Agulhas e Ventos
4 À quem seja
Abaixar-te-ia para quem quisera, pois é assim que sempre faziam em sua frente. Não tomou-lhe a mente e, sente, mente, sempre.
Sê tu na alegria;
Na tristeza que te domina.
Esconda-nos a tua mágoa, o teu lado podre.
Doma-te a paz de viver.
E se não encontraste a felicidade, ah !
Faça com que os outros a encontre.
Compartilhar-te-ia da tuas entranhas, pois assim lhe fizeram ao teu cálice sucumbido ao mel. Não tomou-lhe o tempo, o modo, o vento e, sempre, com furor, carrega-te a mão fechada, evitando esfarelar teu pão. Chegou ao fim aonde queria:
Sê tu, ou nós seremos tu.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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