Notas iniciais
e o final se aproxima, ooh O:

Chegara o Valentine’s Day, todas as garotas do colégio faziam chocolates para os garotos na qual gostavam.

- Me diz, porque um enfermeiro ameaçador como você ganhou tantos chocolates? — pergunta Maya irritado á Aiji.

- Ciúme mata, Maya. – responde Aiji rindo.

- Não... Não é ciúme, porque eu estaria com ciúme de você?

- Não se preocupe, o único chocolate que realmente me importa é esse. – diz Aiji segurando um pequeno embrulho com estampas de pirulitos escrito “Para Aiji, com amor, Maya”

- Mas, mas, eu nunca escreveria uma coisa tão melosa como essa, que ridículo, hunf. – diz Maya corando levemente tentando esconder o vergonhoso bilhete que colara no embrulho.

Enquanto isso, Uruha estava se segurando ao máximo para não bater nas toneladas de garotas atrás de Aoi.

- Aah! Chega! Se afastem do meu Aoi-san! Não ousem ultrapassar um metro e meio de distância!

Aoi começa a rir e põe a mão sobre a cabeça de Uruha.

- Acalme-se Kou, elas não vão me atacar ou algo do tipo, eu reparto meus chocolates com você, não se preocupe. – diz Aoi ainda rindo da situação em que Uruha se encontrava.

- Uruha-senpai! Não roube os chocolates de Aoi-senpai, olhe para sua carteira, também têm vários! – Diz uma garota.

- O que? Mas por... – Uruha pára e encara a garota. – Que bonitinha! – pensa Uruha quando só sente um olhar fuzilando suas costas, que quando olha era Aoi o olhando feio.

No corredor passava Miku com um rosto de extremo cansaço, várias garotas estavam tentando se aproximar para lhe entregar seus chocolates, mas nem ao menos conseguiam, pois o rosto de cansaço junto de estresse no qual não conseguia nem ao menos ouvir “sensei” assustava a quem tentava se aproximar.

- Miku-sensei!

- Oqueeeee? – Miku virava-se com um rosto de ódio que só faltava sair faíscas, mas a pessoa na qual se aproximara dessa vez era Takuya.

- Ah! Takuya! Tudo bom? O que você faz por aqui? – o humor de Miku mudara drasticamente ao ver Takuya.

- Eu... Fiz um chocolate para você – diz Takuya envergonhado

-Que embrulho bonitinho, você que fez também? Obrigado, eu adoro doces!

Enquanto isso cochichos ecoavam os corredores enquanto Miku andava junto de Takuya;

- Ele não tinha dito que detestava doces? — Porque o garoto da oitava série ele deixa se aproximar? [...] Mas Miku não ligava, afinal, o único que ele queria que estivesse ao seu lado era aquela pessoa aparentemente frágil que era Takuya.

- Takuya-kun, poderia vir comigo até atrás do outro prédio depois das aulas?

- Claro, mas... Porque assim de repente Miku-sensei?

- Apenas vá, por favor. – diz Miku com um leve sorriso.

As aulas acabaram e Takuya foi para onde Miku pedira.

- Então sensei? O que queria falar comigo?

Miku não disse nada, apenas se aproximou de Takuya e o beijou no qual ficara com uma expressão de espanto em seu rosto.

- Miku... -sensei?

- Aquele dia em que você conversava com Kai atrás daquela moita, eu ouvi tudo o que você tinha dito, desde o começo e...

- Tudo...? – Takuya começara a gaguejar.

- Sim e... Eu gostaria de dizer que... Eu também comecei a gostar de você e...

- Miku-sensei, então... Podemos... Andar juntos como... Pessoas que se gostam? – diz Takuya inocentemente com o rosto tão vermelho que se confundia com o embrulho que havia dado para Miku.

- Podemos sim... Taku-chan. – diz Miku pegando na mão de Takuya.

Passando o dia, quando era exatamente três da manhã, se encontrava Ruki olhando para a lua novamente daquele banco na praça do dormitório. Quando uma pelúcia de gato com aparentemente vinte centímetros surge em frente a seus olhos.

- O... Que é isso? – se pergunta Ruki levando um susto com o que aparecera diante de seu rosto.

- Seu presente do Valentine’s Day, Ruki. – aparece Reita com o rosto ao lado do de Ruki.

- Reita! O... Obrigado! – Ruki pega a miniatura, tinha um zíper na barriga, que o abrindo estava repleto de pequenos bombons.

Ruki e Reita sempre se encontravam naquele banco, ás três da manhã, diante daquela linda e brilhante lua.

Notas finais
obrigada por lerem, mandem suas opniões e leiam o próximo também