albininho gênio, a ruivinha hiperativa, a morena louca, a japonesa visual kei, o brasileiro otaku e a albina semi-depressiva… por fim, deus que me perdoe, quero ir às aulas de novo. Não a uma escola, às aulas do Wammy’s.

E por que é, afinal de contas, que eu estou com os olhos molhados por uma coisa estúpida dessas? O tempo não volta, isso é fato, eu não devo sofrer por isso. É inútil, é ridículo… Mas acontece. Ou talvez eu só precise de geléia… provavelmente a falta de geleia está trazendo meu lado emocional a tona. Que coisa mais idiota.

Retiro-me da cama e vou ao banheiro. Se não me engano, o ruivinho está preparando uma festa surpresa para a namorada dele. Agora é meio estranho pensar que ele costumava ter uma quedinha pelo Mihael até o dia em que conheceu Emily… Ah! tenho que começar a pensar neles pelos codinomes, ou acabarei delatando a todos. Como era mesmo o codinome da menininha? Leila, não era?

Escovo os dentes e lavo o rosto antes de ajeitar o cabelo. Meu cabelo arrumado e os olhos vermelhos são o que me permitem não ser confundido com L. Coloco uma blusa preta e vou para a cozinha comer alguma coisa.

O louro e a albina estão conversando no sofá da sala, mas se calam quando eu chego perto. Estavam falando de mim? Que merda… E eu que achei que eles gostassem de mim. Pego um pote de geleia que estava na geladeira e vou me sentar com eles, apenas para provocar. A nuvenzinha abre um sorriso ao me ver, surpreendendo-me.

- Bom dia, B! – Ela sorri.

- Bom dia… — Respondo. O louro morde um chocolate e coloca os pés descalços no sofá, a expressão revelando não mais que indiferença. Olho para cima, observando o local imediatamente acima de suas cabeças. Estranho… Eles morrerão no mesmo dia. Ao menos não sentirão falta um do outro.

- Então… É verdade que pode ver nossos nomes de verdade? – Pergunta Mello.

- Quer que eu diga o seu nome inteiro, Mihael? – Ameaço. Ele faz que não, assustado.

- Mas… Espere. Se você tinha câmeras espalhadas pela casa, não seria difícil ouvir a Kim me chamando por esse nome. – Desafia.

- Mello… Não é isso. Ele disse o meu nome no aeroporto quando eu estava vindo para cá. Acredite, ele tem os malditos olhos. – Sussurra a menina. Afago seu cabelo branco. Ela parece uma nuvenzinha... é até mesmo… fofinha. Ah, que droga! Estou parecendo a Íris hoje! Não quero pensar que algo é fofo, quero apenas continuar comendo geléia! Talvez seja o tempo sem matar ninguém, afinal de contas… sim, deve ser isso.

- Mas de fato eu poderia ter escutado pela câmera, já que ela estava berrando o seu nome. – Faço uma expressão maliciosa que desencadeia a reação imediata de Mello, que me soca. Caio no chão, mas salvo a geléia. Ele obviamente poderia me bater mais, se quisesse, e eu entraria na briga sem problemas, mas somos barrados pelo corpo do urso-polar-de-pelúcia. Ambos nos sentamos novamente e ela se senta no colo do louro, assim evitando qualquer possível desacordo físico entre nós, por assim dizer.

- É sério, isso é muito irritante, B. Você nem deveria ter visto, então não fique comentando.

Faço que sim e acabo por me envolver em uma conversa um tanto sem sentido, que não leva a nada. Mas por algum motivo me sinto confortável e até mesmo seguro falando apenas por falar. Sei que não deveria me expor desta forma para pessoas que não são extremamente próximas de mim, mas eu quero. Eu quero me sentir parte disso que L chama de grupo de amigos. Quero saber o que é me envolver socialmente com outras pessoas. O que mais me impressiona é o fato de eles não se incomodarem com minhas referências ao passado durante a conversa. E, posteriormente, o fato de logo todos estarem sentados junto conosco, compartilhando notícias, sensações ou simplesmente comparações e teorias da conspiração. Até mesmo conversamos sobre as formas mais bizarras de morrer – chegando a conclusão de que seria cair de um penhasco com uma serra elétrica ligada e uma metralhadora atirando, caindo sobre uma garrafa de refrigerante de limão flutuando no mar, que estaria coberto por uma camada de óleo em chamas, levando a pessoa a morte por se cortar em muitos pedaços, choque, tiros e afogamento. -. Não faz sentido… mas, de qualquer forma, a ideia da serra elétrica foi minha. O refrigerante foi lembrado pela Kim, que pensou no jeito que Ushio é fujoshi. A metralhadora veio de Mello, o mar veio de Íris e Matt ao mesmo tempo, o óleo foi criado por Leila e o fogo por Near. L criou a hemorragia e o choque.

Não faz sentido.

Esta conversa não faz sentido. O que estou sentindo não faz sentido.

Deveríamos estar investigando Kira! Estamos envolvidos no caso Kira! E eu estou me sentindo bem por isso! Como se eu estivesse no céu. É o céu no meio do caso Kira.

O paraíso no meio do inferno.

Notas finais
Err... Tentei fazer um grandinho. E aí? Gostaram? Espero que tenha ficado a altura de compensar todo o tempo que passei sem postar, ou ao menos parte dele.
Etto... kisu! Daisuki!
- Shio-chan
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.