Agora Ou Nunca

48 Explicações


Notas iniciais
Oi gente! Eu sei que estou demorando para postar a fic, mas é que fiquei sem idéias mesmo! Perdão. As idéias estão vindo, então tenham um pouco mais de paciência comigo pois estou recomeçando a reescrever, ok?
Boa Leitura!

- Cla-claro... Entra... — Naruto fala nervoso ao ver a morena parada em frente ao seu apartamento.

- Hinata! — Pain a olha apreensivo — Eu posso explicar...

- Eu vim por isso. Quero saber como tudo isso aconteceu. O seqüestro, tudo!

Os Uzumaki’s se olham e dão passagem para Hinata entrar.

Ela estava linda, mas não era isso que estava chamando a atenção deles. E sim a postura ereta e o olhar decidido. Hinata caminhava imponente até a sala. Permaneceu de pé até os dois Uzumakis aparecerem em seu campo de visão e um deles fazer o gesto para que se sentasse.

Quando estavam todos acomodados ninguém ousou a falar nada. Aquele silêncio era sepulcral e de certa forma constrangedora. E aquilo já estava irritando a Hyuuga.

- Então... Já podem começar. – ela pede sem paciência.

- Bem... O Pain... Ele...

- Se não se importa, prefiro ouvir da boca dele. — a morena fala firme.

Os dois se entreolham.

Então o ruivo engole em seco e começa a narrativa. Tímido e incerto. Porém essa era a sua oportunidade de se explicar e pedir desculpas. Explicou tudo. Desde o início. Seu convívio com a gangue. O por que entrou para a mesma gangue do seu pai. Afinal queria ser tão “bom” como seu pai era. Queria ser reconhecido, porém só agora percebeu que queria o reconhecimento das pessoas erradas. Agora percebe que tudo aquilo era uma verdadeira besteira.

Explicou que os integrantes da gangue queriam uma prova que ele teria que fazer para ser aceito por todos. A prova era um plano que eles tinham para seqüestrar Hiashi Hyuuga, onde Pain teria que executar. Explicou também a sua negativa como resposta. Afinal era o pai da namorada de seu tio. A única pessoa que conversou com ele como um adulto. A primeira pessoa que o aceitou como ele é. E por consideração e respeito à Hinata ele não aceitou o plano deles.

O problema é que eles executaram o plano mesmo assim. Sem a presença de Pain. Sem que ele soubesse, mas a partir do momento que soube do seqüestro, o ruivo já sabia quem eram os culpados. E se contasse, tinha medo que ele fosse acusado como o mandante do crime, como aconteceu. E tinha medo também que Hinata não acreditasse nele. Tinha medo que seu tio se decepcionasse com ele. Afinal ele, mesmo contrariado no começo, estendeu o braço e esteve disposto a ajudar o filho do homem que fez tanto mal à ele e à sua família no passado.

Hinata escutava tudo com atenção. Não queria culpar ninguém, mas o fato de ser o seu pai quem está sendo mantido em cárcere privado a deixava com os nervos à flor da pele. E sem conseguir racionalizar direito. Afinal o seu emocional estava gritando por socorro.

Ao final da narrativa Pain e Naruto ficaram na expectativa por uma resposta da morena. Porém ela ainda estava absorvendo cada palavra e por isso não respondeu logo. Permaneceu em silêncio. E aquilo só aumentava o nervosismo de ambos.

Quando colocou as idéias no lugar, Hinata fitou-os e foi sucinta na resposta.

- Obrigada. — levantou-se — Agora que sei a verdade sinto-me mais leve.

- Sinto muito Hinata. Tentei evitar esse seu sofrimento. – era a vez de Naruto tentar se explicar.

- Tudo bem. Não concordo com você. Mas eu acredito em você. Agora que está tudo esclarecido, vou indo. Precisava saber de tudo para ter paz.

Naruto escutava tudo com o coração na mão. Em nenhum momento Hinata olhou para ele e isso deixou-o angustiado.

Precisava do seu perdão.

- Hinata... — o loiro chamou-a.

- Outro dia Naruto. Hoje eu preciso absorver toda essa informação.

- Mas eu queria me desculpar. Fazer você entender o meu lado também...

- Não! Hoje não quero entender o lado de mais ninguém. E o meu lado? Vocês em algum momento pensaram no meu lado? O meu pai foi seqüestrado apenas porque é rico. Porque um bando de vagabundo imprestável quer ganhar dinheiro fácil à custa do sofrimento de uma família.

- Hinata, por favor... — Naruto tenta falar, porém é cortado.

- Minha irmã continua internada no hospital, pois sua pressão arterial não diminui, tamanho é o seu nervosismo por causa de toda essa situação. Nosso pai pode ter todos os defeitos do mundo. Mas é o nosso pai! E esse seqüestro abalou a Hanabi. Ela mal consegue amamentar seu bebê!

- Eu imagino... — Pain também tenta se explicar.

- O banco do meu pai não quer liberar o dinheiro, afinal anos atrás cortei laços com meu pai. Eles não acreditam na minha história. É triste você até ter o dinheiro que os seqüestradores pedem, e não poder salvar a vida de seu próprio pai. Além do mais, o gerente-geral diz que essa quantia irá causar um desfalque na contabilidade do banco.

- Hinata, por favor...

- Quero ficar sozinha. — a morena fala e dá as costas aos dois Uzumaki’s.

Saiu do apartamento sem fazer barulho ou escândalo. Deixou os dois petrificados e sem palavras.

= = = = =

Como se o tempo estivesse zombando da morena, começou a cair algumas gotas de chuva assim que ela colocou os pés na rua.

Sentiu algumas gotas tocarem em seu rosto. Não se importou com esse fato. Queria chegar logo à estação de metrô mais próximo. Sua garganta ardia. Seus olhos ardiam. Sentia que a qualquer momento desmoronaria. Porém segurava o choro ao máximo.

Enquanto isso a chuva começava tímida e fraca. Mas conforme dava os passos largos e apressados, o tempo foi se fechando ainda mais e as gotas da chuva ficava cada vez mais forte e grossa.

Não percebeu quando, mas percebeu que chorava. Ao mesmo tempo e na mesma intensidade que as grossas gotas da chuva caíam em seu rosto. Chuva e lágrimas se misturavam.

...

Naruto segurava a porta de seu apartamento desolado. Triste e confuso. E agora? O que seria dele? De seu relacionamento? De Hinata? Batalhou tanto para conquistar aquela morena para tudo acabar daquele jeito?

- É melhor ir atrás dela, tio! – Pain interrompe seus pensamentos, despertando-o.

Não pensou duas vezes. Correu para fora do apartamento e só parou no elevador chamando-o. Apertava o botão incansavelmente. Por que demorava para chegar? A cada segundo se distanciava de seu grande amor!

- Tio! – Pain gritava na porta do apartamento – As chaves do carro! – o ruivo jogava o objeto para que o loiro pegasse no ar – Talvez precise dele para alcançar a Hinata!

Nesse instante o elevador chegou.

- Obrigado! E se cuide! Tranque bem o apartamento!

O loiro gritava recomendações ao sobrinho enquanto a porta do elevador se fechava e ele estava a um passo mais próximo de seu destino.

Pain apenas riu. Mesmo desesperado para encontrar com Hinata, seu tio não deixava de se preocupar com ele.

= = = = =

No mesmo instante, muitos carros cercavam uma casa no subúrbio de Londres. A casa era humilde e aparentemente pequena. A única janela que dava para a rua estava fechada.

- De acordo com o garoto Uzumaki, o lugar é esse.

- Espero que não seja uma pista falsa. Esse moleque está na minha lista de suspeitos!

- Estão todos a postos delegado. Apenas aguardando ordens.

- Certo. Vamos esperar mais um pouco. Uma hora alguém sairá.

= = = = =

- Vamos embora Ino. Você precisa descansar. – Gaara falava decidido.

- Se quiser, pode ir. Vou ficar aqui.

- Ino! O médico pediu repouso.

- Eu sei. Repouso de sete dias. E já se passaram quinze. Não acha que está exagerando? Além do mais, meu amigo precisa de mim. Por isso, dormirei aqui.

- E quem foi que te convidou? – Lee fala mal humorado, se intrometendo na discussão do casal.

- Eu me convidei. Essa sua cara feia não me assusta. Portanto, não se livrará de mim. Vou ficar para te dar apoio. Sou sua melhor amiga. Então pode contar comigo. Para qualquer ocasião. Seja momentos bons ou não!

- Epa! Calma aí loira! Eu sou a melhor amiga do Lee. Por isso eu que dormirei aqui! – Tenten protesta.

- Qual é! É óbvio que a melhor amiga do Lee sou eu! – Sakura entra na discussão.

E assim a sala foi tomada por uma discussão infantil onde uma loira, uma chocolate e uma rosada, todas com mais de trinta anos, brigavam entre si para descobrir quem é a melhor amiga de Lee.

Ele apenas bufava. Elas eram tão escandalosas...

Porém Neji, Sasuke e Gaara apenas olhavam para as garotas incrédulos. Não conheciam esse lado delas. Estavam achando graça por ver três mulheres adultas e independentes brigarem entre si feito crianças.

Aos poucos Lee foi amolecendo ao ver que suas amigas nunca iriam desistir dele. Mesmo ele tentando se fazer de forte e tentando afastá-las para que elas não sofram e muito menos que sintam pena dele.

Um sorriso mínimo e involuntário saiu de seus lábios, o que não passou desapercebido por Sakura. Ao ver o amigo com um mínimo de felicidade interrompeu a discussão e cutucou as outras para que elas vissem o amigo.

As três correram em direção ao amigo e o abraçou.

- Não importa o tamanho do obstáculo, nunca vamos deixar você enfrentar sozinho. Estamos aqui. E sempre estaremos! – Ino finaliza.

Hinata não estava presente à reunião a muito tempo atrás. Ela tinha saído à francesa e por mais que todos ali estivessem sentindo a sua falta, não falaram muito por já faziam idéia de onde ela possa ter ido.

= = = =

Andava com o carro a procura da morena. Sabia que ela não foi de carro, pois ela não tem nenhum automóvel. O único era o de Sakura, e a mesma tinha um verdadeiro xodó por aquele carro.

- Onde você se meteu Hinata! – Naruto falava consigo mesmo.

Virou o automóvel para a esquerda. Nem sabia para onde estava indo. Apenas deixava o coração lhe guiar.

Foi quando viu Hinata parada no abrigo de uma loja. Ficou com a sensação de déjà vu. Chuva, Hinata, abrigo... Sorriu ao se lembrar que foi assim que eles se acertaram e começaram a namorar.

Agora estava ainda mais decidido a se acertar com aquela morena.

Parou o carro e desceu o vidro.

- Entra. Eu te deixo na sua casa.

- Me deixa Naruto! Eu preciso ficar sozinha para pensar.

- Apenas entre. Não quero que fique nessa chuva e depois fique doente.

- Não! – Hinata responde e se põem a andar.

O que ela não contava era com a também teimosia de Naruto. O loiro sai do carro e agarra o braço da Hyuuga.

- Nem pensar. Você pode me odiar o resto de sua vida. Mas eu não vou deixar você andar nessa chuva transtornada do jeito que está. Pelo menos hoje. Pelo menos agora. Deixe-me cuidar de você!

Hinata não conseguia mais segurar o choro. Chorou todo o seu nervosismo. Todo o seu desespero. Naruto a abraçou, consolando-a.

- Calma! Eu estou aqui. Chore. Chore tudo. – o loiro falava afagando os cabelos da namorada.

A Hyuuga chorava todo o seu sofrimento e não se importava mais quem estava a abraçando ou onde eles estavam. Se havia mais alguém na rua e que pudesse vê-los naquela situação. A chuva não mais incomodava. A verdade era que ela mais lavava toda a sua dor junto com todas as suas salgadas lágrimas. Isso que importava.

= = = = =

Já na periferia.

Dentro da casa vigiada saiu um rapaz encapuzado. Ele trajava roupas escuras e sempre olhava para baixo. Segurava um saco grande colado ao corpo.

- Isso é suspeito!

- O que faremos delegado?

- Preparem-se para a invasão. Verifique se toda a equipe está à posta. Inclusive a que ficou responsável pelos fundos da casa.

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Ficou decidido que as meninas dormiriam na casa de Lee. Só ainda não sabiam como e muito menos aonde, já que a casa do casal não era muito grande. Era confortável. Mas apenas para duas pessoas. Os moradores.

Mas esse problema era o de menos. Até a hora de dormir decidiriam como fariam. Agora o mais importante era fazer Lee se distrair. E nisso elas eram boas.

Os namorados já tinham ido embora. Mesmo sob protestos deles.

No exato momento, estavam todos espremidos nos sofás assistindo à um filme aleatório.

- Isso é realmente necessário? – Lee perguntava ao bufar pela quarta vez.

- Claro! Não vamos te deixar sozinho. Pelo menos não hoje.

- Não sei se você se lembram, mas eu existo! E eu ainda por cima moro nessa casa! – Joshua reclamava.

- Não fica assim. Não te adoramos. Mas acontece que essa nossa amizade é esquisita mesmo. – Sakura tenta se explicar.

- O que eu quero saber mesmo é se isso é realmente necessário? – Lee repete a pergunta.

- É claro que é seu sobrancelhudo! Como a Sakura disse, nossa amizade é esquisita. – Ino responde alegre.

- Não é isso que eu quero saber. – Lee revira os olhos – O que eu quis dizer é se realmente é necessário que todos fiquem no mesmo sofá! Sabe... Aqui está muito apertado e mal dá para respirar...

Porém o que era para ser uma indireta para que algumas pessoas saíssem do sofá e se sentassem em outro, foi o suficiente para juntar ainda mais, pois todos apenas se viraram em direção ao moreno e o abraçaram ainda mais forte.

Realmente a amizade deles era bonita, porém era esquisita.

= = = = =

O choro era angustiado e os soluços eram sofridos. Aquilo quebrava totalmente o loiro. Porém sabia que Hinata precisava desabafar. Ela precisava desabar para depois se reerguer. Ainda mais forte. Ainda mais corajosa.

Naruto abaixou-se um pouco mais, oferecendo o seu ombro à amada, o que ela aceitou de bom grado. Encostou sua cabeça no ombro já tão familiarizada. Inalou o seu cheiro e nunca se sentiu tão bem como agora.

Não era perfume, nem colônia, ou desodorante. Era o cheiro natural do Naruto. Amadeirado. Forte. Viril. Cheiro de homem. O seu homem.

Virou o rosto e deu de cara com o pescoço bronzeado do namorado. A distância mínima entre eles era mínima.

Hinata sem pensar, por puro instinto beijou a região do pescoço. Dava selinhos demorados e isso estava tirando o raciocínio de Naruto. Abraçou mais forte o loiro e começou a dar leves sugadas na região próximo à orelha.

- Hi-Hinata, por favor! Precisamos conversar. – Naruto tenta falar, mas suspira ao sentir que os beijos da morena estavam caminhando próximos à sua boca.

Hinata vira o rosto do loiro e ambos selam os lábios num beijo lento e apaixonado. Não precisavam de consentimento para a carícia se aprofundar. As línguas dançavam sensualmente, invadindo a boca um do outro.

Sem interromper o beijo, Naruto conduziu a morena até o capô do carro deitando-a sobre a mesma.

No comando, Naruto desceu os beijos até o pescoço e parou no colo leitoso da Hyuuga. Percorreu todo o corpo volumoso da morena e tocou, por cima da roupa mesmo, o seio esquerdo da namorada. Apalpava com vontade. O tecido molhado fazia com que o contato fosse ainda mais quente, mesmo que a chuva fosse gelada e caia sobre eles sem dar uma trégua ao casal de amantes.

Sem conseguir se controlar, Hinata solta um gemido baixo, porém alto o suficiente para o loiro escutar. Sorriu de canto. Adorava tirar gemidos da namorada.

- Me faça sua, Naruto.

Aquele pedido despertou ainda mais seu membro. Mas um surto de consciência o despertou. Estavam namorando no meio da rua. Tudo bem que já era de noite, e bem tarde. A rua estava deserta, mas alguém poderia aparecer por ali. Sabia também que Hinata estava frágil com todos os acontecimentos em sua vida. Ela estava frágil. Não podia se aproveitar desse momento. Não com ela.

Passou a mão em seus cabelos, sinal de nervosismo. Iria deixá-la em sua casa e depois rumaria para seu apartamento e tomaria um banho gelado. Isso! Faria isso. Mesmo não querendo... E... Mesmo incerto dessa sua decisão!

Apenas não contava com a atitude da Hyuuga. Ciente de que não podia fazer aquilo, pelo menos não no lugar onde estavam, mas não se agüentando mais, Hinata apenas puxa o loiro pela camiseta e sem dar tempo para ele falar alguma coisa, sela os lábios dele. Acariciava preguiçosamente sua nuca. E... Aquilo estava muito bom!

- Não... Podemos. Não aqui... – Naruto tentava desviar-se da Hyuuga, ainda consciente de seus atos.

- Por favor. Apenas tire essa dor de meu coração!

Voltou a beijar os lábios do Uzumaki e desta vez não teve como não se entregar à paixão.

Tateavam cada pedaço do corpo um do outro.

Naruto desce seus beijos até colo da morena dando pequenas sugadas na região. A carícia provavelmente deixaria marca, mas nenhum dos dois estava se importando com isso no momento.

O loiro subiu a cabeça e voltou a beijar a boca da namorada com volúpia. O seu desejo por aquela morena apenas crescia a cada instante em sua virilha.

Hinata percebeu e sua mão foi involuntariamente para seu membro, onde acariciava com vontade, mesmo por cima da calça jeans. Os movimentos eram propositalmente vagarosos e torturantes. A Hyuuga queria que aquele momento se prolongasse e principalmente, que Naruto implorasse por ela.

A chuva não dava trégua às pessoas, porém o casal de amantes aquelas gotas grossas não eram um empecilho para a temperatura corporal de ambos aumentarem e serem consumidos pelo desejo.

Naruto começou a tatear todo o corpo leitoso de Hinata e parou em suas coxas, onde deu um leve aperto e puxou, sem muita violência, para mais perto de seu corpo naturalmente bronzeada.

Sabia que estava em um lugar público e que o que estavam fazendo era proibido. Mas é como dizem, o proibido não é mais gostoso. E muito mais excitante!

Tinha que ser rápido e o momento pedia o máximo de discrição possível. Mas como fazer isso se Hinata apertava seu membro com vontade e a sua excitação só aumentava nas mãos da namorada?

Rápido e desejoso, Naruto tira a blusa que a morena usava e desprende o feixe do sutiã lilás e rendado. Abocanha o seio esquerdo enquanto apertava o direito. Hinata soltava gemidos que eram abafados pelos beijos avassaladores do loiro.

Sem perder tempo e sem paciência alguma para preliminares longos, a Hyuuga desafivela o cinto e desabotoa a calça do loiro e abaixa o mesmo juntamente com a boxer. Nem reparou em sua cor.

Com muito esforço deslizou seu corpo para baixo e sua boca foi de encontro com o membro que latejava de desejo.

- Hinata... – gemeu o nome da namorada ao sentir a boca quente abocanhar o pulsante membro.

Hinata chupava e sugava com vontade. Ia rápido em seu vai e vem e aquilo era bom demais para o loiro. Se ainda tinha alguma sanidade acabou por perdê-la com as lambidelas vagarosas que a morena começava a dar. Ah! Como ela era boa naquilo.

Precisava dela urgentemente. Sua mão foi até a nuca dela e começou a auxiliá-la nos movimentos. Porém na melhor parte, Hinata pára a carícia e se levanta.

- Argh! – Naruto solta um rosnado.

Sem perder tempo vira a morena para frente do carro e deixando-a de costas para ele. Debruça o corpo leitoso e totalmente molhado pela chuva, deixando o bumbum volumoso arrebitado. Levanta a saia de Hinata e abaixa a sua calcinha. Delicadamente afasta as pernas dela e sem permissão invade a sua intimidade.

- Naruto! – a morena não consegue evitar gritar o nome do amado ao sentir a prazerosa invasão.

Entrava e saída com rapidez e ia cada vez mais fundo.

Os gemidos eram altos e com medo dos moradores escutarem e saírem para saber o que acontecia, Naruto inclinou seu corpo para frente e com uma mão, inclinou o rosto da Hyuuga e tomou seus lábios num beijo apaixonado.

A outra mão estava na virilha leitosa para auxiliar nos movimentos dos corpos.

Ficaram naquela posição por um momento, que para eles eram uma eternidade. Amavam-se esquecendo do mundo à fora.

Naruto estocava forte e fundo. Sabia que Hinata gostava assim. Sentiu o interior da morena se contrair. O orgasmo dela estava vindo. Intensificou as estocadas. Queria gozar junto com ela.

- Naruto! – Hinata não controlava seu desejo.

O Uzumaki sentiu o corpo tremer e entrar em espasmos.

Seu clímax estava vindo ao mesmo tempo que sentiu a morena gozar em seu membro.

Desprendeu a conexão e ambos respiravam descompassados.

Olhavam-se apaixonados e o loiro foi o primeiro a encurtar o espaço entre eles. Tomou os lábios apaixonadamente.

Enamoravam-se até ouvir de longe, em outra rua, uma sirene. Assustados, soltaram-se e começaram a vestir-se. Desajeitados, pois as roupas de ambos estavam molhados e a chuva não facilitava para ambos.

Foi então que virão o carro da polícia passar longe deles e seguir seu percurso.

= = = = =

Um pouco longe de tudo isso. Três pessoas, alheias à qualquer problema exterior, conversava sobre algo importante para um deles.

- Já tomei minha decisão. Daqui alguns meses Ino dará luz. Então está na hora de formar uma família com ela.

- Te dou o meu maior apoio Gaara. – Shikamaru incentiva o cunhado.

- Acho até que passou da hora. Já devia estar casado com ela. – o ruivo continuava sua narrativa.

- Calma aí pirralho. A gravidez dela pegou todos de surpresa. Além do mais teve todo o drama que cercou vocês. Agora que vocês conseguiram se entender.

- Está certa Temari. Você me ajuda a encontrar a aliança perfeita para ela?

- Você sabe que pode contar comigo.

- Eu sei. Quero construir uma vida ao lado da Ino, assim como a que você construiu com esse bicho preguiça do meu cunhado.

Gaara falava animado, porém Temari ficou pensando nas palavras do irmão mais novo.

Ele estava pronto para dar o próximo passo para uma relação: o casamento. E ela? Tantos anos de relacionamento com Shikamaru e o que ela conseguiu? Morar junto com o moreno!

Havia alguma coisa errada naquela ordem cronológica. Ela era a irmã mais velha. Portanto ela teria que se casar antes! Aliás, ela que deveria gerar a próxima geração de Sabaku’s. Não era assim que tinha que ser?

Tinha uma certa inveja da loira de olhos azuis.

Olhou para os dois homens à sua frente: seu irmão e seu namorado. Suspirou pesadamente. Essa era uma das conseqüências do mundo moderno e da independência feminina. Além do mais, era isso o resultado final de estar ao lado de um homem nem um pouco machista! E com um grau de romantismo praticamente nulo.

= = = = =

Enquanto isso na periferia a rua estava calma, praticamente desértica. Os carros estavam estacionados estrategicamente, sem chamar a atenção dos moradores. Isso até a voz masculina, grossa e potente se fazer presente um tanto metalizada através do megafone.

- Aqui é a polícia. Vocês estão cercados. Saiam com as mãos para cima!

Notas finais
Eu sei que o capítulo não ficou lá essas coisas, mas no próximo terá mais ação (como perceberam no final desse...), mas espero que tenham gostado!
Beijos!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.