Abaixar-te-ia para quem quisera, pois é assim que sempre faziam em sua frente. Não tomou-lhe a mente e, sente, mente, sempre.

Sê tu na alegria;

Na tristeza que te domina.

Esconda-nos a tua mágoa, o teu lado podre.

Doma-te a paz de viver.

E se não encontraste a felicidade, ah !

Faça com que os outros a encontre.

Compartilhar-te-ia da tuas entranhas, pois assim lhe fizeram ao teu cálice sucumbido ao mel. Não tomou-lhe o tempo, o modo, o vento e, sempre, com furor, carrega-te a mão fechada, evitando esfarelar teu pão. Chegou ao fim aonde queria:

Sê tu, ou nós seremos tu.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.