Airon: A Extinção
7 Não será um Adeus
Notas iniciais
A Annie tinha ido embora de repente, levando o desenho que eu fiz de seu amuleto que vi no meu sonho. Enquanto observava o teto do meu quarto, deitado na cama, eu pensava em oque dizer para o George. Como eu vou explicar algo assim? Que sou um Airon, que não sou deste planeta e que eu vivo em outra Onda do universo?!
Suspirando, levanto calmamente da cama, com George já me chamando para a sala. Quando apareço na porta, fico cabisbaixo.
—George, eu tenho coisas muito estranhas para te contar.
—Jebbet, tenho algumas piores certamente. Eu estou tentando achar uma forma bem simples de explicar.
— O.K... Então começa.- Falo me sentando ao lado de Max.
—George, querido, a Annie nos disse coisas bem tensas hoje. É difícil acreditar, mas... – Max fica confusa e ergue as mãos.- Eu não sei oque eu sinto que parece que essas pessoas não mentem. Annie me traz uma paz tão grande que não sei explicar.
— Parecer que está seguro... Me sinto da mesma forma.- Fala George.- Ela tem alguma coisa muito estranha.
Eu estava meio chateado. Eu era o único que não me sentia assim. Quando estou perto da Annie, sinto um ar de responsabilidade, alguma “missão” que tenho que concluir, e que Annie está aqui para isso. Paro de delirar e volto ao assunto.
—Começa logo George. Conte tudo que ela te disse.
George suspira, apoiando a perna esquerda no joelho direito.- O.K... Prestem Atenção.
-Desde o primeiro dia que vi Annie, ela nunca foi normal para mim. Ela me olhava com um ar de “quero falar com você”. E foi no dia em que vocês se encontraram pela primeira vez que eu encontrei ela na rua, de noite, quando estava indo na farmácia.
Ela me disse coisas bem suspeitas:
*Aqui a narração é do George!*
-Oi George. Tudo bem?- Fala Annie saindo do escuro.
A olho com um olhar de desdém.- Oi Annie. Sinto muito, mas eu não quero papo com você agora.- Continuo a caminhar, ignorando-a.
— Me desculpe, por favor. Eu não queria que tivesse essa impressão. – Ela segura meu braço e o solta.- Olha, eu queria te avisar que vai acontecer reviravoltas a partir de hoje. Agora que encontrei o Jebbet, eu tenho que trazê-lo de volta para casa, mas sem desaparecer da vida de Max. Eu realmente estou com muita dor de cabeça. Me escute, eu imploro.
Suspiro e toco no seu ombro.- Annie, seriamente, quem você é? Porque está na faculdade?
Ela me disse então toda a história que era sua amiga quando crianças, que suas famílias eram muito unidas e, por serem filhos únicos, brincavam como irmãos e viviam como tais. Só que aconteceu essa invasão e você acabou sendo deixado aqui para sobreviver. Entre outras coisas, falou que perdeu a família inteira e ficou sozinha. Decidiu vir para cá entrar na faculdade e aprender biologia, já que tinha extrema facilidade de estudar, mas o motivo principal era te trazer de volta. Como prova, eu decidi ir até diretoria da Universidade na manhã seguinte, e descobri com a diretora que Annie era um caso especial: Não tinha nenhum histórico escolar, mas era extremamente inteligente. Como brincadeira, lhe deram vários testes extremamente difíceis em matérias gerais, e ela não errava menos que 90% das questões. Assim, entrou de primeira na faculdade. Na noite em que você foi no BrotherWood com ela, a Annie me pediu para seguir vocês sem você perceber. E quando você foi embora, eu fui falar com ela, como combinado.
Dentro do bosque, na cachoeira, ela me explicou todo este sistema de Ondas do Universo, que você é os tais Airons e tem os Tenas que quase extinguiram esses Airidianos. Eu disse para ela do histórico escolar e ela concordou comigo que não era daqui, comprovando a existência da Quinta Onda Universal. Infelizmente, ela me disse também que você não podia viver com nós a vida toda, que Airons vivem muito mais que humanos.
Claro que eu disse para ela que achava tudo uma baboseira, mas ai ela me mostrou os olhos dela. Sim, aqueles olhos amarelados. Quando vi, eu quase surtei, mas ela pediu para eu ficar quieto. E logo eles voltaram ao normal.
Eu já não questionava nada depois dos olhos multicoloridos, e, como final, ela pediu para mim te “ceder” um pouco. Ela precisava trazer de volta suas memórias e acabar com o filho do líder Nerug, Corles. Que planeja uma espécie de vingança contra o Airon que matou seu pai e blablabla...Ela também me garantiu que nunca iremos perder você, que, sempre que puderem, irão nos visitar aqui. Parece que esses Airons estão em perigo e você é importante para salvá-los.
Eu gosto da Annie. Ela é muito legal, e parece ser uma boa pessoa. Ao contrário do que você pensa.
*O narrador agora é Jebbet!*
Eu estava pensante sobre oque Annie disse a George. Ela disse para o George que Airons vivem muito mais que humanos...Então, eu veria a Max, o George...Todos morrerem? Decidi não pensar naquilo mais.
—Então sua conversa com ela foi para confirmar tudo oque ela nos disse?
—Acho que sim. Ela programou tudo pelo que parece.
—Meu deus... Eu não acredito. Isso não é real. – Bato com a mão na mesa de centro. – Isso não existe...
Enquanto tentávamos entender Annie, eu recebi uma ligação dela.
—Podes vir aqui em baixo?
—Agora?Tá...Já vou.
—OK...Te encontro aqui na frente.
Desligo. Digo para o George e para a Max sobre o convite. Os dois decidem me acompanhar.
Saímos do apartamento, enquanto descíamos as escadas, eu vejo Annie na frente do portão, sorrindo. Eu fiz uma cara de interrogação para ela, mas logo vejo mais duas pessoas ao seu lado, bem familiares e contentes em me ver.
Era um rapaz da minha idade aparentemente. Tinha um cabelo comprido o suficiente para fazer uma colinha e assim usava, com franjar caídas no rosto e olhos escuros.
Do outro lado era uma garota da minha idade também, com cabelos loiro- escuro que ia até uma parte do ombro. Era alta , um pouquinho mais que a Annie e de olhos azul marinho.
Quando desço as escadas e paro em frente a eles, Annie sorri novamente.
— Tá, agora estão liberados.
De repente as duas pessoas pulam encima de mim fazendo eu me desequilibrar. A Max se assustou pelo visto.
— Ai Jebbet! Como cresceste! – Fala a garota apertando minha cara com as duas mãos.
—Ei Christa, cuidado, ele não lembra de você.- Fala o garoto , pegando a garota pela cintura e a tirando de cima de mim.- Desde quando você pula desse jeito? Coitado do Jeb.
— A é, me desculpa, nós somos como desconhecidos para você. Bom, não importa, você irá voltar conosco mesmo assim!
—Perai, quem são essas pessoas?- Fala Max me ajudando a levantar.
—Calma mãe, eu sinto que éramos grandes amigos anteriormente.- Falo já em pé.
Eu tinha a mesma impressão que com a Annie: Eu conhecia aquelas pessoas de algum lugar e me sentia confortável com o “carinho” deles. Por isso não impedi.
— Deixe-me apresentá-los- Fala Annie dando um passo a frente- Este é o Jossan Lonedi’s , mas ele odeia esse sobrenome, então é o Jossan Lon. Já essa histérica aqui é a Christa Parys. Nós três somos seus amigos esquecidos. Eles estavam com muita saudade.
—E você achou que íamos deixar você esquecer de nós para sempre?- Jossan ri e se aproxima de mim, cochichando no meu ouvido.- Sério que você esqueceu da Annie?
— Sim, infelizmente não conheço ela nem vocês direito.- Cochicho de volta.
Jossan se afasta, ele olha com uma cara séria para mim pela primeira vez. Eu sinto que ele é do tipo zoeiro, sempre brincando, por isso aquele olhar sem expressão alguma me tocou. Logo depois ele olha para Annie e anda até ela. Os três estavam cochichando algo, e Annie ficou cabisbaixa de repente.
— Então vocês eram amigos de infância do Jeb?- Fala George faceiro e andando em direção a eles. – Respeito muito vocês desde então, devem ter sofrido.- Ele faz um aperto de mãos com a Annie.
— Obrigada George, mas agora precisamos ir para o BrotherWood. Chegou a hora de irmos.
Enquanto estávamos a caminho do BrotherWood, conversávamos sobre várias coisas.
—Vocês podem me esclarecer uma coisa? – Me pronuncio. – Oque aconteceu com a minha mãe biológica?
—A Mary? – Fala Christa, cabisbaixa. – Bem, ela foi... Torturada até a morte junto com seu marido Valt... Os tenistas são muito sádicos, eles a mataram fincando várias lanças em seu dorso. Ao contrário da família Spector, que foram decapitados sem sadismo. Foi uma perda inaceitável para nós, mesmo completando 13 anos amanhã...
Ficamos quietos desde então e apenas caminhávamos para o parque. Mas minha mãe estava
— MEU DEUS, A-do-rei seu cabelo Jossan! – Fala minha mãe mexendo no cabelo de dele.- Homem de rabo de cavalo eu não aguento não...Sensualíssimo.
— Por favor mãe do Jebbet, não estraga meu cabelo, demorou para ficar bonito assim.- Fala Jossan rindo da Max. – Que bom que existe pessoas boas aqui, quando eu soube que Jeb foi deixado aqui, eu fiquei com medo de ele ter que se criar sozinho. Nós só fomos te ver uma vez, até quando a Max te achou e cuidou, depois decidimos não interferir mais. – Jossan dá uma cotovelada no braço de Annie. – Claro que algumas pessoas foram mais vezes né...
— Jossan, eu vou fazer um nó com a tua língua denovo.
— Tá parei, não faço mais.
Eles riam tanto, que me sentia em meio a uma família normal. Eu observava o céu, vendo os pássaros indo para o BrotherWood. Eu me sentia tão esperançoso naquele momento. E só de saber que eu era diferente das outras pessoas me enchia de alegria. Eu nunca admiti ser uma pessoa como qualquer outra, eu sabia, de alguma forma, que era diferente. Mesmo sendo diferente, eu achava todos aqueles risos, brincadeiras, papos... Tudo tão humano. Até agora tudo estava bem, pois os que se chamavam de Aliens pareciam humanos... E eu não queria que minha mãe visse os olhos de Annie ainda, para não surtar. Eu quase surtei quando vi, George também, imagina minha mãe.
Eu estava tão calmo, por que eu ainda não acreditava fielmente naquilo. Eu acho que o único fato da Max concordar em eu sumir um pouco foi por causa da carta e que a Annie foi mencionada nela. Acho que o único meio apavorado era o George, por que Annie o mostrou os olhos, e o homem não dizia nenhuma palavra. Ele estava muito pensativo e cabisbaixo.
A Annie sozinha é estranha, mas ao lado do Jossan e da Christa ela era perfeitamente normal, mesmo sendo tímida e quieta em geral. Isso trazia um certo conforto para nós três.
Mas eu sentia um desdém: Ela as vezes desviava olhar para o chão, como se estivesse recordando de algo.
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Quando chegamos no parque, a trupe dos novos foi para a esquerda do portão. Eu a Max e o George estávamos seguindo, mas Annie fez sinal para eu ficar.
Esperamos uns 15 minutos e logo eles apareceram lá dentro do parque, menos o Jossan.
— Vou te contar o segredo: Tem uma árvore na calçada que tem uma parte para dentro do parque, assim dá para entrar. O Jossan está quebrando o galho ali para nenhum ladrãozinho entrar aqui. – Annie fala , rindo.
— Ãh, O.K...- Falo abrindo o portão velho e rangendo. – Eu prefiro pelo portão mesmo.- Max e George entram no parque.
—Nossa... Faz muito tempo que não venho aqui.- Fala George, maravilhado.
—Você nunca quer vir quando convido, acha que é passeio de velho...
Nós dois rimos e trocamos soquinhos no ombro.
—Cheguei!- Fala Jossan correndo com um galho gigante na mão. – Precisei um pouco do Samper, mas nada de mais.
Annie nem vira a cabeça para encará-lo, ela olhou seriamente para ele apenas. Enquanto estávamos nos perguntando como ele quebrou o galho e quem diabos era Samper, os “Aliens” estavam apenas seguindo em frente.
— Bom, chegamos no ponto final infelizmente.- Diz Annie, se sentando na pedra da cachoeira.- Vamos ficar um pouco aqui antes de irmos para Endorn.
—Endorn? – Pergunto.
— O nosso planeta Terra é diferente do de vocês. Ele tem o mesmo relevo, mas é dividido em três regiões: Arbest – América; Niard – Ásia e África ; e Endorn – Oceania. – Annie começa a desenhar na terra com um pauzinho.- Só tem duas diferenças: Não existe Polo Norte, mas o Polo Sul é gigantesco, alcançando onde é o Uruguai e uma ponta da África. E a outra diferença é que o nosso mundo é mais fragmentado, temos mais que 1200 rios a mais que na 3° Terra. – Ela solta o pauzinho.- O.K., vão relaxar um pouco agora. – Annie aponta para a água corrente.
Nós estávamos brincando nas águas cristalinas, molhados, sem troca de roupas. Parecia que os Airons não se importavam com isso, mas minha mãe estava cheia de frescura. No final, todos estavam tomando banho, brincando que nem criança. Todo mundo se jogando água, menos a Annie, que continuava na pedra. Novamente parecia meio pensativa, mas desta vez estava observando ao seu redor, oque ela estava cuidando?
— Jebbet, venha aqui.- Fala ela, lendo a minha mente. Quando chego perto, ela começa a falar meio baixo.- Jebbet, quem da autoridade sabe que você tem a chave?
— Bem... Meu pai disse para não dizer a ninguém, então eu entro de penetra desde sempre. Só que de...noite...
—Você se ligou que é de dia? Tem gente lá na frente. Acho que viram agente entrando.
Eu não tinha me tocado. Quando me concentrei, eu ouvi vozes de uma mulher e algumas vozes mais grossas, possivelmente dos guardas. Alguém viu agente entrando e denunciou.
Logo dava para ouvir as sirenes policiais.
— INTRUSOS, POR FAVOR, SAIAM DESTE LOCAL PRIVADO!
—Jebbet, não temos mais tempo, precisamos ir logo! – Annie me puxa pelo braço.Me tirando da água.
— Calma! E a Max e o George??- Puxo meu braço, impedindo Annie de me mover.
— Não se preocupa conosco Jeb, nós iremos explicar a situação.- Fala George saindo da água com a Max.
—Vá meu filho. Os guardas sabem quem você é, teremos problemas se não sumir por enquanto.
—Jeb, entrega a chave do portão principal para a sua mãe. Depois de hoje, você não vai precisar mais dela.- Fala Annie sorrindo.
—INTRUSOS! POR FAVOR SE IDENTIFIQUEM OU IREMOS INVADIR!
Estavam todos nervosos. Max e George estavam bolando oque dizer.
— Temos que ir Jebbet. – Fala Jossan, sacudindo seus cabelos Pantene molhados e o prendendo depois. – Temos que entrar ainda no muro interno.
—Não! Espera! Não posso abandoná-la assim!- Me largo da mão de Annie e corro até Max e George. Christa estava para correr atrás de mim, mas Annie a segurou.
Pensativo sobre o futuro, eu estendo a mão para Max, tremendo, com a chave do portão principal. Em meio a lágrimas, ela pega a chave sem hesitar. Ela me abraça e o George também junto.
—Eu juro que vou voltar. Prometo. – Falo baixinho.
—Eu sei Jeb, eu sei. — Fala os dois.
— Nós iremos trazer de volta seu filho, Sr.Carrow . Não se preocupe.- Fala Christa sorrindo e a abraçando.- Você está confiando em Airons.
— Não iremos tolerar mentiras. Se eu mentir, peço que me bata de cinta. – Fala Jossan rindo e nos abraçando também.
Annie se aproxima de Max. – Nós não cometemos os erros humanos, porque, pelo mais que pareça sermos um, não somos nem perto do que você acha. – Annie cochicha algo para a Max.
A mãe desaba em lágrimas e abraça fortemente Annie, que dá um sorriso e logo retribui o carinho. Eu a abraço também, junto de Annie, e depois os outros, fazendo uma roda de abraço.
Depois de muitas despedidas, eu estava conversando com a minha mãe pessoalmente e ouvimos o aviso.
—INTRUSOS! ESTAMOS ENTRANDO E COM AUTORIZAÇÃO DE ATIRAR!
—Droga. Desde quando eles tem autorização de ferir?- Fala Annie encarando as luzes das lanternas.- Está anoitecendo, vai ser mais fácil de fugirmos. Vamos correr.
—Como assim? Você não vai enfrentá-los?- Pergunta Jossan.
—Óbvio que não, são humanos, não luto contra humanos.
—O.K então. Vamos indo, se não vamos ser baleados.
Como combinado, a Max e o George ficaram lá para tentar explicar a situação. Nos despedimos novamente dos dois e saímos correndo eu, Annie, Christa e Jossan. Chegando no muro, dobramos para a esquerda e chegamos no lado esquerdo do muro, onde ele dobrava. A ultima coisa que vi da situação foi Max e George serem levados sem algemas para o externo, me senti aliviado. No final da parede, tinha um buraco cavado no chão e passamos por ele rapidamente, um por um. Quando chegamos no interior do muro, todos pararam de correr.
—Ufa, finalmente. Não se preocupe Jebbet, aqui eles não tem autorização de entrar.- Disse Jossan, estatelado no chão.
—Tá, ai eu pergunto,como nós vamos para a 5° Terra?- Pergunto.
—Eu não sei o porquê, mas nos planetas Terra existem passagens de Ondas, ou seja, um lugar onde você passa e muda de dimensão.- Fala Annie limpando a camisa branca.- No caso daqui, é uma árvore gigantesca. Por isso é tão cercado. Leonard foi o único que encontrou esta árvore e passou pelo buraco entre as raízes. Ele tinha uma forte ligação com um Airon ancião de lá, o Sr. Kolk, que eu atualmente moro junto, e com isso começou a iniciativa de preservar a mata nativa, mas esse foi o motivo principal.
—Como eu não sei de nada da minha vida. Agora eu vou ir para um outro planeta.
—Não. na verdade é o mesmo , só que é diferente.
—Admito: Estou com um pouco de medo do que vai acontecer.
Annie dá aquele sorriso de lado, e me estende a mão para levantar. — Você tem amigos te esperando. Vamos logo se não eu não vou ter tempo de voltar no sábado para visitarmos a sua mãe.
—Não se preocupe. Pode vir no Domingo se quiser.- Pego na sua mão e me levanto, rindo. — Só que vai ter que tomar café desta vez.
—Eu sou intolerante, sério.- Fala Annie rindo.
—Nós somos originalmente carnívoros Jeb.- Falou Christa rindo.- Mas só somos intolerantes a vegetais, frutas e laticínios.
—É que eu não gosto de café mesmo.- Annie começa a rir.
No final do dia, todos estão sorrindo, mesmo com todos os problemas.
Eu gostei bastante de ser Airidiano.
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“ Promessas são falas que precisam ter uma ação depois. Apenas um ser que só pensa em si próprio teria a coragem que corrompê-la e apenas falar.
Humanos não prometem. Apenas dizem prometer para poder ter seus benefícios. Esta é a lei da sobrevivência desta espécie.
Jebbet não é daqui e ele prometeu. Nós prometemos.
Pelo mais que guerras estejam para acontecer, nós prometemos.
Jebbet voltará para casa.’’
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