Ajuda-me a Viver
2 O despertar
Notas iniciais
Tsukino Usagi :) Amei flor ! Também agradecer pelo carinho de todos no tt, eu estou mesmo entusiasmada com essa fic. Leitoras gaspazinhas, apareçam ! rsrs Então é isso gente, sem mais delongas. Vamos ler!
Estava tudo estranho. Tudo que eu me lembrava é que eu estava discutindo com o Mike dentro do carro. E depois nada. Estava tudo doendo, cada articulação do meu corpo. Onde eu estava? O que aconteceu? E tinha esse bip estranho, eu estava no hospital ? Meu Deus, o que aconteceu? E agora vinha as vozes, vozes baixas, mais alta o suficiente para doer o meu ouvido. É melhor eu abrir os olhos, e enfrentar seja lá o que foi que aconteceu. Abri os olhos, e vi o que eu imaginava. Sim, era um hospital. Não tinha dúvidas. Paredes brancas, cheiro estranho, e o beep, o beep infernal. Olhei e vi uma mulher ao meu lado, provavelmente a enfermeira.
– Senhorita Isabella, que bom que acordou. — Falou ela, com um sorriso de orelha a orelha.
– O que aconteceu? Como eu vim parar aqui? — Falei, e descobrir que falar também doía.
– A senhorita teve um acidente de carro, mas o médico vai te explicar melhor. — falou ela, já se retirando.
– Espera, acidente? Mas o meu noivo, onde ele ... — Ela não me deixou terminar, já saiu disparada pelo quarto. E eu fiquei novamente só ... Não só, eu e a minha dor. Segundos depois apareceu o médico
– Olá Isabella, sou o Dr. Carlisle e sou cirugião geral, creio que não se lembra de nada do que aconteceu. Não é? — falou um medico até que meio simpático.
– Não, só lembro que eu estava no carro com o meu noivo .
– Bom, você sofreu um acidente de carro — falou ele, como isso não fosse meio óbvio
– A enfermeira já me falou, e eu já tinha concluído isso. Podemos pular essa parte? — Falei sem paciência, cada articulação do meu corpo doendo, e ele fazendo rodeios.
– Como desejar. Bom, você sofreu uma fratura exposta na perna, três costelas quebradas, e um leve traumatismo na cabeça. Você perdeu muito sangue, e logo quando chegou aqui, tivemos que transferir você para a sala de cirurgia — Ele olhou para mim, para ver se eu tinha digerido tudo e continuou falando — A cirurgia foi difícil, mas no final deu tudo certo.
–Meu deus, isso tudo aconteceu comigo? Mas, porque meu Deus? — falei, desesperada, pensando na minha perna, e como eu ia dançar depois.
–Calma, agora está tudo bem. As suas costelas irão sarar totalmente em três meses ... — falou ele como se fosse simples assim
– Três meses?Eu tenho a apresentação mais importante da minha vida em duas semanas... Como eu vou dançar com a costela quebrada? — falei gritando, tentando me levantar, e é claro, o meu esforço foi inútil, porque não conseguir nem levantar o pescoço.
– Calma Isabella, eu ainda não terminei. O traumatismo na sua cabeça foi leve, nada como uns analgésicos e muito repouso resolva. E agora, bem, a sua perna. Você terá que fazer fisioterapia, a fratura foi grave, mas poderia ter sido pior, se você estivesse do lado que o caminhão bateu.
– Caminhão? meu Deus, meu Deus ... Por quanto tempo eu vou fazer fisioterapia? não, isso não está acontecendo ... — Falei já chorando,isso só poderia ser um pesadelo, daqueles bem horríveis.
– Então, isso só o nosso fisioterapeuta irá te responder. — falou ele na maior calma
– E eu vou poder dançar ? — Eu não queria nem ouvir a resposta, não, não, não ... isso é um pesadelo.
–Não tão cedo Isabella, não podemos dizer nada especifico agora.
– Que horror! Porque eu não morri? porque? porque? -falei desesperada, essa vida cruel e medíocre que eu odeio. Eu queria morrer!
– Isabella, não fale isso. — falou ele pegando a minha mão -Você recebeu uma segunda chance e deve aproveita- la. Você sair viva desse acidente foi milagre. Aposto que o rapaz que estava contigo, queria receber esta segunda chance.
Quando ele falou isso, me dei conta que eu não sabia onde estava o Mike. E o que ele estava insinuando com isso? será que o Mike ... Não, não não
–Como assim doutor, onde está o meu noivo? Mike, Mike meu amor cadê você ? -falei chorando, gritando ele.
– Infelizmente ele não teve a mesma sorte, o rapaz não sobreviveu. — falou ele com uma cara de luto
– O que?! Não ... — E depois disso tudo ficou escuro, e novamente cair na inconsciência ...
Continua ...
Notas finais
* Quarto do hospital :
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