Os dias naquele paraíso passaram de pressa, quase não os viram. As cenas estavam todas perfeitas. Infelizmente ou felizmente chegou o dia de partir.

— E ai, preparada? – Pergunta Humberto se aproximando de Vivi que estava na enorme varanda daquela casa encarando o lindo por do sol.

— Sim. Eu acho. – Ela se vira para ele e sorri. – Estou morrendo de saudades dos meu filhotes.

— Da para ver no seu rosto.

Ele diz e segura a mandíbula dela.

— Apesar de tudo. Alias, apesar de alguns beijos técnicos não terem saído tão técnicos assim, eu quero te falar que eu te enxergo como uma ótima profissional, Vivi.

— Esse assunto de novo, Berto. – Ela novamente se vira para o horizonte.

— Vivi. – Ele se põe ao lado dela também encarando o horizonte. – Eu nunca quis te forçar a nada, nunca quis que acontecesse o que sempre acontece quando nos encontramos. Eu gosto muito de você. Me desculpe por alguma coisa, ok?

Vivi se vira e olha para Humberto que também a encara. – Ta tudo bem, Berto.

Ela o abraça.

— Os pombinhos não vão conosco?

Uma voz feminina fez Vivi ter um sobressalto e se soltar dos braços de Humberto.

— Que susto, Ju. – Ela fala rindo.

— É claro que vamos. – Humberto diz e pega na mão de Vivi a guiando até Ju, que juntos, descem para o jantar.

— Achei que não viriam. — Disse Marat já na mesa com Fernanda e Fabio.

— Que exagero. – Disse Vivi e os três que estavam de pé se sentaram. – Nem demoramos tanto assim.

Eles riram.

— Pedimos um prato típico. – Disse Fernanda.

— Ótimo. – Disse Humberto. – Assim nos despedimos das maravilhas culinárias desse paraíso.

Vivi sorriu para ele. Não demorou muito para a comida chegar. Jantaram, e logo após pediram sobremesa.

— Torta doce. – Vivi encara Juliana, já que o pedido foi ela quem fez. – Eu vou chegar no Brasil com 5 kg à mais do que saí.

Todos riem.

— Agora você que exagerou, dona Vivianne. – Disse Fabio brincando com a loira.

— Essa é maravilhosa. – Disse Juliana se deliciando com sua torta de maracujá. Humberto se inclinou para olhar a torta dela.

— Ta com uma cara boa mesmo. – Ele disse e colocou um pouco de sua torta na boca. – Essa aqui também está deliciosa.

— Experimenta, Marat. – Disse Juliana levando uma colher com torta até a boca do amigo.

— Que delicia, Ju! Maravilhosa escolha.

— Eu também quero. – Disse Humberto fazendo cara de dengoso.

— Ai, Humberto. – Juliana deu risada mas fez o mesmo procedimento que fez com Marat.

Vivianne olhou para Fabio, que estava encarando o celular, nem tinha mexido em sua torta ainda. Olhou para Fernanda e Marat que estavam rindo da situação, Juliana havia sujado um pouco a boca de Humberto.

— Poxa, Ju. – Disse Humberto se limpando. – Eu deveria fazer você limpar.

Vivianne encarou Humberto, e deixou claro que não gostou nem um pouco daquilo.

— Não quer Vivi? – Disse Humberto. Ele pegou um pouco de sua torta e levou até a boca dela.

— Não, obrigada! – Ela disse um pouco fechada.

Humberto sorriu. Ela sabia o que ele estava preste a fazer. Resolveu aceitar e abriu a boca discretamente e apreciou o delicioso sabor de limão.

— Humm! É uma delícia. – Ela disse. – Não quer trocar comigo, meu bem?
— Ela disse de uma forma engraçada.

— Até trocaria. – Ele comeu mais um pouco de sua torta. – Mas você sabe como eu sou.

— Então divide. – Disse Ju roubando um pouco da torta dele e arrancando o riso de todos, e chamando para si, a atenção de Fabio.

Notas finais
agora o próximo, meus amigos e minhas amigas... vou falar que nem vivianne: só deus sabe!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.