Agony
10 Lethal weapon is lip. your affection rape me.
Notas iniciais
Hoje mais cedo,tive um surto de criatividade e decidi escrever o capítulo.E como sou igual ao Matt,não consegui manter minha promessa.estou postando da casa da minha vó...
Tenho que agradecer mais uma vez pelo presente maravilhoso da minha melhor amiga Mizore-chan,que fez um dos melhores lemons que já li.Em comemoração a isso,não alterei nada do que ela escreveu,só encaixei o necessário para não ficar "WTF".Espero que amem.Te amo Mizore-chan!:3
Um beijo a todas as minhas leitoras e especialmente a Luiza-chan que vai fazer uma fic comigo no futuro(se ela quiser),a Gaby dinina que não vai ler o lemon,a Cyber-chan que largou a fic dela por um tempinho para ler a minha humilde fic,Beyond-chan que voltou para mim,Lívia-chan e seus reviews impecáveis e a Gy-chan que não se esqueceu de mim.Amo vocês e se esqueci de alguém,gomen =(
Eu agradeço novamente as recomendações,amo vocês duas!^~^
Conclusão do último capítulo.Narrado pelo homem mais lindo dos animes-sqn-
Boa leitura!
Tudo parece àqueles flashbacks que achamos graça depois. Primeiro, lembro-me de estar me despedindo de meus amigos com um sorriso triste no rosto. Despedidas, abraços, meros comprimentos formais para um bando de marmanjos e suas namoradas. -Desculpa Mello. -Depois,quando estou indo a caminho do meu destino com a sensação de nunca mais iria retornar,Raito surge novamente e leva tudo de mim. E ainda faz uma declaração pública, — Achei fofo na verdade. -Com direito a desmaio no final. Pior que esse turbilhão de coisas que aconteceram do nada, está sendo as consequências disso.
Isso não tem nenhuma graça.
Tive que cancelar tudo ligando para Watari. Minha já garantida vaga na academia foi trancada até segunda ordem, meu vôo foi cancelado ou por não dizer “Não vou mais a lugar nenhum“. Além de minhas bagagens que ficaram no aeroporto, minha maleta tão preciosa ficou no chão por minutos. Tudo isso, fora a saúde de Raito, que estava em um estado deplorável. Descabelado, exausto, fraco, cheio de olheiras, chorando muito e seu desmaio no final. -Fadiga extrema.
Tudo isso é culpa minha.
Meus pensamentos se dividem em montes. Na hora, fiquei como um pai inexperiente que segura pela primeira vez seu filho no colo, — Ou no caso, um adolescente desmaiado. -Parece que o tempo tinha parado para mim enquanto pedia ajuda e uma ambulância para o hospital particular mais próximo. Num outro instante, todos já sabiam do ocorrido e se encaminharam ao hospital.
Como num passe de mágica, o mundo de Lawliet virou de cabeça para baixo. Enquanto chegávamos ao hospital, pensei em como uma atitude muda muita coisa na vida de alguém, tanto para o bem como para o mal.
Nesse caso, não faço à mínima se está sendo bom ou não. Também, não há muito tempo para pensar nisso quando se está com seu namorado nos braços desmaiado.
Oh meu pai...
Num outro instante, os pais desesperados de Raito, Matt e o pessoal, BB e Melissa do nada apareceram na recepção para saber notícias do que tinha ocorrido.
Gritaria, confusão, lágrimas, desespero em seus rostos... Fiquei pensando em como isso estava ficando ruim para meu lado, já que tinha sido Raito que foi atrás de mim com seu amor desesperado, e desmaiado lá.
5 Horas depois.
Nada está como antes. No último cenário, nada estava me favorecendo e palavras sujas foram ditas sem nenhum pudor em mim como se eu fosse um alvo permanente. Agora, silêncio e olhares carregados de culpa e ódio para mim.
Como podem me culpar pelo seu filho?
A culpa não era minha se Raito não revelou sua sexualidade, não se alimentava direito há mais de 20 horas, levando sua saúde a um nível critico, recusava a aceitar que seu ex-namorado iria deixá-lo para seu próprio bem. Na verdade, Raito ocultou muitas coisas, me fazendo crer mais ainda que não tivesse maturidade suficiente para viver ao meu lado.
Todos esses pensamentos passeavam enquanto minha frustração e falta de notícias sobre ele me deixavam agoniado (Danna-chan: Isso não tem nada a ver com o nome da fic.). A única coisa que fiquei sabendo por alto há meia hora trás é que umas baterias de exames tinham sido feitas e nada tinha sido detectado. E Raito só seria liberado amanhã, quando acordasse.
Estava sentado num canto distante junto com Near. Matt recebeu uma ligação da mãe e teve que ir embora, arrastando Mello e Melissa juntou com ele. Candece tinha hora para voltar para o orfanato e Beyond disse que “-Vou buscar diversão pelo hospital. já volto” há mais de uma hora. Já não bastava o que acontecia, Beyond chegara da cadeia com um sorriso diabólico nos lábios e veio aqui para o hospital rir da desgraça do Raito.
Tsc.
Beyond está pronto para uma clínica psiquiátrica.
Agora, não sei o que pensar ou agir. Tudo foi travado, nada acontece há horas e ainda não posso vê-lo e nem falar com ele, já que todos parecem agir num complô contra mim. Num relance, vejo a doutora que atendeu Raito chegar e gesticular algo para os pais de Raito, que estão sentados em outro conjunto de bancos, afastados de mim. Não consigo ouvir nada que eles dizem, por causa da distância. Near alterna seu olhar entre mim e a cena ao longe.
-Vou lá saber de notícias. -Avisa. Tarde demais, os pais de Raito adentram o leito com sorrisos de vitória nos lábios. Meu coração dá um súbito disparo. Será que ele finalmente acordou?
-Espere um pouco. -Falo com cautela.
Minutos de eternidade vem e vão, e nada. Sinto-me cansado, com raiva, frustrado, triste e uma série de sentimentos ruins que parecem grudar em mim como um imã. Levanto-me mesmo ouvindo protestos do meu corpo cansado e pesado, de tanta dor, gemo em frustração.
-Tudo bem, L?-Pergunta Near.
-Estou cansado, só isso.
-Acho que deveria ir para casa L. Você já está dando sinais claros de que vai desmaiar igual à Raito. Nunca vi tanto cansaço em você.
-Preciso saber pelo menos como está, se acordou. -Fico de pé por um tempo e caminho até em frente ao leito de Raito. A porta está fechada. Near se aproxima de mim e segura meu pulso.
-Quer alguma coisa?
-Não.
-Tenho que ligar para Candece. Já volto.
-Ok.
Volto a me sentar nos bancos e apoio à cabeça nos joelhos, e sinto vontade de chorar e expulsar de alguma forma as coisas que estão me corroendo por dentro lentamente. Ouço a porta ser aberta, mas não consigo encarar ninguém. Passos são dados e sinto alguém sentar em meu lado, meu corpo não quer me obedecer. Ouço mais uma vez o barulho da porta e por baixo, silhuetas param ma minha frente. Ergo o olhar cansado as figuras a minha frente.
-Querido, agradecemos o que fez pelo Raito, mas precisa ir embora. -Diz a senhora Yagami com um leve sorriso nos lábios.
-Preciso falar com Raito. -Falo seco e sem nenhuma emoção no tom de voz.
-Sabemos disso, mas ele foi sedado porque se alterou demais. Ele vai ter alta amanhã.
-Sedado?
-Isso.
Antes que qualquer palavra de baixo calão seja proferida sem minha deliberação, Near agarra meu braço e me dá um sugestivo olhar de “Não fale nada e vamos embora.”
-Ok. Sayonara.
-Sayonara.
Levanto-me devagar e em passos largos, carregando todo aquele peso junto com Near. Olho para o céu e suspiro. Realmente, não queria que nada disso estivesse acontecendo comigo. Chamo um táxi e pergunto se Near quer vir comigo, mas ele diz que precisa ir à casa de Matt, que fica no outro caminho. Despedidas depois e um longo caminho de volta, estou mais uma vez em casa. Sendo tomado pelo cheiro de chá e recordações, entro em casa e vou direto para o quarto.
Minhas malas estão do mesmo jeito que as vi de manhã. Um misto de dor e arrependimento surge em mim, e sinto o chão desabar. Vou direto para o banheiro, tentando assimilar tudo que aconteceu até agora. Durante o banho, minha cabeça lateja entre meus fios negros como a noite. Meu olhar fica perdido no nada, enquanto a água quente percorre meu corpo sem pressa.
Não sei quanto tempo demoraram, mas caíram. Silenciosamente, sinto cada lágrima quente escorrendo pelo meu rosto a caminho do chão do Box. Fecho os olhos, admirando o silêncio das minhas lágrimas. Minha mente se esvazia e é logo preenchida pela visão de Raito.
Não adianta chorar, Lawliet, a culpa não é sua por ter sentimentos.
De banho tomado e alma lavada, coloco meu pijama e deito na cama, sentindo a maciez do cobertor macio para aplacar a noite fria em Kanto, lentamente, sinto-me sendo levado a mais uma hora de sono sem sonhos.
Dois dias depois...
Fecho os olhos sentindo a brisa gélida de inverno balançar meus cabelos e meu casaco preto. A sensação no ambiente ao ar livre era de uma paz indescritível. Vestindo um casaco grosso para aplacar o frio e uma calça jeans larga de costume, meus bagunçados cabelos dançam ao vento acompanhando o ritmo das inúmeras árvores do pequeno parque em que me encontro,causando uma sinfonia perfeita. E um sorriso tímido corre em meus lábios.
Já fazia dois dias sem notícias de Raito. Sua mãe me ligou ontem, dizendo que ele tinha sido liberado e estava sorridente e melhor. Mas pediu para que desse um tempo a ele e que não fosse a sua casa. Eu tenho a noção de que deveria sentir raiva, bater desesperadamente na porta de sua casa, xingar tudo e todos, mas uma fagulha que aquece meu coração nesse dia úmido e chuvoso, diz para esperar.
Por quanto tempo?
-L, seu inútil e vagabundo, quando vai ter coragem para visitar Raito?
-Matt, eu já tentei ir visitá-lo, mas seus pais me odeiam!O que posso fazer?
Todos estão reunidos novamente no parque. Matt me ligou, pedindo para que me encontrasse com o pessoas para “sair da fossa” e tentar me distrair.
Tentar.
Depois disso, só espero. Uma coisa que me revolta é como eles podem ter feito isso comigo. Talvez seja com eles que Raito tenha aprendido a ser tão egoísta e egocêntrico. Mas não tenho mais raiva de ninguém. Parece que quando chorei em frustração, expulsei tudo de ruim e só me sobraram velhas recordações e aquela saudade de Raito.
A academia?Ainda não resolvi. Em vez disso, refiz minha matrícula para o próximo ano letivo na nossa antiga escola.
Pode ser que fique confuso o que ando fazendo, mas acho melhor assim.
Além do mais, já estou totalmente apaixonado e entregue aos joguinhos de Raito Yagami.
Mello e Matt estão mais felizes que nunca. A cada selinho dado e abraço, creio que Matt finalmente aprendeu a controlar sua “Madonna“. Near e Candece também me parecem bem normais, já que ele ainda mantém sua frieza e descrição.
Clichê?Felizes para sempre?Duvido muito disso.
Sentados em volta de uma grande área gramada, sorrimos e brindamos não sei o que.
-O que será que Raito deve está fazendo agora?-Pergunta Mello.
-Não sei. Nossa, que frio. Tinha que ser sua idéia Matt?
-Desculpa. Eu amo frio.
-Eu também, mas não tem ninguém na rua.
-E daí? –Revira os olhos em ironia. Matt tira do bolso um cigarro e traga lentamente.Sorri ao final do ato.-Ah,como é bom fumar.
-Só para você. -Diz Near, enquanto afaga carinhosamente as longas madeixas de Candece.
-Não implica com ele ovelha. -Mello indaga, estreitando os olhos minimamente.
-...
-Onw, adoro quando me protege Madonna. -As demonstrações de afeto entre eles só aumentam.Um flashback de imagens vem na minha mente.Na minha frente agora,vejo que aquele garoto amargurado e só foi substituído novamente por uma versão risonha e apaixonada.
Amor...
Sinto uma pequena vibração no bolso da minha calça. Ao retirar o celular de lá, meu coração dá um salto e quase fico tonto.
“Preciso urgente de você aqui comigo. Meus pais saíram e quero que venha até aqui em casa agora.
Um beijo, Raito-kun.
Após ler a mensagem, um sorriso exagerado abre em meu rosto. Levanto num pulo ainda sorrindo.
-O que foi L?-Pergunta Mello.
-Tenho que ir, Raito-kun precisa de mim. -Falo rápido,andando até a saída.-Falo com vocês depois!
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Minha respiração está descompassada,minhas mãos soam levemente,nada está colaborando.Ando cada vez mais rápido,sentindo tudo vir à tona de uma vez só.Enquanto me aproximo de sua aconchegante residência,ultrapassando calçadas e qualquer obstáculo a minha frente,meu sorriso só alarga mais.É à hora.Em frente à casa de Raito,sinto minha respiração falhar e meu corpo fica praticamente trêmulo.Imagino como uma simples pessoa é capaz de fazer tudo isso a alguém como eu.
Só pode ser o amor mesmo.
Toco a campainha.Espero.Segundos a fio em frente á fachada branca da casa rodeada de rosas e outros tipos de flores,tudo está tão belo para mim!Coloco as mãos enluvadas rente ao corpo tamborilo os dedos entre si,numa tentativa frustrada de me acalmar.
Não consegui.Dois minutos depois,ruídos e um barulho de fechadura sendo aberto,um Raito sorridente se joga em meus braços.
Como é bom senti-lo perto de mim,sues orbes brilhando sob minha figura parada na porta,seu sorriso de orelha a orelha a me ver,seu cheiro cítrico em meu corpo,tudo tão perfeito!
Eu iria mesmo deixá-lo?
-Eu também senti saudades,Raito-kun- Sussurrei em seu ouvido,sentindo seu corpo estremecer.
-Você não imagina o quanto senti sua falta Lawliet.-Sussurrou de volta,mais parecendo um suspiro.
Ao me desgrudar um instante de Raito,selamos nossos lábios num singelo selinho,mas nada comparado a tê-lo perto de mim e sentir o calor crescente do contato do seu corpo ao meu.Raito parece tremer de frio.
-Vamos entrar.-Sorriu singelo.
-Seus pais concordaram com minha presença?-Perguntei sério,recebendo em troca um sorriso sapeca dele.
-Eles não estão aqui.Vem,estou congelando.-Puxou-me para dentro apressado.
Não me lembro da última vez que estive nesta casa,mas péssimas recordações me trazem.
Sinto-me desconfortável aqui.
-Não se preocupe amor,eles não vão vir to cedo.-Diz Raito como se lesse meus pensamentos.Sorrio em resposta.-Vamos,vou trocar de roupa,está frio.
Subimos de mãos dadas.Nunca me senti tão bem.
O quarto de Raito não é nada demais.Duas estantes adornadas de livros e mangás,uma escrivaninha com cadeira ,vários objetos em cima dela,a cama espaçosa e uma televisão pequena na escrivaninha.Típico de Raito,penso.
-Por que não me ligou antes?-Pergunto com um elevado grau de curiosidade.
-Minha mãe não me deixava respirar.Tive que conversar seriamente com ela- Falou enquanto abria seu guarda-roupa.Aí notei que estava trajando uma camisa simples branca e uma bermuda marrom.
-O que conversaram?
-Disse que tinham que aceitar que você é meu.Por isso fui atrás de você- Sorriu para mim como se fosse obvio.-Te amo.
-Eu também.Por isso desisti de viajar.Gostou da estadia no hospital?
-Claro que não seu baka,me furaram com aquelas agulhas enorme, me perguntavam coisas idiotas enquanto eu só queira saber se tinha ido mesmo embora.Foi quando me sedaram.
-Sua mãe me contou,fiquei cindo horas no hospital.-Falei seco,lembrando-me das cenas daquele dia.
-Mas já passou,o importante é que você está aqui e é meu.-seu tom de voz mudou drasticamente para malicioso.Pelo que me lembro,ainda não tínhamos feito nada sabia que Raito era muito safado quando queria.
Era praticamente tentadora a visão de seu corpo esguio na casa do Matt.
-Lembra daquele dia,em que estávamos na casa do Matt?-Se aproximava lentamente com seu olhar predador.
-O que tem?-Fingi inocência.
-Temos assuntos pendentes desde lá.
-Raito Yagami, eu tom de voz não está me agradando.
-Tente me parar,L.
Raito se aproximava de mim e me puxava pela cintura, beijando-me como nunca havia feito antes. Retribui o beijo na mesma intensidade feliz com esse tipo de reação. Ele me guiou até a parede de seu quarto onde me prensou ali e subiu um pouco o meu corpo, envolvi minhas pernas em sua cintura e o senti segurando em minha bunda para me dar um apoio.
Ele acariciava meu corpo de maneira urgente, percebia isso, o que só fazia aumentar nossa excitação. Já sentia sua ereção roçando em meu membro que também estava ereto, e isso fazia com que me excitasse ainda mais. Ele segurou meu corpo e me carregou até sua cama, onde depositou ali meu corpo e subiu por cima de mim, beijando e chupando meu pescoço deixando algumas marcas roxas. Gemi um pouco com isso e levei ambas as mãos até as suas costas por dentro da camisa e acariciei, levantando a camisa ao mesmo tempo tentando tira-la.
Vi Raito se levantar e tirar a camisa de uma maneira bem sexy e olhou para mim com um sorriso safado. Corei imediatamente com isso e logo senti os lábios de Raito junto aos meus novamente. Enquanto me beijava ele subia minha camisa deixando meu peito de fora e parou os beijos, levando os lábios até um de meus mamilos e sugando-o. Gemi alto com isso e contorci um pouco meu corpo enquanto ouvia uns risinhos de Raito, que continuou a chupar alternando entre os mamilos.
Suspirava um pouco ofegante já e abria os olhos para olhá-lo, mas logo os fechei quando senti sua mão em minha ereção e gemi mais alto, ele acariciava por cima da calça e massageava de uma maneira que estava me deixando louco.
Mordi o lábio inferior com força e puxei Raito para o lado, fazendo com que ele se deitasse e que eu ficasse por cima dele.
- O que vai fazer L?- Me perguntou, apenas olhei para a calça dele e sorri.
Abri o jeans e desci sua calça junto com a box preta que ele usava e comecei chupando sua glande bem lentamente, ouvi alguns gemidos vindos dele e continuei, passando a língua por todo ele e logo colocando-o inteiro dentro da minha boca e começando a chupar. Raito gemia muito alto e levava ambas as mãos até minha cabeça pressionando contra seu membro e chupava com força. Raito pressionava com força minha cabeça e sentia o membro dele entrando na minha garganta e sentia certa dorzinha misturada com a excitação que sentia. Logo senti que ele puxava minha cabeça para cima me afastando de seu membro e me jogava novamente contra a cama e ficou novamente por cima de mim. Tirou minha calça junto com a cueca e o senti entrando de uma vez.
- AHN!- Gemi alto agarrando os ombros de Raito, que parou por um momento olhando para mim.
- Desculpe...- Disse, olhando-me de maneira intensa.- Se doer muito... Me avisa...
Concordei com a cabeça e fechei os olhos. Raito começava a se movimentar bem lentamente para não me machucar enquanto gemia e sentia que já estava me acostumando aos poucos com aquilo.
- Mais... Mais rápido...- Sussurrava para ele enquanto o olhava bastante vermelho. Ele sorriu.
Raito aumentou a velocidade das estocadas que me dava e aumentava também o volume dos gemidos, suspirava ofegante enquanto sentia meu corpo começando a ficar todo suado e meu membro começando a pulsar intensamente.
- Raito eu vou...
Não dava tempo de avisar e gozava tudo melando nossos corpos e um pouco da cama também. Gemia prolongadamente enquanto Raito me puxava outra vez, nos mudando de posição. Me deixava de quatro para ele e então voltava a se movimentar. Levou uma das mãos até o meu membro e começou a masturbá-lo enquanto com a outra mão ele acariciava meus mamilos apertando os biquinhos me excitando novamente. Apoiava ambas as mãos sobre a cabeceira da cama e empinava mais a bunda para Raito que enfiava com força, sentia que seu corpo ficava suado tanto quanto o meu. Ele me masturbava com ainda mais vontade e sentia meu membro voltar a pulsar, e provavelmente Raito também sentiu isso. Ele aumentou o ritmo das estocadas contra o meu corpo e apertou com força os meus biquinhos fazendo com que gemesse ainda mais alto e gozava novamente, melando sua mão e a cama dele, mais nesse mesmo momento sentia o esperma de Raito tomando conta de tudo e logo o membro dele saia de dentro de mim. Deitei na cama exausto e de bruços enquanto sentia o corpo de Raito sobre o meu.
O puxei para outro beijo até ficarmos sem fôlego.Raito sorriu e me puxou para si,chocando nossos corpos novamente.
-Banho?-Perguntou ainda sorrindo maliciosamente.Assenti.
Ligávamos o chuveiro e logo sentia Raito por trás de mim me encoxando, estava cansado por ter acabado de transar com ele mais apenas aquilo já me deixou excitado. Senti seus beijos por todo o meu pescoço e suas chupadas ainda mais fortes, deixando marcados os ombros também.
Entrávamos debaixo d’água e senti nossos corpos se molharem. Raito pegou o sabonete e passou com toda a delicadeza sobre o meu corpo, enquanto sua mão livre me masturbava lentamente. Gemia baixinho com seus toques e quando terminava de me ensaboar ele parava e me virava, me entregou o sabonete e comecei a passar o sabão por todo o seu corpo. Vi Raito sorrindo para mim e virei um pouco o rosto ficando vermelho. Ele então se abaixou ficando na altura do meu membro e começou a chupá-lo de uma só vez, larguei o sabonete no chão e me apoiei com as costas na parede enquanto sentia minhas pernas bambas com esse toque. Sua boca me sugava com vontade e de vez em quando sua língua percorria minhas bolas e ia até o meu anus, me dando grandes arrepios incrivelmente excitantes, e logo voltando para o corpo do meu membro que doía de tanto pulsar. Levei ambas as mãos até seus cabelos e acariciei com carinho enquanto ele me chupava e segurava em minhas pernas.
- Ra-Raito... Eu vou... Gozar...- Disse para ele, que parou por um momento e olhou para mim.
- Goze então meu amor... Quero sentir o seu gosto...
Me senti tão envergonhado naquela hora, mais a excitação de apenas pensar isso acontecendo era maior. Ele voltou a me chupar e levou dois dedos até o meu anus e começou a penetrar, fazendo uma masturbação anal em mim. Joguei minha cabeça para trás com isso e gemi muito alto segurando firmemente sua cabeça contra o meu membro. E logo senti que meu gozo invadia toda a boca de Raito.
Voltei os olhos para ele e tive uma visão fantástica. Raito estava engolindo todo o meu gozo, não deixava nada escapar. Quando terminou, se levantou lambendo os lábios e essa cena me excitou novamente.
- Se vira.- Disse para mim e assim o fiz, ficando de costas para ele.
Senti suas mãos segurando em minhas nádegas, apalpando-as e abrindo-as deixando meu anus exposto e logo enfiou delicadamente seu membro dentro de mim. Fechei os olhos e conti um gemido alto, logo Raito começava com os movimentos rápidos e fundos que alcançavam minha próstata. Quando a atingiu senti meu corpo se derreter inteiro sobre Raito, que me segurou, mas continuou a meter.
Mordi o lábio inferior com força e movi a cintura meio que rebolando para Raito, que gemeu no meu ouvido e sussurrou: “Isso... Continua assim...”. Revirei meus olhos ao ouvir seus sussurros e continuei rebolando para ele.
- Ahn... Raito...- Gemi seu nome.
- Isso L... Geme chamando meu nome geme!- Ordenou, e assim o fiz.
Gemia alto chamando seu nome e a cada vez que chamava seu nome ele enfiava mais fundo e com mais força. Raito mordia o lóbulo da minha orelha me deixando arrepiado com isso. Levou a mão novamente até o meu membro e me masturbou, meu membro estava pulsando forte já e o dele também pulsava forte dentro de mim. Ele me masturbava intensamente enquanto enfiava e eu rebolava e gemia seu nome para excitá-lo e logo gozávamos juntos. Encostei-me na parede do banheiro e fui escorregando até o chão, sendo seguido por Raito que ainda estava dentro de mim.
Notas finais
Ja nee
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